História - Determinação - UnderTale Frans - Capítulo 25


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Burgerpants, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Frans, Frisk×sans, Sansfrisk, Sansxfrisk
Visualizações 290
Palavras 1.948
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, LGBT, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii gente~~~

Ontem né fui pegar ônibus

e vi algo muuuuito incomum.... (pelo menos para mim)

um cara tocando violino para conseguir algum dinheiro.

Eu ja começei empolgada

Adooooro violino.

O único problema era.... o motorista estava tranquilamente bebado ou tinha fumado uma da boa...então o movimento do ônibus fez a 2° sifônia de Beethovem.... se transformar em um metal pesado.


AHSUAHSAUSHUASHAUSHA' Dei o único real que eu tinha pela originalidade.


crianças... não toquem nos ônibus quando o motorista é louco.

Capítulo 25 - Frisk


Fanfic / Fanfiction - Determinação - UnderTale Frans - Capítulo 25 - Frisk

Estava sentada na cama do Sans com ele do meu lado em uma cadeira de madeira. Ele estava segurando uma agulha.

 

- Vai ficar olhando? – Ele pergunta relaxado segurando o meu braço – Ouvir dizer que se olhar dói mais.

 

estava com lagrimas nos olhos por odiar agulhas.

 

- Eu não consigo!! Não dá para não olhar!! – Estava abraçando o travesseiro com o outro braço livre.

 

- E lá vamos nos... – Dou um grito fazendo ele parar – Kid, eu vou errar e quando eu errar, ai sim terá motivos para gritar.... – Mordo o travesseiro choramingando – Bom... Bom.... – Nem sua voz largada e rouca pode me tranquilizar agora, Sans com calma enfia a agulha no meu ombro e despeja no liquido amarelo dentro de mim – Com isso daqui, não vai infecionar... Segundo Alphys.... Se nascer um braço no seu braço.... a culpa não é minha. – Mordo o travesseiro com mais força – Que fome, heh.

 

Ele finalmente termina.

 

- Bom... agora vamos colocar os curativos de volta. – Ele diz guardando a agulha e pegando um rolo de fita crepe, faço cara feia para ele e ele rir – Zoeira, aqui está a gaze. – Coro. Pego a alça que já estava caída da minha camisa no ombro e abaixo mais já de pijama de novo, deixo meu braço e meu ombro pelados. Ele pega meu braço com calma e começa a enrolar.

 

- Alp.... fez um bom trabalho com os pontos.... eu quase não sinto eles – Minto, não para ele, mas para mim mesma, quando mais eu falar que não dói mais rápido a dor vai sair.

 

- É.... – Ele fala distraído com o trabalho – Se fosse eu fazendo isso.... – ele pensa mais sorrir - ...digamos que teríamos um ponto cruz no seu pescoço agora. – Ele pisca. E eu começo a rir, mas logo paro, rir dói.

 

Ele finalmente termina e eu deito na cama ainda com o ombro nu. É bem mais confortável seu a alça em cima.

 

Ele pega a minha mão direita e começa a fazer curativo nela também.

 

 

- Sans, me desculpe – Olho para ele – Eu só te dou problema.

 

- Nah, para que mudar um costume da vida inteira? – Jogo um dos travesseiros dele fazendo ele rir. – Heh, calma, calma. Que tal dormir agora em, Kidd? Vou dormir no quarto de Papyrus.

 

....

 

Fico triste.

 

- Não quero...

 

- Piveta... você tem que dormir para se recuperar.

 

- Não....

 

Ele suspira.

 

 

 

Ele parece pensar no que eu quero, mas logo diz.


 

- Vai doer.

 

- Não vai.


 

 

Ele pega o travesseiro do chão e coloca ele na cama.

 

Bem devagar ele deita do lado da parede por causa do meu machucado do ombro, ele não queria tocar nele, ele estava deitado no meu lado esquerdo. deitada de barriga para cima. Olho para ele e sorrio.

 

 

- Feliz? – Ele pergunta relaxado deitado de lado na cama, com o cotovelo no colchão fazendo seu rosto ser apoiado por sua mão, me olhando sorrir – Pois parece, agora durma.

 

Fecho os olhos.

 

 

 

 

 

Quando acordo recebo de visita o Kid Monstro. Sans tinha saído para ver Alp. Kid me distrai falando do dia lá fora, quem veio logo depois foi o Blue e Cat. Eles me deram sorvete.... que me deixou muito feliz. Me falaram que quando melhorase iam me chamar para jogar videogame lá na casa deles, Kid foi com eles e eles ficaram falando dos videogames da casa deles.

