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História ... Contos eróticos... INTERATIVA - Capítulo 37



Capítulo 37 - Sádica 2 cap 14 e 15


Aceitei a proposta da Hana e mudei para o novo Clube. No meu contrato estava assinado Laura Monteverde. O nome verdadeiro da Hana é Laura. Assinei e entreguei para o administrador deste clube, Claúdio.

Encontrei outros mestres na copa onde conversamos. Alguns eu conhecia, outros não. Mas tudo era novo. Agora eu era um mestre também.

Fiquei na copa sozinho, pois quando entrei todos já terminavam de comer. Tive que por pó e água na cafeteira, pois o café tinha acabado.

A Hana entrou seminua para a minha surpresa e excitação instantânea. Mantive o olhar no seu rosto.

_ Oi, Karl _ sorriu.

Caralho! Eu não posso ficar duro agora. Por favor?

_ Como vai?

_ Muito bem, obrigada. E você? Hoje é o seu primeiro dia, não é? Está tudo certo? _ chegou mais perto e estendeu a mão pegando o pote de biscoitos no balcão atrás de mim.

Soltei o ar, que prendia, de uma vez e, ela notou que eu estava nervoso com sua proximidade. Engoli seco quando ela me encarou.

_ Desculpa _ achei que devia pedir, já que o seu olhar insistia em mim, ignorando o pote de biscoitos em sua mão.

De repente, ela devolveu o pote ao balcão e se aproximou um quase nada, que faltava, para um beijo em minha boca, que a recebeu bem demais.

Minhas mãos tocaram a pele nua da sua cintura e, eu a puxei contra mim, para sentir mais o seu corpo em meu abraço.

Não acreditava que aquilo estava mesmo acontecendo. Meu coração batia feito louco. Era um sonho, só podia ser.

Ela gemeu sentindo minha ereção. Difícil seria não sentir. O beijo foi longo, mas ela se afastou, sorriu e seguiu para a mesa, onde se sentou com o pote de biscoitos que pegou de novo.

_ Acho que o café tá pronto _ reparou.

Foi quando acordei, saindo do transe que me tomou. Servi café para ela, numa caneca e para mim mesmo, em outra. Sentei a sua frente.

Não sabia como classificar o que aconteceu. O meu coração ainda estava estranho. Mas como me importar com detalhes, quando acabei de receber o melhor presente do mundo?

O circulo foi formado as nove da noite. Os discípulos se apresentavam declarando o seu pedido ao mestre da noite. Nós, mestres do prazer, escolhiamos quem tivesse o pedido adequado ao que gostávamos de fazer. 

Haviam muitos sádicos, bem como masoquistas. Poucos pediam prazer apenas. Por sorte houve um pedido e eu ia me manifestar, mas a Hana me observava e negou, sutilmente, com a cabeça. Recuei na decisão, não me manifestando.

Acabei sobrando. Caminhei para o meu quarto meio contráriado. Aquilo era algum tipo de trote no calouro? A Hana disse não para toda discípula que eu ia escolher. O problema é que eu aceito tudo que vem dela. O que há comigo? Isso é bem absurdo. Pessoas que amam, conseguem dizer não.

Entrei no meu quarto, trancando a porta atrás de mim. Quando levantei o olhar, a vi sentada sobre a minha cama. A Hana estava na minha cama me esperando.

Fiquei tenso. Sabia o que isso queria dizer, eu não sou ingênuo. Mas o medo de fazer besteira é bem maior do que a ansiedade de ter o que quero, quando a oportunidade se apresenta de tão bom grado à minha frente.

_ Estou sonhando? _ vociferei finalmente a pergunta que estava na minha cabeça desde o episódio na copa.

_ Está _ levantou e caminhou para mim, parou na distância de um metro _ Você tem essa noite para viver o que sempre desejou. Qual é o seu pedido?

Meu corpo ficou tenso de desejo, diante do entendimento do que significava tudo aquilo.

Com certeza, isso tinha a ver com a minha declaração de que ela nunca me escolheu. Era a reparação de um erro e, apenas isso.

 Tudo bem. Esse é o meu mundo também.

_ Prazer _ declarei com cada célula do meu corpo.


_ Muito bem _ falou bem perto do meu rosto conferindo o meu corpo num jeans, voltou a olhar em meus olhos e sorriu malícia.

Roçou os lábios nos meus, provocando. Senti um arrepio na espinha junto com o impulso louco de beija-la de uma vez e, acabar com aquela tortura. Mas era uma tortura tão gostosa. 

Sorri levemente me divertindo com o seu jogo. O seu hálito era delicioso como o seu jogo. Mordeu o meu lábio inferior e soltou, lambendo o meu lábio superior, em seguida.

Distraída com o seu jogo, não notou  como a minha mão direita chegou no seu mamilo esquerdo e o apertou entre os dedos, beliscando. Gemeu e, eu me deliciei com a sua expressão de prazer.

Sorriu divertido-se com minha astúcia inesperada e, sobrepôs a sua mão na minha, fazendo-a apertar todo o seu lindo seio. Expirei desejo.

