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História ; once upon a time - hyunin - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


oioi
olha eu aqui de novo iniciando mais uma história e depois sumindo por um tempinho...... enfim, juro juradinho que vou tomar vergonha na cara e me organizar pra voltar a postar cada fic que iniciei

espero que gostem, decidi escrever essa fic pq tava revendo ouat.. bons tempos

boa leitura, meus amores <3

Capítulo 1 - ; eu sempre irei te encontrar.


Fanfic / Fanfiction ; once upon a time - hyunin - Capítulo 1 - ; eu sempre irei te encontrar.

♡.

Acho que desde o primeiro momento que o vi, eu soube, mas principalmente ali, enquanto cavalgava desesperadamente por aquela floresta. Naquele momento, eu tive certeza absoluta que sempre iria encontrar Yang Jeongin independentemente de como fosse.

Talvez nossa história de amor seja menos usual do que as contadas anteriormente, sendo até um tanto cômica ou trágica, mas acho importante compartilhá-la...

Tudo começou em um dia normal para um príncipe, afinal não era fácil ser um, mas precisaria me acostumar. Stan Lee estava certo ao colocar em sua história que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. E naquele dia, minha enorme e cansativa responsabilidade era me direcionar até o mais novo castelo que dividiria com Yeji, esta que seria minha esposa em breve. Sim, eu iria me casar com alguém que não estava nem próximo a amar, sendo algo totalmente recíproco das duas partes.

Ah, o amor... Durante um tempo achei que teria esse luxo, até que as dividas do reino precisaram ser pagas e nada melhor do que unir seu herdeiro a um casamento arranjado com o reino rico vizinho, certo? Errado, mas era o que meu pai pensava. Minha mãe precisava concordar com o mesmo, mas no fundo eu sabia que ela tinha esperança que o amor surgiria no casamento com o passar dos anos, e foi por isso que antes de ver seu filho adentrando a tão sonhada vida adulta e saindo de casa, o entregou seu anel tão precioso, aquele que estava na família há anos, apenas esperando o momento certo para ser usado.

Seria um caminho longo de qualquer jeito então preferi ir pela estrada não tão usada, aquela dominada por trolls. Talvez você ache que são pequenos e inofensivos seres, mas não, são feras cruéis e que mais do que tudo, desejam riquezas. Que mal poderia ocorrer, não é mesmo? O sol governava o céu e haviam guardas escoltando a carruagem por todo o caminho, então minha mente estava vazia de preocupações sobre, sendo invadida apenas por pensamentos que envolviam minha vida que começaria a ser mais do que infeliz daqui alguns dias, até perceber que estávamos parados, e que minha noiva agora gritava a mim para que fizesse alguma coisa.

Ao sair daquela carruagem, pude ver um enorme tronco impedindo o caminho e, claro, sabia que havia algo de errado, pois não chovia há dias e, bom, estava óbvio que aquela árvore havia sido cortada há minutos atrás. Foi uma pena meu raciocínio não ter sido rápido o suficiente para entender que aquilo era apenas uma emboscada que custaria a bolsa que continha o anel dado por minha mãe. Apenas percebi a situação em que estava quando ouvi gritos vindos de Yeji e um vulto rápido o suficiente para pegar um dos nossos cavalos e fugir estrada a fora.

Vocês devem imaginar que fui atrás dos meus bens roubados, certo? Exatamente isso! Corri até o cavalo mais próximo e disparei em perseguição a pessoa que não conseguia identificar, pois estava coberta por uma enorme capa, o que não durou muito já que consegui me aproximar o suficiente e derrubar tal pessoa desconhecida no chão, a imobilizando e conseguindo ver seu rosto... Bom, e foi nesse momento.

Foram questões de segundos para meus olhos ficarem presos aos do garoto que se encontrava sob mim com um olhar tão penetrante, mas aí aconteceu de novo. Enquanto meu raciocínio era atrapalhado por traços tão angelicais, o ser nada angelical abaixo de mim conseguiu de alguma forma me atacar com uma pedra, ferindo uma pequena parte do meu rosto e fugindo com meu cavalo, mas não sem antes dizer algumas palavras:

- Até nunca mais, principezinho! – seu sorriso seria completamente apaixonante se aquele jovem não estivesse roubando peças importantes para mim.

