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História 100 luas até a união de dois reinos - Capítulo 1


Escrita por: NeekoMain

Notas do Autor


Olá obrigada por ler :)

A foto do capítulo é pra ilustrar como é a princesa, mas imagine ela como a paleta de cores de Targon

Capítulo 1 - 100 Luas


Fanfic / Fanfiction 100 luas até a união de dois reinos - Capítulo 1 - 100 Luas

Em runeterra, existem dois reinos que estavam em uma guerra constante há gerações, o Reino comandado pelo rei Henrique, em Targon, e o Reino comandado pelo rei Willian, em Ionia. Ambos os reinos estavam em um andamento de paz e ainda estavam tentando entrar em um acordo.

No castelo de rei Henrique, a princesa Emily andava pelo castelo após sua aula de etiqueta, em silêncio e em passos pequenos naquele longo corredor encontrando alguns guardas e empregadas que sorriam para si a mesma sorria de volta. Passando pelo corredor, a mesma entrou na cozinha e pegou uma maçã e a mastigou.

— Boa tarde princesa — Disse uma das empregadas — Acredito que esteja bem cansada com as aulas, quer algo refrescante?

A princesa olhou para a mulher, uma senhora idosa que aparentava trabalhar ali por muito tempo, ela acenou com a cabeça e fez um não, sorriu para a senhora que a mesma retribuiu e saiu dali. Chegando próximo do seu quarto olhou pra porta que tinha um pedaço de pano, sorriu já que sabia o que aquilo significava, pegou o pano olhou para os lados antes de abrir a porta, ao entrar fechou atrás de si e olhou para os lados a procura de alguém e depois fez um toque na porta com um ritmo específico.

— Ah você chegou! — Uma mulher sai de baixo da cama — Não aguentava mais ficar aqui em baixo.

— *Você que quis ir passear de cavalo* — a "princesa" fez sinais com as mãos

— Eu sei mas se eu não fosse a princesinha eu teria mais tempo pra mim — A mulher limpa a sua roupa enquanto a outra princesa olhava com um olhar questionador — Não olha assim pra mim Aphelios e valeu por me ajudar nas minhas aulas de etiqueta. De novo.

Aphelios era o guarda costa pessoal da princesa Emily, algumas vezes ele se vestia como ela para cobri-la dos afazeres enquanto ela saia do castelo pra treinar sozinha na floresta. A aparência de ambos era quase idêntica, tirando a marca de lua no rosto de Aphelios e a grande marca de lua nas costas de Emily, além dos longos cabelos grisalhos de Emily. 

Aphelios foi para o banheiro para tirar aquelas roupas exageradas, enquanto Emily tirava as roupas sujas de terra e colocava seu vestido de sempre se olhando no espelho suspirando.

— Será que um dia vou ser livre? — Disse enquanto se olhava no espelho e tinha percebido que Aphelios saia do banheiro com seu uniforme de sempre.

— *Se livre quer dizer se dispersar de suas obrigações e deveres, então não*

— Ah qual é... Achei que você fosse meu amigo — Disse Emily após acabar de abotoar o seu vestido exageradamente grande. — As vezes queria sair quando quiser, fazer o que quiser e vestir o que quiser. Não vejo a hora de ser rainha.

Aphelios suspira, todos os dias sua amiga reclamava de ter nascido uma princesa e sendo sincero, não queria estar na pele dela, as pessoas sempre estão em expectativas com ela desde o seu nascimento. A porta do quarto foi aberta assustando os dois que olharam rapidamente para a porta.

— Relaxem, os guardas já estão em suas posições — Alune entrava no quarto segurando um grande tecido cobrindo a possivel roupa que Emily pediu, assim que a mesma viu seus olhos brilharam de alegria.

— Isso é o que penso que é?? — Ela foi correndo pegar o tecido e abrindo desesperadamente logo revelando que era uma roupa diferente de que é acostumada a vestir, tinha pedido à Alune uma roupa que poderia ajudá-la a manusear a sua espada sem que rasgasse seus vestidos ou ficar só com suas roupas de baixo, mesmo ela estando sozinha não se sentia bem estando quase nua em uma floresta.

