Grupo Shura



Grupo Shura
Administrado por Pavor, Rythinn
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Tipo Privado
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Meios de um fim geram um novo começo.

Na antiguidade, os gigantes cultivavam a vida na atmosfera de uma estrela chamada Seth. Naquele tempo, não havia dia — nem noite. A terra lumiava como um gigantesco espelho, e tudo que havia sobre suas cabeças era um grande e esteante céu negro. Não existiam plantas. Não existiam civilizações. As estrelas refletiam abaixo de seus pés, e escuridão reinava sobre todos eles.


E então o rei dos gigantes, chamado Ogue, estendeu seus braços e em suas mão agarrou a estrela mais brilhante que havia em frente aos seus olhos. Ele roubou sua luz, sua vitalidade, e como se fosse uma grande semente a plantou no solo infértil de Seth. Passaram-se quatro dias e quatro noites, então, e uma e somente uma árvore brotou, a primeira coisa viva em todo o planeta exceto os grandes gigantes ancestrais. Depois disso, quatro se tornou o número sagrado da estrela. E a árvore nascida foi chamada de Canopus.


A Morte de Seth e seus gigantes


Em Seth tudo sempre foi grandioso e único. Era a maior e mais brilhante estrela de todo aquele pequeno universo, porém, como um planeta possuía gravidade e condições de vida feitas para apenas algumas raças de toda a criação viverem. E esses foram chamados de Gigantes, seres de mais de quinze pés cada, que se alimentavam da poeira vinda das estrelas e da água nascida de sua luz. Como criaturas ancestrais, são relatados como homens e mulheres de olhos totalmente negros, que no começo dos tempos foram capazes de enxergar sem luz. Ogue era o mais poderoso e mais alto deles, filho de Golias, que fez de duas montanhas seu trono e de suas mãos um portal próspero. Ogue acreditava que podia mudar o rumo do seu povo. Que poderia libertá-los da escuridão. Quando roubou a estrela vizinha para si, ele a esmagou entre seus dedos, e isso custou muito de seu poder e pele. Ogue esmagou o chão de Seth, quebrando o grandioso espelho, e abaixo de sua superfície plantou os fragmentos da estrela na forma de semente. Todos duvidaram, mas quando a grande árvore brotou, ele foi aclamado como o Senhor dos Planetas. Aquele que liberta e trás esperança.

Canopus se tornou então uma pequena mudinha sadia, que logo mais cresceria para então ser uma jovem árvore escura. Ogue a admirava e lhe protegia enquanto tomava forma e crescia — Canopus não era uma mera planta qualquer. Era viva, mágica, solene.. e se alimentava das emoções em sua volta. Junto de Ogue, Canopus se enchia de inspiração e bondade, e assim foi durante os quatrocentos anos até que chegasse em sua fase adulta. Quando se tornou então uma grande árvore, foi descrita como a mais bela e negra de todos os mundos. Suas raízes eram tão grandes que atravessaram Seth ao meio, e nessa época, então, foi celebrado o ano que seus primeiros frutos brotaram. Os galhos da majestosa árvore alcançavam as estrelas, e do maior e mais forte deles brotou uma flor amarela e fumegante, que amadureceu, e se tornou um enorme e fumegante astro. Quando prestes a cair, Ogue escalou sua Canopus e o lançou contra o espaço, e esse se tornou o primeiro e mais maravilhoso astro de fogo. Ogue batizou-lhe de Sóris, o Sol. Pela primeira vez em toda vida hostil daquele universo a luz escaldante banhou tudo e todos, a maior e mais potente estrela, se equiparando a Seth em beleza. Sóris cresceu por um tempo, e abençoou o povo gigante, que agora passaria a sentir e ver. O eco vazio do planeta estelar foi quebrado, e todos gratificaram Ogue e sua amada filha pelo milagre.

Agora, os gigantes plantavam e produziam. A terra era fértil, mas nenhuma plantação nunca chegou aos pés da Árvore primordial. Passaram-se quarenta anos, e novamente os galhos de Canopus estavam repletos de flores. Sóris abençoava Seth por horas, porém ainda havia momentos que a estrela ficava totalmente no escuro: e foi assim que muitas flores brancas e solenes amadureceram, e imundaram o céu ao redor com novas estrelas. Uma delas, em exceção, havia demorado mais e se mostrava muito maior. Ogue apaixonou-se pelo novo fruto de Canopus, e assistiu quando ele se tornou um formoso corpo celeste de luz própria. Quando estava prestes a cair, novamente o rei dos gigantes escalou sua Canopus, e lançou-o no espaço antes que colidisse contra Seth. Ele cresceu, e passou a gerar luz durante a noite, enquanto Sóris abençoava o dia. Foi chamada de Lunare, a Lua. E todos glorificaram, e gratificaram Ogue e sua amada filha pelo milagre.

