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História 1, 2, 3! Action! - Changhyunlix - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


oi, como vao? quanto tempo, hm? dez dias, eu acho. eu sinceramente nao tenho nada a dizer sobre o capitulo, tampouco da historia. OAO! e so isso. boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo O2


HyunJin [20:25 PM]:

o número do changbin:

{contato}

salva o contato e escreve na tua a gente pra caso alguma coisa aconteça.

[20:27 PM]:

e esse é o endereço dele:

{fixado}

faz a mesma coisa.

já disse nossos nomes e já mandei seu contato pra ele também.

amanhã depois da escola nós vamos na casa dele.

...

E mesmo que contragosto, salvo o número do Seo e o endereço, não apenas no celular, como não estava com sua agenda por perto, acabou anotando na página do livro que lia. Esperava nunca precisar mandar mensagens para ele ou ir até sua casa em alguma emergência, porque sabia que aquilo também era apenas por precaução.

Não fez questão de responder o Hwang, ainda estava chateado com ele por ter dito “ou então divulgamos seus vídeos”. Mas que caralhos. Da onde que ele tinha tirado aquilo? Nunca achou que ele fosse fazer esse tipo de coisas ou pensar esse tipo de coisa, por mais tapado que ele fosse, e também nunca achou que si fosse aceitar entrar numa furada dessas. Admitiria que jovem não tem um neurônio se quer quando é para fazer besteira. Não é atoa que realmente dá merda depois na maioria das vezes.

Foi por isso que colocou a embalagem do bombom de café que estava comendo na folha que lia, como um marca página. Fechou o livro e o deixou com a maior calma do mundo no criado mudo ao lado da cama, desligou seu abajur e então se deitou, logo em seguida, se debatendo como uma criança mimada quando pede um brinquedo e não ganha, rosnando como um cachorro, para, então, quando parar, com a respiração completamente descompassada, ligar novamente o abajur e fingir ser uma pessoa completamente normal.

Sentou-se em sua cama, encostando as costas na cabeceira fofinha enquanto choramingava e apertava seu polvo roxo de pelúcia.

— Por que ele tem que ser tão idiota? — perguntou ao bicho de pelúcia, como se ele fosse responder com alguma sermão ou algo do tipo. Sabia que não, mas às vezes imaginava que sim. — Por que que eu tenho que ser amigo dele? — voltou a perguntar, acariciando-o como se fosse um bichinho de verdade. Ficou algum tempo olhando a pelúcia, imaginando diversas falas, como se fosse um algodão doce com vida. — Tem razão. — suspirou, negando com a cabeça enquanto o abraçava apertado. — Porque eu também sou um.

— É um o que, seu boboca? — Christopher, irmão mais velho de Félix, entrou no quarto sem bater, porque tinham intimidade o suficiente para que não se importassem com isso, com uma pequena vasilha cheia de uvas em mãos. 

Entrou no quarto, caminhando até o mais novo e se sentando na cama, oferecendo a fruta para ele.

— Idiota. — respondeu a pergunta dele, enchendo a boca de uva e choramingando em seguida enquanto mastigava e sentia elas explodindo, fazendo Christopher rir se si e bagunçar seus cabelos.

— Você só fala isso quando HyunJin faz alguma besteira. — ele o conhecia bem, tão bem que sabia que o assunto era sobre o amigo. — Não vou perguntar o que foi, mas você tem que parar de se achar um idiota quando ele faz bobagens. Sei que você tá apenas acompanhando, mas também sei que você não fez nada.

Na maioria das vezes não escondia nada do mais velho, até mesmo quando ele não queria saber o que acontecia por achar que não era assunto seu, mas mesmo assim, preferia contar. Confiava nele como ninguém e agradecia-o demais por sempre o aconselhar como podia, visto que seu tempo era corrido e vivia trancado dentro do próprio quarto fazendo trabalhos da faculdade. Ele era engraçado, às vezes não batia muito bem da cabeça, mas amava-o demais.

Às vezes via-o como um homem de cartola, roupas coloridas e extravagantes, com uma lupa enorme em mãos e os sapatos grandes e pontiagudos, mas ao invés de ser assustador, se tornava algo cômico. Sentia que ele lhe recomendava coisas, palavras, falas, caminhos e, principalmente, livros. Christopher lhe recomendava tantos que sua estante transbordava com. Ele sempre ia atrás, porque acreditava que tudo era para seu bem e conhecimento.

— Tem que parar de se autodepreciar, bobão. — ele disse, apertando a bochecha do Lee.

— Isso é se autodepreciar? — perguntou, pegando mais um pouco de uva, mas acabou recebendo a vasilha toda do mais velho.