Sua boca estava na minha, a mãos deslizaram pela minha cintura e subiram pelas minhas costas nuas. 

Deixei de acariciar o seu seio para abraçar o seu lindo corpo entre meus braços. Senti a nudez das suas costas, antes de descer as mãos para o seu bumbum e apertar a minha ereção sobre o seu monte de Vênus. Era onde o clitóris fica exposto. 

Um gemido seu soou em meus ouvidos. O seu ventre se empurrou contra a minha ereção, para meu total desconcerto prazeroso. 

Ninguém nunca havia feito isso antes, diante da minha provocação. A Hana se masturbava sobre a minha ereção, me masturbando junto. Subi as mãos para os seus seios, massageado a ambos e apertando os bicos vez ou outra.

Em um momento ela me empurrou contra a parede, próximo a porta e, desabotoou a minha calça. Virou de costas para tirar a própria calcinha, me dando o melhor ângulo de visão do seu sexo quando abaixou. Retirei a minha calça simultaneamente.

Sentou sobre um móvel encostado a parede com as mãos apoiando o corpo, levemente inclinado para trás e as pernas levemente abertas. Era um convite.

Avancei para ela segurando o pé calçando salto, que tentou me machucar. O outro pé tentou fazer o mesmo, em seguida e também o segurei.

Tirei os saltos e beijei os seus pés. Venci a distância até o seu sexo , com beijos. Beijei o clitóris, lambendo de baixo para cima até ouvi-la gemer, maravilhado. 

Um longo tempo de gemidos até suas mãos entrarem no meu cabelo e nuca. Se inclinou buscando os meus lábios que eu cedi.

Estava em pé entre suas pernas durante o beijo e senti o seu corpo, quando a penetrei, devagar. Mas suas pernas me envolveram possessivas e me obrigou a penetração completa, fazendo o meu corpo se enterrar no seu. Rebolou sobre o meu pênis, antes de me libertar do abraço das suas pernas.

A posição era perfeita, apenas continuei com a veemência que ela ditou no início. O seu orgasmo veio em ondas de espasmos vaginal, que quase me levou junto em seu prazer.

 Acariciei o seu rosto, quando o prazer acabou, deslizando os dedos até chegar em seus lábios cheios, contornei-os e beijei.

Peguei o seu corpo no colo, eu ainda dentro dela e, continuei a fode-la. Ela sentiu a diferença de atitude. Mudei de submisso para mestre. Eu queria o seu prazer.

Saiu dos meus lábios, buscou o meu olhar, levemente preocupada.

_ Quero o seu prazer _ pedi apertando um dos seus seios e fazendo ela sentir todo o meu comprimento em cada investida dentro dela. 

Embarcou em outro orgasmo, se entregando ao seu mestre. Meu corpo era o seu único apoio. Foi outro orgasmo fortemente eu senti me envolver, mas não cedi.

A deitei de costas na cama e prendi seus pés. Fui rápido.

_ Não! _ protestou ao notar, procurou o meu olhar _ Você me pediu prazer. Como posso te dar prazer, presa?

_ Eu não disse que seria o meu prazer.

Prendi sua mão quando estava distraída e a outra em seguida. Amordacei os seus lábios.

Passei as mãos pelo seu corpo, que estremeceu a cada um dos meus toques. Lutava contra a idéia de ser minha submissa. Esta é a atitude que um mestre mais ama.

Sua vagina estava tensa agora. A fodi de vagar. Todo o meu pênis entrando em sua carne macia que ia cendendo espaço para ele entrar, abrindo-a. E saindo, enquanto sua carne retornava a fechar na saída quase completa, só para ceder espaço de novo para mim, se moldando na minha largura e comprimento. Fazia isso para mim, minha fêmea. Minha.

Entrou em outro orgasmo intenso, mas longo. A frente do seu corpo desceu para a cama as mãos envolveram as correntes, puxando, enquanto a sua vagina se contraia forte nos espasmos. A perfeita definição de gostosa.

Me via provocando os seus sentidos para sentir o prazer de sentir o seu orgasmo me puxar para o ápice e, resistir.

Não parei de fode-la quando o seu orgasmo parou e outro veio em seguida e trouxe outros consigo. Um orgasmo múltiplo igualmente delicioso.

Eu sentia prazer. Nunca imaginei que sentiria tanto prazer algum dia, mesmo fantasiando com ela. Era surreal. Toda essa situação.

Ter a mulher dos meus sonhos, em uma foda muito ruim, já me levaria ao êxtase. A mesma situação em uma foda mais ou menos ou boa, me faria o homem mais feliz do mundo. Mas ter a mulher que eu amo em uma foda única, tendo e recebendo todo o prazer que eu nem sabia que poderia existir, é ter tudo com que eu sempre sonhei, de uma vez, ao mesmo tempo.

Os muitos orgasmos fizeram o seu corpo suar. O seu cabelo estava molhado. O corpo rendido, a respiração ofegante, mas os orgasmos não paravam de vir. Era como se tudo o que importasse, para ela, fosse sentir prazer.