— *Você realmente fez...* — Aphelios olhava para a irmã com desdém. Alune sorri e depois da uma leve risada. Alune e Aphelios são irmãos, sendo Alune mais velha que Aphelios.

— Tem certeza que esse vestido não vai rasgar?

— Sim, não se preocupe, usei o mesmo tecido dos guardas e também fiz com que ela não ficasse apertada. — Alune sorri para a mesma e vira para Aphelios – Aphelios já arranjei um guarda que possa tomar o seu lugar hoje

— O que? — Emily diz desacreditada do que a Alune falou — Aphelios não vai ficar comigo hoje? — Disse com uma cara chorosa.

— Desculpe Emily, mas hoje ele tem que dar bênçãos à lua, amanhã ele fará 21 anos.

— Ah é mesmo parabéns Aphelios! — Emily disse alegre olhando para o mesmo e dando leves palmas, mas Aphelios a olhava com uma leve raiva já que a mesma havia esquecido seu aniversário. — Desculpa, eu esqueci. — Aphelios suspira e dá uma leve risada, não dava pra ficar realmente com raiva da amiga.

— Pode ir Aphelios, nossos pais estão esperando. — Depois de Alune falar, Aphelios sai do quarto deixando as duas sozinhas. — E o seu aniversário será daqui algumas luas, ansiosa para os seus 21 anos?

— Sim! Finalmente poderei me tornar uma rainha, sem mais aulas de tapeçaria, aulas de etiquetas, SEM MAIS SER PRINCESA! — Enquanto falava andava pelo quarto após se levantar da cama e Alune sentar em seguida.

— Você sabe que não é bem assim, ainda precisa de um rei para reinar com você.

— Eu sei, mas como irei ter um príncipe se nem do castelo eu posso sair? — Disse em um tom de raiva, mas antes que Alune pudesse responder Emily fala — Fala com meus pais me liberarem para visitar o nosso próprio reino — Disse dando ênfase na última frase.

— Não acho que eles deixariam você sair, mas devem fazer um baile convidando todos os meninos para o Palácio. — Alune sorria para Emily enquanto a mesma estava emburrada, não que a probabilidade disso acontecer sejam nulas, na verdade isso era totalmente possível de acontecer, o problema é que ela via mais uma vez que seus pais a prendiam dentro do castelo. — Não fique com raiva de seus pais, eles só querem o seu melhor.

— Deveria ser felicidade, eles deveriam querer a minha felicidade acima de tudo.

Ambas sozinhas no quarto escutam uma batida na porta e vêem que o guarda havia chegado para cuidar do quarto de Emily, em seguida Alune se despede da amiga e sai do quarto seguindo para a saída do castelo na esperança de ver seu irmão fazendo orações à lua e comemorar junto à ele.



— FELIZ ANIVERSÁRIO APHELIOS — Emily pula em cima do amigo — Viu só? não esqueci... AI — Aphelios deu um peteleco na testa da princesa e dá uma breve risada.

— Bom dia Emily — Alune diz chegando perto.

— Bom dia Alune! Eu queria que nós pudéssemos comemorar o aniversário do Aphelios — Diz com uma voz chorosa

— *Quando se tornar rainha a gente pode viajar pra algum lugar* — Aphelios fazia sinais com as mãos, apenas a família de Aphelios e Emily sabiam o que ele dizia com as mãos, a princesa aprendeu com muita dificuldade pela Alune.

— Sim! E vou te dar a melhor viajem da sua vida! — Diz convicta de suas palavras — É uma promessa

— *Sempre quiz visitar piltover*

— Certo, um dia iremos à piltover!

Alune ria dos dois amigos de infância, Emily sempre tinha um ar de rebeldia desde criança, Alune sabia que a mesma não seria fácil de lidar e seria um problema para os pais. Se lembra da vez que a garota fugiu do Palácio no dia do baile de memórias à antiga rainha e o antigo rei, foi uma dor de cabeça encontra-lá já que ela desapareceu por dois dias. Alune vendo os dois rindo, logo depois, entristeceu ao lembrar da conversa que tinha com o rei e a rainha.

