História " Our marriage of lies" - Capítulo 4


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Paulicia
Visualizações 83
Palavras 1.012
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um! "," Porque tô empolgada

Capítulo 4 - Capítulo quatro


Fanfic / Fanfiction " Our marriage of lies" - Capítulo 4 - Capítulo quatro

Capítulo quatro

Paulo pov's

Não eram nem oito horas da manhã e minha mãe já estava em meu quarto me perturbando sobre o que eu iria vestir na comemoração idiota do aniversário de Alícia.

Paulo: Fala sério,eu não vou a essa festa.- volto a me cobrir com o edredom e minha mãe o tira de cima de mim.

Lilian: Você vai sim senhor,meu filho.- ela afirma.- Já comprei até sua roupa.

Paulo: Quê?- me viro para ela.- Nem pensar! Você não sabe escolher roupa pra mim, mãe.

Lilian: Ah,mas eu sei sim! E não venha me chamar de cafona,pois sou muito atenada a moda, não esqueça que sou uma socialight,meu filho.

Paulo: Ah,tá.- Reviro os olhos.- E o que comprou?- me dou por vencido,sabendo que ela não pararia de me encher enquanto não me convencesse a usar a maldita roupa.

Lilian: Como é uma ocasião mais íntima,apenas para familiares,escolhi um look mais despojado que é sua cara.- ela tira da sacola de compras algumas roupas e às joga sobre mim.- Veja,temos uma calça jeans com corte reto e lavagem escura (sem detalhes nos bolsos ou desbotados) com uma camisa social. E esse sapatênis lindo,que mamãe comprou pra você.- me mostra os sapatos.

Paulo: Tá,tudo bem. Agora posso dormir?- questiono,pegando o edredom do chão.

Lilian: Não, não pode porque o Mário está lá embaixo te esperando.

Paulo: Tem quanto tempo?- coço a cabeça.

Lilian: Uns dez minutos, porque quqneo eu estava vindo para o seu quarto, ele chegou, e esqueci de te avisar,pois queria mostrar às roupas primeiro.

Paulo: Mancada, mãe... O cara deve tá há anos luz lá embaixo.

Lilian: Nadinha,ele ficou conversando com sua irmã.- ela diz sorridente.

Paulo: Tudo bem,eu já desço.- me levanto da cama,e vou me vestir.

*

Autora

Mário e Marcelina conversavam animadamente sobre qualquer coisa,eles se conheciam há anos e era nítido o interesse da pequena Guerra pelo melhor amigo do irmão, porém,este não notava e parecia está sempre aéreo vendo-a apenas como uma amiga. Qualquer um sabia da paixonite que Marcelina sentia por Mário,menos ele próprio.

Marcelina: Você bem que poderia vir hoje pra festa de aniversário da Alícia.

Mário: Não sei não,Marce... Acho que é uma comemoração mais íntima,coisa de família.

Marcelina: Não, quê isso,nada a ver! Você é o melhor amigo do Paulo, não vejo problema.- a garota insiste,torcendo para ele aceitar seu convite.

Mário: Vou ver, qualquer coisa te aviso.

Paulo desce às escadas e avista a irmã conversando com seu amigo,nem para ele era segredo que Marcelina era apaixonada por Mário desde que eram crianças.

Mário: Paulo,e aí,como tá?- o moreno se levanta,indo até o amigo.

Às famílias de Mário e Paulo também eram muito amigas, os dois se conheciam desde que nasceram e se tornaram melhores amigos. Mesmo a distância,sempre mantiveram contato, até porque Mário também fazia questão de pelo menos três vezes ao ano embarcar para Los Angeles para aprontar diversas com o Guerra.

Paulo: Tô bem,mano.- cumprimenta o amigo,e depois olha em direção a irmã caçula.- Marcelina,eu gostaria de falar em particular com o Mário...- a garota bufa e se levanta.

Marcelina: Ok, irmãozinho.- fala irônica.- E tchau, Mário.- pisca para o Ayala,que mais uma vez deixa passar.