Se passaram muitas centenas de anos, e os gigantes prosperaram. Ogue se tornou um velho senhor, e no fim de sua vida ajoelhou-se em frente a Canopus, e clamou por sua atenção. Pediu a ela um último apreço, um último fruto, um que proporcionasse maior e mais qualidade de vida para todos os gigantes. Seth com o tempo havia se tornado pequena demais. Então, ele pediu-a para que criasse um planeta novo. A árvore viva escutava as palavras de seu criador, e então, quatro dias depois uma nova flor brotou em seu galho mais longo e alto. Era uma flor azul, e cheia de brilho, que cresceu em passo rápido e acelerado até que amadurecesse e formasse uma nova atmosfera. Um planeta jovem, cheio de água, terra e vida selvagem. Foi nesse tempo que Ogue escalou pela última vez Canopus, subiu no mais alto e mais longo de seus galhos, e usou sua última força para lança-la no sistema solar em sua volta. Seus olhos não a assistiriam crescer, seus pés nunca pisariam em sua superfície. Pois Ogue estava cansado, colher e plantas todo um universo havia enchido-o com a idade, quando se desequilibrou e caiu no grande eco do espaço infinito. Quando Ogue morreu, todos choraram. Eles sentiram, e sentiram muito, por ele e sua amada filha pelo lamento.

Ogue ainda é eternizado como o Senhor dos planetas, e para seu lugar ocupar como rei e protetor de Canopus dois grandes e poderosos gigantes se pronunciaram. O mais velho deles, chamado Ornn, possuía três olhos vermelhos e era o mais alto, então, o mais forte. O mais novo, chamado Oni, possuía sua pele vermelha e os cabelos brancos, simbolo de força e ambição entre o povo. Houve um grande combate, e Ornn foi vencedor. Os gigantes o coroaram Rei, e Oni encheu-se de remorso e ódio. — Oni era uma criatura mesquinha. Dizem que sua sede por poder transparecia em seu corpo, suas mãos almejavam muito mais do que poderia ter. Egoísta, regicida.. Oni nunca aceitaria sua derrota.

Canopus aceitou Ornn como seu novo guardião. E a demonstração do seu contento foi duas novas, belas e poderosas flores á brotar em seus galhos. Todos acharam que sem Ogue seria impossível, mas a grandiosa árvore sempre haveria de os surpreender. Com Ornn, Canopus se alimentou de justiça, de afeto e força. A Primordial sempre refletiria as benfeitorias dos seus guardiões, e agora, novos frutos pendia em seus galhos. Sua superfície era ligeiramente transparente, e eles reluziam como um cristal magnífico, e refletia três mil estrelas dentro. Oni as batizou então, como as constelações gêmeas, Minerva. E Sienna. — Canopus crescia a cada dia que passava. Agora, seus galhos alcançavam os limites das outras estrelas, e as envolvia, enquanto toda Seth se tornava repleta de suas raízes, fora a fora. Ela gostaria de dar um grande presente para toda a humanidade. E em seus galhos, duas galáxias inteiras foram geradas. Para toda a humilde população dos gigantes, houve espanto, e celebração. Para Ornn, existia satisfação. E para Oni.. apenas alimentou sua ambição.

Quando amadureceram, Ornn honrou o legado de Ogue e escalou Canopus. Ele subiu até onde os frutos estavam, e colocou o primeiro deles em mãos, lançando Minerva contra o universo. Quando tocou Sienna, no entanto, algo o segurou atrás — Oni havia seguido-o, e tentava bravamente derruba-lo, e tomar a nova galáxia de suas mãos. Travaram uma segunda grande batalha acima dos olhos de todos os gigantes, e Canopus sentiu e se ressentiu com tanta má energia. Entre suas raízes a terra de Seth começou-se a partir ao meio, e os gigantes entraram em aflição. Eles tentaram escalar a árvore enquanto toda Seth era destruída por seus galhos, e na disputa de quem seria possuidor de Sienna, Ornn e Oni acabaram por caírem e serem presos dentro da galáxia da mesma. Seth, a estrela primordial, foi destruída pela árvore. E todos os gigantes pereceram.

