História 100 Dias Para se Apaixonar - Capítulo 46


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 46 - Eu consegui!


Fanfic / Fanfiction 100 Dias Para se Apaixonar - Capítulo 46 - Eu consegui!

– Eu consegui! – Ivy apareceu na sala, comemorado feliz. – Eu trouxe a memória de Anthony de volta! Ele se lembra de Khalysie!

A reação de todos ali foi muito diferente do que a garota imaginou.

Não viu rostos felizes, olhos brilhando e não teve ninguém lhe dando parabéns por finalmente ter conseguido, ou lhe oferecendo uma sopa – a garota supôs que alguém imaginaria que ela estava com fome por ter passado tanto tempo sem comer –, mas ao invés de ver sorrisos largos como imaginou, viu expressões tensas e todas estavam voltadas para ela.

– O que houve? – Perguntou, sentindo medo da resposta.

– É Khalysie. – Foi Khetyssiah quem respondeu por todos.

– O que houve com ela?

– Surtou. – Diana falou, encolhendo os ombros. – Cortou os pulsos e começou a falar coisas sem nexo... Nós... Demos um jeito.

– Que jeito? – Ivy questionou sem ter certeza se queria mesmo saber.

– Nós... – Diana mexeu no cabelo, parecendo nervosa. – Chamamos Agatha e Louis.

– Vocês o quê?!

 

 

O ambiente no quarto estava calmo e aconchegante. A energia não estava mais tão ruim e enquanto Khalysie estava deitada sobre a cama, Agatha e Louis sugavam a energia da mesma, segurando em suas mãos. As chamas das várias velas acesas no chão dançavam uniformemente.

Agatha e Louis pediram para Khaty deixá-los a sós com Lysie, e no momento em que ela se foi, fecharam a porta e começar a sugar a energia da bruxa que estava desacordada sobre a cama.

Eles mesmos a fizeram ficar inconsciente. Quando a garota começou a dormir, cada uma segurou em uma de suas mãos, fecharam os olhos e começaram a sugar sua energia.

O que haviam sentido no momento em que a energia de Lysie deixou seu corpo e passou para os deles foi além de qualquer prazer que já tivessem experimentado.

A energia de Khalysie era tão pura que os elevou a um nível de prazer que nenhum dos dois sabia que existia. O mesmo aconteceu com o poder que ambos estavam sentindo entrar e crescer cada vez mais. Devia ser mais potente do que a explosão de dez mil supernovas juntas.

Agatha não pôde deixar de soltar um gemido de prazer, enquanto sentia o poder crescer cada vez mais.

Insatisfeita e querendo mais, Agatha gemeu mais uma vez e subiu em cima da outra. Uma perna de cada lado do pequeno corpo da bruxa, as mãos em seus braços e a boca, que primeiro beijou o ombro macio da mesma, subiu e parou no pescoço pálido da outra, onde seus dentes cravaram e a fez quase ter um orgasmo ao sentir o poder vindo com ainda mais intensidade.

Enquanto isso, Louis apenas inclinou-se e tocou seus lábios nos doces de Lysie, as mãos passeando pelas pernas da mesma e apertando-a fortemente nas coxas.

Como a mesma era extremamente branca, ficaria marcada, mas nenhum dos dois se importava. Queria cada vez mais e mais.

 

– E agora? – Agatha, que parecia plena como nunca, perguntou. – O que faremos?

Louis não estava se importando com o que fariam, estava tão ocupado com o poder que estava sentindo, que sequer ouviu a pergunta da irmã.

Ela o encarou por um tempo, em seguida, deu de ombros, indiferente e voltou a brincar com os dedos.

– Quanto tempo até ela acordar? – Depois de um tempo em silêncio, Agatha questionou, observando Lysie ainda deitada sobre a cama.

– Alguns minutos. – Louis deu de ombros.

– Então acho melhor nós irmos embora, não? – Agatha sorriu, arqueando as sobrancelhas. – Não quero estar aqui quando a bruxinha aí acordar.

– Bruxinha aí? – Louis levantou o olhar e encarou a irmã de forma significativa. – O que aconteceu com a intimidade que vocês tinham? – Agatha revirou os olhos e olhou para Khalysie com indiferença. – E ela não vai acordar tão má assim. Ela apenas não vai se importar com nada, porém se alguém irritá-la, o que acontecerá mais cedo ou mais tarde, aí sim ela irá...

