História Meu pecado - Namjoon (Incesto) - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, J-hope, Jimin, Jin, Jongup, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Zelo
Tags Incesto, Irmãos, Namjoon, Proibido
Visualizações 478
Palavras 815
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🔀🔀 Desculpe qualquer erro ❤❤

🔀🔀 Boa leitura ❤❤

Capítulo 30 - Está perto


Gup: Quem te deu isso (S/N)? Se isso for uma brincadeira saiba que não tem graça.


(S/N): Zelo.


Gup: O que tem ele?


(S/N): Ele estava aqui, ele me jogou escada a baixa e acho que quebrei o braço, está doendo muito.


Gup: Deixa eu ver.


Estiquei meu braço e senti seus dedos apertando o mesmo. Soltei um grito abafado por minha mão ao sentir ele apertar perto do meu pulso.


Gup: Vou te levar para o hospital.


(S/N): NÃO, temos só 24 horas para achá-lo.


Gup: Acha que isso é real? E se for uma armadilha?


(S/N): E-Eu preciso achar ele Gup. Nem que eu faça isso sozinha.


Subi as escadas correndo e fui em direção a enfermaria, peguei uma faixa e enrolei em meu braço apertando bastante. Algumas lágrimas de dor escorriam por minha bochecha. Escutei a porta ser fechada, olhei para trás e vi Jongup parado na porta.


Gup: Se for uma armadilha? Ele pode estar te enganando (S/N).


(S/N): Então eu preciso ver isso com os meus olhos. Se não for ajudar vai embora.


Gup: Eu vou te ajudar.


(S/N): Temos que nos dividir. Vá para o Centro eu vou para o lado da sua casa.


Ele assentiu e me ajudou a terminar de enfaixar meu braço. Nos despedimos e cada um foi para um lado, sem dicas, sem pistas, era como procurar uma agulha no palheiro. Fui em direção a casa de Jongup, tudo o que eu queria naquele momento era que aquelas fotos fossem reais.


[.....]


Horas se passaram, o céu já estava escuro e as ruas estavam iluminadas pelas pequenas luzes dos postes. Meus pés doíam dentro do tênis, minhas pernas já não tinha mais força para sustentar meu corpo. Me sentei na beirada da calçada e baixei minha cabeça olhando as pedrinhas no chão, até que meu celular vibrou.


_ Está perto meu amor, continue procurando. 


Olhei para os lados procurando por ele mas não havia nem um sinal de vida naquela rua. Me levantei com dificuldade e comecei a andar, eu olhava para trás a cada dois minutos com a sensação de estar sendo seguida, mas em todas as vezes não tinha ninguém me seguindo.


Continuei andando até que cheguei em uma rua sem saída, somente uma casa me chamou atenção. Na frente da casa havia uma coroa de flores porém a casa se encontrava totalmente escura e parecia ser bem antiga. Me aproximei da casa e vi que a porta estava aberta, bati na porta mais ninguém respondeu, escutei um barulho vindo do segundo andar, bati mais forte na porta mas ainda não havia respostas, entrei na casa e tentei acender as luzes porém não havia luz.


(S/N): Olá. Tem alguém em casa? Oi? 


Quando decidi ir embora escutei um barulho de garrafa caindo no andar de cima, peguei meu celular e mandei o endereço e o número daquela casa para Jongup, apoiei minha mão no corre mão e subi as escadas nas pontas dos pés, a única luminosidade que havia na casa era a luz da lua que entrava pelas janelas. Subi as escadas chegando em um grande corredor, aquela casa parecia ser abandonada a anos, o cheiro forte de mofo, o chão estralava a cada passo que eu dava, a casa totalmente vazia, sem nenhum móvel apenas poeira e teias de aranha, porém uma coisa me chamou atenção, no fundo do corredor pude ver um feixe de luz vindo de baixo de uma das portas. Engoli seco e segurei a maçaneta tentando criar coragem para abrir, girei a maçaneta e vi muitas caixas empilhadas, uma garrafa no chão e uma única cadeira jogada no canto do cômodo. A porta bateu com força me fazendo dar um pulo de susto, olhei para trás e senti minhas pernas bambearem, em minha frente uma figura com a roupa toda preta, um boné que tampava seus olhos e uma máscara branca tampando o resto de seu rosto.


(S/N): Cadê ele? Eu sei que é você Zelo. 


Z: Ah (S/N) você é tão ingênua. Achou mesmo que ele estava vivo? Você viu ele morrer em sua frente, viu ele morrer por sua culpa.


(S/N): NÃO, ELE MORREU POR SUA CULPA, VOCÊ É UM MONSTRO.


Z: CALA A BOCA.


Tentei sair do quarto mas assim que passei por ele meu braço foi puxado com força.


Z: Onde pensa que vai princesa? 


(S/N): Para o mais longe o possível de você.


Z: Não vai mesmo.


(S/N): E quem vai me impedir? 


Z: Eu.


Dito isso senti uma pancada forte em minha cabeça e meu corpo ter contato com o chão gelado, depois disso tudo o que eu vi foi escuridão.


[.....]


Abri meus olhos e vi que estava amarrada naquela cadeira velha, minha cabeça latejava, meus pulsos ardiam. Me debati tentando soltar das cordas mas tudo o que eu conseguia era machucar ainda mais meus pulsos e tornozelos.


Escutei a porta ser aberta lentamente, continuei olhando o chão até que um arrepio corre por meu corpo ao escutar sua voz.


_ (S/N)?


Olhei para ele e pude ver seus olhos marejados.


(S/N): Namjoon.



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