— Tudo bem Alune? — Emily perguntou ao ver que a sua cuidadora estava com um semblante de tristeza

— Ah — Alune se surpreendeu depois que Emily a tirou de seu transe — Sim tudo — Deu um breve suspiro para continuar — Seus pais pediram para que vá para a sala de jantar para conversarem — Emily na mesma hora olhou para Aphelios, Alune sabia que a mesma iria pedir o favor de sempre — Sugiro que você vá Emily, dessa vez é realmente importante — Alune muda seu tom de voz assustando Emily, era realmente um assunto importante que a própria princesa deveria receber. — Aphelios, sugiro que a acompanhe — Alune volta com o seu tom de voz doce olhando para o seu irmão e logo se aproxima do mesmo para falar em seu ouvido — Ela vai precisar de um ombro amigo. — Aphelios não havia entendido direito o que a irmã havia dito, mas acenou com a cabeça fazendo com que a irmã sorrise.

Emily e Aphelios andavam naquele imenso castelo à caminho da sala de jantar em um constante silêncio, ambos não trocaram uma palavra depois de se afastar de Alune. A princesa ficou um pouco tensa e assustada depois da Alune falar com ela, não sabia o por que de sua cuidadora ter aquele tom de voz mais sério, deveria se preocupar?

Ao chegarem na porta da sala de jantar Emily parou junto de Aphelios. A mesma se assusta depois de Aphelios tocar seu ombro tirando de um transe.

— *Eu estarei aqui qualquer coisa*

— Obrigada. — Depois de dizer isso, ela abre a porta do salão, decorado com carpetes nas paredes, uma grande lareira que em cima havia uma cabeça decepada de um alce e uma enorme mesa, e nela estavam seus pais.

— Venha filha, sente-se — O rei disse como uma ordem, mas a princesa se aproximou e parou de pé na frente de seus pais do outro lado da mesa, tirando um suspiro de seu pai — Te chamamos aqui por que temos um assunto muito importante para conversamos — O rei olhou para a rainha que a mesma retribuiu o olhar e olhou novamente para a filha — Você sabe que ficamos fora por 25 luas, saímos para conversar com o rei de Ionia sobre o tratado de paz e chegamos em um acordo...

— Que acordo? — Emily já suspeitava do que era, não acreditava no que os pais seriam capazes de fazer.

— Saiba que tentamos de tudo, mas esse era o único jeito. Você irá se casar com o príncipe de Ionia daqui 100 luas.

— O QUÊ? — Emily gritou fazendo Aphelios que estava do outro lado da porta se assustar — ESSE ERA O ÚNICO JEITO? VOCÊS NEM TENTARAM! VENDER A SUA ÚNICA FILHA?

— Querida, não veja isso como algo negativo, você queria ser uma rainha certo? — A mãe dizia em um tom calmo para tentar fazer com que a filha se acalmasse também.

— Eu quero ser rainha, mas não com um cara que nunca vi na minha vida! Mãe você me disse que conheceu o papai no nosso próprio reino, vocês se apaixonaram, eu também quero ter esse direito de me apaixonar.

— Nós tentamos de tudo, se não tivéssemos um acordo o mais breve possível, shurima se aliaria à Ionia na guerra e não teríamos chance contra dois países. — Disse o rei

— Mas, e eu? Vai ficar por assim mesmo?

— Emily — Sua mãe olha para si com a face triste — Eu te amo, e quero que saiba disso, mas também tenho amor por esse reino e quero que entenda, se esse tratado não fosse feito, nosso reino iria perecer, pessoas que amamos morreriam, precisávamos que você se sacrificasse pelo reino, pelo Aphelios. — Sua mãe estava certa, estavam preste a entrar em um estado crítico, e se houvesse outra guerra, Aphelios tinha a obrigação de ir pelo reino e Emily nunca iria deixar com que isso acontecesse.

— E... Está bem, irei me casar — Emily se diz prestes a chorar.