Não deu tempo de Agatha saber o que iria acontecer, pois enquanto Louis falava, ouviu-se uma pancada e a porta do quarto abriu-se de forma violenta, revelando ali, uma Ivy revoltada.

Oh, não! Foi a única coisa que Agatha teve tempo de pensar antes que uma bola de gelo fulminante viesse na sua direção.

Impulsivamente, Agatha saltou para o lado e a bola atingiu a parede, causando uma pequena explosão e deixando ali um buraco fundo.

Parecendo ainda mais irritada Ivy deu um passo adentrando no quarto. Seus olhos brilhavam e sua expressão distorcida mostrava o quanto à garota estava furiosa.

Ivy ergueu a mão, criando outra bola de gelo fulminante e atirou-a novamente. Dessa vez na direção de Louis, que também desviou.

Ivy, como híbrida, tinha poder de controlar o elemento água, pois seu pai era um elemental da água.

A garota podia fazer coisas extraordinárias. Desde criar bolas de gelo a fazer chover.

Outras bolas foram jogadas na direção dos dois, mas ambos desviavam com praticidade e elegância.

– Meu Deus, Ivy! – Agatha exclamou nervosa. – Para! – Para a surpresa da vampira, a garota parou para ouvi-la. – Nós estávamos apenas a ajudando.

– Eu conheço vocês, Agatha. – Apesar do ataque por parte da bruxa e de seus olhos serem duas chamas de ódio aparente, sua voz estava extremamente suave e calma. – Vocês não ajudam ninguém, não fazem nada que não seja para benéfico próprio. São egoístas e não se importam com ninguém além de vocês mesmo. São frios e...

– Isso não é verdade. – Foi Louis quem a interrompeu. – Nós nos importávamos com você, nós amávamos você. Ainda amamos, na verdade.

Por um momento, Ivy pareceu abalada com a revelação, mas isso logo passou e a garota começou a rir de forma debochada.

– Ah, me pouco, Louis! – Gritou. – Agora chega! Vão embora da minha casa antes que eu me irrite ainda mais com vocês dois e resolva matá-los aqui mesmo.

Agatha e Louis se entreolharam e o garoto assentiu uma vez brevemente, antes de dar o primeiro passo em direção a porta. Agatha o seguiu, mas no momento em que passou por Ivy, a bruxa a agarrou pelo braço.

– Se vocês tiverem feito alguma coisa prejudicial à Khalysie, eu vou procurá-los onde for e vou matá-los.

– Então acho melhor fazer isso agora mesmo.

Ivy e Agatha olharam rapidamente na direção de Khalysie e se surpreenderam ao ver que a garota estava sentada, observando-as.

Ela não parecia muito diferente de quando Ivy havia saído do quarto, mas ainda assim ela sentia que algo estava errado.

Parecendo saber exatamente o que Ivy estava pensando, Lysie sorriu e seu sorriso ainda era o mesmo de antes. Doce, meigo e angelical.

– O quê, Ivy? – Seu tom de voz ainda era calmo e gentil. – Aconteceu alguma coisa? Por que essa cara?

Aproveitando o fato de Ivy estar tão distraída que folgou o aperto no braço de Agatha, a vampira soltou-se e caminhou rapidamente na direção de Louis. O garoto estava com a mão estendida para a irmã que a agarrou e os dois desapareceram.

– Uh! – Lysie murmurou, parecendo decepcionada. – Eles se foram.

Ivy, que sequer havia percebido que Agatha havia se soltado, olhou para onde Louis estava antes e ao não vê-lo, murmurou:

– Porra.

 

– Você... Está bem? – Ivy, que estava um pouco afastada de Khalysie, questionou estranhando o fato de a outra estar tão distraída.

– Sim. – Lysie sorriu brevemente e voltou a brincar com as chamas das várias velas que ainda estavam acesas no chão do quarto. – Por quê?

– Você nem perguntou por Anthony.

Lysie pareceu vagamente alarmada, mas isso logo passou. A platinada levantou o olhar e encarou a outra.



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