História - Determinação - UnderTale Frans - Capítulo 33


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Burgerpants, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Frans, Frisk×sans, Sansfrisk, Sansxfrisk
Visualizações 262
Palavras 2.399
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, LGBT, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, eu não vou falar nada, só sentir

Capítulo 33 - Kidd, Não vá


Fanfic / Fanfiction - Determinação - UnderTale Frans - Capítulo 33 - Kidd, Não vá

Eu e Sans acabamos dormindo no sofá assistindo um filme antigo chamado “titanic” dormir antes de ver o final. Sans me acordou falando para sairmos.

- Sair? – Olho para a janela da sala meia preocupada – Eu não sei se é uma boa ideia.

- Relaxe, Kiddo – Ele boceja estralando os ossos já que dormimos sentados – Vamos só para o Grillby’s, se eu não fazer você comer algo que preste, Tori me mata.

Esse pedido para sairmos é tão repentino....

Fico em pé.

Será que Toriel mandou uma mensagem para ele, pedindo para me dá uma comida saldável? Faz 2 dias que não velo ela, ela está no núcleo? será que está me evitando?



- Piveta?


- Já vou. - Coloco minhas botas e corro ate a porta onde ele está, ele coloca as pantufas já meias desgastas e abre a porta.

Quando ele abre a porta vejo varias pessoas andando na rua principal da vila, crianças brincando e se divertindo para lá e para cá, o sol brilhava lá fora, eu demorei para sair de casa e acompanhar o Sans, mas no fim sair.


Calma, Frisk..... está tudo bem


Ninguém vai se machucar.

Olho para o Sans e ele ficava comprimento as pessoas.
Chara tem medo do Sans, duvido que tente me fazer desmaiar se ele está aqui.


Quando entramos no Grillby’s todos ficam me cumprimentando.

- Puxa, menina Frisk – fala uma pedra – Pensei que tinha cansado da cidade e ficado na floresta na cabana.

Riu

- Na verdade eu fiquei na casa do Sans – sorrio – Estava doente e ele cuidou de mim.

- Coitada de você, Frisk – falou uma monstra pata.

- Eu já... estou melhor – minto.

- Não sobre a doença, mas sim do seu cuidador.

- Hey.... Eu dei DURO disso – ele pisca e ela começa a rir.

Sorrio. Eu amo esse clima.


Eu amo esse lugar.... esse pessoal.


- Aqui, piveta.

- Certo – me sento nas cadeiras balcão junto com ele.


- Certo, Grillby– Sans encosta o braço dobrado no balcão, relaxando e me olha voltando a olhar para o Grillby – Queremos a parada mais saldável que tiver.

Grillby coloca dois hamburguês na nossa frente.


- ................... hambúrguer com salada extra. – riu baixinho quando o Grillby fala isso.

- Heh, está bom para mim. – Sans sorrir mais fechando os olhos e começando a comer enquanto bebe o ketchup. – Quer um pouco de Ketchup, Kiddo?

Digo que não com a boca cheia de sanduiche.

Ele rir me olhando e eu fico mastigando.

Acho que mordi um tamanho maior que minha boca, nem percebi minha fome.


Devo está parecendo um esquilo agora.


Recebo uma mensagem no meu celular, olho para ele enquanto mastigo e o Sans ficava falando com algum humano do nosso lado.


Não sei quem era, pois não tinha mais nenhum contato no meu celular sem ser o do Sans.


“Eu fiquei
jugando com Blue e Cat a
noite toda, ai! Garotos mais velhos são daora”
“Espero que venha jogar
com a gente um dia desse, carinha!”

E embaixo uma foto dos três juntos sorrindo.


Carinha? Sorrio.

Monstro Kid já pegou o jeito de falar daqueles dois?


Parecem está se divertindo mesmo....

olho para a data no celular.... essa data.... eu conheço..... depois de amanhã é o aniversario do Sans..... suspiro olhando para baixo.

Que ótimo aniversario vai ser....