Estou sozinha. Decido ir para a cozinha. Pego um espaguete da geladeira. Bom, era isso ou salgadinhos... eu coloco um prato cheio de espaguete no micro-ondas e começo a esquentar.

 

Quando como o espaguete me sinto um pouco melhor.

 

Mas também sinto saudades do Papys.

 

Lavar o prato com apenas uma mão ja era difícil.... e com a mão esquerda.... isso se torna desafiador.

 

Estava lavando o garfo quando a água espirrou em mim.


- Molhou... – olho para o meu curativo no ombro.


.... eu estou fugindo do banho desde ontem... porque sei que vou sentir dor... mas não tem jeito.

Subo as escadas com a mão esquerda em meu ombro direito enfaixado.


Escuro o barulho da porta da frente no meio da escadaria.

Olho para trás.

Sorrio quando vejo quem é.

- Sans!

- Hey, Piveta – Ele entra e fecha a porta – Mal’ a demora – Ele mostra a sacola que segurava – Trouxe comida saudável como a medica consultou.

-Desculpe, Sans – fico envergonhada – Eu comi espaguete... fiquei com muita fome.

- Nah, verduras tem que fazer parte da sua dieta – Ele tira algo da sua sacola e mostra uma batatinha sabor legumes.... fico em silencio e depois volto a subir as escadas, não sei por que me sentir tão mal, sabia que ele não compraria algo além disso.

- Calma, apressadinha – Ele aparece na minha frente no topo da escada – Para onde vai sozinha?

- Tomar banho – Passo por ele ainda com a mão no ombro.

Ele me segue.

- Então vou tirar a sua roupa – Coro parando de costas para ele – Heh, suas ataduras, Kidd....


-Oh.... – volto a andar para o banheiro, Sans abre a porta para mim – Obrigada.

Me ajoelho no chão.

Sans passa por mim e liga a torneira da banheira para ela encher.

abaixo a alça do meu pijama ficando com o ombro nu.

Ele se ajoelha atrás de mim e começa a tirar o curativo.

Não consigo me acalmar.... essa situação....

Quero voltar para casa, desse jeito não fara bem para o meu coração continuar assim.

Ele tirou tudo colocando a atadura com sangue no lixo.

- Vem – Ele se ajoelha na minha na minha frente agora e eu dou a mão direita para ele. Sans começa a tirar os curativos de lá também – É bom respirar um pouco, em?

....

Ele se levanta e eu me levanto bem devagar.

Ela coloca as mãos na minha cintura para me ajudar e eu me sentir perto demais dele. Meu rosto já estava todo corado.

Ele apenas riu e beijou minha testa.

- Vou esperar la fora, bele?

Ele sai fechando as portas.

Começo a tirar a roupa bem devagar.





Quando estou completamente nua, enfim entro na banheira com a agua quente.


 Faço um leve gemido de dor, tinha pequenos arranhões no meu corpo todo, eu nem coloquei minha mão e meu ombro ainda na agua.

Me sento encostando minhas costas na borda. Fico lá sentada criando coragem para lavar minhas feridas.

Enquanto crio coragem.... percebo que minha pele estava mais pálida do que o normal.... geralmente ela é amarronzada puxando para o amarelo.... mas ela agora estava.... quase branca?

Olho a palma da minha mão arranhada.

- Kiddo – Sans fala do outro lado da porta, olho assustada – Eu estou aqui sentado, se algo acontecer grita.

- Certo... – volto a olhar para a banheira e mergulho a minha mão ferida, fazendo um pequeno gemido – ugh...... ahn – Mergulho até o ombro deixando apenas minha cabeça fora.... aos poucos a água fica em um tom de rosa por causa do meu sangue.

Que dor...



Sans On

Quando fechei a porta do banheiro recebo uma ligação.


Olho.


Undyne

Atendo

- E ai?

- Sans? A-aqui é Alphys.

- E ai? – encosto na parede.

- S-sans.... er.... eu descobrir algo olhando os dados de Frisk.... Frisk.... er....como posso dizer?

- Doutora, respire. – Coloco a mão livre no bolso. Talvez isso demore, tenho que ir lá? Isso seria um tedio... Bocejo. E a Frisk ainda não pode ficar sozinha, sempre quando fica.... anda para lá e para cá como uma máquina.

