História 103 dias - incesto - Capítulo 24


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Categorias Histórias Originais
Visualizações 79
Palavras 351
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Reconciliação?


"Me leva pra casa" ela diz muito ofegante, me olhando ainda embaixo de mim. Saio de cima e vou pro banco do motorista vestindo minha camisa e respondo

 "Nossa casa você quis dizer"

"Não, você vai me levar pro papai" olho pra trás franzindo a testa "Vai começar com essa merda de novo?" ela passa pro banco da frente "Já disse. Por favor Gustavo." continuo olhando pra ela sem acreditar naquilo

 "Porque ta me castigando desse jeito Larissa?"

"Não é castigo. Eu só quero... quero acabar com isso"

"Isso? Isso o que? Você quer quebrar o pacto"

"Não, eu não vou quebrar, eu sempre vou estar com você, mas... Não assim. Eu conversei com o papai e eu vou estudar fora do país, e quando me formar não tenha duvidas eu estarei linda e sem nenhuma criança nos meus braços." ela arruma o cabelo e coloca o cinto "Essa não parece a menina que eu comi ali atras. Você ta vestindo uma mascara pra falar comigo Larissa? Eu te vi crescer, troquei suas fraldas, eu te conheço melhor que você mesma se conhece. Você não quer ir pra faculdade nenhuma." ela olha pra janela e me olha novamente

 "Chega. Vamos embora."

"Beleza, mas vamos comer alguma coisa antes." Fomos ate uma lanchonete no meio da estrada, peço um lanche pra ela e outro pra mim e também peço um copo de suco pra ela, coloco boa noite cinderela nele enquanto ela vai ao banheiro. Ela volta e se senta com a cara meio amarrada "A minha calça ta apertada, essa criança ta crescendo muito." eu sorrio enquanto como meu lanche "Igual o pai." ela revira os olhos, pega o lanche com uma mão e toma alguns goles do suco com a outra. Me olha, manda um beijo e começa a comer. Pouco tempo depois ela coloca as mãos na cabeça "Gus eu to... meio estranha" ela diz muito lenta. Pago a conta e a levo pro carro o mais rápido que posso. Deito ela no banco de trás e passo a mão em sua cabeça "É a gravidez, relaxa" ela dorme profundamente e eu começo dirigir.





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