— Uhum. Se chamar de idiota é dizer a si mesmo que é burro. — Christopher se levantou, chupando a ponta dos dedos enquanto caminhava até a porta do quarto. — E eu sei que você é inteligente pra caramba. — e então sorriu, doce e divertido. — Depois desce lá na cozinha pra me ensinar a fazer macarrão.

Mas ele sabia fazer macarrão, fora ele quem lhe ensinou, talvez apenas quisesse passar um tempo consigo.

No outro dia, logo pela manhã, Félix estava sentado em um banco embaixo de uma árvore da escola quando Hwang se sentou ao seu lado, parecendo animado. Não queria muito papo com ele, ainda estava chateado e tinha certeza que o xingaria muito a cada frase que dissesse.

— Tá animado? — ele perguntou, e o Lee se fez de surdo e mudo, virando o rosto para o outro lado, cruzando os braços enquanto cantarolava uma música qualquer, de vez em quando olhando o relógio no pulso, apenas para fingir e deixar o outro irritado, porque sabia que ele odiava ser ignorado. — Para com isso. O que eu fiz dessa vez? — mas essa fora a pergunta chave para que Félix não aguentasse seu próprio silêncio.

Virando em direção ao Hwang, começou e fingir batê-lo, não falando bulhufas com bulhufas. Afinal, o que nós falamos quando estamos com raiva? As coisas não fazem sentido.

— O que você fez? — se levantou, jogando a mochila no chão e andando de um lado para o outro com as mãos na cabeça e rosto. — Você é boboca de caquinha que não sabe o que tá fazendo da vida, carambolas. — se movimentava de todas as formas, o xingando com seu vocabulário extenso de palavrões. 

Quem estava longe achava que estavam brincando de mímica ela movimentação.

Mas eu não fiz nada. — ele disse, sorrindo ladino quando Félix rosnou e chutou o banco.

— Vêm pro fight, seu merdinha. — e antes que o Hwang pudesse dizer algo, Félix o puxou pelo colarinho e começou a rolar com ele pela grama.

Aquela era a forma de mostrar o quão bravo estava com o moreno.

Félix não estava o batendo de verdade, embora quisesse fazer isso e com todas as suas forças. Apenas puxava o cabelo alheio e o xingava com coisas toscas, e enquanto isso, o Hwang não sabia se protegia-se das puxadas de cabelo ou se ria da situação. O loiro fora apenas parar quando viu que Changbin estava os olhando. Também queria bater nele por ter aceitado essa ideia idiota, mas sabia que se o fizesse, para o hospital iria direto e provavelmente sairia de lá sem duas costelas e alguns dentes.

Mas quem sabe não, não é?

— A briga tava boa. — o Seo disse, e HyunJin se levantou do chão rapidamente, limpando a roupa. — Mas você tem que bater de verdade. 

— Ódio e vontade é o que não falta. — respondeu, suspirando enquanto olhava mortalmente para o amigo, que apenas deu língua para si. O Seo apenas riu.

— Vou levá-los a sala de vocês. — e mesmo que Félix estivesse chateado com HyunJin, se deixou ser puxado por ele e acompanhados pelo outro garoto. 

Não entendia bem, mas que estava atraindo olhares, estava. Se sentia incomodado e como uma carne fresca, talvez se chegassem logo na sala não fosse dessa forma. Queria sumir, ou se tornar em um pedacinho de areia.

O caminho até lá fora demasiada longo. Não sabia se era por estarem andando como lesmas ou por estar entrando em pânico, mas não se sentia bem, sentia-se como uma alma penada descobrindo estar morta. Changbin os acompanhou até a mesa deles, parecendo um guarda-costas ou algo do tipo. Era extremamente e estranhamente estranho.

— Nós vamos ser dispensados antes do almoço, venho buscar também, então esperem. — e saiu, sem olhar para trás.

— Como ele sabe que nós vamos sair antes do almoço? — Hwang perguntou, agarrando a mochila e logo olhando para o amigo.

Félix estava quase como um vampiro, pálido, olhando de um lado para o outro e completamente encolhido. Todos aqueles olhares mexeram consigo, não se sentia bem, sentia medo de que algo acontecesse, mesmo sabendo que não ia, além de algumas fofocas.

— Olha pra mim. — disse o moreno, fazendo com que o mais novo o encarasse. — Nada vai acontecer, tá bom? Ninguém mais vai ficar olhando pra gente. — a última frase fora dita em alto e bom som para quem estava na sala, e como dito, ninguém mais os encarou.

Isso deixava o Lee um pouco mais tranquilo.

