História • Someone else • satzu • - Capítulo 14


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Categorias TWICE
Personagens Sana, Tzuyu
Tags Satzu
Visualizações 105
Palavras 499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leiam minha outra fanfic: Sweet sister.

Capítulo 14 - Dance the night away



Continuação...

 

 

O táxi parou.

 

Um quarteirão de distância do carro. 

 

O pai de Tzuyu parou em frente a uma casa.  

 

Deve ser ali.

 

Pensei. 

 

Era pequena, porém, bonita. 

 

Avistei a massaneta girando. 

 

O coração tornou a querer pular da boca. 

 

Mas ele parou na garganta. 

 

Ao ver a cena. 

 

Uma mulher jovem. 

 

Saiu da casa. 

 

Beijou os lábios do pai da minha garota. 

 

E o agarrou pela camiseta.

 

Puxou-o para dentro.

 

Mas, o que? 

 

 

 

...

 

Algumas horas depois. 

 

Estava sentada na calçada da casa vizinha. 

 

Escondida pelo murinho. 

 

Atordoada pela ideia de que, o pai de Tzuyu era um traidor. 

 

Mas, não era novidade. 

 

Ele não tinha caráter. 

 

Diferente de Tzuyu. 

 

Ela era a garota mais doce do mundo. 

 

Suspirei. 

 

A barriga roncava. 

 

Puxei uma barrinha de cereal da bolsa. 

 

Ouvi a porta da casa do lado batendo. 

 

O pai de Tzuyu. 

 

Levantei rapidamente.  

 

Ele pegara o carro e estava partindo em direção a outro lugar. 

 

Me desesperei. 

 

Eu precisava segui-lo. 

 

Comecei a correr na direção do carro. 

 

Ele não andava muito rápido. 

 

Alguns quarteirões dali. 

 

Parara novamente. 

 

Dessa vez em uma casa maior. 

 

Era ali. 

 

Avistei uma janela com cortinas roxas. 

 

Sorri imaginando a menina dos cabelos escuros dentro daquele quarto. 

 

Me escondi atrás de uma árvore. 

 

Enquanto ele pegara suas coisas. 

 

Entrou dentro da casa. 

 

Analisei cada detalhe do lugar. 

 

Havia uma árvore debaixo da janela com cortinas roxas. 

 

"Espero que eu não me machuque."

 

A noite estava caindo. 

 

Ruas escuras. 

 

Ninguém mais passava por lá. 

 

Por um lado, alívio. 

 

Por outro, medo. 

 

Conseguia observar a luz acesa da sala atrás da porta principal. 

 

Depois de algum tempo. 

 

Ela se apagou. 

 

Foram dormir. 

 

Pensei. 

 

Era minha hora. 

 

Arregacei as mangas da blusa. 

 

E guardei tudo o que tinha em minhas mãos na mochila. 

 

Devagarinho, me aproximara da casa. 

 

Agaixei no chão. 

 

Peguei algumas pedrinhas e guardei no bolso. 

 

Algumas vezes, escutara barulhos. 

 

Paralisava de susto. 

 

Conseguira subir até metade da árvore. 

 

Estava muito frio. 

 

E meus dedos doiam. 

 

Faltava pouco. 

 

Conseguia ver atrás da janela. 

 

A cortina roxa aberta. 

 

Um abajur aceso. 

 

E ouvira um... choro? 

 

Meu coração já estava acelerado. 

 

Rapidamente peguei as pedrinhas em meu bolso. 

 

Joguei uma na janela. 

 

O choro cessou. 

 

Joguei outra. 

 

Vi uma movimentação. 

 

Mas nada dela. 

 

Joguei novamente. 

A imagem de uma garota com os olhos encharcados e narizinho vermelho surgira naquela janela. 

 

Estava escuro. 

 

Mas eu conhecia a minha menina. 

A garota dos meus sonhos, e agora, da minha realidade. 

 

Não pude deixar de sorrir. 

 

E não pude deixar de soltar uma lágrima. 

 

Ela foi dizer algo. 

 

Fiz um sinal com a mão. 

 

"Xiiiiiiiiiiu..." 

 

Ela ficou quieta, e abriu lentamente a janela do seu quarto. 

 

Qualquer euforia. 

 

Poderia nos colocar em risco. 

 

Senti sua mão tocar a minha, me dando impulso para entrar em seu quarto. 

 

Não pude resistir. 

 

Nossos lábios instantâneamente se tocaram. 

 

Um beijo de saudade. 

 

Esquecera da sensação que era beijar Tzuyu. 

 

Nosso beijo foi quebrado. 

 

Quando uma voz ecoou pelo corredor. 

 

Ele estava vindo.

 

 


  Continua...

 

 



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