E, após tal frase convencida, eu proferi as palavras que definiriam todo nosso relacionamento dali em diante.

“Não importa aonde vá, eu te encontrei!”.

E sim, eu cumpri minha promessa. Na manhã seguinte, após muita pesquisa, descobri o local que essa pequena raposa traiçoeira se escondia e consegui a capturar com minha armadilha. Ele foi pego por uma rede, ficando suspenso no ar e não podendo fugir, ou até me direcionar um de seus sorrisos presunçosos, era o que eu achava.

- Eu disse que iria te encontrar. Não importa o que você faça, eu sempre vou te encontrar. – era minha vez de contar vitória, e eu faria isso.

- Você jura que esse é o único jeito que consegue me capturar, principezinho? – e lá estava seu sorriso sarcástico.

- Você quer dizer capturar um ladrão? Então... É, sim.

Sinto que poderíamos fazer uma competição de quem era mais infantil.

- Você não parece nada com um príncipe de verdade! – debochou, me olhando dos pés à cabeça.

- Novamente corrigindo você, sou um príncipe, bem charmoso ou encantado, o que preferir.

- Não me importo muito com os adjetivos que te definem. Eu apenas quero que me solte daqui! – gritou, enquanto tentava de alguma forma romper as cordas firmes.

- Não sem antes você devolver as joias que me roubou. – o olhava determinado, notando seu sorriso crescer. – Por que está sorrindo?

- Eu vendi suas joias para os trolls, não estão mais comigo, então... Me solta daqui agora e vai atrás do seu tesouro, charmoso! – sorria de orelha a orelha, me vendo ficar vermelho com o apelido irônico.

- Não! Essa bolsa tinha um anel importante para mim!

- Por que você se importa? Deve ter um castelo cheio de anéis idênticos ou até melhores... – disse, revirando os olhos.

- Você não entendeu... Eu iria entregar esse anel para minha... Para uma pessoa que será importante.

- Claro! – começava a rir. – Casamento arranjado, né? Eu sei como as coisas funcionam, e você se casará por puro interesse nos dotes de sua noiva. Amor verdadeiro? Amor à primeira vista? Primeiro beijo? Isso tudo não existe, certo, principezinho? São tudo negócios.

- Isso não é da sua conta. Vou te explicar o que vai acontecer a seguir: vou te soltar, você me levará até quem comprou minhas joias e pegará meu anel de volta.

- E por que eu faria isso? – seu sorriso presunçoso me dava vontade de socá-lo, mesmo imaginando que isso deixaria aquele lindo rosto muito ferido.

- Porque você não gostaria que eu contasse a ninguém quem você realmente é. – sua feição havia mudado, me olhando com total atenção. – Como posso te chamar? Só príncipe Yang Jeongin ou prefere algum derivado de pequeno floco de neve procurado pelos guardas da rainha?

- E quem sou eu para interferir no seu grande amor verdadeiro em meio a esse casamento arranjado, não é? – sorria falsamente. – Agora me solta e te levo até seu precioso anel.

Enquanto andávamos por entre aquela floresta, notei que o pequeno possuía um frasco em formato de coração em mãos, contendo um pó acinzentado que se assemelhava a pó de fada, o que imaginei que não viria de uma fada boa, já que estava nas mãos de Yang Jeongin, o tão procurado príncipe da neve.

- Planeja jogar em mim e me transformar em um inseto, floquinho de neve? – disse, apontando para o frasco.

- Você não é tão importante ao ponto de usar isso em você. – disse, escondendo o frasco em seu bolso.

- E quem seria? A rainha?

- Sim, seria ótimo usar isso nela, já que ela já tentou me matar de várias formas e me persegue até hoje. – me olhava seriamente. – Sabe, eu estaria morto se o caçador que ela contratou para arrancar meu coração não fosse tão molenga..., ou você prefere bondoso? Desde então, faço de tudo para sobreviver.

- Até roubar?

- Olha, eu roubo apenas da rainha. Com você foi um erro, achei que a carruagem fosse dela. – andava na frente, tentando não me olhar. – Eu só preciso de dinheiro suficiente para ir embora para outro reino e viver em paz.