Apago a mensagem.


Sans me ver apagando e suspira dando de ombro.




Se eu não apagar, Chara pode usar ela para ligar para ele fingindo ser eu....
Se eu fizer dessa forma todos vão ficar seguros.


- Kiddo, pode ficar triste e fazer birra se quiser, me falar que quer jogar vídeo-game e bla.

balanço a cabeça dizendo que não.

Lembro do Genocida.

“Tem medo de eu matar...um ou dois de seus amigos?”

coloco as mãos no meu ouvido os tampando.

- Kiddo?

- Frisk? Ela está passando mal, Sans?

- Yeh, vou leva-la.

Sinto a mão do Sans no meu ombro e me ajoelho.


Estávamos agora na sua sala novamente.


Ele se ajoelha na minha frente.

-Frisk, se acalme.


“Você quer ficar de castigo.... minha criança?”


Tampo os meus ouvidos com mais força sentindo uma dor insuportável na minha cabeça.

Não importa se tento calar tudo a minha volta.

Essas vozes estão dentro de mim.

- Frisk

E se aquelas correntes... o barulho das correntes de ontem a noite.... foi o Dr. Gaster?

Se for assim, prefiro seguir o plano que Sans me falou ontem, entrar pela entrada do buraco que da no subterrâneo no topo de uma montanha.

Mas e se tudo resetar? Sans.... eu não sei se conseguiria de novo.... e eu não quero testar para ver se eu consigo.

- Frisk! – abro os olhos e quem esta na minha frente era o Sans, ainda era o “meu” Sans. Encho meus olhos de lagrimas – Não faz isso comigo – Ele suspira aliviado me vendo voltar ao normal.

- Me desculpe.... eu sinto tanto.... me desculpe – Lembro de tudo de horrível que eu fiz para que o Sans ficasse do meu lado – Me perdoe – Sinto como se tivesse dado um passeio novamente no genocida só para me lembrar de tudo de horrendo que já fiz, coloco as mãos no rosto e abaixo o meu corpo mais ainda ainda de joelhos no chão, tudo que tentei fazer...tudo que fiz.... nada foi para beneficiar os que estavam a minha volta.... mas sim para me beneficiar – Eu.....me perdoe.


Ele estava de joelho na minha frente com as mãos estendidas ao meu redor sem saber muito o que fazer para onde ir. Assim como eu. Mas....Sans diferente de mim..... ainda acreditava em mim.

na “Frisk”
Ele faz carinho nas minhas costas e me deixa chorar o quando eu queria.

Deito a cabeça no colo dele chorando.

- Já passou, Piveta

- Sans....Sans!

- Eu não vou a lugar nenhum, piveta.... relaxe – Ele abaixa a cabeça e beija meu cabelo – Nem você vai.

Sem abrir muito os olhos, olho para cima.

- Foi mal te deixar sair, pieveta...Foi egoísmo meu.

Ele melhora o seu sorriso colocando a mão no meu rosto e me beija na boca.

Fecho os olhos retribuindo o beijo.

Ele se senta normal no chão e me puxa fazendo sentar no seu colo. Coloco os braços em volta do seu pescoço ficando mais próxima dele.  



Sans Onn


Frisk ainda não estava pronta passa sair, isso ficou claro para mim agora. Sinto que ela recebeu uma carga muito pesada para costas tão pequenas. Ela deve ter se afundado em pensamentos ruins e ficou la.

Bom, as vezes... isso também me ocorre, então eu a entendo melhor do que ninguém.

Não da nem para acreditar que a uns minutos atrás ela estava rindo de forma tão inocente e feliz.


Ela se envolvia mais em mim como seu muro. E eu era seu muro. Eu me sentia um muro agora mesmo.


Seguro os seus cabelos os puxando para trás fazendo afastar um pouco o rosto do meu, isso faz ela abrir a boca e eu acabo enfiando minha língua lá dentro começando um beijo profundo. Ela já estava ofegante e totalmente corada com minha atitude repentina.


