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História . I Like Me Better ( the one shot ) Jung Jaehyun . - Capítulo 1


Escrita por: withluvanne57

Capítulo 1 - . vinyl .


Fanfic / Fanfiction . I Like Me Better ( the one shot ) Jung Jaehyun . - Capítulo 1 - . vinyl .



Eles eram amigos de infância, sabe? Daqueles que falavam de tudo, brincavam de tudo, mas também brigavam por tudo. Foram dias sensacionais. Mas eles perderam contato, não porque quiseram, ou porque brigaram, foi porque tiveram, e fora tão natural que, provavelmente nem lembram um do outro, porque a brisa de Connecticut soara diferente quando Jaehyun foi embora. 

A amizade que durou uma infância inteira, e a metade de uma adolescência. Adolescência, onde os hormônios estão à flor da pele, mas nada que tenha os afetado, talvez uma quedinha um pelo o outro? Daquelas que está sob implicâncias bobas. Mas quem disse quem que eles tiveram tempo para transcender isso?



nyc - on air


"O dia, que lindo dia na cidade de Nova York, que tal uma passeada pelo o Central Park? Com direira a café no Central Perk? - quem me dera!  Uma caminhada pelo o Brooklyn? Mas caso avistem a Gina, avisem que sim, ela sabe o melhor. - Ha ha! Mas caso não entendam o que eu digo, pois bem, esqueçam essa parte, e vamos para o que interessa! Qual música é a mais votada de hoje? - Provavelmente alguma do Bruno Mars, e é por isso que eu amo vocês. Oh! I like me better do... Lauv? Nunca escutei, mas são vocês quem decidem, então tá! Fiquem agora ao som dessa música, que já, já eu volto!".


- Amiga, se eu fosse você eu estaria morrendo de vergonha. - Heather anelou seus cachos os modelando novamente.

Depois de colocar a música pedida, desligar meu micorofone, eu respirei fundo em meio a um sorriso. Endireitei os ombros, e virando a cadeira de rodinhas, a olhei.

- Por quê? - ela arregalou os olhos mostrando indignação.

Eu escondi um sorrisinho atrás da minha caneca de café.

- Ninguém mais escuta rádio, ou sei lá o quê... Eu nem sei o que tô fazendo aqui na verdade. Tenho vergonha de nós. 

Ela bufou balançando a cabeça.

- Mas é legal, sabe, as músicas pedidas, não me deixa tão isolada, me faz perceber que ainda sim, pessoas ainda escutam rádio. 

Mas olha pra mim, quanta hipocrisa, me levando e me influenciando por palavras. Eu olhei bem para Heather, e ambas rimos.




Mas naquele final de manhã, o próximo pedido para amanhã veio à tona de um jeito inesperado. Algum ouvinte pediu à S/n, para tocar uma música em um disco de vinil. Custou para ela entender, como faria isso sem um disco de alumínio? Mas mal sabia ela e Heather que a senhora dona do local de trabalho delas, havia vários, agora só falta, achar o disco pedido. Heather bufava pela a sala - será que vale a pena mesmo? A gente ganha pouco demais para dair gastando assim. Vai ver é só um trote! - Mas quem disse que S/n prestou atenção na amiga? Vai ver, ela realmente estava encantada com o trabalho. - Então vai você sozinha procurar essa droga! Eu vou descansar, preciso estudar pra faculdade. - E S/n foi.



S/n adentrou a loja de vinils com o coração disparado. Sabe aqueles sentimentos aleatórios que vêm do nada? Que você nem sabe o porquê disso, mas eles vêm? Então, fora esse sentimento que veio nela. Bem bobo, pois, por que estar de coração acelerado perante a uma loja? 

E o som que ecoou pelo o sininho lhe deu um pique de ânimo, se sentiu bem, acolhida. E enquanto andava em direção as prateleiras encostadas na parede, olhava as prateleiras menores no centro do estabelecimento. Na verdade, ela nem sabe pelo o que estava procurando. Na loja havia poucas pessoas, e pelo visto, todos sabiam o que estavam procurando, e que essa informação sirva de senso comum aos funcionários, que aliás, não tem. Vai ver não precisa, porque os clientes sabem o que querem, porque conhecem. Mas S/n não, ela traçou um caminho tosco pra lá e pra cá. Só se escutava algund murmúrios de terceiros, e o sino sinalizando mais pessoas entraram. 

