Tópico Andar Térreo;

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tokkie

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Bóris, o guaxinim.


> Salão de Entrada

As portas de entrada do castelo se abrem para um cômodo circular encimado por uma cúpula de vidro. Um balcão de madeira circunda o cômodo no andar superior. O espaço é vazio, exceto pelas quatro enormes esculturas que representam as casas: a Serpente Chifruda , a pantera Pumaruna, o Pássaro-trovão e o Pukwudgie. No centro desse salão há um símbolo de nó górdio instalado no piso de pedra.

> Salão das Varinhas

Logo atrás do Salão de Entrada há um segundo salão, quase tão grande quanto o primeiro, lotado de estantes com varinha. Neste cômodo os alunos escolhem ou são escolhidos por uma varinha, auxiliados por um funcionário da escola.

> Salão Principal

O salão onde os alunos e funcionários da escola fazem as suas refeições. É um cômodo ainda maior que os dois últimos, possuindo diversos quadros e luminárias espalhados pelas suas paredes. Existem mesas circulares por toda a extensão do cômodo, onde alunos podem sentar-se onde preferirem, podendo ficar com alunos de outras casas e assim não haver distinção entre elas, entretanto, vez ou outra as mesas são substituídas por apenas quatro, uma para cada casa.

> Cozinha

Logo abaixo do Salão Principal existe a cozinha, onde diversos funcionários preparam as refeições dos alunos.

tokkie

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Chronicles of Mt. Greylock
Prólogo: Danna Langton


O dia 1º de setembro era considerado um grande dia em muitos países do hemisfério norte no mundo bruxo, afinal, naquele dia se iniciava o ano letivo na Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny. Mais cedo naquele mesmo dia, todos os alunos matriculados na escola, que viviam nos Estados Unidos da América, México e Canada, receberam cartas com chaves de portal ou permissão para utilizar a Rede de Flu, assim podendo teleportar-se em até o pé do Monte Greylock, onde um funcionário responsável levaria os alunos em segurança até o castelo de Ilvermorny no pico mais alto.

Já era noite quando o último grupo subia a montanha. O céu estava limpo e estrelado e a lua lançava sua luz tênue sobre os poucos espaços entre as árvores. O clima ainda era quente para o final de verão e a brisa morna mal servia para agitar as suas vestes. A floresta estaria silenciosa se não fosse pelos cochichos dos vários garotos e garotas, com idade entre 11 e 17 anos, que subiam a montanha sem qualquer temor, afinal, jamais ocorrera algo assim, não é mesmo?

Entretanto, nem todos estavam engajados em conversas sobre as suas férias; afastada do grupo, havia uma menina de aproximadamente 14 anos. Esta segurava um pequeno rato com uma das mãos e tentava inutilmente amarrar um laço rosada em sua causa. Permanecia alheia aos seus arredores, tanto que nem percebia que afastava-se do grupo a cada passo que dava. Quando tentou forçar mais uma vez o laço no rabo do animal, este soltou um guincho agudo, mordendo o dedo da jovem bruxa e correndo para fora da trilha, embrenhando-se entre as árvores sombrias.

Harold! — sussurrou a garota, ponderando se devia ou não ir atrás do animal.

A garota olhou para o grupo de estudantes se afastando aos poucos e o topo do pico coberto por uma névoa espessa mesmo naquela época do ano. Não havia problemas, não é? Já havia feito aquele caminho diversas vezes, não tinha como se perder. Sem hesitar, embrenhou-se em meio à floresta, retirando a varinha das vestes e procurando pelo rato perdido. Se ela não tinha medo da floresta do Monte Greylock, provavelmente teria a partir daquele momento; as árvores longas pareciam se arquear, tocando as suas copas apenas para impedir a passagem da luz lunar, o vento praticamente não existia, deixando o ar totalmente parado e abafado, e as sombras eram tão espessas que se conseguisse enxergar três metros para frente, já era muito. Não podia desistir agora! Tinha de encontrar o seu ratinho antes de voltar para a escola, mas antes que pudesse exclamar "por Merlin!", percebeu que estava totalmente perdida.

Foi a partir daí que começou a sentir medo. Apesar do clima abafado, todo o corpo da garota tremia e suava, além daquela sensação de medo que lhe atingira como um rápido feitiço. O que faria agora? Como voltaria para a escola a tempo da cerimônia de abertura? Teria que dar um jeito. Observou em volta, procurando pelo caminho de volta, mas para onde olhasse só via o mesmo: escuridão. Mordendo os lábios, passou a caminhar sem rumo em meio à silenciosa floresta.

