Grupo Sirius



Grupo Sirius
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O Começo da História


A milhares e milhares de anos-luz dos planetas conhecidos localiza-se Minerva, uma abundante constelação espiral situada na galáxia Desandrya do hemisfério celestial Norte, provavelmente desconhecida por muitos. Nesta galáxia existe um grande planeta chamado Sirius, o maior do seu sistema solar e mais peculiar de todos os outros. Nele habitam criaturas mágicas, seres com poderes inimagináveis. Uma realidade totalmente diferente de qualquer outra conhecida.

[..] Há seis meses Minerva comemorava seus 2.097 anos de existência. Sirius concluía 1.097 anos de vida, contados a partir do desaparecimento da Deusa Luz e Vida, responsável pela criação de cada planeta e por abastece-los, depois desaparecer os deixando sem satisfações e a mercê de um destino cruel.

A atmosfera do planeta costumava a ser mais leve e gentil, mas não podemos mais falar o mesmo sobre hoje. Lagos da água pura e cristalina que cruzavam continentes começaram a se tornar escassos e turvos. Vulcões a muito adormecidos deram um fim em seus sonos trazendo consigo a grande destruição imposta pela lava, levando a morte toda a vida em seu caminho. Desertos surgem sem explicação com cada vez mais frequência, novas doenças perturbam os Deuses e desavenças ocorrem entre si o tempo todo.


A Criação de um mundo


Primordialmente Sirius era obscura e vazia como qualquer eco recém criado. O mundo com muitos objetivos e esperanças, mas sem conteúdo. Com a escuridão assolando toda sua atmosfera o planeta deu a vida a quem seria o seu maior e mais onipotente ser, uma criatura que se igualava ao seu criador; O Deus primordial da Morte, do Caos e de toda sua escuridão. Alguém que se alimentava das batalhas travadas, que se fortalecia a cada criatura viva que viesse a perecer.

Agora tínhamos duas criaturas vivas em Minerva, a Vida espiava a Morte através dos olhos de vidro do tempo, vigiando a curiosa criatura e toda a extensão de seu poder.

"Os seus cabelos eram do estonteante negro dos céus, em suas veias corria a própria noite. De suas costas brotavam gigantes asas vermelhas e seus olhos rubros cobriam distancias inimagináveis. A vida nunca soubera antes o quão bela a morte era."

O encontro dos dois coagiu a grandes confrontos terem inicio, alguns duraram séculos e deixaram marcas irreversíveis de um combate sem trégua no planeta. Até que então cessaram. A Morte aceitou que sem a Vida ele não teria matéria para se alimentar, e a Vida admitiu que sem uma morte não haveria um fim para cada ciclo criado, e então um tratado foi feito.

Todos os dias pelas manhãs a Deusa da Vida presentearia com novas criaturas a Sirius, lhe abastecendo com seus filhos e seres que consequentemente teriam algum dia fim nas mãos do Deus da Morte. As regras eram que ela nunca havia de deixar seu posto como criadora, e que ele nunca haveria de impor a falência precoce em vossos filhos sem necessidade.

Unificados e em paz ambos viveram todo o período da criação juntos no planeta. A Deusa Mãe delineou o clarão do dia nos céus da Sirius, chamando os mais belos e coloridos astros para iluminarem toda a extensão do lugar. Ao mesmo tempo o Pai dos Deuses delimitou a noite após um período de tempo de treze horas do dia, durante esse tempo toda a Sirion permanecia escura com apenas os menores astros a iluminando.

Com o dia veio a natureza e cada ser teve sua própria maneira de viver, seu próprio extinto e corpo. Tudo cuidadosamente e perfeitamente pensando pela Deusa que os criou. Árvores de todas as variedades, tamanhos e cores foram levantadas por toda expansão do planeta, montanhas foram erguidas ao lado de gigantescos vulcões. Flores brotaram a cada dia mais, a temperatura do planeta começou a ser variada em cada região mas nunca deixou de ser agradável. Mares se ergueram em pontos livres no globo e suas ramificações cruzaram os continentes, matando a sede até dos lugares mais remotos.


O Nascimento dos primeiros filhos


Agora aquele grande mundo estava pronto para ser habitado, era hora dele ser mais do que apenas uma grande estrutura. Juntos, os dois Deuses Primordiais deram vida a outros 4 novos seres, que seriam responsáveis pelas outras Quatro maiores naturezas do planeta


O Deus da Noite;


O mais velho deles nasceu durante o surgir da noite, ele brotou do véu negro que cobria o céu noturno e ganhou sua forma. Ele foi proclamado o Deus da Noite, dono das suas Trevas e da Loucura imposta aos homens. Seus poderes surgiram com o consentimento do Deus Primordial da Escuridão, e com a benção da Deusa da Luz, que lhe proporcionou a vida.