Quando Seth se foi, a árvore ficou á deriva entre todas as estrelas. Como não podia ser destruída, e só poluía toda a galáxia com seu tamanho, ela focalizou sua energia em seu tronco. Ali, o corpo de uma pequena criança foi gerado. Contam as velhas estrelas que seus cabelos eram brancos. Que seus olhos carregavam todas as cem mil estrelas do universo nas íris. Ela foi chamada de Luz, a Vida. E enquanto os gigantes caíam, como pequenos cometas, ela abraçava suas duas galáxias nos braços. Sienna foi abençoada com um único planeta, que no futuro, também teria seu nome. E Minerva, foi tomada para si e para seus futuros filhos. Era essa, Sirius. E ela ordenou, que os filhos de todos os antigos gigantes prosperassem no planeta prometido por seu pai, Ogue. O planeta foi chamado por Shura, e sua galáxia, Seth. Em homenagem da antiga estrela. Luz separou Minerva de Sienna, distantes de Seth, e assim foi criado o triangulo das galáxias. Cada um com seu Rei, em um lugar do universo. Não sabe-se o que houve com Ornn e Oni.. apenas que ainda lutam em algum lugar.


Os Seis Santos e as Seis Pedras Sagradas


A milhares e milhares de anos-luz dos planetas conhecidos localiza-se Seth, uma abundante constelação espiral situada na galáxia Desandrya do hemisfério celestial Norte, provavelmente desconhecida por muitos. Nesta galáxia existe um grande planeta chamado Shura, o maior do seu sistema solar e mais peculiar de todos os outros. Nele habitam criaturas mágicas, seres com poderes inimagináveis. Uma realidade totalmente diferente de qualquer outra conhecida.


"Seis pedras para Seis senhores renascer
Uma para os espíritos guardiões em seus virtuosos tronos
Uma para os sábios brancos com suas brancas asas
Uma para as belas feiticeiras fadadas a amar
Uma para os senhores do oceano onde o ar não toca
Uma para os senhores sombrios em seus sombrios corredores
Uma para os poderosos dragões que não conhecem o calor"


Nos últimos duzentos anos, Shura havia completado mil anos de existência. Mas apenas dois dês que raças terrenas passaram a caminhar sobre sua superfície. O primeiro homem de todos os homens foi chamado de Esalem. Seu corpo havia sido criado das grandes árvores das grandes florestas, e o próprio oxigênio assoprou seus pulmões, lhe dando vida incondicional e consciência própria. Seu espírito havia sido feito de todos os espíritos perdidos dos gigantes ancestrais, que fagulharam sobre a superfície do planeta como singelos desejos perdidos e inertes, sendo então nomeado o primeiro Guardião. Luz — a antiga Canopus, lhe presenteou então com a pedra do espírito. Seria ele o protetor de todas as almas, vivas e morta. Ele reinaria no reinado da sabedoria, e dela faria sua casa. E assim foi.

O segundo homem foi chamado de Esos. As estrelas o chamavam de Rei, e a bondade aspirava em seu nome. Seu corpo havia sido criado através do tempo, e sua linguá era a linguá dos pássaros, e por isso asas iguais as deles brotavam de suas costas. Esos tinha o espírito do céu, e das nuvens, e com seus braços explorou e sobrevoou todo o planeta, sendo então nomeado o primeiro Sábio Branco de todos os sábios. Luz, vendo sua grande justiça e admirando seu senso de igualdade — que acreditava na teoria que todos abaixo das nuvens eram iguais, lhe presenteou com a pedra do antigo e do novo. Ele reinaria sobre o tempo, e das nuvens faria seu povo e sua casa. E assim foi.

A primeira mulher de todas as mulheres foi chamada de Eva. A natureza chamava-a de mãe, e as feras a nomearam a mais bela de todas elas. Sua carne havia sido feita da própria terra, e sua coluna montada dos ossos da de um animal. Eva tinha a alma de uma feiticeira, e o coração selvagem de uma guerreira, e então foi nomeada a primeira Sábia selvagem. Luz, considerando seu potencial e personalidade forte de uma mulher — Incapaz de se submeter e deixar de proteger o que amava, a presenteou com a pedra dos desejos. Ela reinaria sobre os quereres dos outros, e das feras e ouro faria seu reinado. E assim foi.

O terceiro homem foi chamado de Esdras. Os oceanos cantavam seu nome, e os mares o proclamaram rei de todas as águas viventes. Havia levantado-se da espuma do mar, e das areias das praias, enquanto seus olhos eram duas imensas e negras pérolas ardentes. De todos os homens nascidos até aquele momento, era o mais forte fisicamente e o mais violento. Sua voz era o grito do trovão, e com seu tridente causava grandes tempestades. Luz, observou o perigo. E o presenteou com a pedra para a consciência. Ele controlaria a mente, e reinaria abaixo da água dos oceanos. E assim foi.