- Isso parece meio solitário... – disse, enquanto acompanhava seus passos.

- Um casamento arranjado também, príncipe. – se virou apenas para sorrir de forma irônica.

- Então... O que você fez para ela desejar tanto você morto? A irritou do mesmo jeito que faz comigo? – parei, esperando ouvir ainda mais seu lado da história.

- Ela me acusa de arruinar a vida dela. – parou, se virando para mim.

- E você fez isso?

- Sim. – a forma que Jeongin me olhou nos olhos, me fez acreditar fielmente que não, e que ele se arrependia mesmo sem culpa alguma.

Talvez durante o percurso o jovem com traços de raposa tenha tentado fugir, novamente me agredindo, e mesmo apesar disso, o salvei. Yang Jeongin só estava tentando sobreviver e eu o ajudaria de todas as formas que estivessem ao meu alcance.

- Por que você me salvou? – disse ofegante, parando próximo a nosso destino final.

- Era a coisa certa a se fazer. – o Yang me olhava com um pequeno sorriso, como se estivesse admirado com uma ação tão simples. – Pronto?

- O que?

- Para pegar o anel, estamos perto, certo? – disse, apontando para a ponte que Jeongin havia me descrito antes.

- Sim, claro! Charmoso, por favor, se mantenha de boca fechada. Os trolls que você imagina não são seres adoráveis, eles cortarão alguma parte sua na primeira oportunidade que tiverem.

Como devem imaginar... Sim, naquela época eu imaginava trolls como seres fofos, como os do filme, mas isso mudou ao ver alguns e precisar lutar com eles.

Resumindo essa parte da história: os trolls descobriram que sou um príncipe! Não! Espada, ferimento, soco, briga, “Corra, Yang!”, Jeongin tenta pegar seu pó de fada, machucado leve, consegue o pó, trolls viram insetos, pegamos o anel e saímos de lá.

- É, acho que podemos nos separar aqui. – disse, já avistando o castelo. – Bom, acho que talvez você precise desse dinheiro para viajar para outro reino. – o entreguei um pequeno saco com moedas de ouro que pegamos dos trolls.

- E você irá precisar do seu anel para o casamento arranjado. – disse, enquanto me entregava o anel.

- Esse anel seria o seu estilo? Sabe, você usaria? – observava o anel como forma de fugir daqueles olhos tão penetrantes.

- Só há uma forma de descobrir... – disse, pegando o anel de minha mão e colocando sobre seu anelar direito, o observando e sorrindo levemente. – É, definitivamente não é meu estilo, charmoso. Mas tenho certeza que sua noiva irá adorar. – concluiu, entregando o anel e sorrindo enquanto mantinha seus olhos grudados aos meus.

- Sim! É, se você precisar de mais, pode ficar com as outras joias da bolsa, eu só preciso do anel.

- Não precisa, nós dois conseguimos o que queríamos. – o Yang incrivelmente ainda sustentava seu sorriso, um agradecimento silencioso.

- Tudo bem, então se cuide, ok? E se precisar de alguma coisa, algum tipo de ajuda...

- Você irá me encontrar.

- Sempre. — podia parecer apenas algo automático, mas não era, a partir daquele dia, iria sempre desejar estar ao lado de Yang Jeongin.

- Eu quase acredito nisso. – disse, sorrindo e se virando para ir embora. — Até nunca mais, charmoso.

E eu me virei, andando como se não desejasse ficar e encontrar um anel que fizesse o estilo do frágil floco de neve. Era uma sensação estranha, não posso negar que na época não entendia nem um pouco o palpitar que o olhar de Yang Jeongin causava em meu coração. Mas agora sei, no momento entendo que desde a primeira vez que o encontrei e a estranha vontade de acha-lo aonde quer que fosse que surgiu em meu peito, foi o amor à primeira vista gritando alto, um amor verdadeiro e imediato. E sim, o encontraria novamente, pois ele não saiu de minha cabeça um segundo sequer após aquela despedida.



Notas Finais


e foi isso por hj!
espero que eu tenha conseguido passar uma vibe floresta encantada e etc.
bom, prometo não demorar muito com os próximos capítulos, dessa e das outras fics

beijocas e se cuidem


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