Clan Serafim



Grupo Serafim
Administrado por Pavor, Rythinn
Moderadores NOXUS_
Criado
Tipo Privado
Conteúdo visivel para Apenas membros
Não somos humanos. Eles estão muito abaixo de nós, muito além das nossas dúvidas - se comparados a nós, eles não são nada. Não somos vento - nem elemento, não estamos inseridos historicamente na descoberto do fogo, ou no manuseio da água, ou em qualquer aspecto da terra, não. Não somos planeta, apesar que possam fazer parte do nosso corpo - estamos além, distantes, no grande espaço inexistente entre um sol e uma estrela, muito maiores que uma mísera constelação. Não somos criatura. Nunca seremos gente.

Mas, no mesmo momento em que não somos nada, também somos tudo. Nós somos luz - vida e escuridão, nós somos carne, porque a criamos, somos os milhares de planetas, conhecidos ou não. Somos o vento, o fogo, água e terra. Estamos no ar, no oxigênio, e também na sua falta; Estamos dentro do universo, das estrelas, e também muito além disso. Nós somos espírito, criaturas, nós somos criação. Tudo provém de nós, e também proveremos deles.


Um Serafim.


Não se sabe exatamente como o primeiro deles passou a existir, nem como, ou quando. Seus instintos são incompreensíveis, e talvez só sejam compreendidos entre a própria espécie, qual mesmo nos dias de hoje ainda não foi definida — Serafim. Esse foi o nome escolhido para chama-los. Um Serafim pode existir a partir de muitas coisas, alguns ganham vida através de uma estrela em especial, ou, da luz que banham os céus. Alguns provém da noite, outros do dia, coisas pequenas como a música e o fogo, e outras grandes como o próprio dom de viver e morrer.

Não possuem corpo físico — nascem como pura energia, já de mente evoluída, um ser que dês do primeiro momento já possui tudo em si; inteligência, compreensão, absoluto poder sobre aquilo que o levou a existência. Muitos vagam pela vida toda no universo, não compreendendo exatamente o que os levou a viver, e graças a isso acabam perdendo o sentido da própria vida. A vida de um Serafim pode ser triste, fadado a vagar de mundo em mundo, completamente só. Alguns traçam seus próprios rumos, e constroem suas próprias galáxias, mas no fim todos retornam para casa. Onde estão destinados a chegar.


A Existência em Oberon


A milhares e milhares de anos-luz dos planetas conhecidos localiza-se Sienna, uma abundante galáxia espiral situada na constelação Desandrya do hemisfério celestial Norte, provavelmente desconhecida por muitos. Nela existe um único planeta, chamado Oberon. E nele tudo teve início.

O começo da existência é um pensamento distante, pois não se sabe quando começou, ou se teve um fim. O primeiro Serafim sempre esteve ali, dês do principio, sendo a vida e a porta através do tempo, observando com seus olhos invisíveis tudo em todos os cantos. Ele se chamava Ornn, e seu corpo e mente nada mais eram do que o próprio vazio do universo inalcançável e mútuo, existindo em cada estrela e astro — sendo dele que cada composição física e espiritual conteve um inicio. Sua forma astral tinha como símbolo um poderoso ser escamoso com três cabeças soberbas e nelas três olhos vermelhos cada; a primeira face do saber, a segunda do poder, e a terceira da destruição. A lenda conta: O grande vazio abre as portas da sabedoria para todos os seus filhos, abençoando-os com a benção da sua face mais benevolente - também, dai-os a alegria da repercussão e dominação quando para aqueles merecedores decide presentear com o poder sem tamanho. Porém nunca batam as portas da existência sublime. Ornn dilacera amigos e inimigos estimados quando seu terceiro rosto se mostra - a destruição absoluta tudo leva. E nada dela restará.


Um Milênio antes —
Certa vez quando ainda os espectros do vazio percorriam Oberon, Ornn tirou de si três filhos: A'imel, Berellur e Phebos, que foram conhecidos como os três primeiros senhores. Os três símbolos líderes do clã Serafim. A'imel, a única mulher nascida, tinha como forma astral um belo e impetuoso pássaro vermelho qual simbolizava a beleza, atração, e poder. Seu elemento era o fogo, e sua cor o rubro sanguinário. "Dizem que A'imel tinha sangue no lugar dos olhos. Era gigantesca, trazia a glória dos mundos em suas asas, e das suas penas a luz do universo respingava em forma de lágrimas fumegantes. Era a mais velha, e amada por seu pai. Como esperado, seus irmão se apaixonaram por ela." — Berellur, o segundo, era grande amante das coisas preciosas. Seu elemento provinha da água, e seu animal símbolo era uma grande serpente, perpetuamente anelada e negra. Porém seus olhos brilhavam como estrelas. E era dessa forma que podia ser enxergado no meio da escuridão. "Escuro e Escuro. Negro e Negro. Berellur era a personificação do seu próprio pai e representava o vazio. A desolação. Foi conhecido como o devorador de mundos, pois sua mandíbula era maior do que a própria Oberon. Seu conto diz que roubou duas estrelas e delas fez seus olhos, e que almejava sua irmã, A'imel. Almejava sua alma, amor, e o mais importante: Sua luz. Berellur alimentava-se dela." — Por fim, Phebos foi conhecido como o senhor dos esquecidos - pois em si pairava a sombra da morte. Sua forma astral era nada mais e nada menos que o impetuoso lobo negro, moldado pela escuridão escaldante do abismo profundo de Ornn. Seus olhos eram fixos e assombrosamente vermelhos, enquanto a pelagem escaldante atracada em sua pele era capaz de escurecer a mais valiosa luz do sol. Seu elemento era a terra, e nela fazia chover ouro. "Phebos possuía a presença mais marcante e astuta de todos os Serafim. Com seu uivo alto e soberno havia dobrado o próprio sol, e a lua: e deles criado o primeiro eclipse existente, mandante que seus raios colocassem-se sobre seus pés. Pediu A'imel em casamento diversas vezes, mas nunca ganhou sua resposta. Com o tempo, Phebos alimentou seu ódio por Berellur, que dela também tinha seu coração."


