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História 13 Blood moon - Capítulo 3


Escrita por: Tofunakamura

Capítulo 3 - Idas...


Fanfic / Fanfiction 13 Blood moon - Capítulo 3 - Idas...

 

CAPITULO 03 

 

Prisão de Halden

Mas uma vez a moradora de Halden se via sendo arrastada pelo corredor escuro e gelados das minas, ela se perguntava se eles nem ao menos tinham um pouco de consideração a uma mulher, mas ela sabia a resposta. para várias coisas eles não haviam como uma mulher.

Ela teve seu corpo jogado em cima de uma tábua que era revestida por um fino colchão que não fazia diferencia caso ele não estivesse la. Ela sentiu a costa arder enquanto o sangue pinga lentamente estre a brecha. E ali ela notou que o ferimento tinha sido grave, como não poderia ter sido? Afinal atravessou o fino colchão. Ela encarou o teto com os olhos embaçados, não sabendo distinguir se a visão estava assim porque estava a ponto de desmaiar ou se estava assim porque queria chora. E ela pediu aos deuses que fosse o desmaio o motivo, assim ela desmaiaria e não teria que suporta a dor da costa cortada.

Passaram alguns minutos e ela escutou a sela sendo aberta ela tentou se vira para olha o que era, mas a dor não deixava que ela se virasse, sua respiração ficou acelerada e seu rosto pálido. Como que ela poderia se defende se nem conseguia vira o rosto. Em uma ação involuntária as lagrimas molharam a lateral de seu rosto. Aceita o destino era uma opção, mas era a opção que nunca estaria na lista dela. Ela poderia morrer ali, mas iria morrer lutando por seus ideais.

Seu corpo ficou gelado quando uma mão tocou seu rosto de modo íntimo, mas tudo ficou bem quando o rosto da pessoa apareceu a sua frente, ela suspirou em alivio e se pôs a chora, chora como nunca se pôs a chora antes.

- Katherine. – Wesley fala enquanto enxuga as lagrimas dela com os polegares. – Katherine por que fizeram isso com você? – Ele pergunta preocupado com a garota que chorava sem fazer nenhum ruído, ele fechou os olhos e pensou a quanto tempo que ela chorava sozinha sem tem ninguém ao lado para ampara-la

- Eu não fiz nada. – Ela diz o olhando com o rosto vermelho. – Eu não preciso fazer nada para que eles façam isso.

- Isso é muito desumano. – Ele diz e pega na mão dela. – Desculpa não poder fazer nada para que isso pare. Eu queria pode ajuda-la, mas eu não posso. – Ele diz frustrado. – Sou um mero guarda que não tem voz nem recursos.

- Não quero que se meta em encrenca por mim. Eu sei suporta tudo isso. – Ela diz com a respiração um pouco irregular. – Eu fui treinada para isso. – Ela diz fazendo de tudo para poder volta a respira normal sem sentir o nor na garganta, sem chora.

- Vem. – Wesley fala apoiando a palma da mão braço dela – se sente – ele diz a ajudando se senta na cama e ali ele viu todo o esforço que ela tinha que fazer para se movimenta sem grita com a dor da costa ardidas. – Novamente ferida nas costas. – Ele diz se levantando – sempre na costa – ele se senta na cama de frente para a costa dela.

- “A pesa de ser um mostro, você tem um rosto consideravelmente bonito. Então não podemos machuca-lo, mas sua costa não precisão ser preservadas” – ela recita com rancor em sua voz – eu sempre escuto isso antes de ser espancada por aqueles, monstro. – Ela soluça chorando novamente. Se fosse na frente de outra pessoa ela seguraria o choro, mas na frente de Wesley, ela podia ser ela mesma, poderia se a garota frágil que era, podia demostra que não era feita de gelo, poderia mostra que chora, que sente alegria, que ama e que sangra como todos os outros.

- Lamento por você. – Ele se limita em dizer apenas isso, ele sabia o momento em que deveria ficar calado.