Pense só em mim, Frisk.... apenas olhe para mim e vai ficar tudo bem.








Quando ela finalmente pegou no sono a coloco na cama de deitando do lado dela.



Piveta.


Me deito virando do seu lado. A assisto dormir, mas logo apago.




Frisk Onn

No meio da noite acordo assustada.

O quarto está escuro e eu estava sozinha na cama.


- Sans? – olho ao redor e não o encontro – Sans!

Escuto um barulho infernal subindo as escadas. Correntes se rastejando.


Sans não estava aqui.

Grito por ajuda, mas ninguém veio.

A porta do quarto se abre sozinha.

Correntes estavam se rastejando no chão.

“EsTá ProNTa PaRA O seU CAStigo mINHa CrianÇA?”


- Não... por favor... não me leve.... eu te imploro.... – sentada na cama não sabia onde ir ou como fugir -  Por que.... eu não quero.... Sans.... me ajude...

As cabeças das correntes estavam rastejando até o fundo da cama onde eu não podia mais vê-las.... elas pararam?

“PoR QUe me faZ SEr duRO CoM VoCÊ?”

As correntes voam e pegam no meu braço.

Grito assustada.





Me sento na cama ofegante.

- Frisk?

Sans estava do meu lado

- Sans? – O abraço muito ofegante.

- Uau, Kiddo você esta toda suada. – Ele me abraça de volta e eu engatinho até em cima dele fazendo ele cair na cama com eu em cima, ele rir – Virou uma macaquinha agora.? – balanço a cabeça dizendo que sim e ele rir mais, afundo o rosto na sua camisa branca – Vamos Frisk, olhe para mim. – Balanço a cabeça dizendo que não – Teve um sonho ruim? – Não sei o que responder, parecia real – Certo - ele beija o topo da minha cabeça e envolve seus braços em mim. – Se quer dormir assim, eu topo – Ele coloca uma das mãos dentro da minha camisa e começa a acariciar minhas costas, ele estava sem suas luvas me fazendo ficar com arrepios – Vai me olhar agora? – Sua outra mão desce para minha coxa me fazendo carinho nela – Vai me beijar agora?

Levanto o rosto e ele se assusta.


Eu já sabia o que era. Um dos meus olhos tinha ficado com uma pequena mancha vermelha  dominando a cor dourada. Eu vi essa mancha vermelha ontem... no banho, mas não queria assusta-lo. Era uma pequena mancha, mas era o suficiente para assustar qualquer um.


Fecho os olhos novamente, quando ele se senta me fazendo sentar no colo dele.


- Deixe eu ver de novo – ele coloca a mão na minha bochecha e eu viro o rosto não querendo mostrar.

isso aconteceu quando eu conseguir fazer o Chara ficar preso só na minha cabeça por só 10 minutos, mas foi o suficiente para eu ficar com raiva e fazer isso.... eu queria mostrar para o Sans que podia falar com ele normalmente, mas.... não queria assusta-lo.

- Sans.... não me olhe assim – Sinto uma lagrima na minha bochecha olho para cima – Sans.... – olho para o lado novamente – Voce sabia, certo? Que Chara estava pegando o meu corpo não emprestado para sim para ele? Eu também já sabia.....

Me concentro. “Oi, Chara, vamos brincar de novo? Tente me encontrar”

O tranco na minha mente novamente fazendo ele rir.
“Sim, parceira....vamos brincar”

Dez minutos... não vinte minutos.... acho que consigo.... é o suficiente.


- Sans.... eu tranquei o Chara.... – Olho para ele – Sans... eu .... eu quero tentar o plano!

Ele me olha sem entender.

- Eu estou sonhando com correntes, Sans... essas correntes.... são do Dr. Gaster uma magia para me deixar presa nas suas infinitas linhas do tempo – Coloco as pequenas mãos no rosto dele – Eu sinto que mesmo se eu não fizer isso... eu iria para o subterranio de qualquer forma novamente! – Ele vira os olhos entristecido com a realidade – Se eu fizer isso! A uma pequena possibilidade, menor que seja de que eu possa salvar todos os monstros de Chara. Com isso todos dessa linha do tempo e das próximas estaram salvos.

