História 10 Dates to Love Her - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Jennifermorrison, Lanaparrilla, Onceuponatime, Reginamills, Swanqueen
Visualizações 64
Palavras 1.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie gente, sentiram saudade? Estou chegando com mais uma história, algo mais fofinho e doce... para começar. Quero agradecer a todos pela forma como participaram e comentaram minha primeira fic, pois me incentivou a escrever mais. Convido vocês a embarcarem em mais uma história comigo. Ah, e já penso em outras! Alguém ai já imaginou nossa Evil Queen conhecendo uma certa Princesa Guerreira? ...muhahahaha!! Enfim... Espero que gostem da história! Beijos e boa leitura!

Capítulo 1 - Sunday Mornings


Fanfic / Fanfiction 10 Dates to Love Her - Capítulo 1 - Sunday Mornings

 

Era uma fria manhã de domingo, mais ou menos como em todo o grande romance. Pode parecer clichê, mas foi como aconteceu. Talvez grandes histórias não precisem de grandes começos, e este, definitivamente, foi o mais modesto. A loira estava em seu lugar habitual, um pouco afastada da entrada, na quarta mesa da direita, ao lado da grande vitrine que separava os clientes do café dos pedestres da calçada. Ali passava suas manhãs de domingo, sempre acompanhada de um livro e algum pratinho de qualquer coisa que estivesse no menu, tinha o objetivo de experimentar todas as delícias que aquele lugar poderia oferecer.

 

A jovem loira interrompia sua leitura de tempos em tempos para descansar os olhos e aproveitar do prato do dia: torta de maçã, uma receita nova que a chef estava testando e acabara de ser aprovada por ela. Entre leves suspiros de um prazer preguiçoso, recostava a cabeça na vitrine e fechava os olhos aproveitando o fraco sol daquela manhã parcialmente nublada. O movimento era fraco, típico daquele horário. Eram oito horas de uma manhã de domingo! A sineta da porta tocava esporadicamente anunciando um novo cliente que comprava seus pães e ia embora logo em seguida. A loira estava praticamente sozinha, com exceção de um velho senhor que sempre lia seu jornal acompanhado de uma xícara de café forte e um rapaz que sempre trabalhava com seu notebook, um escritor, pelo palpite da loira. Do outro lado do estabelecimento, no balcão, os funcionários trabalhavam de forma tranquila e descontraída, o cheiro de café tomava conta do lugar, contrastando com o chocolate ainda quente na mesa da loira. Sorriu. Adorava aquele ambiente, a calmaria, podia pensar e apenas relaxar, tirar um momento para cuidar de si e fugir de um trabalho estressante, porém, que amava. Voltou sua atenção ao livro de bolso que carregava.  

 

Envolvida com sua leitura, perdeu noção do tempo e espaço, tudo o que existia era ela, o último gole de chocolate e o País das Maravilhas. Ouviu a sineta tocar outra vez e, automaticamente, ergueu os olhos, de forma completamente desinteressada e instintiva. Entretanto, não conseguiu desviar o olhar desde então. Uma morena adentrou o lugar, caminhando graciosamente até o balcão. Seus cabelos curtos e negros lhe caíam muito bem, dando uma moldura a seu lindo rosto latino. Não usava maquiagem, sequer precisaria, a natureza lhe desenhara muito bem. Usava sapatos pretos simples, um jeans despojado, uma blusa branca sem mangas e um casaquinho cinza de tecido. Pediu um chocolate quente com canela acompanhado de uma fatia de um bolo simples. A loira não se dava conta do sorriso que lhe tomava os lábios e não parava de encarar a mulher até que esta, distraidamente, sentou-se na mesa ao lado. Foi apenas quando seus olhos se encontraram que a loira voltou a si e tentou disfarçar o olhar, voltando sua atenção para o livro. Mas não sem antes trocar um sorriso gentil com a morena.

 

Essa morena mantinha uma postura impecável, costas eretas e mãos cruzadas sobre a mesa, um olhar sereno caminhava pelo ambiente conhecendo-o. Isso durou poucos segundos, logo a mulher tirou de sua bolsa um par de óculos, um tablet e um caderninho onde pôs-se a fazer inúmeras anotações. A loira não pode deixar de notar o quão linda ela ficava de óculos, ganhava um tom sensual, mais sério.... Novamente seus olhares se encontraram e a loira foi forçada a quebrar o contato, de repente seu livro não lhe parecia mais tão interessante, mas continuava a fingir a leitura. Notou os olhos da morena sobre si e teve a impressão de vê-la sorrir. Seu pedido não tardou a chegar e ela parecia estar muito satisfeita, bebia o chocolate com delicadeza e cuidado, saboreando-o, e então voltava ao caderno. A loira decidiu que já havia lhe dado atenção demais e voltou à leitura, conseguindo seguir algumas páginas. Não percebeu o relógio andar e adiantar-se por algumas horas, mas notava alguns movimentos que a outra mulher dava, vez que ainda a observava.