A garota caminhou por vários minutos, embrenhando-se cada vez mais na escuridão sem fim. A floresta não parecia dar qualquer sinais de que mudaria; continuava abafada, escura, o vento era nulo e a única coisa que a garota conseguia ouvir era o farfalhar das folhas com o vento... espere, mas não tem vento... O corpo da estudante retesou-se, parando para enfim tentar encontrar o que produzia aquele som. O farfalhar era baixo e, mesmo que olhasse na sua direção, não podia ver o que o produzia, apenas tinha certeza que se aproximava-se aos poucos.

Quem está ai?! — exclamou a garota, apontando a varinha na direção do farfalhar, tremendo dos pés à cabeça.

Quando percebera, sentiu algo envolver a sua perna. Sufocou o grito, notando o que parecia ser um lençol negro envolvendo-a. Entrou em pânico, apontando a varinha para a coisa; luzes e estampidos, acompanhados dos feitiços gritos encheram a clareira, mas nada afastou o pano negro, que apenas subia pelo seu corpo como se nada tivesse a atingido. Envolveu o seu tronco e finalmente os seus braços. A garota caiu com um baque surdo na terra negra e a varinha rolou para longe. A garota gritava enlouquecidamente, tentando soltar-se daquele aperto úmido, até que aquilo cobriu a sua boca e nariz, sufocando-a lentamente. Sem poder respirar por vários minutos, fora perdendo os sentidos aos poucos, até ceder ao aperto do manto que a envolvia.

À partir daquele momento, Danna Langton, 14 anos, aluna do quarto ano da Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny da Casa Thunderbird, deixara de existir.

tokkie

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Bóris, o guaxinim.
Chronicles of Mt. Greylock
Capítulo 1: Forasteiro


Longe dos segredos que a floresta escondia, o majestoso salão de entrada do castelo já estava lotado de alunos. O cômodo circular era largo o bastante para ser ocupado por todos os alunos da escola, dispostos em um grande balcão de madeira acima do salão; as quatro estátuas dos animais mágicos que representavam as casas de Ilvermorny eram iluminados pela luz da lua que adentrava pela abertura no teto abobadado.

No térreo, vários garotos e garotas, todos com 11 anos de idade, apoiavam-se nas paredes atrás das estátuas; a maioria parecia nervosa de estar ali, afinal, finalmente ingressariam na vila escolar. Entretanto, quatro figuras claramente não tinham 11 anos. No final da fila estavam quatro alunos que, diferentemente dos alunos de Ilvermorny, utilizavam vestes totalmente negras, com o brasão da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts bordado no peito. Eram os quatro alunos intercambistas do Reino Unido acompanhados do novo professor de Trato das Criaturas Mágicas.

Agilbert Foutaine, o ilustre diretor de Ilvermorny, estava em pé a frente de uma pequena de madeira, relendo alguns pergaminhos antes de iniciar. Aquele seria um ano interessante, graças à presença dos alunos de Hogwarts e o novo professor que, graças ao grande conhecimento em sua área, teria muito o que acrescentar à escola. Seria uma ótima experiência para ambos os lados e a possibilidade já o animava. Baixou os pergaminhos e elevou uma mão; no mesmo instante, todos os alunos e professores — estes dispostos logo atrás do diretor — calaram-se, voltando a sua atenção para o homem.



Diretor Fontaine: Boa noite a todos e agradeço a sua presença para mais um ano letivo na Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny! — exclamou o diretor, animado, porém ainda firme e contigo. — Fico feliz por ver tantos rostos novos e igualmente pelos que eu já conheço há anos. Este ano será especial para todos nós, graças à presença dos nossos convidados, quatro alunos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, do Reino Unido e o professor que lecionará Trato das Criaturas Mágicas até o final do ano, Professor Frederick Slughorn! Por favor, venham à frente.

Um homem alto, magro e esguio, com um largo sorriso no rosto foi à frente. Suas vestes, de um azul safira brilhante, destacava-se entre os quatro alunos que vestiam apenas preto. Seu olhar era divertido e amigável, apesar de que, por mais que tentassem, jamais conseguiriam adivinhar as suas intenções pelos olhos analíticos. Com ele, estavam os alunos David Broadmoor, Bianca Tameron, Andrík Browning e Blair Walker, todos vindos de Hogwarts.



Professor Slughorn: Boa noite e muito obrigado pela oportunidade de estar aqui, diretor — disse alto o bastante para todos no salão ouvirem. — Pode ter certeza que me empenharei ao máximo para ocupar o cargo de professor de Trato das Criaturas Mágicas e trarei todo o conhecimento que ganhei em minhas viagens pelo mundo. Espero que possamos nos tornar grandes amigos nesse longo ano que nos espera!