''E de seus belos olhos densos saltavam um brilho peculiar que se fossem bem observados poderiam proporcionar o deslumbre de mil pequenas estrelas presas na iris. Trazia consigo o limite noturno na mão esquerda, e na direita a insanidade dormente em cada mente. Como a Morte, aquele Deus não se importava com o escuro e ao contrário disso se alimentava dele''


O Deus que guardava os sentimentos;


O segundo Deus não surgiu através da matéria ou do condicionamento de um elemento ou estado da Sirius, ao invés disso ele teve vida no colo da Luz. Enquanto o criava a Senhora se inspirou nos seus mais maravilhosos e mágicos sentimentos, extraindo de si todo o mais forte amor existente no peito, dando a vida não a um homem, mas sim a uma criança que teve seus primeiros segundos nos braços da mulher.

Assim nasceu o Deus do Amor, Padroeiro da terra abundante, e fonte de compaixão mortal e compreensão.

"A pequena criatura se aninhava nos braços da mulher, seus olhos são esmeraldas perfeitamente esculpidas no tamanho certo para o pequeno rosto, seus traços eram formidáveis e os poucos fios de sua pequenina cabeça tinham um maravilhoso tom rosado. Depois de crescido dizem que havia se tornado tão belo que era capaz de provocar delírios em qualquer Deusa ou Deus na Sirius."

Ao contrário dos demais, esse havia vindo a vida como bebê para a partir do seu primeiro respirar oferecer amor nos corações a sua volta. Ele foi o responsável por despertar o sentimento fraternal naqueles que assistiram sua chegada e também de crescer compreendendo a importância de amar cada coisa em Sirius. Com a benção dos primordiais, o Deus viveu ao lado da Senhora da Luz por muitos anos.

O Deus das Tempestades;


Depois da Noite e do Amor, os Senhores da Vida e da Morte decidiram então erguer o seu terceiro Filho. Ele seria o Deus dos Mares, de suas tempestades e dos maremotos, responsável pelo zelo dos mesmos e possuidor de um grande poder. Nasceu então quando grandes ondas quebravam sobre as praias e trovões rasgavam os céus. Ele seria o Quarto Grande e seu poder sobre os oceanos e tempestades nunca teria fim, enquanto houvesse água nos mares e tempestades nos céus ele viveria.

"Naquela noite a mulher trazia o pequeno bebê sobre seus braços, no céu noturno o Deus da Noite os espiava através das nuvens. O Rei dos Oceanos então agarrou a vida lhe dada e se levantou das espumas do mar, erguendo consigo gigantescas ondas que tremeram diante ao seu poder. Sua pele lembrava a branca e macia areia das praias e de suas mãos brotavam águas puras e cristalinas, sua carne era a terra e seus olhos a fúria dos sete mares."


O Deus que possuía o tempo;


Agora Sirius já possuía cinco grandes Deuses com capacidades ilimitadas, era quase definitivamente o bastante. Mas lembre-se: Para os Primordiais, o muito sempre significa pouco. Lembrando das barreiras do tempo e suas extensões a Deusa Mãe decidiu criar o sexto e último grande Deus de Sirius. Por ela, ele recebeu os grandiosos poderes do tempo, e de Sanguine, o Deus da Morte, a benção das Guerras e Trovões. Moldando um ser único.

E assim tomou vida o grande Deus do Tempo, da Guerra e Trovões.

''Naquele momento um grande estrondo alcançou o chão, ele havia sido cuspido pelo espaço e tempo sobre Sirius, dono de quem viria a ser uma das auras mais impiedosas conhecidas. Os trovões lhe pertenciam e seus olhos refletiam o tempo, com uma arma ou sem ele mostraria a todos o que significava batalhar de verdade.''


Depois de erguidos os Seis Grandes usaram o monte Rivallion como a primeira morada e nela deram inicio ao plano de povoação da Sirius. Todo Deus e Deusa vivo no planeta foram trazidos a vida por influencia dos seis Grandes, seus poderes foram dados através de ramificações e passados de Pai para Filho logo então. Deuses não envelhecem e dificilmente são dados como mortos mas isso não os torna imortais, apenas os primordiais e seus primeiros filhos foram abençoados com uma alma imortal, capaz de regressar em um novo corpo caso esse fosse perdido.