- Certo..... Sans, Frisk está desaparecendo. – Paro. Desaparecendo... essa palavra ecoo em minha cabeça. Abaixo o meu rosto – Chara, está dominando o organismo dela.... er.... a barreira ainda faz efeito... mas.... Chara está... er... criando espaço para tentar conquistar.... Não duvido que Chara... tenha causado aquele “desmaio” repetindo.... Isso quer dizer que Frisk.... tem bem menos tempo do que prevemos....e..... – Ela estava com a voz mais fraca – enfim... não deixe a Frisk sozinha está bem? Se tivéssemos pelo menos tivesse afetado a alma dela esses ferimentos.... ela estaria recuperada com um pouco de comida daqui do subterrâneo feita por essa maquina de comida.... por causa da sua determinação.... mas é o corpo.... isso é diferente. Er.....ela está...fraca....isso faz.... que a possibilidade daquilo acontecer de novo.... a qualquer momento.... ser mais certeira. O estado dela, se tornou de emergência.... temos que procurar a cura.... o quanto antes.


Desligo.


Bato na porta do banheiro.

- Kiddo? – silencio – Estou aqui sentado... se algo acontecer grita.

-Certo! – Ela fala tentando disfarça a vergonha.




Sento do lado da porta.



Escuto ela gemendo de dor e logo depois começa a chorar.


Claro que dói.



Fecho os olhos.


Lembro dos sonhos que geralmente tenho, Frisk, morta no chão.... com seus olhos semiabertos sem vida.


Vamos nos separar? novamente? 

Se ela morrer...


Eu prefiro....



Escuto um barulho.




- Piveta? – pergunto.


Frisk Onn

- Piveta? – Escuto a voz meio longe do Sans.

- Desculpe! Já estou terminando.

Estava de joelho no chão do banheiro.

Enquanto tentava me enxugar fiquei meia tonta e acabei parando aqui.

Sans abre a porta do banheiro sem bater.
- Mas que tralha pivete!  


- Ah! – Coloco a toalha amarela na frente do meu corpo – Não olha!

volto a corar.

- Foi mal, Frisk – Sans tira o seu casaco e coloca sobre os meus ombros.

Olho para cima envergonhada. Ele se ajoelha na minha frente e me pega no colo.

Coloco os braços em volta do pescoço dele.


E desaparecemos no banheiro reaparecendo no seu quarto.

Ele me deita na cama, mas ... eu não solto o pescoço dele.


Ele suspira e tenta não olhar para mim. mas quando me olha.... ele se aproxima a boca da minha e me beija. A dor agora não importava tanto quanto antes.

Coloco a língua para fora da boca indo de encontro com a dele.

Ele começa acariciar a sua língua azul na minha. Fico mais corada.


Ele vai devagar para cima de mim na cama, ficando de quatro tentando não me encostar muito. Ele me beija de forma mais profunda, mas logo para o beijo me deixando com a respiração ofegante quando desce o seu rosto.

- O ... que?

Ele afasta um lado do seu casaco do meu corpo revelando meu pequeno seio.

Ele abaixa mais a face e começa a lamber o meu biquinho.

Ato que me faz virar o rosto para o lado e gemer. Eu... só sento aquela sensação com ele...

- Ahn... Sans....  – Ele morde .Agarro as mãos no lençol com força o machado de sangue.



Ele se ajoelha e me pega pela cintura me fazendo sentar no colo dele. Ele beija meu pequeno pescoço do lado esquerdo e da mordidinhas nele depois volta desce mais o rosto e lambe o meu seio. Abraço ele gemendo com a voz tremula, algo mudou....



Sinto um volume na sua bermuda e estava sentada bem no meio dela totalmente nua... não sabia bem o que era aquela sensação, mas eu vibrava. Sinto como se minha mente fosse derreter.... eu vou enlouquecer só com aquilo?


Ele pega o casaco e o tira mais do meu corpo fazendo uma das mangas escorregarem pelo meu ombro direito.

Ele olha o meu ombro direito ferido e passa a língua nele. Exatamente como éramos pequenos... mas era diferente agora.


- Ahn... Sans....hn...ahn – Ele para e eu tento recuperar o folego.


Ele afasta seu rosto do meu corpo e seu olhar é de quem tinha saído de um transe e finalmente notasse onde está.

Ele me coloca na cama sem olhar para mim se levanta.


- Descansa ai, Piveta. Depois eu volto.

Antes que pudesse falar algo, ele some.


Ainda ofegante faço o casaco me cobrir melhor....


O casaco....tem o cheiro dele.... Eu amo....
 


Notas Finais


É... chara esta parecendo mesmo um "vírus" no organismo da Frisk ;-;

Obrigada por lerem até aqui *me curvo*

(Eu não revisei~~~((denovo~~~)) )


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