— Nos perdoe Emily — Disse sua mãe depois de abraçar a filha, deixando com que ela desabasse em choro.

100 luas até a união de dois reinos.



— *Quando vai ser a viajem?* — Aphelios disse com suas mãos.

— Amanhã mesmo — Disse Emily com a voz um pouco rouca, ainda não aceitava o fato de se casar com alguém que nunca viu na vida. — Mas pelo menos você vai ficar comigo — Ela sorri e Aphelios retribui — Como você acha que ele é?

— *Talvez ele seja alguém legal* — Aphelios mostrou uma cara com confusão.

— Talvez. — Disse breve

Aphelios havia prometido Emily em ficar com ela durante a noite, talvez eles ficariam um tempo conversando, mas ele era o único que acalmaria ela nesses momentos.

— Espero não estar atrapalhando a conversa de vocês — Diz Alune entrando no quarto.

— Não, tudo bem Alune — Responde a princesa

— Eu vim me despedir de Aphelios e de você também vossa majestade — Alune se curvara perante Emily.

— Não... Por favor não! Alune, você é minha amiga — Emily vai até Alune pra tentar levanta-la

— Mas você será rainha, assim que você disser "sim", se tornará rainha de ambos os reinos, mas irá comandar de Ionia, então terei que prestar lealdade. — Disse se levantando.

O dia passou rápido, Emily fazendo suas coisas de princesa e Aphelios à acompanhando a todo canto, Alune voltou para tapeçaria consertando alguns vestidos para a viajem da princesa.

Enquanto tudo estava sendo preparado para a viajem da princesa no reino de Targon, no reino de Ionia o príncipe acabará de receber a notícia de seu pai, o rei, e no momento está na taberna do seu reino com seu amigo de copo e sua amiga que cuida da taberna.

— Cara tu tá fudido — Kayn disse depois de beber um copo de cerveja — Casamento? Achei que você tinha se declarado o "lobo solitário"

— O meu pai fez esse contrato idiota, eu tentei fazer com que ele e a mama desistisse disso, mas pelo visto realmente tá selado, não tenho volta — Sett disse antes de tomar um copo de cerveja, esvaziando uma caneca cheia, que é colocado com força na mesa e reenchido pela proprietária.

— As garotas vão ficar desapontadas quando souberem da triste notícia — Jade disse após encher a caneca de Sett.

— Não tá triste Jade? — Disse Kayn em deboche, sabia que a mesma ficava brava quando a colocavam no modo "Me dou pra macho"

— Eu só não vou te bater por que daqui a pouco irei abrir a taberna e não quero que minha bancada limpinha fique suja com sangue. — Disse enquanto colocava a garrafa na estante atrás de si e se virando de volta.

— Obrigado por tudo pessoal, foi muito bom beber com vocês — Sett diz levantando o copo

— Para cara, parece que tá fazendo uma carta de morte. — Disse kayn

— Mas é a minha morte, a morte da vida de Sett.

— Tá, já chega de copos pra você — Disse Jade já irritada com o príncipe com a sua atitude.

— Ah qual é, vai me tirar minhas últimas felicidades?

— Você não vai morrer, poderá vir aqui quando quiser, só vai estar um pouco mais ocupado e não vai foder mais a não ser com sua esposa.

— Minha vida acabou.

A barista revirou os olhos e seguiu em passos pesados e barulhentos, por conta do salto alto, até o interior da taberna onde fica as maiorias das bebidas, deixando Sett e Kayn sozinhos.

Depois de mais algumas bebidas, que suplicaram mais para Jade, Sett se despediu de seus amigos rumo ao castelo

— E o Zed? — Jade disse, depois que Sett saiu da taberna — Já pegou? — Kayn cospe o último gole do seu caneco, logo limpando sua boca e olhando para a barista. — Que?

— Zed é o meu Sensei. — Kayn disse em um tom quase em desespero.

— E? — Jade diz colocando uma mão na cintura e o outro no balcão se apoiando.

— "E?" O que? Zed é o meu mentor, ele exige respeito. — Kayn disse em uma pose "formal" mas seu rosto estava vermelho, o que não passou despercebido por Jade.