Ele ajuda Katherine a tira a blusa velha, e começa a limpa as feridas que estavam aberta, mas cicatrizes que nunca saíram da pele dela, feridas que nunca eram para estar sobre aquela pele. A vida de uma garota que foi destruída, que nunca iria esquece tudo que passou, que nunca poderia se livra do passado, porque toda vez que olhasse sua costa no espelho ia sentir a dor de ser chicoteado novamente. Ele ficava imaginando como que uma pessoa poderia passar por tudo aquilo, dia após dia.

- Eu queria saber... – ela diz baixo – queria saber o que eu fiz de tão horrível para minha vida ser tão deprimente. Eu não tenho ninguém para quem volta, eu não tenho quem me ame de forma verdadeira. Todos que me amaram um dia foi tirando de mim – ela diz chorando agarrada a suas pernas. – Eles os levaram e deixaram uma garota totalmente vazia. Eu era uma criança! Eu não merecia ter que cresce contra minha vontade, eu deveria ter uma vida, eu deveria ter aprendido o que era amor, o que era ser amada de forma verdadeira. Eu merecia ter mais.... Eu merecia ter uma vida. – Ela fala aos prantos enquanto seu corpo tremia. – Tudo que eu fiz foi para minha alta defesa. Se eu não tivesse feito isso, eu estaria morta, seria morta por algum mostro. Mas aí talvez eu me veria feliz, e não amaldiçoada desse jeito. Eu queria ter uma vida boa, queria ser cortejada, ter uma família completa. Mas aprendi que isso não é feito para mim.

- Não diga isso, você tem que encontra isso que você procura. E você vai. – Ele fala terminando de limpa. – Eu tenho fé de que você vai acha um motivo por esta viva – ele fala colocando os curativos. – Minha pequena Katherine, você é a pessoa que eu conheço que mais merece ser feliz.

- Mas isso nunca vai ser para mim. – Ela se levanta vestindo a blusa – eu vou morrer antes que possa chega perto disso, algo no fundo, sabe no fundo do meu coração diz que eu não vou chega a saber o que realmente é felicidade. – Ela diz abraçando a si mesma. – Você sabe o que eu quero, até porque isso não é um segredo que tento esconder.

 

 

Reino de Goldy - Sala do trono.

3:20am 

 

- Só vim avisa que já estou indo. - Victor fala olhando para seu pai sentado no trono, com uma expressão neutra como sempre estava nos últimos 4 anos. 

- Victor, eu vou fazer um pedido, quero que alguém de confiança vá com você. Não quero que pense que porque eu estou fazendo isso, esteja confiando menos em você, mas aqui o que importa e acha sua irmã, e nada menos que isso. 

- Entendo. – Ele fala com clareza 

- Seu irmão veio me pedir isso mais cedo. E eu concordei que faria o possível para traze-la de volta.  E não quero quebra esse juramento, não quando se trata da minha família que é o que tenho de mais importante. 

- Quem seria? – Ele pergunta curioso ele até aceita a ideia numa boa até porque estava pensado em monta uma equipe, e ele sabe que seu pai não recomendaria pessoas ruim que não soubesse fazer seu trabalho. 

- Eu tenho um amigo no reino seely ele é o capitão da guarda real do reino, quero que vá pedir ajuda a ele. Só a ele – ele diz sério – não irei fala um motivo especifico para isso, mas acredite quando digo que ele será de boa ajuda. 

- E o rei irá permitir? – Ele questiona de modo discreto. – Porque esse assunto não se diz a respeito do reino dele. 

- Sim, eu quero que você entregue essa carta a ele. - Ele fala e entrega uma carta para o filho. - Entregue isso é ele saberá o que fazer. Não quero que você leia ou der a outra pessoa. Só entregue a ele. – Ele diz serio 

- Farei o que o senhor está mandando meu pai. 

Ele termina de fala com seu pai, e vai diretamente para a frente do castelo onde tem um dos guardas com o cavalo que pertence ao príncipe de Goldy. Mas o que o surpreendeu foi que liam que estava ali de pé ao lado do cavalo 

- Achei que tivesse com raiva de mim. – Ele diz pegando nas rédeas do cavalo. 

