História 103 dias - incesto - Capítulo 28


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 630
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 28 - Teto de Vidro


Eu não fazia muita ideia do quão importante era aquele bebê e o quanto eu tava ansioso por aquela vida que ia começar depois que a Larissa tivesse ele. Bom, sempre soube que seria uma barra aguentar todas as porradas que eu ia levar pra assumir tudo aquilo mas eu tava preparado, e esse aborto foi um soco forte demais na minha cara. Eu sai do hospital e comecei andar pela cidade. A Larissa tinha que ficar algumas horas em observação, os enfermeiros e a medica eram pessoas incríveis e estavam dando muita atenção pra ela. Fui ate uma praça e sentei lá, tinha crianças correndo e brincando, jogando bola e se divertindo com seus amigos e pais. Nunca me senti tao melancólico como naquele momento. Cara, eu planejei tantas coisas, eu não sei porque isso aconteceu. Minha cabeça ta cheia de culpa, eu sei que ter um filho com alguem do meu sangue não daria certo, que a criança poderia nascer doente, ou talvez nem nascer como foi o caso. Mas agora eu to pensando sera que a nossa ultima transa foi responsável por isso? Não sei. Sinceramente me sinto mal demais. Enquanto estou tentando organizar esses pensamentos, meu celular toca eu atendo e é o meu pai. Gritando como sempre. Eu mal posso entender o que ele diz mas o pouco que entendo me assusta bastante

"COMO VOCÊ PODE SER TÃO IRRESPONSÁVEL?" quando ele disse isso meu coração quase parou na hora pensei que ele tivesse descoberto tudo, mas não era bem isso "Deixou sua irmã sozinha aqui nesse hospital vagabundo. Volta pra ca agora." Peguei o carro e voltei ao hospital. Ainda cheio de sangue entro novamente na sala de visitas e sou recebido pelos meus pais. Minha mãe me cumprimenta rapido e vai para o quarto da minha irmã e meu pai vem ate mim e começa um discurso

"Gustavo, eu quero saber agora o que aconteceu. Você sabia dessa gravidez? Você acobertou isso? Você é tão irresponsável, é um muleque. Eu to muito cansado de todas as merdas que você faz. A Larissa é a sua irmã o seu dever é cuidar dela, e o que você faz? Larga ela depois de um aborto sozinha em um hospital, você não tem nada na cabeça. Gustavo eu desisto, não adianta, todos os conselhos que eu t...." 

"Chega pai"

"Chega? Eu nem comecei."

"Não vou ficar aqui ouvindo essas suas bostas."

"Bostas? Bosta é o que você faz. Olha a sua situação, sem emprego, sem estudo, morando num barraco, com a sua irmã ainda por cima, mas de uma coisa você pode ter certeza, ela não vai voltar com você."

"Olha a minha situação" apontei a mão para o sangue na minha camisa "Eu trouxe ela assim que eu pude, fiz tudo o que eu podia e você tava aonde pai? Comendo alguma vadia e enchendo a mamãe de chifre?" nessa hora ele vem pra cima de mim, me derruba no chão e começa a me dar socos. Os seguranças separaram a briga e agora tenho sangue tambem no meu rosto. Meu pai me olha histérico e continua gritando eu sorrio e vejo minha mãe chegando "Mãe é bom você saber que o seu marido tem muitas amantes, eu disse muitas. Familia tradicional, que familia perfeita." continuo sendo segurado e meu pai também. Ela me olha assustada com as mãos na boca e em seguida olha pro meu pai. Nesse momento o hospital todo esta assistindo a cena "Não vai ouvir o que esse assassino maconheiro ta falando amor" ele diz olhando pra minha mãe "E tem mais" eu continuo falando, os seguranças me soltam e meu pai muito descontrolado continua sendo segurado. Me aproximo dele sorrio e digo batendo no peito "O filho que tava na barriga da sua filha, era meu."




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