Com o poder de criação da Deusa da Vida e influencia dos demais, muitos Deuses nasceram então;

O Primordial da Morte abriu seus braços e abençoou a vida de novos homens e mulheres que carregariam poderes inspirados nos seus, e foi assim que grandes Deuses da Batalha se levantaram, também os Deuses que eram personificações de sentimentos terríveis como o Terror e o Horror. Homens também que traziam consigo a discórdia e a seca. Ele foi o criador da Deusa da Vingança e Ira, dos Deuses da Mentira e Violência. Sanguine com a permissão da Vida criou gigantescas Criaturas e Bestas que rastejaram em toda a Sirius. o Dragão Azeroth, o maior e mais forte de toda a Minerva, foi um presente da Deusa da Vida a ele que se inspirou em seus poderes para lhe dar forma e assim uma criação.

Dos Poderes da luz a Deusa Mãe deu a vida a muitas mulheres, ela foi a responsável pelo nascimento da Deusa da Sabedoria, da Deusa do casamento e da Vitória. A Deusa do Arco-íris surgiu junto com o Deus do Sol após uma grande tempestade, duas virtudes dada pela vossa Senhora. Os Deuses do Sono e Sonhos, da Prudência e Gentileza, belas criaturas aladas e mensageiras da paz também são seus filhos, assim como o Deus do Amor também foi inspirado em si. Cada criatura em Minerva que esteja ligada a Natureza também surgiram através da mulher, assim como seus Deuses. A Deusa da Vida foi a responsável pelo nascimento da Deusa dos Dragões e seus primeiros ovos.

O Deus da Noite inspirou a vida da Deusa que guardava o dia e o Deus que guardava seus limites. Deuses do Alvorecer e Anoitecer cresceram, Deuses dos ventos e da Feitiçaria. Seus poderes Sombrios deram o começa a vida de Deusas manipuladores de Portais e Bruxarias, Musas que representavam constelações e até a própria Senhora da Lua.

O Deus do Amor inspirou filhos que carregavam sua doçura e graça, mas também outros que acarretavam suas partes mais prazerosas. Deusas e Deuses do Prazer e Fertilidade cresceram, suas filhas são ditas como as mais belas de toda Sirion. Deusas da Graça e Ternura, Beleza e Compaixão, Musas que possuíam os mais lindos aspectos e vozes. O Deus do amor teve filhos que simbolizavam o amor maternal e fraternal, seres com grande influencia até nos mais obscuros corações.

O Rei do Mar deu inicio ao que viria ser todas as personificações dos oceanos e mares, graças a ele existem os mais variados tipos de Deuses e Deusas aquáticos, alguns vinham de Lagos e outros de grandes Rios, Deuses que controlavam o poder da terra e dos terremotos. Todas as criaturas do mar são sua responsabilidade, dês das menores até grandes bestas e serpentes marinhas.

Quando toda a criação teve fim eles tinham um planeta repleto de seres magníficos, uns piores que os outros mas, todos filhos e frutos seus.


A Rivallion


A Rivallion era um belo monte que existia na Sirius, não só belo mas também o mais alto do planeta, sua altitude trazia os céus ao toque das mãos. Ele é se situa no centro do planeta, nem a Norte nem a Sul, nem a Leste ou Oeste, mas exatamente no meio ficando visível a olho nu pelos quatro cantos.

Ele é a morada alternativa dos Seis Grandes e de outros menores que dedicaram sua vida a servi-los. É descrito como um monumental castelo celestial onde as paredes são talhadas com ouro e pedras preciosas, suas portas são gigantes pares de diamantes cristalinos e vosso telhado nada mais é que o próprio limite do céu. Durante a noite é sempre iluminado pelas mil luzes coloridas das estrelas, durante o dia visitado por grandes nuvens que lhe sobrevoam. A maior parte da magia se concentra no monte, onde criaturas marinhas serpenteiam na imensidão azul do céu como se estivessem no mar. Dizem que ele também é o ninho dos grandes dragões, e morada de vossa Deusa.

Dentro do palácio a santuários e grandes jardins destinado a cada um dos Deuses, assim como um grande salão principal onde seis enormes tronos se levantam um ao lado do outro, demonstrando a soberania dos Seis Grandes Reinos e suas coroas. Quando unidos, são chamados de "Os Sete", a reunião física dos maiores patronos de Minerva. O único modo de adentrar o lugar é através de um convite direto dos Deuses, ou quando reuniões e debates são requeridos. Dizem que uma vez reunidos uma grande aura engole Sirius, e que todos os seres são capazes de sentir seus mestres.


Contudo, nem esse mundo espetacular era perfeito.


