História ★ Opostos se Atraem ♥ - Capítulo 31


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Tags Ruggarol
Visualizações 75
Palavras 1.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 31 - Capítulo 31


1 mês depois...

Narração Karol

- Aí Valentina, não me deixa mais nervosa!- disse enquanto Valentina me ajudava a colocar o vestido.
Ela falava sobre várias coisa. Não só do casamento-que era hoje-, mas também da gravidez. Sobre o chá de fraldas, os nomes, os mêssarios, os aniversários...

- Tá bom miga, desculpa.- ela disse sorrindo.

- Valu, onde estão as sombras?- perguntou Carolina.

- Olha na estante.- Valu disse subindo o zíper.

Estávamos em uma casa de Praia. Já que o casamento seria na praia.
Valentina ajudou a mim e ao Rugge para escolher o lugar e acabamos decidindo praia.
Escutamos batidas na porta.

- Ruggero?- disse Valentina.

- Não.- Catherine. Olhei para Valentina que já me olhava. Assento.
Havia contado para Valentina sobre a minha "discussão" com Catherine. Ela disse que eu não devia ter me estreassado com isso que podia ter feito mal ao bebê. E por incrível que pareça, Ruggero disse a mesma coisa quando falei pra ele.

A porta se abriu e Catherine entrou no quarto em que estávamos. Ela me olhou de cima baixo e com um sorriso disse;

- Está parecida com a sua mãe.- retribui o sorriso. Ela se aproximou de mim.- Desculpa pelo que eu disse.

- Meio tarde não acha?- Valentina disse.- E se ela tivesse perdido o bebê?! Pensou nisso!?

- Valu...- disse a olhando.

- Sim, eu pensei. Por isso vim aqui te pedir desculpas.- a olhei.- Eu estava com medo.

- De quê?- perguntei a olhando.

- Podemos conversar a sós depois do casamento?- ela perguntou baixo.

- Eu vou pra minha lua de mel com o Ruggero.

- E quando voltam?

- Quando faltar dois meses pro bebê nascer.

- Claro, o bebê. Já souberam o sexo ou se são gêmeos?

- Queremos ter uma surpresa.- disse sorrindo. Ela sorriu.

- Sua mãe também queria. Como você cresceu Karol.- ela disse me olhando de cima a baixo.- Você se parece tanto com a sua mãe.- ela disse com os olhos marejados. Sorri e olhei para baixo.

- Vó, não me faz chorar!- disse a olhando. Ela riu e acompanhei.

- Tá.- ela disse sorrindo.- Te vejo lá.

- Até mais vó.- disse sorrindo. Ela saiu e olhei para Valu e Lina que estavam sentadas conversando.- Vamos termina?- perguntei indo até elas.

- Vamos!- as duas disseram se levantando.

Terminando a maquiagem calcei uma sandália rasteirinha- já que seria na praia e mais pés estavam um pouco inchados-, peguei o buquê e saímos.
Há minha espera estava Leonardo, o pai de Rugge. Ele disse que aceitava me levar até o altar pois me considerava como uma filha pra ele. Valu e Lina saíram em direção ao altar já que as duas eram minhas madrinhas.

- Pronta?- perguntou Leonardo sorrindo.

- Pronta.- disse sorrindo.
Começou a tocar "Vives en mí" em versão artística e soube que agora era a hora. Entrelacei meu braço no de Leonardo e caminhamos até um lindo tapete vermelho com uma trilha de rosas em cima.
Aos lados haviam bancos onde mais familiares-e amigos- e os de Ruggero estavam sentados. Lá na frente o altar com o padre, as madrinhas, os padrinhos e claro, meu marido. Ele estava sorrindo e não pude não deixar de sorrir também.

Quando finalmente chegamos ao altar, Leornado soltou meu braço e me abraçou. Retribui. Nos separamos do abraço e olhei para Ruggero que já me olhava. Ele pegou em minha mão e entrelaçou nossos dedos.

- Pronta, Sra. Pasquarelli?- ele perguntou apenas para mim escutar.

- Pronto, Sr. Pasquarelli.- disse sorrindo.

Quando chegou na hora dos votos Valentina gritou:

- Não me façam chorar!- todos riram. Olhei para Ruggero e no mesmo momento ele me olhou.

- Karol Sevilla... Pasquarelli- sorri.-, você chegou na minha vida muito inesperadamente e a mudou. Quem diria que por um esbarro eu conheceria a mulher da minha vida? Me apaixonei por você desde a primeira vez que pousei os olhos em você. E confesso; fui muito idiota de não perceber isso de primeira. Demorei duas semanas, mas valeu a pena. Tudo por você vale a pena. Se eu soubesse que tudo isso iria acontecer teria ido falar com você assim que me mudei pra Buenos Aires. Teria te procurando onde fosse só pra me apaixonar por você de novo. Quem diria que duas pessoas totalmente opostas uma das outras iriam acabar se apaixonado? Bem, você sabe que eu não acredito muito nessas coisas. Quer dizer, não acreditava. Você me mudou Karol. Me mudou de uma maneira que... nem eu mesmo acredito. Com você descobrir que me apaixonar não é besteira, aprendi a sorrir até nos momentos mais difíceis e aprendi a amar. Principalmete, a amar. E eu te prometo, ser o melhor marido do mundo e o melhor pai.- meus olhos já estavam como uma piscina. Sorri e deixei uma lágrima escorrer.