O quarto homem, então, foi chamado Ellói. Quando os céus escurecem, e quando as sombras andam sobre a terra, os Guardiões sombrios se levantam. Ellói foi conhecido como o Guardião dos Escuros, e dizem que suas roupas eram compostas das sombras dos céus, e que seu caminhar era mais silencioso que o rastejar de uma serpenta. De todos os outros, fora o primeiro ser nascido unicamente para matar, sendo seu legado então a grande arte dos assassinos. Luz, então, o subjugou durante o dia. E o presenteou com a pedra dos portais, que o faria estar em qualquer lugar, quando desejasse. Ele controlaria sua arte, e reinaria apenas na noite e somente nela. E assim foi.

O quinto e último senhor, foi chamado de Euros. Quando o fogo matou a primeira árvore, quando o primeiro vulcão se partiu e semeou a terra com suas cinzas, o primeiro dos dragões nasceu. Euros não era uma pessoa, muito longe disso, e por isso nos princípios do tempo não foi considerado um dos santos. Porém, Luz o presenteou com uma forma humana, e uma dragão. Visto sua coragem, e sua grande força, naquele tempo foi considerado um dos homens mais justos e poderosos de Shura. Foi presenteado com a pedra do poder, e o controlaria em grande escala, sendo seu guardião. Euros reinaria no reino do fogo, e sobre todos os dragões. E assim foi... até que deixou de ser.


"Seis pedras para o universo reter
E separadas sempre haverão de estar
Pois quando juntas, a grande árvore haverá de novamente brotar"


A Guerra dos Seis


Uma cidade diferente foi erguida para cada uma das raças, em pontos separados e convenientes do mapa. A mais bela e jovial delas foi chamada de Tellus, e abrigava os guardiões. A cidade das plumas foi chamada assim pelos Alados, e consistia em um castelo sobre as nuvens, preso pelos galhos de uma árvore, qual a população se formava em uma cidade dentro de seu tronco e raízes. A cidade das feras pertenciam aos selvagens e feiticeiras, um lugar rústico, montado apenas com árvores e gigantes pedras. A cidade da tormenta pertencia aos abissais, onde os mesmos se perdiam dentro do mar da realidade. Os sombrios, porém, fizeram suas casas em navios voadores, que foram chamados de cidade da névoa negra. Os dragões, sem delonga alguma criaram um palacete sobre lava e chama, e chamaram o local da cidade dos dragões. Todos viveram com certa paz por certo tempo. Até a ganancia os fazer querer mais.


A maioria das guerras, se não todas, começam por poder.
Ou por uma bela mulher.


Depois de estabelecerem um reino, cada rei construiu seu próprio povo, mesmo que nem todos eles tenham se casado. A guerra dos Seis teve inicio quando uma mulher do povo alado chamada Diana chamou a atenção de dois reis. Ela foi descrita, na época, como a mulher mais bonita de todos os reinos, mesmo que esse título nunca tenha deixado o nome de Eva. Seus cabelos eram ouro, e em seus olhos o sol queimava, enquanto atrás de suas costas o mais belo par de asas brancas se abria. Esdras e Euros, inevitavelmente a amaram. E ambos decidiram pedir sua mão. Foi possível dizer que naquele tempo a alada manteve certo apreço por ambos, porém, o que Diana mais amava era voar. Dentro dos mares de Esdras, ela nunca poderia fazer isso. E sobre os vulcões de Euros, ela seria queimada viva. Então, os recusou.