Ela passava as pontas dos dedos sobre algumas capas, pensativa. Então decidiu ir pedir ajuda para o único funcionário dali, o que estava no caixa, esperando as pessoas decidirem-se e lhe pagarem logo, e nesse caso, S/n facilitaria isso para ele, se ele facilitar para ela. Mas ela teve que esperar um cara, um pouco mais alto que ela, conversar com o moço. 


- Eu vim pegar uma encomenda. - disse o cara, com uma voz calma.

E ele usava uma jaqueta amarela-mostarda, bem chamativa, que fez S/n prestar mais atenção na jaqueta do que em qualquer outra coisa.

- Só um segundinho... - disse o moço, e em resposta, o cara maneou a cabeça.

Respondeu o moço do caixa, que aparentava ter seus 19 anos por aí. Enquanto isso, S/n fingia estar super entendida sobre vinils. Mas na verdade tentava estava estudando o cara do seu lado. Que aparentava ter seus vinte e poucos anos. Que tem os fios catanhos escuros, que realça bem sua pele. Mas o que realmente realça ali, era as covinhas, que, enquanto ele esperava, mexia os cantos dos lábios distraído, e que dava tal visibilidade para as covinhas do mesmo.

 - Qual seu nome? - finalmente o outro deu um sinal.

E o cara de quem ela estava espiando, espalmou as mãos sobre o balcão antes de dizer qualquer coisa. E limpou a garganta.

- Jay - disse com a voz rouca.

De imediato o outro balançou a cabeça em positivo, e lhe deu uma ficha.

- É só assinar aqui, que eu já vou pegar as suas encomendas. - o moço lhe entregou um papel e saiu de trás do balcão.

O cara então pegou uma caneta que estava de bobeira ali, e a segurou de um jeito delicado, como se estivesse tomando cuidado com tudo. Obviamente que S/n estava olhando tudo. Obviamente que ela com sua tara por mãos, não deixaria isso passar. E a mão dele era confusa, é delicada ou não? Sabe, talvez fosse pelo os dedos finos, e pela as articulações e unhas levemente rosadas. Meu Deus, que confuso. S/n se sentia estranha por olhar que nem uma maníaca para a mão do outro. Mas ela tinha que admitir, que eram lindas.

- Aqui, seus quatro discos de vinils, já pagos. - o moço apareceu de repente.

Tirando S/n de seu devaneio profundo. 

- Quatro? - o cara aparentemente estava confuso - Mas, valeu.

O moço acenou com a cabeça mesmo estando confuso, juntamente à S/n curiosa. Mas agora ele olhava para ela. 

- Precisa de ajuda, senhora? - o moço perguntou.

S/n até tinha se esquecido. Mas meio que se perdeu ao ir até na frente do moço no caixa, afinl, aquele cara, ainda estava lá, olhando seus vinils com certa indiferença. Mas ele, mesmo sem olhá-la, deu-lhe o espaço, indo para o lado, e a deixando livre. Só que ele continuava parado.

- Você pode me ajudar? - o moço arqueou a sobrancelha. Como se pedisse para ela ser mais específica, oras! - ela limpou a garganta e olhou para os lados. - Eu não sei onde eu encontro esse... - ela mostrou um papel com o nome da música pedida.

O moço olhou, pouco se importando.

- Desculpa, senhora - ele dera um sorrisinho debochado. - Eu não sei onde para esse vinils. Esse trabalho não é comigo. Procure um atendente por aí. - e finalizou apontando o queixo englobando a loja.

S/n sentiu o sangue ferver. Meu Deus, quants grosseria. 

- Eu pediria, SE TIVESSE UM! - ela alterou a voz. Manteria a calma se ela não fosse tão estúpido.

Ele a olhou com deboche estampado no rosto. O cara ao lado que aparentemente, não estava prestando atenção em nada, na verdade estava só que indiretamente.

- Eu te ajudo. - disse ele a olhando com ternura.