Paulo: Ela não desiste, né?- Paulo brinca com Mário ,em relação a irmã.

Mário: Do quê?- o outro não entende.

Paulo: Nada,esquece.- o Guerra se senta e Mário faz o mesmo.

Mário: Mas,pois é... Mano,ainda não creio que cê vai casar em poucos meses. É sério isso? -fala descrente,pois pelo que conhecia bem do melhor amigo,ele em nenhuma circunstância de prenderia a alguém se casando.- Quando meu pai comentou lá em casa,quase não acreditei.

Paulo: É,poucas pessoas estão sabendo ,mas logo estará a tona que o "O filho do famoso engenheiro Roberto Guerra, está noivo e prestes a se casar".- fala com desdém.

Mário: Eu sabia que havia algo por trás disso.- se levanta e olha sério para Paulo.- Você não tá se casando por livre espontânea vontade, não é?

Paulo dá um longo suspiro de frustração e balança a cabeça negativamente.

Mário: Ah,mano,o que tá havendo?

Paulo: Eu quase joguei o sobrenome da minha família na lama,como você mesmo sabe,aprontei muito em Los Angeles,e agora,para reverter essa situação,meus pais acham que só me obrigando a se casar poderá resolver tudo.

Mário: Ok,eu acho uma idéia idiota.

Paulo: Então,mas quem disse que eles concordam?

Mário: Tá,mas com quem eles querem te casar?

Paulo: Você não vai acreditar.

Mário: Quem?- pergunta curioso.

Paulo: Cara,eu vou ter que casar com a Alícia Gusman!- coloca a mão no rosto.

Mário: Não,pera aí, sério?- o Ayala fica pasmo.- Porra, sério mesmo?- pergunta sem acreditar.- Por que ela? Admito quem era uma Olívia Palito com os dentes de abrir garrafa,ela tá uma gata,mas... Por que ela?

Paulo: Meu pai cismou que tem que ser ela,e isso me enche de ódio?- o Guerra fala com raiva,ao se lembrar que hoje a noite teria de enfim voltar a vê-la.

Mário: Tirando o fato de está sendo forçado a casar,qual seu problema com ela?

Paulo: Ora, não se lembra o quanto nos odiávamos quando crianças?

Mário: Sei,mas isso foi há anos, não me diga que ainda carrega mágoas?- o Ayala pergunta com uma leve ironia.

Paulo: Olha associando o fato deu nunca ter ido com a cara dela, meu pai sempre a usou como exemplo para mim,vive nos comparando,diz que preferia a ela do que eu... Eu a odeio com todas às forças!

Mário: Poxa,a situação é mesmo séria.

Paulo: Você nem imagina,e o pior,hoje terei de voltar a vê-la.

Mário: Não seja idiota,Paulo,veja pelo lado bom.- surgem uma certa malícia nos olhos do Ayala.

Paulo: Ô Mário Bross, e qual seria esse lado "bom"?

Mário: A Alícia é uma gata, você pode tira proveito disso.- diz perverso.

Paulo: Você tá louco? Não a suporto.

Mário: Meu amigo, não seja idiota.- segura o ombro de Paulo.- O amor e ódio caminham lado a lado, parceiro... Essa tensão sobre vocês,pode levar a algo...

Paulo: Ah, não inventa.- retira a mão de Mário de seu ombro,e se levanta.- Quero distância dessa garota,apenas isso. Mas se bem que você me deu uma ideia.- um sorriso perverso surgem em seus lábios.

Mário: O que pensa em fazer?

Paulo: Quando estiver casada comigo,a pobrezinha vai está em minhas mãos,e farei questão de fazer ela pagar por tudo que tem me feito passar mesmo que indiretamente.


Notas Finais


Obrigada a todos que comentaram e favoritaram! Já os amo.❤
E desculpa os erros de português, pontuação.. sou amadora e não sou boa nisso! Rsrs


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