História 103 dias - incesto - Capítulo 23


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 569
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 23 - Aquela Madrugada


"Você vai mesmo quebrar o nosso pacto?" pergunto ainda no chão a olhando com a mala pronta "Acho que é necessário agora" me levanto e vou em sua direção, me ajoelho e abraço sua barriga "Não faz isso com a gente, é só uma criança" Larissa se ajoelha e passa a mão no meu rosto. Ela me beija e eu me sinto nas nuvens, por um breve momento acreditei que estava tudo bem ate ela parar e começar a andar com a mala ate a porta. Vou atrás dela mas não tenho forças pra falar nada, sento no sofá e choro pra caralho vendo ela sair. Ela chora também mas não desiste e vai embora. Você já sonhou que estava caindo? Sabe aquela sensação que sentimos quando sonhamos com isso? É exatamente o que eu sinto agora. Eu me sinto caindo em um poço sem fundo, sem a Larissa nada faz sentido na minha vida, se ela me odeia eu me odeio. Ela vai matar meu filho e não esta errada, eu estou errado, sempre fui errado.

Fico sentado no sofá por um tempo então decido ir tomar banho e me arrumar pra buscar a sobrinha do meu chefe. Depois de tomar banho, visto meu uniforme, como qualquer coisa e saio com o carro que ele me deu.

Consegui manter minha mente ocupada o dia todo mas quando chego em casa no fim do dia tudo volta a ficar ruim. Abro a porta na esperança de ver ela mas infelizmente a esperança dura pouco. Os anúncios dos apartamentos que nós estavamos vendo ainda tava ali, sento na mesa e continuo os vendo. Ligo para um dos números e marco um horário pra conhecer o apartamento amanhã. Já é noite eu estou muito cansado, então tomo banho fumo um pouco de maconha e durmo rapidamente. 

Acordo no meio da madrugada, faço um lanche e me sento na mesa da cozinha "Minha vida é uma merda sem você" digo olhando pra foto dela no celular. Dou uma mordida no lanche e largo ele de lado. Não consigo mais suportar aquilo, pego o carro e vou pra casa dos meus pais as 3:30 da manhã. Paro o carro na frente e ligo pra Larissa

"O que foi Gustavo? Ta louco? olha a hora" ela diz com voz de sono

"To aqui fora, ou você sai ou eu vou tocar o interfone e acordar eles" 5 minutos depois ela aparece e eu saio do carro correndo para abraça-la. Ela me abraça de volta e ficamos um tempo sem falar nada. Beijo ela e posso sentir a saudade que ela estava sentindo durante o beijo, ela não me impediu nem me empurrou, só curtiu como se nós estivéssemos sozinhos. Solto ela e olho em seus olhos "Eu não posso perder você" digo enquanto ela passa as mãos no meu rosto e eu seguro em sua cintura mantendo ela bem perto "Eu vou criar essa criança" continuo dizendo e ela não fala nada mas volta a me beijar. Consigo levar ela pro carro e saimos dali. Estaciono em um beco e vamos matar a saudade no banco de trás "Sera que isso não machuca o bebe?" pergunto olhando pra ela que sorri e me puxa pra mais perto voltando a me beijar . Tiro a minha roupa e a dela e porra..... Eu amo maconha mas fuder a Larissa é o melhor calmante que eu já usei.



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