- Não.

- Sans, todos estaram salvos! Inclusive você! Inclusive eu! – lagrimas caem dos meus olhos e sinto meu olho esquerdo ficando totalmente vermelho e ele finalmente me olha novamente – Vai me ajudar certo? Vai me fazer com que eu tenha meu corpo de volta? Certo?

- Não faz isso, Kiddo.

- Eu quero minha alma de volta, Sans. Eu te amo mais do que qualquer um. Por favor.... não me deixe ir sozinha para a montanha.

- Heh.... você parece tão ponta. Tão determinada. Pena que não sou assim.

Fico o observando e ele suspira.

Sans pega o celular. Tenho mais 10 minutos até Chara sair e me “encontrar”.


- Aló Doutora?.









Estávamos no topo da montanha, Sans me levou até lá sendo guiado pelas coordenadas de Alphys.



Já estava amanhecendo quando finalmente encontramos o túnel que levava ao buraco.

- É aqui – digo e o Sans parecia cansado quando concordou. 2 minutos. – Eu vou voltar, ta bem? Quando eu voltar eu vou gritar, esta bem?


Ele não fala nada. Viro o corpo e começo a entrar no túnel.

Ele segura o meu braço.

O olho novamente.

- Frisk, existe algo que quero lhe falar antes de ir. – me viro totalmente para ele e ele pega as minhas duas mãos – Frisk – Ele se ajoelha para o olhar melhor – Eu mentir para você esse tempo todo – Não consigo entende-lo.

- Mentiu?

- Sim, Frisk, o fato de saber tudo sobre nosso passado é porque você disse a frase secreta para mim... no outro mundo.

- No.... outro mundo?

- Sim, piveta – ele fecha os olhos – Fui muito “humano” quando você partiu – ele fala mais eu não consigo entender nada, tudo fica mais confuso cada vez que ele fala algo – Não queria ficar lá sem amigos ou você, para ter que aturar piveta – Ele aperta as minhas mãos – Todo esse tempo, eu era o Sans que te amava – Sans... me ama? Me amava?..... coro olhando para ele – E por puro egoísmo, queria ser o único “Sans” a te amar.

- Sans?

- Piveta, eu sou o Sans do mundo depois do genocida....

- Voce tem... as memorias dele então?

- Não, literalmente sou o Sans da outra linha do tempo.

- Mas... o Sans dessa linha.... – olho para ele e ele me olha serio. Paro a frase na hora... já sabia a resposta – Por que...?

- Por que eu também sou fraco, Frisk. Tão fraco que tive medo de da sua reação.

1 minuto.

Eu tenho que ir.... eu tenho que ir agora.


Eu não posso pensar nisso agora.


Me solto dele e me viro saindo correndo para o túnel.


pavilhões de sentimentos na minha cabeça, mas eu tenho que me controlar.

30 segundos.

Deixei Sans para trás. Ele fica de pe novamente e só me observa correr.

Sinto que estou abanando novamente.

O Sans meu verdadeiro Sans!

Meu único e verdadeiro Sans.

20 segundos e eu continuo correndo pelo túnel.

Agora eu tenho mais vontade de continuar aqui! Quero continuar nessa linha do tempo!

Sans!


Caio no buraco sem ao menos perceber.


Meu egoísmo.

Penso em todos os monstros felizes.

Minhas inseguranças.

Penso no sol em seus rostos.

Eu tenho que deixar tudo para trás

Para que o final feliz de todos possa finalmente acontecer.


Eu também vou te salvar Chara!


O chão estava chegando.


Flores douradas e fofas.


Sans! 


Notas Finais


Gente ....


Gente


Da um tempo para meu kokoro que não to sabendo lidar


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