- Todos que me conhecem desde pequena sabem que eu sempre pensei que iria conhecer um príncipe encantado, perfeitinho. E encontrei. Você pode até dizer que não, você não é perfeito, mas pra mim sim.- ele sorriu.- Você tem todas as qualidades que eu mais admiro; é alegre, verdadeiro, fiel, carinhoso e companheiro. Você sempre esteve do meu lado. Não importasse a hora ou quando. Você sempre esteve lá, do meu lado. Me dizendo; "Vai ficar tudo bem". Sempre me escutando. E olha que eu falo muito.- ele riu pelo nariz.- Mais a questão é; passei quase minha vida toda procurando um amor e ele estava bem debaixo do meu nariz esse tempo todo.- sorri.- Eu já te disse isso muitas e muitas vezes, mas... Eu te amo muito Ruggero Pasquarelli.- ele sorriu.

- Eu disse pra vocês não me fazerem chorar

Depois vieram as alianças e por fim, o padre perguntou;

- Karol Itizitery Piñas Ciñeros, você aceita Ruggero Pasquarelli como o seu legítimo esposo?

- Aceito.- disse sorrindo.

- Eu os declaro marido e mulher, pode beijar a noiva.- Ruggero se aproximou e me beijou. Correspondi. Paramos o beijo assim que o ar se fez necessário e consegui escutei os aplausos frenéticos de nossos familiares e amigos. Ruggero eu nós olhamos e sorrimos.

Já havíamos partido o bolo, batemos várias e várias, dançamos a famosa dança tradicional entre os noivos, trocamos de roupa- que eu agradeço muito porque aquele vestido fazia muito calor- e agora estávamos falando com os nossos amigos e familiares.

- Sra. Pasquarelli.- disse Valentina. A olhei e sorri. A mesma se aproximou e me abraçou. Retribui.- Parabéns.- ela disse ainda no abraço.

- Obrigada Valu.- disse sorrindo. Nós nos separamos do abraço.

- Sabe pra onde vão?- ela perguntou ainda sorrindo.

- Não, o Rugge não me contou.

- Ah, então eu não posso te contar.

- Você sabe?!

- Claro que sei! Eu ajudei a escolher.

- Valentina Zenere, eu...- senti dois braços se envolverem em minha cintura e sorri.

- Vou deixar vocês a sós.- Valentina disse se retirando em seguida.

- Como está se sentindo, Sra. Pasquarelli?

- Muito bem- me virei para olha-lo.-, Sr. Pasquarelli.- ele sorriu e me deu um selinho demorado.- Mais sabe como eu me sentiria muito melhor?- perguntei sorrindo.

- Como?

- Você me contando pra onde nós vamos na lua de mel.- ele negou com a cabeça sorrindo.- Por favor!

- É uma surpresa.- ele disse me puxando pela cintura. Envolvi meus braços em seu pescoço.

- Vai amor, só uma pista!

- Você já foi pra lá.

- Diminuiu a lista em quase duzentos países.

- Sr. Pasquarelli, o carro já está pronto.- disse um homem de terno aparecendo ao lado de Ruggero.

- Obrigado por avisar.- Ruggero disse o olhando. Ele me olhou.- Vamos?

- Vamos.

- Tomem cuidado.- disse Catherine nos olhando.

- Vamos tomar vó, prometo.

- Prometo cuidar muito bem dela.- Ruggero disse a olhando.

- Como a sua vida.

- Quando vocês voltam?- perguntou Antonella.

- Dois meses antes do bebê nascer.- digo a olhando.
O carro que estava logo atrás de nós buzinou.

- Vamos amor?- disse Ruggero. O olhei e assenti. Abracei todos que consegui.

- Se cuida.- Michael disse quando estávamos ainda no abraço. Nos separamos do abraço.

- Seu ou sua afilhada vai ficar bem, eu prometo.- disse sorrindo. Ele sorriu. Fui até o carro que Ruggero me esperava ao lado na porta já aberta. Entrei no carro e Ruggero em seguida fechando a porta.

O Sol já estava se pondo dando uma linda vista de um horizonte alaranjado. Várias pessoas acenavam para nós. Acabei de volta. Assim que o carro deu a partida olhei para Ruggero e sorri.

Não foi uma grande caminho até o aeroporto, mas estava sentindo muito sono-mais que o normal- e acabei dormindo no carro. Acordo com Ruggero me chamando. Descemos do carro, pegamos nossas bagagens e entramos no aeroporto. Por sorte, o avião já havia chegado. Fizemos o Chek-in e fomos até o voo.

olhei pela janela o avião deixar o chão e assim que vi apenas as nuvens, olhei para Ruggero.

- Está se sentindo bem?- ele perguntou pegando em minha mão.

- Estou.- ele entrelaça nossos dedos.- Só pensando.- disse olhando para as nossas mãos unidas.

- Quer outra pista?- o olhei e assento. Ele sorriu.- Nós já fomos lá. Mais você gostou tanto que achei que seria um ótimo lugar pra passar nossa lua de mel. Também a Valentina...

- Paris?- perguntei sorrindo. Ele sorriu.- Amor...- lhe dei um selinho demorado.



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