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História ... Contos eróticos... INTERATIVA - Capítulo 32



Capítulo 32 - Cap. 2 - Sujo e Lindo


O nome do canalha que te envenenou era Marley. Estava no seu celular, pois vocês trocaram números. Engraçado, pois nós não trocamos contatos, Madu. Eu sou interessante. Você confia em mim. O que está faltando?

Voltei àquele bar. Se Marley estava tão desesperado para te ver, é porque não conseguiu outra a altura. Era sábado e, eu tinha certeza de que ele estava lá.

O avistei no balcão e sentei ao seu lado.

_ Este bar é ótimo _ fiz menção as lindas mulheres bebendo mais a frente.

_ Você é novo aqui? _ caiu na minha armadilha.

_ É a primeira vez que venho. 

Pediu cervejas para nós dois. Quando o barman serviu uma garota se aproximou e o distraiu.

 Eu estava mesmo com sorte. Uma dose veneno misturado ao boa noite cinderela mais vendido nas ruas em sua cerveja e, os meus problemas estavam resolvidos. Assim que ele terminou o seu chopp, fingi ir no banheiro e saí dali.

Prove do seu próprio veneno, Marley.

Ele te deixará em paz, Madu. Ficaríamos bem.

Outro dia, ouvi falar de um cara que errou o copo, enquanto tentava dar um boa noite cinderela a sua companheira de bebida. Um cliente, contava a história para o Julho, meu colega de trabalho. Ele disse que, o cara não aguentou a dose e, caiu duro assim que terminou de beber. 

Pela descrição, era o Marley, sem dúvidas. No meu ponto de vista, acho que o Marley teve tempo de beber com alguém depois que eu saí. Deve ter sido um show e tanto. Pena que eu não pude ver. Mas, ele nunca mais envenenará ninguém. Isso é bom.

Te esperei espiando a sua casa, era noite e você chegou da faculdade. Observei você através das grandes janelas da sua casa. Você abria a embalagem do seu novo celular. Logo você desativaria o celular antigo, mas graças a um truque que eu aprendi, você não conseguiria, mas pensaria que sim.

Vi você ligar o seu novo aparelho e começar a enviar mensagem. Eu acompanhava  todas  as suas atividades em tempo real. Nem sei como você conseguiu ficar mais de vinte e quatro horas sem celular, Madu. 

Você foi na cozinha e, agora bebia de uma taça de vinho. Fechou o notebook e abriu um livro. Leu algumas páginas e o deixou de lado, na cabeceira. Daí você tirou o jeans e, se masturbou com uma almofada. A próxima coisa abandonada sobre o criado-mudo foi a sua calcinha. 

Que inveja daquela almofada!

Imaginei o seu rosto, o seu cheiro, o seu calor e os gemidos. Quase senti a sua umidade quente, de tão intenso que fui no meu imaginar. Me masturbei te observando e, chegamos ao ápice juntos.

Não consegui te tirar da minha cabeça no resto da noite.

No dia seguinte, antes de ir para a faculdade, você entrou na livraria e me olhou com uma cara agradável durante a caminhada até mim, que estava atrás do balcão.

_ Olá.

_ Olá.

 Sorriu e me ofereceu um saco de papel branco com algo dentro _ Trouxe rosquinhas.

_ Obrigado _ sorri ao examinar o conteúdo, e guardei atrás do balcão _ Você está bem?

_ Estou ótima. Quer ir numa festa comigo, hoje a noite?

_ Uma festa?

_ É o aniversário de uma amiga. 

_ Claro. Te pego na sua casa?

_ Às oito?

_ Combinado.

_ Me diz o seu número? _ segurou o celular esperando e, eu te disse o meu número. 

Você ligou para mim na minha frente e, estava feito. Salvei o número com o seu nome na minha agenda. Enfim, trocamos números.

Fiquei ansioso, mas me segurei o suficiente para só chegar às oito. Cheguei no meu carro, para dissipar o fato de você sempre me ver a pé.

Jeans e uma camisa mais trabalhada, com saltos cinco centímetros. Você está em dúvida sobre ir nesta festa, e eu devo ser o seu apoio.