S/n franziu o cenho e se recompôs.

- Certo. - ambos olharam para o moço de relance.

Ela tipo: ha ha, seu escroto! E ele: não te deram educação, não? 

E em um silêncio, ele pôs os seus vinils debaixo do braço e a olhou.

- Qual que você tá procurando? - ele perguntou com calma.

E ela, bem... Nem ela sabia.

- Olha... Não sei como funciona, mas é essa música... - ela entregou o papelzinho a ele.

O papel que antes fora desprezado, coitado. Mas que agora era segurado com cuidado pelo o outro. Mas, relaxa S/n!

- Olha, eu geralmente procuro pelo o ano. Eu gosto dessa loja porque eles colocam alguns em ordem, é mais fácil. - ele a devolveu e sorriu.

Ela assentiu como se recíproco, mas não era.

- E eu já odiei essa loja. - ela esprimiu os olhos e olhou o moço do caixa.

O cara à sua frente percebeu, e soltou uma risadinha.

- Entendo. Por isso que minha mãe falava pra eu trabalhar com algo que eu gostasse. 

S/n voltou seu olhar para ele e sorriu.

- Aquele coisa me lembra minha amiga, que não quer tá onde tá e desconta nos outros. Mas se fosse com ela, ela darai uma bicuda nele aqui mesmo.

S/n nem terminou e o outro já estava gargalhando do que havia escutando, influenciando S/n rir também.

- Meu nome é Jay, e o seu? - ele estendeu a destra, a mão que S/n tava de olho.

Mas ela o cumprimentou, levando sua destra de encontro com a dele.

- S/n. - respondeu ele, e apertou as mãos.

Mas agora era ele quem estava curioso sobre ela. Que esboçou um sorrisinho, e a olhou e depois desviou para o lado, mas voltando para ela novamente.

- Ok, esse nome não me é estranho. - ele disse e ela segurou uma risada.

Mas ele intensificou o toque entre eles, e a olhou curioso. Na verdade, a resposta estava bem na ponta de sua língua e ele sabia.

- Você sabe que Jay não é exatamente meu nome, né? - ela o olhou em continuação - Você me conhece sua boba. Eu não mudei tanto assim, né? 

Ok, S/n era lerda. Mas claro, ÓBVIO, que ele não era um estranho pra ela, afinal, ela estava bem curiosa por ele. E agora faz sentido, era Jaehyun. 

- Ah, seu filha da mãe. Onde você tava esse tempo todo? - ela perguntou na intimidade.

Porque tinham.

Com a canhota, Jaehyun passou seu indicador sob suas narinas e riu assoprado.

- Coréia do Sul? - ele respondeu e perguntou, como se fosse óbvio. 

S/n revirou os olhos e mostrou-lhe a língua.

- Você me abandonou, isso sim! - ela ergueu o meio das sobrancelhas cismada.

Ele deu uma risadinha disfarçada, dando credibilidade às suas covinhas, e então, no embalo das mãos, a puxou para um abraço.


to be young and 

in love in nyc.


Heather estava errada. Quem diria que aquele trabalho de última hora que elas acharam para bancar a faculdade traria algo de bom? Algo não, alguém. Alguém especial. Alguém que S/n jamais veria de novo. E ela viu. Porque... para pra pensar, eles se reencontrarem na cidade de Nova York. E quem imaginaria que eles cruzariam o mesmo caminho assim? É impossível, né? Só pra quem não acredita em destino, mas isso não vem ao caso. E que nesse caso... Por que não rodar Nova York toda? Eles rodaram. Como nos velhos tempos. Ai, ai!


- Você namora? - ele perguntou ao ajudá-la a sentar na beirada de um terraço.

Porque eles sempre foram rebeldes.

- Ah, não. - ela respondeu ao segurar firme na mão do outro.

E então estavam ali, sentados, compartilhando um salgadinho estramente bom, e estramente ruim. Ambos com os pés soltos aos ventos, e ambos com os corpos lado a lado. Mas qualquer coisa, os dois cairiam dali juntos... Que maldade.

- Por que que a gente tá aqui em cima mesmo? - ela perguntou ao pegar um punhado de salgadinho.

