História 100-Camren. - Capítulo 4


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags 50%-camren, Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Fifth Harmony, Gemêas, Intersexual, Lauren Jauregui, Normani Kordei
Visualizações 177
Palavras 2.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eaeeerr pessoaaaaal. Mais mistério pra vcs fazer teoria bizarra nesse capítulo, até as notas finais!

Capítulo 4 - Pérola.


Fanfic / Fanfiction 100-Camren. - Capítulo 4 - Pérola.

Em minha cabeça,  já  passou diversas situações em que poderia encontrar Lauren,  seja na rua ou até  mesmo em um corredor de supermercado. 

Também já  imaginei vários tipos de reações que eu poderia ter no momento em que ficássemos cara a cara. 

Se iríamos agir como se nem nos conhecêssemos,  se iríamos conversar amigavelmente ou agissemos de forma séria e fria. 

Era tantas possibilidades,  mas eu nunca iria saber qual iria acontecer,  pensava eu que estava  preparada para o momento, mas não,  eu não  estava. Até  achava que não  iríamos nos encontrar tão  cedo.  

Mas olha onde estou! 

- Amor,  pensei que estivesse no... Sua voz morreu,  depois que me analisou com mais atenção e um ponto de interrogação aparecer em sua face ao notar algum estranho. 

Um sorriso quase abriu em meus lábios  ao escutá-la chamar-me de amor,  mas o mesmo nem chegou a nascer,  pois sentir como se tivesse levado um soco do próprio Hulk em meu estômago. 

Ela não tinha me chamado de amor,  mas sim Karla,  Lauren pensou por poucos segundos que eu era a minha irmã,  e aquilo tinha me deixado sem ar. 

- Oh,  Lauren,  até  parece que não sabe mais diferenciar a Karla de Camila. As palavras descontraída de Sinuh fez os olhos verdes arregalarem levemente em um sinal de surpresa. 

- Ah...  Camila? Sua voz era um pouco receosa ao dirigir-se para mim, era incrível  como seu tom amadureceu,  deixando o timbre de voz mais rouca do que me lembre. 

- Eu mesma,  Lauren. Digo em um tom seco, até  assustei comigo mesma pela minha reação ao trocar a primeira frase com ela depois de anos. 

Eu estava séria. Minha cara fechada e o tom frio,  deixava Lauren um pouco acanhada ao desviar seus olhos dos meus. 

Não  era apenas a voz dela que parecia ter mudado,  se parace poucos segundos para apreciar sua mudança,  poderia notar que seu físico tinha mudado de uma adolescente para uma mulher. 

Os traços  de seu rosto estavam mais marcantes, deixando a com um ar de arrogância,  Lauren  sempre teve o rostinho de alguém mal encarada por causa de suas sombrancelhas grossas e olhos incrivelmente intimidadores.

Por falar em seus olhos,  eles demonstraram um pouco de cansaço, mas com um pequeno pontinho brilhante no meio daquele mar verde. 

Sua pele não  tinha mudado muito, continuava branca ou até  mais. 

E seu cabelo... Longos,  mas dessa vez estavam loiros, o que bateu até uma pequena tristeza,  pois eu amava seus cabelos pretos ou até  mesmo no castanho escuro natural. Mas também não  posso mentir,  ela estáva linda com eles loiros. 

- Então,  o que veio  fazer aqui com essa coisinha fofa? Olhei para minha mãe,  e só  agora fui notar novamente a presença do pequeno bebê nos braços de Lauren. 

- Eu tenho uma entrevista de emprego hoje e meio que Addison tem um trabalho na escola, e não  vai poder ficar com ela. Seus olhos verdes desviaram para os meus por breves segundos,  mas logo voltou a olhar para minha mãe. - Então  achei melhor deixá-la com a senhora,  já  que vou estar na entrevista. Diz nervosa. 

Olhei para o pequeno ser em seus braços com mais atenção,  era uma menina, que usava um pequeno vestido florido rosa claro e junto a um pequeno laço branco em seus cabelos curtos. Ela brincava em puxar os cabelos de Lauren,  que fazia algumas careta com os puxões. 

