História 103 dias - incesto - Capítulo 27


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 553
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 27 - Uma Manhã Nublada


Saio de cima dela e me recomponho indo ate a cozinha beber agua, ela me acompanha com os olhos ainda deitada "Preciso ir na mamãe buscar minhas coisas, avisar que to aqui. Ai meu deus Gus, isso não vai da certo, como a gente vai esconder isso? E quando nascer?" acabo de tomar minha agua tranquilamente e respondo olhando pra ela e sorrindo

 "Você vai ficar tao linda gordinha"

"Para, não tem graça, eu to falando serio."

"Seguinte. Esse filho vai ser meu, eu tive essa criança com uma garota que sumiu do mapa e deixou ele pra eu criar. Você é uma irmã muito prestativa e vai me ajudar na criação. Essa é a história que vamos contar."

"E se a criança nascer doente?"

"Vamos cuidar dela e se necessário eu vendo o meu rim pro tratamento." me apoximo dela, beijo sua barriga e em seguida sua testa "Pode ser assim?" ela sorri e acaricia meu rosto "Você é bem louco mesmo" eu sorrio de volta e a beijo apaixonadamente. 

De manhã, vamos ate a casa dos nossos pais. Fico esperando no carro, ela inventa uma história e diz que ira voltar a morar comigo. Demora 30 minutos e finalmente aparece com as malas. A ajudo colocando tudo no porta malas e voltamos ao apartamento "Acho melhor a gente começar procurar um médico pra ver como vai o bebê" digo pra ela enquanto entramos no apartamento. Ela não responde e se senta no sofá, e vou pro banheiro correndo porque estava apertado "Qual medico você prefere? Ou médica?" pergunto gritando do banheiro mas ela me ignora "Larissa?" ela não responde. Saio do banheiro e ela está em choque com as mãos sangrando "Que porra é essa?" eu pergunto chegando perto dela, ela começa chorar descontroladamente e a minha primeira reação e correr com ela pra algum hospital. Levo ela pra garagem nos meus braços e o chão vai ficando todo marcado por onde passamos. Chego no carro sento ela no banco de passageiro e entro descalço e desesperado "Calma, vai ficar tudo bem" ela olha fixamente para as suas mãos com sangue e não consegue falar nada, só chora sem parar. O sangue não para e por sorte não era horário de transito chegamos rápido ao hospital.

Uma medica e alguns enfermeiros nos vê chegando e correm na nossa direção com cadeira de rodas e outras coisas, eu começo a andar atrás "O senhor fica na sala de espera" um dos cara diz. Fecho o carro rápido e entro no hospital sem saber o que fazer. Minhas mãos, roupas e ate a chave estão repletas de sangue. Me sento em uma das cadeiras de espera e coloco as mãos no meu rosto esperando por notícias "Gustavo?" alguem me chama colocando a mão no meu ombro. Levanto bruscamente e respondo que sou eu, o enfermeiro pede que eu o acompanhe. Vamos ate o quarto onde ela estava "Eu sinto muito" a medica diz enquanto eu entro no quarto e vejo a Larissa em prantos deitada na cama "Me perdoa" ela diz soluçando. Vou ate ela e a abraço. "Fizemos tudo o que podíamos" a medica diz e eu não sei o que responder. Nem sei o que estou sentindo. Estou abraçado com a Larissa que esta chorando sem parar e o meu filho.... É, ele não ira chegar.




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