As aulas se passaram normalmente, apenas com o fato de que HyunJin alisava sua coxa por debaixo da mesa, e que às vezes a apertava, achava que ele queria lhe dizer estar ali, mas também odiava os apertões que ele dava. Sabia ser sensível naquela região. Isso fez com que esquecesse das outras pessoas e apenas focasse na vontade de bater no amigo voltando. E assim como fora dito-lhes, Changbin buscou-os, porém, dessa vez, andaram ligeiro, e assim como saíram de lá, chegaram em sua casa rápido.

Não era uma casa grande e rica, mas sim pequena e aconchegante para qualquer um. Arrumada e limpa, diga-se. Não sabiam se ele morava só ou com alguém, mas isso importava naquele momento, afinal?

Logo os três estavam no quarto do dono da casa, e assim como o resto, também era organizado. Havia algumas estantes com livros, alguns pôsteres grudados na parede e uma mesa cheia de papéis. Aquilo era organizado? Com certeza mais limpo que o quarto do Hwang estava.

— Trouxeram roupa? — Félix apenas se jogou na cama alheia, sem vergonha alguma, enquanto se perguntava o porquê de não ter pego uma roupa se sabia que depois iam para a casa dele. 

Foi por isso que apenas olhou o corpo esbelto, pele bronzeada e costas largas de Changbin, enquanto ele colocava outra roupa ao invés do paletó e camisa de manga da escola e o Hwang fazendo a mesma coisa.

Nesse momento, deixou as palavras de Christopher guardadas em algum canto de sua mente e se chamou de idiota, não apenas mentalmente, tanto que isso fez em voz alta e o Seo lhe encarou, e logo depois jogar uma camisa em sua direção.

— Você vai morrer de calor com esse troço. — ele disse, dando durabilidade a troca de olhares.

Félix se sentiu envergonhado, por isso que se levantou, virou de costas para os dois e tirando a parte de cima do uniforme. Sentia o olhar pesado dos dois em cima de si. Não saberia explicar nunca o que aquilo poderia ser, visto que o amigo já tinha o visto se trocando várias e várias vezes, mas nada que o fizesse se sentir desconfortável. O que HyunJin tinha?

Agora Seo Changbin, aquilo era novo.

No final das contas, a camisa ficou enorme no seu corpo pequeno.

— Você tá emagrecendo, garoto.Hwang disse, lhe encarando feio. — Tá acontecendo alguma coisa? — e Félix negou.

— Vou colocar umas pizzas no forno pra gente comer e já volto. — disse Changbin, que apenas observava os amigos, e então saiu.

O Lee se jogou na cama, fechando os olhos enquanto pegava qualquer travesseiro em cima de sua cabeça para abraçar, foi então que sentiu o cheiro do Seo. Era bom, podia-se dizer.

E também achava estar sentindo demais naquele dia em questão.

— Vamos lá. — Changbin retornou ao quarto. — Pergunta básica. — Félix apenas apoiou seu corpo nos braços, e HyunJin se sentou ao seu lado. Mesmo que não estivesse fazendo parte daquilo, não seria tão ruim também saber o que se passaria, não é? — Já beijaram? — e então jogou uma maçã para cada um.

Não responderam nada, e o Seo arqueou as sobrancelhas, logo negando com a cabeça e fazendo careta.

— Não? — cruzou os braços, mordendo o lábio inferior. — Beijem a maçã, vai. — pediu, e o primeiro a aproximar a maçã da boca fora Félix. Changbin sentiu uma expectativa e HyunJin estava confuso, mas para a surpresa dos dois, o loiro apenas mordeu a fruta, dando de ombros logo em seguida com sua típica cara de tédio.

Aquele tipo de pedido era estranho. Quem treinava beijo numa maçã?

— Tá docinha. — disse, encarando o amigo ao lado, que também começou a aproximar a maçã dos lábios. 

Sabia que ele realmente demonstraria se já tinha beijado ou não, e aquilo seria apenas mais uma vergonha para a lista.

Mas o trauma veio e as noites mal dormidas também, não apenas para ele como para Changbin, que estava com um careta e aparentemente nervoso com aquela situação. E quando HyunJin parou com aquilo, de fingir saber beijar, encarou os dois confusos.

— O quê? — perguntou, passando a língua pelos lábios.

— Me diz. — o Seo começou, limpando a garganta e o encarando desconcertado. — O que você prefere? Comer a maçã ou a boca da pessoa? 

— A maçã?

— Então não faça isso que você fez com alguém. — o trauma fazia isso com as pessoas, deixava-as perturbadas. — Você gosta mais de garotas? De garotos? Do dois? Do quê? — e ele deu de ombros.

— Eu só transei uma vez. — ele disse, e Félix se espantou ao lado dele. Tinham conversado sobre várias vezes e ele insistia em dizer que fez sexo.

— Você não transou. — disse, fazendo o outro lhe encarar chocado. — Você nunca transou. Aquela vez a menina te deu um pé na bunda e você saiu bebendo todas na festa. Não é atoa que tá pedindo pra ele te ensinar. — às vezes também era malvado e jogava coisas na cara.