Assim que terminou, palmas ecoaram pelo salão. O diretor enfim deu mais alguns avisos e seguiu com a cerimônia, onde os novos alunos de Ilvermorny seriam selecionados para uma das quatro casas escola. Os alunos de Hogwarts foram os últimos a serem escolhidos: David Broadmoor fora escolhido pela Thunderbird e Pukwudgie, mas preferira Thunderbird; Bianca Tameron também era fora escolhida por duas casas, sendo Thunderbird e Horned Serpent, mas preferindo pela segunda; Andríl Browning fora escolhido para Horned Serpent; e Blair Walker, escolhida pela Thunderbird. o final da cerimônia de seleção, os novos alunos seguiram para um novo salão, onde escolheram (ou foram escolhidos) pelas suas varinhas, enquanto os alunos de Hogwarts apenas tiveram as suas pesadas. Após isso, toda a escola se dirigiu para o Salão Principal, onde um grande banquete os esperava. Diferente dos dias comuns, apenas quatro mesas estavam dispostas ao longo do salão, uma pra cada casa, entretanto, os alunos ainda podiam escolher onde se sentar, independente da sua casa.

RockerSoul

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Chibizinha

{ Blair Walker | 15y |
Gryffindor/Thunderbird }


No caminho do Monte Greylock, ela se perdia ao olhar para cima, tentando ao menos ter uma visão de Ilvermorny, o que era impossível devido a altura que se encontrava, ela quase caiu para trás de tanto inclinar a cabeça, por sorte percebeu e se recompôs, enquanto caminhava junto dos demais alunos de Hogwarts. Ela vestia vestes pretas, e estava bordado o símbolo de Hogwarts nele, e claro, ela usava um colar com as respectivas cores de sua casa: Grifinória. Ela tinha orgulho de sua casa e sabia que uma casa de Ilvermorny a acolheria, assim como Grifinória. Conforme subia, ela observada os arredores, admirada, não queria perder nada, mas sempre seguia o funcionário da Escola que os acompanhava. A subida parecia ser cansativa, mas a medida que subia, se esquecia da distância que faltava, apenas esperando contemplar a beleza que poderia ser Ilvermorny. Suas pernas queriam dizer chega, mas ao alcançar o topo, seus olhos brilharam ao ver o castelo e um pequeno sorriso surgiu em seu rosto, continuou caminho, seguindo o funcionário até o Térreo da Escola, onde havia muitos novatos a adentrarem na escola e os que estudavam ali.

Colocou-se na última fileira, junto dos demais alunos de Hogwarts, e destacado estava o professor dr Trato de Criaturas Mágicas, sendo o destaque do grupo de Hogwarts apenas pela cor de sua vestimenta. O diretor de Ilvermorny logo deu as boas-vindas, chamando de prontidão o Professor Slughorn a frente. Mais um discurso pequeno e em seguida viria a escolha das casas. Os novatos eram os primeiros, e Blair percebeu que, a seleção era diferente de Hogwarts, não era um Chapéu Seletor, mas eram quatro estátuas dos respectivos animais das casas e cada uma delas reagia de forma diferente a pessoa que estava na seleção. Foi a vez dos alunos de Hogwarts e Blair foi a última, ela olhou por um tempo todas as estátuas, esperando qualquer reação, quando a estátua da Thunderbird havia se pronunciado, o bater das asas fez Blair sorrir, e caminhar na direção onde ficava a Thunderbird.

Depois de todas as coisas que deveriam passar, eles foram guiados até o Salão Principal, onde havia várias mesas, quatro, assim como em Hogwarts, dividida em casas, porém cada um podia se sentar onde quisesse, Blair não fez questão de esperar e decidiu por se sentar na mesa da Thunderbird para fazer novas amizades, e claro, começar bem o ano em Ilvermorny.

D-Kira

Usuário: D-Kira
My heart beats for you

E mais um ano em Ilvemory vai começar. É isso aí, quinto ano na escola de magia. Ainda estava no caminho para o castelo, junto com toda a paróquia de outros alunos, de outras casas e até mesmo alguns de outras escolas. O castelo ainda estava longe, subindo o Monte Greylock, então não me importei de tentar enxergar a construção e caminhava tranquilamente com os braços cruzados atrás da cabeça.

Repassava mentalmente que tarefas eu tinha para fazer este ano. Mesmo que as aulas ainda não tivessem começado, eu tenho responsabilidades a cumprir. E a primeira delas é fazer os testes para o time de Quadribol da Thunderbird. Como me tornei capitão do time no fim do ano passado para cá, é minha responsabilidade eleger os outros membros da equipe. Eu já sou um dos nossos artilheiros, então tenho que preencher as vagas restantes.

- Bem, mas terei que pensar isso em detalhes outra hora. - digo para mim mesmo, na hora em que chegamos no castelo.

O diretor Agilbert nos deu boas-vindas ao novo ano letivo, dizendo que teremos agora tanto alunos quanto professores que vieram de Hogwarts, a escola de magia e bruxaria do Reino Unido. Isso me deixou bastante curioso e animado, visto que o professor transferido lecionaria Trato de Criaturas Mágicas, uma das minhas preferidas. Mas apesar das palavras gentis e tudo... A cara do professor Slughorn era meio... intimidadora. De qualquer maneira, me uni ao coro de aplausos, mais por educação e o diretor apresentou os alunos transferidos. Me animou ver que dois deles viriam para Thunderbird.

