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História ' little game. - jangtag. - Capítulo 1


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Notas do Autor


meu shipp preferido do golden child, vi uma fotinha do youngtaek todo neném e não aguentei.. k
eu não tenho jeito pra essas coisas e peço desculpa por ser mt soft(?)
espero que gostem dessa os e dêem muito amor a golden child 💘

Capítulo 1 - .one


Fanfic / Fanfiction ' little game. - jangtag. - Capítulo 1 - .one


bae seungmin estava ao lado de youngtaek, sequer notou ainda as sem vergonhices dele, mas por ser algo evidente demais acabou percebendo.

seu olhar seguiu o de fios azuis, o garoto passava as mãos em seus cabelos e mordia os lábios, como se quisesse chamar atenção de alguém para lhe devorar o quanto antes. o loiro franziu o cenho e seguiu o olhar para o tal "alguém", e não se surpreendeu quando viu jangjun do outro lado da pista vidrado, mesmo que discretamente – ele jurava –, no rapaz sem vergonha. 

seungmin riu, e sim, aquelas coisas eram totalmente sem vergonha e o local estava cheio de pessoas, pessoas estas que contrário dele, não reagiriam com sorrisos e sim uma denúncia e adeus o grupinho que eles tanto amavam fazer parte. socou fraco o braço do mais velho, recebendo um gemido dolorido em troca.

– deixa pra se comerem quando chegar no hotel, pelo amor de deus! vocês são uns nojentos. 

taek riu, suas bochechas ficaram vermelhas automaticamente. contrário do que era com jangjun, escondia uma timidez em seu coração que atropelava sempre, porém, ela sempre voltava para lhe assustar uma hora ou outra.

deu uma última olhada no lee, ele continua vidrado em si, mas agora com um sorrisinho de "eu te avisei".

– conversaremos em casa! – não saiu um som, mas jangjun entendeu o que foi dito pelo son. estava ansioso para a tal conversa.


– se não parar com essas coisas, as pessoas vão perceber e isso é muito perigoso para vocês dois e para o grupo. – bong jaehyun ditou a bronca para jangjun, mas quem disse que ele se importa? apenas riu, ninguém nunca iria notar e se fizesse, não teriam coragem suficiente para denunciar.

– ele é muito sem noção.

– você também – bong respondeu. – onde já se viu, garoto? não controla nem o próprio pau, fica o tempo inteiro com essa cobra balançando. isso é horrível, o que as goldenness vão pensar da gente?

jangjun adorava as broncas de jaehyun, contrário de daeyeol, ele era bem humorado e sempre vinha com aquelas gracinhas.

– as goldenness eu não sei, mas que eu vou pegar o youngtaek e deixar ele uns dias sem aguentar pisar num palco, ah, se vou... 

jaehyun sentiu ânsia de vomito, o que fez o lee rir de sua cara de "porra é essa, cristão?"

– espero que eu não ouça nada dessa vez, viu? se não eu entro no mesmo quarto que vocês e os jogo pela janela.

– você entra pra festa também, que eu sei.

– sinto muito, querido amigo. eu não curto a mesma fruta que vocês, mas sintam-se a vontade. – já saiu dali antes que jangjun iniciasse novamente o papo de "um trisal gostosinho", estava cansado de ouvir aquelas asneiras. mesmo que sua heterossexualidade fosse permanente, jangjun falava de um jeito que o fazia contrariar a própria doutrina. loucura, agora entende porquê youngtaek é tão louco por ele, difícil não se corromper a tal pecado. 


todos tomaram seu banho e estavam no sofá assistindo um filme. o pequeno seungmin se aconchegava entre os braços de bomin, o carinho que ganhava no cabelo acabou lhe adormecendo. estava cansado. todos aliás.

mas uma energia entre jang e tag ainda esquentava o ambiente, as mãos do mais velho não largava a coxa do azulado, o mesmo mordia as unhas e prestava atenção no filme, ou pelo menos tentava.

daeyeol estava de olho nos dois, seu sangue fervia de medo. o coitado morria só de imaginar a staff/manager pegando aquela safadeza.

ninguém dizia nada pelo costume.