Euros, então, fez com que cada gota de lava deixasse de fumegar, e retirou toda e cada chama das cidades dos dragões. Ele ergueu um palácio negro rente aos céus, para demonstrar seu amor, para dizer que nunca faria dela prisioneira e nunca retiraria seu privilégio de voar. Após isso, vendo que o senhor dos oceanos nunca poderia fazer o mesmo, Diana se apaixonou. E aceitou se casar com ele. Foram felizes, uma época de paz para os seis senhores, passando um período de um ano dês do casamento quando então a alada teve crianças gêmeas, os dois filhos mais velhos daquele reinado. Nesse dia, então, Esdras ergueu-se com extrema fúria. Ele usou sua pedra para controlar a mente de Diana durante a madrugada, a fazendo voar até o mar ao alvorecer, quando então uma grande onda a engoliu sobre as águas um dia após dar a luz. Euros foi deixado sozinho com seus dois recém-nascidos, e quanto soube da traição de Esdras, escureceu. O palácio feito sobre o ar se partiu ao meio, e os vulcões cuspiram fogo, e a cidade dos dragões se tornou a cidade das cinzas. Ele então tocou sua pedra do poder, e usou dela para afrontar todos os outros reinos. Buscou Diana em todas as praias, mas nunca encontrou seu corpo. Havia a hipótese dela ter sido feito prisioneira dentro dos oceanos, mas um ser do fogo nunca poderia tocar a água. Euros buscou Ellói, o senhor da Noite, e sabendo que aquele povo em especial tinha o poder de se teleportar para outros lugares. Eles formaram uma aliança, e o Rei dos Sombrios se teleportou até a cidade das tormentas, onde buscou Diana por todos os lugares.. sem sucesso. Temendo por sua cabeça em regressar de mãos vazias, ele retornou para Euros com a princesa dos abissais, a dando para Euros vingar suas dívidas. O Rei do fogo então a tomou como prisioneira, mas nunca foi capaz de mata-la. Isso gerou o primeiro conflito dos seis povos, quando os sombrios, alados e dragões desenvolveram uma grande aversão contra todos os abissais, em nome de Diana.

Inconformado, Euros apegou-se na profecia dos Seis, que dizia que quem possuísse as seis pedras de canopus poderia invocar a Deusa. Se ela havia criado todo um universo, poderia trazer sua Diana de volta. Isso iniciou um grande conflito, quando os dragões marcharam até a cidade vizinha mais próxima, a cidade das feras onde Eva tinha seu trono. A primeira mulher tinha o poder de realizar desejos, e quando Euros se ergueu com seu exército sobre seus portões, ele ofereceu paz se ela ressuscitasse sua esposa de volta. Eva tentou, desejou que a mulher estivesse viva, porém não houve grandes diferenças. Houve uma grande guerra, e a cidade das feras foi rapidamente destruída pela pedra do poder, enquanto a pedra dos desejos foi usada para salvar os únicos membros da raça restantes. Eles se refugiaram próximos a cidade dos guardiões, quais eram atualmente os únicos neutros dentro do conflito, enquanto os dragões agora marchavam até o reino dos alados. Sombrios e dragões conspiravam juntos, e o Rei do fogo se levantou como o principal e maior vilão da história, levando destruição de povo em povo, fazendo os outros quatro reinos se pronunciarem em suas próprias defesas.


Profecia

"Seis pedras para o mundo proteger
a alma onde dorme o terceiro olho
mente onde os oceanos fazem limites
desejo nas mãos de quem é desejado
tempo no peito onde não existe maldade
espaço para quem não pode ficar parado
e o poder, para aquele que é quebrado

Seis pedras para o mundo reter
E separadas sempre haverão de estar
Pois quando juntas, a grande árvore haverá de novamente brotar"


A profecia foi algo deixado para cada rei em seu nascimento, e dizem os sábios que fora feita por Luz, onde Shura cultua a crença na árvore Canopus e no gigante Ogue, que viraram lenda. Assim como a existência de Seth e das outras galáxias. Dizem que por ela é capaz de se saber a localização exata onde cada pedra é guardada. E quem as reunir, então, será capaz de trazer Canopus de volta para si.


Objetivos do Jogo


O primeiro objetivo gira em torno de parar Euros, enquanto a preocupação de todos deverá ser de proteger seu próprio reino, como soldados, reis e rainhas. Muitos acreditam que como o senhor dos dragões enlouqueceu, um novo sábio do fogo deveria ser escolhido. E o depor se tornou grande vontade das raças como os alados e feras. Um segundo objetivo será além de proteger sua própria casa também gerar estratégias e alianças capazes de derrubar e submeter as outras cidades. O objetivo maior é reunir todas as pedras, e invocar a grande primordial para seus próprios desejos, assim seguindo a profecia. De qual lado cada jogador haverá de ficar? Dos alados, repletos de bondade e discernimento? Dos guardiões, neutros e sábios, incapazes de seguir uma guerra? Dos sombrios, que foram espertos o suficiente em se aliar á um grande tirano.. Dos feiticeiros, que agora precisam reerguer suas casas.. Ou dos abissais e dragões? que apenas desejam vingança, e poder?


Considerações Finais


>Profecias referentes ao universo de Senhor dos Anéis
>Pedras referentes as jóias do infinito do universo da Marvel
>Raças referentes ao mmo de perfect world
>Restante da história de vida original


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