Mais tarde, iniciamos o banquete de começo de ano. Apesar de ter uma mesa para cada casa, todo mundo se sentava onde desse na telha. Mas eu preferi me sentar à mesa da Thunderbird mesmo. Queria conhecer os novatos e ver se estavam de alguma forma tensos por terem que se adaptar a uma escola nova. Quero dizer, ir para uma escola diferente é sempre assustador. Ir para uma nova escola de magia... Aí são outros quinhentos!

%Kirawley - Clan Sts. Lovegood

Usuário: %Kirawley
.chata do caralho.

Geneviève se encontrava sentada na mesa respectiva de sua casa: Serpente Chifruda. Levava uma caneta em direção de sua boca bem desenhada, enquanto que seus olhos castanhos fitavam um quadro qualquer do Salão Principal de Ilvermorny.
Eram tantas coisas que havia começado a ocorrer na vida da jovem que ela se perguntava se realmente merecia tudo aquilo. Havia acabado de se tornar representante de classe de sua casa, o que era uma dos maiores feitos que já tinha conquistado durante seus anos como estudante de uma das escolas de magia e bruxaria mais conhecida. Lembrava-se perfeitamente quando recebeu o convite para ingressar em Ilvermorny. Foi seu melhor dia de vida, afinal, por ser filha de um bruxo com uma trouxa, achava que poderia vim a não possuir a herança de seu pai.
Suspirou.
De fato lembrar-se daqueles tempos trazia certa felicidade para a ruiva, ao mesmo tempo em que lhe proporcionava sensações estranhas.
Passou as mãos nos fios ondulados que se mantinham soltos e com uma tiara dourada que enfeitava o topo de sua cabeça, deixando um penteado meigo sendo formado ali. Se perguntasse para si se gostaria de estar presente naquele lugar, ela responderia que sim, afinal ela havia esperado por aquele dia desde que fora anunciado para a escola toda que alunos de Hogwarts iriam fazer um tipo de intercâmbio em Ilvermorny. Gostava da ideia de pode conversar com um deles a respeito da outra maior escola de magia e bruxaria; perguntar como era o sistema, como eram as aulas, os jogos de xadrez, o coral, tudo, simplesmente tudo, pois possuía certa curiosidade.
— Tomara que sejam legais. — balbuciou enquanto retirava a caneta da boca e corrigia a postura, ficando ereta e começando a escrever coisas aleatórias no próprio caderninho de anotações.

FireSoul

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Alex com toda certeza estava feliz de voltar para Ilvermorny naquele ano, o garoto já tinha que aturar as reclamações de sua mãe e os lamentos de seu pai durante as férias, sempre perguntando para ele quando ele iria se formar para enfim se tornar um bruxo completo...E toda essa pressão acabava com a paciência do loiro.

Acompanhado de outros alunos que regressavam para a grande escola, assim como os novatos que se surpreendiam com a imensidão do colégio, Alex delineou um pequeno sorriso quando notou que se aproximava aos poucos de sua segunda casa, como ele mesmo gostava de chamar.
Marvin miou em protesto com o vento frio da noite, o gato ruivo arranhava a gaiola em que lhe puseram, na tentativa inútil de sair, enquanto seus olhos amarelados encaravam a floresta do
Monte Greylock com certo receio, este detalhe passou despercebido para o personagem.

Em pouco tempo, foram guiados pelos funcionários em direção ao térreo, não deixou de notar pessoas certamente estranhas naquela ocasião, um grupo que aparentemente não pertenciam àquela escola, talvez fossem os alunos intercambistas que tanto falavam no caminho, Alex queria conhecê-los melhor, talvez até mostrar a escola e ser um bom "anfitrião".

As estátuas escolheram os novatos, como de costume, assim como também os novos alunos transferidos, deu um aplauso quando notou que um deles pertencia à Thunderbird, sua casa do coração, foi noticiado do novo professor de Trato com as Criaturas Mágicas, o Slughorn, assim como noticiado dos alunos transferidos de Hogwarts, aplaudiu com um leve sorriso, aquele ano seria um tanto interessante para o loiro e os demais alunos de Ilvermorny.

Por fim, foram encaminhados para o salão principal, sem delongas se dirigiu até a mesa da casa Thunderbird, onde a maior parte de seus amigos estavam, pronto para iniciar o banquete e dividir histórias das férias que haviam tido no ano anterior, checando sempre se sua varinha continuava ali, torcendo para que Marvin não a roubasse de supetão e escondesse ela em algum lugar estranho.