– vou ter que sair pra levar minha mãe ao hospital, ela acabou passando mal. – a manager chegou do nada, sorte que ela não percebeu o tapa que dae acertou na mão de jangjun para que ele desgrudasse de youngtaek. – se comportem! não são mais crianças, eu volto já.

– sim – disseram todos. 

parece que acendeu uma luz, jangjun olhou para youngtaek com um grande sorriso. os outros meninos já reviraram os olhos.

– vão logo antes que ela chegue. – disse jibeom. – a gente fica de guarda.

– a gente vírgula – joochan levantou as mãos. – vou assistir meu filme.

– vamos, vamos... – tag empurrou jangjun para que fosse logo para o quarto. 

os garotos observavam aquilo, não sabiam mais se sentiam medo ou achava uma puta falta de vergonha.

de fato, as duas opções.


a porta fora fechada e trancada à chaves, as costas de youngtaek foram grudadas nela e beijos foram desferidos por seu pescoço. jang estava faminto, os corações batiam tão forte que podiam estar em sincronia.

– por que você fez aquilo?

– pra mostrar que você não resiste a mim. – respondeu entre sussurros. mordeu o próprio lábio inferior quando o lee rosnou, seu corpo quente a espera do que viria ansiava pelas mãos que finalmente estavam lhe tocando.

– não precisa ser em público, não é?

– em público é ainda melhor – taek se virou de costas, esfregando sua bunda sob a ereção já formada do outro, sorriu de canto, não era tão forte assim quanto dizia. – está duro feito pedra, eu posso cantar vitória.

– você vai cantar meu nome, bem gostoso. eu vou te pegar da forma que você vai pensar duas vezes antes de me provocar em público. me ouviu?

nada foi dito pelo mais novo, esse apenas gemeu em resposta e teve seu corpo virado de frente novamente. seus lábios foram tomados com impiedade, sugadas que amoleciam suas pernas e seus cabelos sendo puxados pela mão bruta do castanho, o derreteu inteiro.

tomou a ousadia de adentrar a roupa do rapaz e agarrar seu pau iniciando no mesmo momento uma masturbação desajeitada, seu raciocínio estava lento, jangjun era sua droga. sentia seu corpo tremer pela tensão que pairava o local devido ao ar de comando que o lee exalava.

– ajoelha. 

aquela ordem lhe arrepiou dos pés a cabeça, não esperou muito para obedecer logo estando de joelhos frente ao outro. suas costas ainda na porta, observou cada movimento feito por jangjun, suas roupas foram jogadas longe, ele agarrou o próprio pênis e guiou aos lábios de taek.

o menor teve segundos para preparar a si mesmo, encarou os olhos do outro e abriu a boca, suas mãos seguravam a barra da própria camisa. ele não era louco de ditar ou tocar em auto benefício com a intenção de fazer do seu jeito naquele momento, jangjun estava enfurecido, e gostava assim, o jeito que ele fodia sua boca para descontar as provocações era única, por isso fazia sempre. esperava o momento que seria "punido" como nos seus pensamentos curiosos.

não demorou muito para o lee estar estocando a boca pequena sem dó, o mais baixo gemia e sentia lágrimas escorrerem por seu rosto de bochechas quentes. suas mãos tocavam a si mesmo discretamente por dentro das roupas, tão dolorido e doido para chegar ao ápice.

jangjun agarrou os fios azuis com força e se manteve dentro daquela cavidade, estocando lentamente e fundo passo que seu orgasmo se aproximava. gemeu arrastado e um arrepio tomou-lhe, deixando seu corpo fraco pelo orgasmo. 

– porra...

se retirou da boca alheia, segurou o queixo do seu pequeno e observou a situação que o deixou. aquela era sua imagem preferida. youngtaek lambia os próprios lábios retirando os vestígios de porra. passou a destra sobre a bochecha e se ergueu do chão. em passos quase apressados foi até a cama, ainda estava quente e queria gozar. choramingou baixinho e retirou as próprias roupas, mantendo-se apenas de cueca. era sua insegurança.

– tira isso, amor. 