Sem a Deusa Primordial da Vida e Paz Sirius se tornou tênue, nos primeiros anos os Deuses que se alimentam do caos, guerra e destruição se mantiveram extremamente satisfeitos com toda a situação adquirindo cada vez mais poder abundantemente. Os Deuses que simbolizavam o amor e compaixão foram sumindo de cena até serem completamente esquecidos, Sirius havia virado um campo de guerra. Deuses com todos os tipos de poderes disputavam por espaço e riquezas, Sanguine, o Deus do Caos, não precisava mais impor suas influências para que desastres acontecessem.

A verdade é que Sirius está morrendo e com ela toda sua bela criação. Os seres deixaram de serem saudáveis como eram antes, as constelações não brilham mais de todas as cores como uma vez brilhou. Os animais não encontram alimento, a água deixou de brotar do solo naturalmente. As chuvas cessaram e com ela a natureza se tornou seca. Sem a mulher cujo poder pode restaurar as coisas ninguém sabe o que de fato acontecerá. O temor é que Sirion volte a ser como o principio dos tempos; Um eco escuro e vazio.

O primeiro e mais urgente objetivo de todos é que os Deuses suspendam suas atividades violentas e foquem a procura da Deusa Mãe. Depois de encontrada toda a Sirius deve ser restaurada, e os eixos do equilíbrios realocados no lugar.

O Desaparecimento da Deusa Mãe


A 1.097 anos atrás ocorria um dos mais desastrosos incidentes em Sirius. Tudo começou quando a fúria do maior e mais poderosos Dragão foi desperta, um Deus da época havia adentrado seu covil e apanhado seus ovos, crendo que os filhotes seriam tão grandes e fortes como o pai, visando em tê-los para si quando crescessem. Mas a criatura não deixaria passar fácil assim, ela sentia o cheiro dos filhotes e os seguiria a qualquer custo, a besta colossal então se ergueu do ninho, devastando tudo que encontrava no caminho até os ovos, isso ocasionou a morte de muitos Deuses que foram pegos desprevenidos por sua fúria assim como a destruição de muitos santuários. Para para-lo o próprio Primordial da Morte teve de levantar de seu trono e ir em direção ao Dragão, os outros Grandes também auxiliaram na recuperação do povo e no resgate dos ovos, menos a Deusa Mãe.

"Naquela noite seus olhos pareciam mais distantes que o normal, o pensamento mais longe.. Nós a deixamos no monte, o lugar mais seguro do que qualquer outro. Porém em nosso regresso não tínhamos seu sinal, nem ao menos um raio de vida de sua aura. Nossas horas se tornaram dias, que se tornaram anos, e ela nunca regressou." - Sanguine

Todos conheciam a Deusa da Luz que gerou vida a cada ser em Sirius, todos a reconheciam como um tipo de mãe, exceto o Deus da Morte que teve a existência criada por si mesmo. Sua fisionomia era descrita como uma bela mulher de longos cabelos dourados, pele clara e expressões amáveis. A Deusa da Luz era muitas vezes interpretada como um anjo, ou um grande Deus que levava a vida para muitos planetas além de Sirius e até mesmo Minerva. Ninguém nunca soubera explicar da onde ela havia de fato vindo, nem se tinha família ou terra natal. Muitos acreditavam que ela zelava por muitas dimensões além de Sirius, mas a Deusa sempre afirmou que aquela era sua verdadeira casa, e por isso seu sumiço foi interpretado como crime por muitos que desacreditavam em seu abandono.


As questões são:


Ela realmente os deixou? Realmente quebraria o contrato com Sanguine e sumiria?
Ou tudo não passou de um crime ambicioso? A Deusa Mãe realmente poderia ser aprisionada?
Quem teria essa coragem?


A verdade é que muitos teriam coragem em tira-la de vista, ou até mesmo de atentar contra a mesma. Existem Deuses com os mais variados tipos de poder que se beneficiariam com a quebra da Paz em Sirius, um plano ambicioso poderia levar a Deusa a ser traída e submetida a uma prisão irreconhecível até pelos grandes. As únicas certezas sobre seu desaparecimento são que ela não foi morta, se fosse Sanguine saberia e Sirius já teria começado a perecer. A segunda é que como o planeta a Deusa pode estar ficando gradualmente sem forças, o que nos da pouco tempo para descobrir sua localização.


Sem fogo não há dragões, sem guerra não há paz. Sem dia não há noite, sem a vida, não existe uma morte. Nossas diferenças nos fazem iguais, são os desafios que nos unem. Hoje novas coroas estão sendo distribuídas, você é capaz de sustentar uma? Qual será seu lado? Você ajudará Sirius a prosperar ou a levara ha perdição?.


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