- É claro que eu posso ficar com ela,  olha que coisa fofa! Exclamou minha mãe, Lauren  rapidamente deu a criança para Sinuhé,  que aceitou de bom agrado a pequena em seus braços. 

- Aqui está a bolsa dela,  já  tem tudo que precisa e...  Eu acho que é  só. Diz Lauren com uma pequena cara pensativa,  que ainda encontrava-se do outro lado da porta. 

Olhei para o bebê  no colo de minha mãe  e a pequena me encarava com a maior seriedade,  enquanto chupava a sua chupeta azul, seus olhos eram grandes,  redondos e verdes,  completamente iguais os de Lauren. Fiquei um pouco desconfortável com seu olhar,  mas continuei a encarando de volta. 

- Estou indo agora provar os doces,  salgadinhos e bolo para o casamento,  Camila irá ajudar a gente a preparar os preparativos para a festa,  por isso que ela estar aqui. Ouvir a voz de Sinuhé. 

-Oh...  Ela vai ajudar? Desviei o meu olhar da pequena para Lauren,  parecia que estávamos em uma pequena competição para ver quem ficava mais tempo sem piscar os olhos,  e vou te dizer... Essa menina é  boa nesse jogo. 

- Sim, Lauren. Vou ajudar vocês no seu casamento com a Karla. Digo com um sorriso falso no rosto,  Lauren apenas olha para os lados constrangida e minha mãe  me olha confusa,  pelo meu modo de falar com a hispânica. 

- E...  E-eu tenho que ir.  Assim que Lauren  falou aquilo, o pequeno ser começou a ficar agitado no colo de Sinuh,  como se estivesse entendido o que Lauren  falava. - Oh,  meu amor.  Eu volto mais tarde,  até mais,  Sinuh e Camila... Foi bom te ver. 

Não  respondir e ela pareceu não  esperar uma resposta,  apenas deu um rápido beijo na criança e afastou-se. 

- Feche a porta,  irei ajeitar a cadeirinha dela no meu carro. Rolei os olhos ao pegar a chave de seu bolso e logo fechei a porta. 

-

Seguia em direção ao local em que Sinuhé colocou no GPS,  pois era lá  que iríamos escolher o buffet da festa de casamento. 

Desde que tínhamos entrado no carro,  uma pequena curiosidade circulava por minha cabeça. 

- Mãe. Chamei a mais velha,  que nem olhou para mim,  apenas continuou com a atenção no seu celular.  - Mãe,  ó mãe,  mãee! 

- Porra,  Camila! Fale de uma vez, criatura! Diz irritada,  nossa...  Precisava disso? 

- Am,  essa menina... 

- Pérola. Diz rapidamente me cortando.  -O nome dela é  Pérola. 

- Certo,  a Pérola é  filha de Lauren? Perguntei tentando demonstrar que  não  tinha muito interesse no assunto,  mas já  estáva prestes a roer as unhas de ansiedade. 

- Mas que pergunta idiota,  Camila!  É  óbvio  que ela é  filha de Lauren,  olhe só  para ela. O sinal deu vermelho e logo parei o carro,  dei uma rápida olhada no retrovisor e olhei Pérola sentada na cadeirinha,  tentando tocar inutilmente seu pé. - Ela é  a cara dela,  os cabelos escuros, a pele mais braca que farinha, os olhos verdes,  ela e a cópia de Lauren. Disse ao dar uma risadinha. 

- E quantos anos ela tem? Questionei e coloquei o carro em movimento. 

- Hm... Uns oito meses. Respondeu-me simples. 

Mordir meu lábio  inferior para conter a próxima pergunta,  seria idiotice demais perguntar se ela era filha de Karla? 

Rolei os olhos ao perceber que  sim,  Sinuhé a tratava como uma verdadeira avó e aquilo já  respondia minhas perguntas. 