— Tá — Disse breve vendo Kayn nervoso e ansioso.

Enquanto a taberna estava sendo aberta, Sett voltava para o castelo recebendo olhares de admiradoras e de alguns caras o chamando pra uma briga apenas pra trocarem socos, uma das poucas diversões do meio vastaya. Chegando ao castelo, passando pelos guardas encontra seu "guarda costa" o esperando na porta do castelo, ele estava bravo.

— Não me diga que estava na Jade — Hei disse em um tom de fúria, sua estatura era um tanto parecida do Sett, mas nunca pode atuar como um guarda costa depois que Sett fez 17 anos.

— Tá, não vou — Disse continuando seus passos para dentro do castelo, sendo seguido por Hei

— Seu pai está furioso com você — Sett o ignorou continuando a andar — A rainha voltou da viajem — Sett parou e olhou para Hei — Ela quer conversar com você, está lhe aguardando em seu aposento.

Sett vira em direção ao seu quarto em passos longos, queria ver sua mãe, a mesma havia ido em uma viajem de 10 dias que faz à cada 30 dias, Sett não sabe exatamente onde sua mãe vai, já tentou perguntar a ela e algumas de suas empregadas pessoais mais próximas mas nunca obteve uma resposta. Chegando na porta de seu quarto o mesmo entra encontrado sua mãe sentada em sua cama olhando para si.

— Antes de qualquer coisa eu já sabia — A rainha disse fazendo uma "sinal de pare" com as mãos interrompendo qualquer coisa que Sett falasse — E eu aprovei.

— Aprovou algo que você desaprova? — Sett diz de uma forma com que sua mãe se sentisse mal, realmente, ela nunca concordaria algo como isso e Sett sabia disso.

— Não tivemos outra escolha, era isso ou guerra.

— A gente amassava eles na guerra, tinha tanto medo de que algo de ruim acontecesse comigo?

— Não apenas você — A rainha se levanta rapidamente — E o Kayn? Não tem medo de que algo ruim aconteça com ele?

— Ele... Ele é forte! — Sett diz se afastando da mãe.

— Nem você tem certeza, Sett me escuta, existem pessoas nesse reino que não estão aptos para uma guerra, mas serão chamados e morreram, principalmente pessoas que amamos. — A rainha se vira para Sett olhando profundamente para os seus olhos — Entenda... Isso é pelo reino... Por mim...

Sett olhava pra sua mãe sem se mover, sabia mais do que ela que em uma guerra dificilmente alguém que pra você é especial sairá vivo, nenhuma guerra tenderá à alguém sair vivo.

— Está bem mama, por você — Sett sorri e logo a rainha o abraça.

— Eu não queria que você submetesse à um casamento arranjado, muito menos com alguém que não conhecemos, nem que você conheça. — Disse ainda em um abraço com Sett, em seguida o soltando.

— Eu sei mama — Disse Sett sorrindo.



A carruagem estava pronta para partir, as malas estavam terminando de serem colocadas, Emily estava se despedindo de seus pais e ao seu lado estava Aphelios e Alune.

— Não se preocupem, sua filha estará em boas mãos. — Alune disse se curvando para o rei e a rainha.

— Sabemos — Disse a rainha — Aphelios é um ótimo guarda costa e você uma ótima conselheira, tenho certeza que ela estará em ótimas mãos. — Após a rainha falar Aphelios e Emily descem as escadas a caminho da carruagem e entrando a princesa seguida por Aphelios, antes de Alune seguir os dois, o rei chama sua atenção e a mesma olha para trás.

— Cuide o máximo da nossa filha, existem pessoas que vão para Ionia à procura de riquezas, se descobrirem que a princesa de Targon estará em Ionia...

— Não se preocupe meu rei, Aphelios é um ótimo guarda costa, fará o que for necessário para proteger vossa filha. — Disse antes de descer as escadas até a carruagem, ficar sentada junto ao cocheiro.

Essa será uma longa viajem...


Notas Finais


:)


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