Retirei a mordaça, quando me surpreendeu a duração do tempo em que já estávamos nesta posição, incansáveis. Gemeu dentro de outro orgasmo, ignorando o fato de que podia protestar.

_ Ah, que delícia! _ disse me sentindo.

Gargalhei sem reação definida. Pensei que seria xingado ou advertido, ameaçado, na melhor das hipóteses.

Apertei os seus seios, pendurados como frutas maduras. Acariciei ambos na mesma volúpia em que a fodia. Gemeu alto em mais um orgasmo que se prolongou estremecendo o seu ventre. O orgasmo mais forte que eu vi esta noite.

_ Goza para mim, Karl? _ sua voz excitada me intimou.

Me deixei levar quando o seu orgasmo estava quase no fim. Cheguei ao ápice dentro da suas ondas de prazer.

Depois, soltei as algemas ​dos pés e deitei abaixo do seu corpo de quatro, curtindo a vista deste ângulo. Abri as algemas dos seus pulsos.

Deitou sobre o meu corpo e beijou o meu peito _ Você é muito bom, Karl _ tinha um certo orgulho em seu sorriso.

Fiquei lisonjeado, mas um pouco incomodado. Talvez eu esperasse um sentimento no lugar do elogio.

_ Eu te amo, Laura _ declarei pensando que eu nunca teria outra oportunidade como esta, de dizer o que eu sentia.

Beijou a minha boca como se gostasse do que ouviu e, deitou a cabeça sobre meu peito.

_ Eu sei, amor. Guarda esse segredo só para mim, tá?

Ela sabia! Claro. Eu sempre fui muito evidente. Talvez eu tenha sido mais evidente para ela, do que para mim mesmo.

_ O que você sente?

_ Eu sinto... _ levantou o olhar para o meu rosto _ Eu te quero.

Expirei, sentindo um grande reboliço em mim.

Ela me quer!

Aquilo parecia, para mim, bem mais​ do que deveria ser de fato. Mas eu conquistei isso e, só por isso, já era realmente grande.

Ela adormeceu em meus braços e, eu no calor do seu corpo.

Uma ligação no meu celular nos acordou às sete. Era tarde e nem por milagre haveria mais alguém por aqui.

A Hana se levantou e foi ao banheiro ligando chuveiro. Foi rápida e saiu do meu quarto apressada.

 Eu só me vesti, tomaria banho em casa. Segui até onde ela apareceu no corredor já pronta, mas distante. Me acenou um tchau, sorrindo e saiu, mais rápida do que eu.

Retornei a ligação quando entrei no meu carro. A minha mãe queria que eu fosse jantar com ela. Provavelmente iria me empurrar para a filha de uma amiga.

_ Claro, mãe _ respondi sentindo o cheiro do prazer da  Hana em meus dedos.


Eu não consegui dormir. Estava muito feliz pelo que aconteceu esta noite.

Cheguei na casa da minha mãe a tarde. A encontrei no jardim com algumas amigas. Abracei minha mãe que retribuiu, me apresentando para cada uma das senhoras e ressaltando que eu já conhecia a Tânia. Beijei a mão de cada uma delas.

_ Como vai, Tânia?

_ Bem, e você? Ficou bem diferente daquele garoto franzino.

_ Obrigada. A senhora continua tão bem quanto antes _ não era verdade, eu não lembrava dela.

Pedi licença e fui passear pela minha antiga casa. Achei o meu quarto como deixei. Parece que a Vera espera que eu volte para casa.

Passei a mão pelos livros da minha estante com nostalgia. Minha atenção parou em uma revista. Puxei do meio dos livros olhava a capa. 

A Hana estava na capa, tinha uma máscara de renda nos olhos. Eu nunca me interessei muito por revistas, mas essa era especial. Retornei ela para o seu lugar na estante.

Minhas irmãs chegaram no meu quarto, quando eu descansava na minha antiga cama. Levantei diante da barulheira das duas que vieram para mim pedindo um abraço com as mãos estendidas. Levantei abraçando ambas ao mesmo tempo.

_ Qual o motivo da felicidade?

_ Como assim, você não sabe?

_ O que eu não sei?

_ A mamãe vai apresentar o novo namorado para a família.

Travei o maxilar aborrecido _ E o papai?

_ Karl, não seja assim?

O meu dia quase acabou ali _ Desculpa, mas eu não vou ficar _ salvei a revista da estante que talvez eu nem voltasse a ver de novo.

_ Você vai fazer essa desfeita com a mamãe?

_ Se eu ficar vai ser pior. Diz que eu tive uma reunião de última hora, por favor?

Segui de volta para casa, ainda era três da tarde. Tentei dormir e, acho que consegui descansar o suficiente.

_ O que aconteceu?

A Cila perguntou me análisando.

_ Nada _ gargalhei estranhando a pergunta.

_ Alguma coisa aconteceu. Você mudou. Está diferente.

_ Para melhor?

_ Muito melhor, Karl. Até parece que está feliz.

Sorri com meu segredo.




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