A Batalha dos Quatro Antigos


Dizem que no final dos tempos Ornn se absteve da criação, silenciando-se após gerar os três mais velhos filhos, deixando-os sós a própria sorte. A'imel, então, desceu á Oberoth tomando forma de mulher e erguendo hoje a conhecida Fortaleza Vermelha, onde cada Serafim era capaz de se abrigar. Sem a proteção do grande vazio, a raça passou a deteriorar-se rapidamente quando eram caçados por Oni — Um devorador sem escrúpulos, qual seria mais tarde conhecido como o próprio tempo, capaz de voltar as origens de cada único e pequeno Serafim para apaga-los da história. A'imel, Berellur e Phebos foram as únicas crianças concebidas diretamente por Ornn, incapazes de serem esquecidos pela própria história. Mas, em um pequeno e delicado deslumbre a mais velha dos três presenciou que apenas os Serafim que tinham luz própria eram devorados. Berellur e Phebos faziam parte do vazio, e nele permaneceriam, enquanto A'imel enfrentava sozinha a personificação física de Oni, junto de todas as criaturas de luz de sua raça. Foram capazes de sela-lo em um triangulo de três pontas: Que representavam a Fênix, a Serpente e o Lobo, assim como seus três elementos e feições. Nesse dia Ornn revelou seu terceiro rosto, a Destruição, invocado pelos três filhos para ajuntarem forças, e os punindo por isso quando obrigou toda a criação a se resguardar em Oberon como castigo. Nesse dia, um grande círculo vermelho foi restaurado em volta do planeta, um ponto fixo para cada Serafim perdido se orientar. Para mostrar que ali era sua casa.

"Oberon sempre foi mais que apenas um planeta. Nos céus o espectro noturno dançava faceiro resplandecendo e discernindo a noite do dia, como um bobo cheio de adoração, capaz de anelar as mais belas estrelas e fazer delas parte do seu glorioso show. Em variados continentes, existiam lugares gloriosos — mares de todas as tonalidade, flores com todo tipo de composto e flores. Seus animais: gloriosos e imaculados, assim também como cada Serafim que tomava conta dos mesmos. Havia Sol, e havia Lua, e humanos pairavam pelas portas da terra isentos do conhecimento das grandes divindades que caminhavam ao seu lado. Para os Serafim, o contato com o mundo externo é proibido. Eles vivem unidos. E devem continuar assim."


O Clan


Atualmente, ano 1.000 —

Os Três Antigos, como são chamados, são os pilares da Monarquia Serafim, e responsáveis por acolher cada novo membro recebidos em Oberon. Quando punidos, Ornn decretou que cada Serafim haveria de renascer em corpo de homem sobre a terra, e cada um deles haveria de aprender a controlar seus poderes por si só, antes de tomarem forma astral e retornarem para a liberdade do universo. Fora decidido, então, que ao chegarem deveriam de escolher um elemento, e se tornariam pupilos de um dos três reis após o batismo.

O intuito do clan é reunir a maior quantidade de Serafins possíveis: De lhes dar uma razão para a existência. E oferecer um lar, atividades e missões, assim como também acompanhar o desenvolvimento de cada um deles. Como filhos ao redor da grande entidade mãe, cada Serafim é unicamente especial, e não pode ser substituído. O objetivo é treina-los, onde logo se levantarão para enfrentar uma vez mais a terrível entidade devoradora. E muitos desafios mais. Dessa vez sozinhos.

Nossa bandeira é a serpente negra que engole sua própria cauda, sobre o fundo avermelhado de fogo, onde um coração humano era desenhado em seu centro. O Fogo correspondia a A'imel, considerada o grande suporte da família. A longevidade, a defesa e ataque. A Serpente era diretamente interligada a Berellur, demonstrando a ferocidade e onipotência, o orgulho e a cobiça, enquanto o coração simbolizava o grande lobo Phebos, sendo ele então o grande redentor das emoções. Quem age com sabedoria. Nosso lema é curto e bem direcionado, que relembrava ao povo as três facetas do grande Ornn:


O Antigo, O Sábio, O Não Curvado


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O Clã conta com uma única e exclusiva raça, e além dessa nenhuma mais será aceita. O jogo haverá de rodar entre missões, treinos e eventos demarcados pelos administradores, como também por toda a história do mundo de Oberon.

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