Tudo bem. Vamos nessa, Madu. Vai ser uma honra, para mim, constatar que os seus amigos não têm nada a ver com você. Pena. Pois você queria que fosse o contrário. Você quer ser como eles. Quer ser rica e ter uma vida fútil de consumismo desenfreado. Mas você não seria feliz assim, Madu. Eu posso te ver.

Eu abri a porta do carro para você e, vi o seu sorriso de gratidão envergonhada. Deve ter pensado que eu só faço isso, porquê quero te comer. Bom, tenho novidades para você.

Dirigi até uma mansão imensa. Entendi o seu receio em vir. É intimidador demais. Porém, não demonstrou isso ao descer do carro apressada, sem esperar que eu abrisse a porta para você.

_ Vamos _ me apressou ansiosa por entrar na casa.

Fiquei confuso, agora. Entramos em um ambiente de estudantes de faculdade. Você me apresentou para a dona da casa.

_ Daniel, nós temos um buffet _ Edna me apontou a mesa adiante _ Nós já voltamos.

Tenho certeza que a sua amiga não gostou de mim. Saiu te puxando em meio às pessoas até sumirem da minha visão. Fui até a mesa, mas eu não estava com fome. Só queria estar com você. Então, dei um tempo e, fui te procurar.

Impressionante! Você parece ter encontrado o Marley dois. A sua amiga te apresentou. Estavam tão animadas com ele que, eu não me atrevi a me aproximar. Preferi subir e ficar em um lugar mais tranquilo, sozinho.

Pensava em muitos ses. Se você estava interessada em mim. Se, na verdade, você só queria me trazer para um lugar legal, para conhecer pessoas. Será que eu me enganei e, isso não era um encontro?  Depois de um longo tempo que, com certeza, foi mais longo para mim, você apareceu.

_ Oi. Você está aqui! _ me abraçou e ficou me segurando pelos ombros _ Não está gostando da festa?

_ Pode me dizer, por quê você me trouxe aqui? Desculpa, mas eu não entendo. Por isso, gostaria que você me dissesse.

Você me olhou nos olhos com aquele ar arrependido _ Porque você é como eu. Isso tudo aqui não tem nada a ver comigo, mas você e eu somos iguais.

Isso soou como uma declaração para mim. Fiquei muito feliz. Então, você me abraçou e eu retribuí. Ficamos assim por um tempo.

Saímos da festa juntos. Estavamos em pé diante da sua casa, eu esperei por um convite que não veio. Nem mesmo um beijo no rosto e, você ia se afastando de mim. 

Não, eu não queria isso. Segurei a sua mão e, te puxei para os meus braços. Houve um olhar surpreso vindo de você e completo agrado na minha expressão, antes do beijo.

O nosso primeiro beijo.

Só um toque em seus lábios e, eu  já estava em sua cama envolvido pelo seus braços, seus lábios, mergulhando em seu corpo.

O seu corpo quente e cheiroso, molhado de suor. A sua respiração ofegante, de leves gemidos, ecoando no meu corpo cheio de desejo.

 Te desejo... É tanto desejo. Um mar de desejo sem fim... Quente como o seu corpo... Este mar exala o seu cheiro e faz ondas que soam como o seu respirar e gemer...

Deixando-me levar pela intensidade das sensações, expressei o que sentia da forma mais sincera possível.

_ Eu te amo _ deixei escapar durante o meu ápice que, seguiu o seu orgasmo.

O seu olhar surpreso me mostrou o quanto eu parecia estranho para você.

Você sorriu docemente com o batom vermelho quase invisível, gasto pelos nossos beijos quentes. Levou o polegar entre os dentes e acreditou em mim. Eu vi no seu olhar.

Olha só! Você é romântica. O mundo não engessou o seu coração, Madu. Quase me sinto culpado por ter te vigiado, seguido, estudado. Quase.

Você é realmente perfeita para mim. Alguém com o seu romantismo jamais partirá o meu coração. Nem eu partirei o seu, Madu. Eu prometo.






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