Tentei afastar aqueles pensamento e foquei na estrada,  mas as vezes,  desviava o olhar para o pequeno espelho do carro e conseguia ver Pérola quieta na cadeirinha. 

Ela realmente lembra-me muito Lauren. 

-

- Eu não sei, eu amo beijinho, mas esse brigadeiro é tão... ARG! Gritrei em deleite ao colocar o doce em minha boca.

- Não grite desse jeito nesse lugar e ainda vai assustar a menina. Me repreendeu Sinuh.

- Mas mãe, é tão boom o brigadeiro. Digo pegando um e enfiando praticamente na boca dela, que apenas riu e provou o doce.

- Realmente, ele é muito gostoso. Nossa atenção foi desviada para o seu celular que estáva em cima da mesa, ela rapidamente pegou o aparelho eletrônico e levantou-se de sua cadeira. - Cuida dela, volto já. E antes mesmo de eu dizer alguma coisa, ela colocou Pérola em meu colo e se afasta.

- É Pérola, somos apenas nós, agora. Digo e pego outro brigadeiro. - Sabe... Eu gosto do nome Pérola. Olho para a pequena bolinha branca em meu colo, ela olhava fixamente para a minha mão, aonde estáva o doce.

Coloquei ele próximo a minha boca e dei uma mordida, o movimento todo foi acompanhado pela galáxia verde em seus olhos e sua chupeta caiu, rir ao perceber que ela babava.

- Você quer? Perguntei, mesmo sabendo que ela ainda não falava, mas me respondeu com os braços agitados e erguidos em direção ao doce. - Perdoe-me, pequena. Mas eu acho que por enquanto, você não pode comer isso. 

Digo e rapidamente enfio o brigadeiro em minha boca, Fechei meus olhos por um momento, para degusta doce, mas acabei me assustando com o choro de Pérola.

-Shhhhh, no crying, no crying...  Cantarolava uma das minhas músicas e balançava seu pequeno e gorduchinho corpo em uma dança, numa tentativa inútil de tentar fazê-la parar de chorar. - Meu deus. OH MÃAAAAAAAAE! 

Gritei no meio da sala e recebir os olhares curiosos dos funcionários que traziam as comidas. Fiquei completamente desesperada ao ver as lágrimas saindo dos olhos de Pérola, céus, o que eu faço?

Apesar de amar criança, nunca cuidei de uma além  de Sofia,  mas ela já  era maiorzinha quando  a conhecir. 

Pensa Camila, o que fazer para ela parar de chorar? E foi nesse momento em que meus olhos pousaram no pequeno prato que ainda restava dois brigadeiros.

Será?

Peguei um e coloquei na frente do seu rosto, Pérola simplesmente parou de chorar e abriu um largo sorriso banguelo ao ver o doce.

- Ah, sua morta fome, você quer o doce, né? Seus braços mexiam animados para poder pegar no doce e quando finalmente ela teve em sua boca, ficou quietinha chupando o brigadeiro, como se fosse sua chupeta. - Nossa, espero que não te faça mal depois, senão minha mãe e a sua me mata. Digo com um sorriso no rosto.

Ela apenas me encarava e continuava a chupar o doce, peguei o último que restava e mordir, enquanto nós duas apreciavamos os nossos brigadeiros.

-

O desespero bateu assim que ví Sinuhé entrar na sala, ajeitei Pérola em meu colo e percebia que ela já dormia, enquanto ainda tinha o doce em sua boca.

Tirei ele e joguei rapidamente debaixo da mesa, sua boca estáva completamente melada e eu queria tirar uma foto daquele momento, de tão fofo que era, mas Sinuhé se aproximava cada vez mais. Então peguei o guardanapo e limpei, colocando logo em seguida a chupeta que estava no meu colo.

- Ela dormiu? Perguntou baixo e sentou-se ao meu lado na mesa.

- Não, tá vendo ela acordada não? Sorrir e minha véia rolou os olhos.

- Pode dar-me ela aqui...