HyunJin só não saiu na porrada com Félix porque Changbin não deixou.

— Acho que os dois. — Hwang disse, por fim, abaixando a cabeça enquanto olhava a maçã em sua mão.

Changbin se aproximou dele, o puxando pelo braço sem muita força para que ele se levantasse. Era nítido a diferença de altura entre os dois, mas para o Seo, não parecia fazer diferença nenhuma. Estavam frente a frente. O mais baixo coloca as mãos na nuca do Hwang, ele na cintura do outro moreno e aperta com certo medo, talvez porque nunca tivesse tendo um momento como aquele com outra pessoa, os olhares se encontrando e envolvendo cada um em mundinho, e mais ainda ao dizer para que ele fizesse tudo igualmente.

Descobriu que Changbin não tinha vergonha alguma e que realmente estava se empenhando em ensinar o outro as coisas que sabia.

A princípio, fora apenas um encostar de lábios, até Changbin começar a beijá-lo realmente, abrir a boca, chupar, morder, assoprar, abusar do jeito que queria os lábios do amigo. No ponto de vista de Félix, aquilo tudo era muito estranho, por fora parecia tão desinteressado quanto uma cadeira, até porque o objeto não tinha vida. Mas então começou a se questionar como seria a sensação. Olhar para os dois estava sendo curioso, parecia bom, ao mesmo tempo difícil, mas também satisfatório, o toque das línguas era instigante, ao se encontrarem parecia passar um choque por todo o corpo, já que via as peles completamente assanhadas, aquilo também parecia molhado, e muito molhado. E embora quisesse saber como era, não fez nada além de observar o amigo beijando muito bem agora — comparado a maçã de algum tempo atrás.

Seu lado jovem sedento apareceu por um segundo, se imaginou no lugar. Por um momento imitou as ações deles, abrindo um pouco a boca e mexendo a língua dentro dela. A questão era que: se não se importava com essas coisas, por que sentia-se tão afetado? Era algo complicado de se responder, tanto para alguém quanto para si mesmo. Talvez fosse seu corpo agindo por si só. Não sabia, ou talvez, no fundo, quisesse saber o sabor daquela boca.

Quando aquilo terminou, as duas bocas pareciam tomates de tão vermelhas e que tinham sido picadas por uma abelha, com um pequeno fio de saliva ligado e que logo se desfez ao se distanciarem, e além disso, de alguma forma, sentia uma tensão diferente entre eles dois. Talvez pela atmosfera e o momento que tinham criado sem querer para que tudo aquilo acontecesse.

Era possível se apaixonar com um beijo, apenas? Faria uma nota mental para perguntar ao amigo depois.

— Acho que as pizzas estão prontas. — Changbin encarou rapidamente Félix, então saiu do quarto, deixando mais uma vez os dois ali.

HyunJin se jogou na cama, tocando com a ponta dos dedos os lábios que formigavam sem parar, os olhos arregalados e o peito subindo e descendo. Se sentia como uma garota ou uma galinha assanhada. Encarou o amigo, e então, sorriu convencido.

— Eu sei beijar muito bem. Ele ficou todo desconcertado, viu? — cutucou o braço do loiro, rindo em seguida da cara besta que ele fez e o revirar dos olhos.

— Nossa, como beija. — ironizou Félix, o cutucando também.

— Não vejo a hora de irmos em alguma festa. — comentou animado, se levantando da cama alheia e vasculhando o quarto do Seo.

— De você ir. Vou ficar em casa. — bufou o Lee, mordendo os lábios enquanto tirava as pelinhas ressecadas.

Após alguns minutos, Changbin voltou com no máximo umas quatro pizzas. Se sentaram no chão e comeram como três condenados. Estavam esfomeados.

Félix e Changbin não trocaram muitas palavras, e se não fosse pelo Lee perguntando a quantidade de livros das estantes, apenas teriam se encarado e criado alguma coisa em suas próprias mentes. Já HyunJin, aquele garoto falava pelos cotovelos. Eles pareciam se dar bem, de alguma forma.

Quando terminaram, continuaram a conversar sobre diversas coisas e situações, e enquanto isso, Félix se encantava pelas folhas recheadas de letra e cobertura de felicidade. Diria que Changbin tinha um ótimo gosto para livros. Talvez, um dia, engatasse alguma conversa sobre isso.

No final da tarde, os dois amigos foram para suas próprias casas. Hwang ainda não parava de falar, enquanto Félix, via as pequenas arraias voando no por do sol.

1, 2, 3! Ação!


Notas Finais


o capitulo esta desorganizado ao meu ver. perdao os erros, eh isso.


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