 

Quando elevou os olhos uma outra vez – em busca da morena – a viu levantar e se dirigir ao balcão onde pagou a conta e voltou à porta de saída. Seus olhares se cruzaram uma última vez quando ela segurava a porta de vidro, prestes a sair. Sorriram cordialmente uma à outra e a morena seguiu seu rumo. A loira ficou para trás, observando-a partir. Ficou ainda por alguns segundos relembrando seu rosto, de uma beleza única, simplesmente muito atraente. Tudo nela lhe chamava a atenção, o ar importante e sério que carregava enquanto escrevia, o quão sexy ficava com aqueles óculos, o jeito gentil com que lhe sorriu ao partir... Enfim conformou-se em apenas apreciar a beleza de uma completa estranha que jamais veria outra vez, lamentou por isso, mas “a vida é assim” – pensou. Já havia atingido a metade de seu livro quando cansou-se de ler, então levantou-se, pegou seu casaco, foi até o balcão onde pagou pela comida e trocou uma conversa agradável com a dona do lugar e só então partiu.

 

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Durante a semana que se seguiu, a loira não tornou a pensar na morena, a havia esquecido. Tornou às suas atividades costumeiras, trabalhando com afinco, da mesma forma que sempre o fez. Era muito boa no que fazia e, aos poucos, havia conquistado respeito entre seus colegas, majoritariamente homens. Era difícil ser uma mulher e ocupar tal cargo, mas ela o fez com maestria, afinco as portas para que outras se atrevessem a seguir este caminho, tendo-a como ídolo. Trabalhava de segunda à sexta das 7h da manhã às 5h da tarde, podendo emendar com a noite em certas ocasiões. Nesses casos, não tinha hora certa para voltar. Além disso, acontecia de ser requisitada a qualquer dia e horário, sempre que algo estava além dos conhecimentos de sua equipe, a loira era chamada para assumir a frente da operação. Ainda com tanto trabalho, ela conseguia encontrar alegria em executá-lo, afinal, sonhava com isso desde muito pequena.

 

Da mesma forma, a morena dedicou pouco de seu tempo para pensar na loira do café. Assim que deixou o estabelecimento no domingo a loira encheu sua mente, sorria enquanto andava pelas ruas de volta a seu apartamento. Entretanto, não era um sorriso enamorado. Ela era uma mulher em todos os sentidos, tinha seus sentimentos consolidados e maduros, ainda que o amor – quando vinha – os bagunçasse a ponto de os tornar irreconhecíveis. Não, seu sorriso era de curiosidade e um leve rubor ao relembrar o penetrante olhar que a loira lhe dera minutos atrás. Certamente a achou muito bonita, altiva, de traços delicados, porém revelando uma grande força interior. De fato, não reparou muito em seu corpo, seus olhos verdes e um longo cabelo loiro lhe chamaram atenção. Além disso, sorriu ao lembrar do livro que ela lia, pois o conhecia muito bem. Contudo, esqueceu-se dela alguns minutos depois, ao se ocupar de outras coisas relacionadas à trabalho.

 

Uma só veio a lembrar-se da outra no sábado à noite, quando a loira lembrou de seu passatempo domingueiro e a morena cogitou se deveria ou não frequentar aquele café outra vez. Queria ir, gostou da atmosfera, era ótimo para trabalhar e o chocolate era maravilhoso, mas ficou um tanto sem graça com a possibilidade de reencontrar a loira. As duas foram dormir com leves sorrisos nos rostos, imaginando o quanto estavam sendo bobas por darem tanta atenção a uma completa estranha que viram apenas uma vez na vida.

 

A loira acordou cedo, – já não pensava na outra por ter se convencido de que não mais a veria – tomou um bom banho, vestiu um moletom cor de vinho e um shortinho preto. Saiu então pelas ruas em direção ao café, que ficava há alguns quarteirões de sua casa. Ao chegar, cumprimentou sua amiga e pediu um suco de abacaxi com um sanduíche leve, e assim, após uma animada conversa com a amiga, voltou -se ao seu livro. Sorria volta e meia com as aventuras de Alice naquela terra tão estranha e das constatações que a garota fazia, quando a sineta da porta tocou. Não era a morena. Viu-se decepcionada, mas voltou a sua leitura. Seu prato logo chegou, a loira consumiu de forma lenta e apetitosa. Conversou com a amiga por mais um tempo e terminou seu livro. A morena não apareceu. Decepcionada, a loira pagou pela refeição e voltou para casa.


Notas Finais


Devo continuar?


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