- Am... Deixa ela aqui no meu colo mesmo. Digo um pouco envergonhada, Sinuhé apenas me olha com a sobrancelha erguida, mas deixa.

- Não sabia que levava jeito com criança. Diz ao provar o doce de goiaba, mas fez uma careta e acabei rindo.

- Bom... Tem muita criança que gosta, admira e ama minhas músicas, então sempre tenho que dar atenção a elas também, meio que aprendo um pouco, sabe? Concordou com a cabeça.

- Vamos para os bolos?

- Então? Pergunto-me, enquanto provava o de beijinho, mas eu já tinha provado praticamente sete tipos de bolo e fiz questão de comer tudo do prato.

- Eu amei esse, mas acho que Lauren preferia o de baba moça. Digo pensativa, minha mãe concorda e rapidamente anota no caderninho. - Mãe, por que a senhora não dar uma opnião? Só pega as minhas e anota?

- Ouras, você conhece Lauren muito mais do que eu, sabe bem o gosto dela e tudo que você gostar ou escolher, ela vai gostar também. Responde simples e aquilo mexeu comigo.

-

Minha barriga estáva enorme de tanto comer, poderia passar uma semana sem colocar um falero de pão na boca, que não passaria fome.

Entrei na rua e faltava poucos metros para chegar na casa de minha mãe, Pérola ainda dormia no banquinho do banco de trás.

O choro dela realmente tinha me assustado, céus... Eu seria uma péssima mãe!

- Oh, merda! Exclama minha mãe.

- O que foi? Pergunto confusa, não tinha nada na rua apenas dois carros próximos a casa dela e o meu. 

- Mike está em casa e aposto que Lauren acabou de chegar. Diz nervosa.

- Mas o que isso tem ...

- Pega Pérola para mim, que eu vou indo na frente. Diz abrindo a porta do carro, antes mesmo de parar ele. Deixei ele estacionado e rapidamente saír do carro para pegar ela, com bastante cuidado para não acordá-la, coloquei sua cabeça em meu ombro, fechei a porta  carro e seguir em direção a casa.

Com uma certa aproximação, já começava a ouvir certos gritos de dentro da casa, que caralhos acontecia lá?

Assim que passei pela porta aberta, ví Mike, que parecia totalmente descontrolado, minha mãe, que tinha a mão em seu ombro, em uma tentativa de acalmá-lo e Lauren, seu rosto estava vermelho de raiva.

-EU JÁ FALEI QUE NÃO TE QUERO EM MINHA CASA! Dei um pulo de susto pelo grito do homem e acabou não só assustando a mim, como também Pérola, que chamou a atenção de todos por causa de seu choro.

Lauren automaticamente olhou para mim  quando ouviu o choro de sua filha e veio rapidamente em minha direção, tirando Pérola dos meus braços.

-Obrigada. Diz baixo ao sair da casa. Olhei para os mais velhos completamente confusa com a situação.

- E você? Não vai acompanhar aquela ingrata que só trás desgosto? Meus olhos arregalaram ao dirigir aquelas palavras para mim, nunca tinha visto Mike daquele jeito em toda minha vida.

- Olha lá o jeito que fala sobre sua filha e abaixe o tom de voz para falar com a minha! Sinuhé diz irritada para o marido. -Camila não fez nada para você e não merece suas grosserias, e mesmo se fosse Karla, eu também não tolerava esse tipo de atitude. Mike olhou para mim supreso ao saber que eu não era Karla. - Irei dormir fora hoje, vamos, hija. Sentir a mão de minha mãe me puxar para fora da casa.

Que diabos está acontecendo com todo mundo??? 





Notas Finais


Eae???? Vcs tem ideia doke diabos acontece nessa fic? Ou estão pedidos em Havana?? Kakaka

Eu fico tão feliz por ser a autora e já saber de tuuudo e não ser leitora desesperada em tempo de arrancar os cabelos pra saber das coisas kakakaak.

Eu sou MT má? Hamram, agr beijinhos e até DPS :*


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