– vem, por favor...

se arreganhou, apoiando-se nos braços dobrados. sentia seu pau pulsar dolorosamente, gemeu baixinho e ansiou a vinda de jangjun a seu encontro. 

agradeceu quando o mesmo se aproximou, e sem vergonha alguma ou hesitação resvalou os dedos pelas coxas grossas do mais baixo. se posicionou entre suas pernas e deixou beijos por cada canto de seu corpo.

taek não aguentava mais tanta tortura, e não podia nem gritar um pouco, não se imaginava olhando nos olhos dos amigos depois de gemer com depravação. teria que se comportar caso não quisesse ser ainda mais mal visto. e parecia que jangjun não dava importância, afinal, mordia seu pescoço e chupava sem dó nenhuma, buscava pontos sensíveis para marcar enquanto taek derretia-se em gemidos silenciosos, lágrimas e tremedeiras causadas pelo prazer absurdo.

– me chupa, logo, junnie.

– eu quero te foder.

– então fode logo, pelo amor... eu não aguento mais...

– e se eu te fizer gozar só com toques, hm?

– oh, céus! quanto pecado eu estou pagando...

– lembre-se disso quando for me provocar em público.

prometeu lembrar, mas quando aquilo passasse ele se vingaria. tirou a última peça de roupa que lhe sobrava, deu atenção a si mesmo antes que explodisse e recebeu um tapa em uma das coxas. tão estalado que talvez pôde ser ouvido pelos que estavam lá fora.

– não faça isso. – manhou, se contorcendo inteiro ao sentir a carne arder.

– você gosta tanto... – apertou a parte superior a marca, ficou vermelho. sugou o mamilo esquerdo do baixinho, achando incrível como ele se segurava para não gemer alto. – não faça isso também. – devolveu.

– j-jang... 

ele nem tentou contrariar, apenas deixou. jangjun pressionou o polegar sobre a glande avermelhada, um gemido mais alto que os demais fora ouvido, realmente, pelos garotos lá fora. jaehyun queria iniciar uma oração de tão estranho que parecia ser para si ouvir tais coisas.

youngtaek novamente estava em lágrimas, pelo motivo de estar sendo chupado tão bem. jangjun não tem um defeito, e isso conta o boquete maravilhoso que ele paga, enchendo de curiosidade o rapaz menor de onde ele aprendeu aquilo. consigo não foi, era tão inexperiente. 

jangjun engolia tudo com vontade, se arrepiava pelos gemidos sofrêgos do pequeno, era tão sensível que dava a ele mais vontade de fazê-lo sofrer com toques, tapas e puxões.

– tão sensível, amor

apertou os panos da cama, não podia tocar o maior, não podia se tocar, sequer sonhar com aquilo. aprendeu a controlar seus instintos e principalmente sua mente. foi uma tarefa difícil, mas tão gostoso que ele faria de novo.

obedecer lee jangjun, porém, era ainda melhor que qualquer coisa.

ele sabia como surpreender a cada foda, mesmo que fosse muito mandão e bruto, fora da cama ele continua sendo um ser maravilhoso. julgava estar apaixonado, já estava gostando de ser chamado de amor. 

agarrou o travesseiro e o puxou, sentiu o corpo inteiro tremer, tão quente que não resistia a gemidos altos. teve um orgasmo forte, se derreteu nos lábios de jangjun.

abraçou o travesseiro e se encolheu todo molinho, seu corpo ainda sofria espasmos, o sono logo veio. 

– bebê? 

– hm? – respondeu baixinho.

– posso dormir com você? 

pensou, pensou. mas mesmo que a resposta coerente fosse um não, acabou aceitando. 

jun se agarrou ao corpo pequeno carinhosamente jogando a coberta sobre os dois. fez carinho no cabelo do son e beijou o topo de sua cabeça, não demorando a pegar no sono junto a ele.


Notas Finais


fofis??
queria o jangjun pra mim sofro tendo ele como ultimate, não tem 1 neurônio mas eu amo muito
conheçam meus filhos: https://youtu.be/UjkNOC9h3_g
bebam água, lavem as mãos e se cuidem. 💘


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