Ele deu de ombros rindo.

- Porque a gente é rebelde? - ele passou o dedo cheio de farelos na ponta do nariz dela.

Que ficou manchado. Mas caso ela se vingasse... Hum... Acho que iriam errar a brincadeira, ou o passo... E... iriam cair. Ai que pessimismo!

- Hum, é - e ela olhou para ele como se planejasse a vingança perfeita. - E você, namora? - ele engoliu no seco.

E olhou adiante, como se buscasse palavras.

- Eu terminei faz pouco tempo. Sabe aqueles vinils eu tinha ganhado de presente dela, só que nunca fui buscar. E resolvi ir hoje, eu sei lá por quê... 

E agora ela quem engoliu no seco. 

Que clima, gente. Será que não tem tora de climão aí, não? 

- Tá mais olha o que eu trouxe aqui... - de dentro da bola dela, S/n tirou uma garrafa de vinho.

Jaehyun pôs uma mão na boca para esconder um sorrisinho. Ele deixou o salgadinho de lado e se levantou, e indo parar direito na superfície "segura" do terraço. S/n o olhoi confusa, mas logo vira ele esticando os braços para ajudá-la.

- Vem! - ele disse sorrindo.

Ela deu se ombros e desceu sozinha.

- Tá doido, seu panaca. - e ela ria sozinha zanzando para o meio do local.

E ele foi atrás atordoado, mas ria. E então correu atrás dela, do nada. E que no embalo - por trás da outra - aproveitou para abraçá-la. Aproveitou para "matar as saudades". S/n ria ao sentir sua cintura ser cutucada constantemente, o que a distraiu do seu objetivo: abrir a garrafa de vinho. E eles andavam, ele abraçando ela, e ela tentando abrir a garrafa, mas ambos riam. E para ajudar, Jaehyun começou a mordiscar lóbulo da orelha dela, que fez cócegas, e que atraoalhou S/n.

- Dá pra parar? - ela fingia não gostar, mas se contorcia gostando.

Ele ria ainda com os dentes pressionados nela, e com os braços ao redor dela. S/n jogou a cabeça para trás rendendo-se. E ele, aproveitou para beijá-la. Beijar o pescoço dela; descendo até o ombro, e descontando na cintura da mesma. E agora S/n sabia o peso real da mão dele, que aparentemente eram delicadas, mas na verdade, são bem brutas. Ela estava com a cabeça deitada no ombro direito dele, enquanto ele continuaca descendo os beijos e os variando de um lado para o outro. Ele passou as mãos para a barriga dela, juntando eles, não deixando nem um espaço, o que parecia um abraço desajeitado. Ele acariciava a barriga de S/n e ela, com uma das mãos livres, começou a retribuir o carinho sobre o dorso da mão dele. Ambos estavam rindo, mas estavam gostando. E de algum jeito, S/n finalmente conseguiu abrir aquela garrafa. E ela se virou, e o olhou intensamente.

- Abra a boca! - ela disse e ele a olhou risonho.

Ambos riam do que ela havia dito. Mas Jaehyun abriu a boca, e ela despejou o líquido ali mesmo. O que não demorou pra ele engolir e pegar a garrrafa, fazendo o mesmo com ela. E então, não demorou para os dois ficarem bêbados. Bêbados em New York City... 

Mas a essa altura, já estavam também, esparramados no chão, rindo de vários nadas. De absolutamente nada. Mas Jaehyun não ajudava, ele queria sempre estar em contato com ela, e aproveitava o agora e fazia cócegas nela, que ria descontrolada também.

- Você tem que parar... - ela entrelaçou seus dedos nos dedos impacientes dele.

Ele a olhoi confuso, e ela segurou um risinho. S/n, ainda de mãos dadas a ele, subiu e acomodou-se no colo de Jaehyun. E então, rindo, fazendo gracinha, e fazendo ele rir, por fim, o beijou. 

To be drunk and

in love in NYC.












Notas Finais


no caso eu sou a sn q tem tara por mãos e mto pela a do yoonoh, tipo, q mãos lindas (???))?? me cancelem okok nn sei admitir nada e nn supero ljkkkkjk


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