- Eu estou. – Ele diz de modo seco – mas você está indo atrás da minha irmã. Então essas infantilidades sua eu irei deixa de lado, até porque é para um bem maior. – Ele fala com elegância e superioridade. 

- Nossa – ele diz cortando a fala de Liam que revira os olhos 

- Não me interrompa quando estiver falando, sabes que odeio isso. – Ele dá uma pausa antes de volta a fala – queria dizer que você tem que toma cuidado com o que vai fazer ou em quem vai confia. 

- Sempre tomo. – Ele diz convencido subindo no cavalo 

- Isso é uma mentira mas irei fingir que acredito. Quero que ache uma pessoa, ela vai te ajudar com os perigos que encontra no caminho. E por incrível que parece é uma pessoa de confiança. 

- Quem seria essa sua amiga? 

- Tem apenas que saber que é aquela que carrega a serpente 

- Tenho que me preocupa com essa sua amizade? 

- Você tem que se preocupa com seu romance nojento na ala leste do palácio e não com minhas amizades – ele diz e caminha em direção a entrada sul do salão de festa do castelo deixando Victor para trás. 

- Quando eu disse que esse menino merecia umas tapas minha mãe não acredito – ele diz e cavalga para longe das terras de Gold...

Na entrada leste do Castelo Naome está com suas damas de campainha, passeando pelo jardim de flores vermelha pertencente a coleção pessoal da rainha. 

- O príncipe já foi? - Naome pergunta a uma de suas criadas. 

- Sim senhorita Naome, o príncipe saio a pouco tempo. - Lilia diz calma. – Logo depois de fala com o príncipe Liam 

- O que as duas criadas falaram para Victor? - Ela pergunta agora olhando as duas. – Eu quero saber, e ai de vocês duas se me esconderem algo. – Ela fala em um tom ameaçador que sempre fez Geórgia e Lilia ficarem contra a parede e se submeter aos seus caprichos. 

- Apenas o que falamos antes, mas..., mas elas citaram que viram a senhorita indo na mesma direção em que a princesa foi levada. 

- Maldita sejam elas! - Ela diz irritada. - Façam com que as duas vão embora do Castelo, antes que Victor volte. - Ela diz sorrindo vitoriosa. - Tenho que ir para o meu quarto, quero que quando eu saia de lá, as duas criadas esteja fora do meu castelo e se possível do meu Reino. - Ela diz caminhando para dentro do Castelo indo em direção aos seus aposentos. – Eu não fiz tudo isso para acabar na miséria! Eu vou consegui o que desejo assim como consegui me livra da minha querida irmãzinha que descanse em paz. 

A viagem de Victor para o reino de Lork foi longa, e cansativa ele seguiu seu caminho sem ao menos para se alimenta, ele queria chega logo ao reino para segui com sua missão. Os pensamentos sobre a noite que passou não saem de sua cabeça, ele pensa no que Naome fazia que não viu o que estava acontecendo e imagina no pior se sua prima estivesse com sua irmã na hora, mas fica feliz em sabe que ela está em segurança em seu castelo. Ele não saberia o que fazer se tivessem levado as duas, principalmente agora que seus sentimentos por Naome estão uma bagunça. 

 

 

 

 

 

Floresta Maldita.

4:00am 

 

- Será que podemos para um pouco? Eu não aguento mas anda. - Audrey fala se encostando em uma árvore respirando um pouco de vaga. 

- Não princesa. - Arthur corta uns galhos com sua espada. - Temos que chega logo ao nosso destino. – Achei que fosse fraca, mas isso chega a me surpreender 

- Eu não consigo mas anda. Meus pés estão doendo. - Ela fala choramingando na intenção de fazer com que Arthur sinta pena dala e a deixe descansar um pouco. – E não me surpreende nada que você seja um cavalo. 

- Não me faça fala de novo - ele apoia a lâmina de sua espada no ombro e olha para trás - você já vai poder descansa, só basta chegamos ao lugar que eu quero. – Ele dá de ombros -. Seus pés não estariam doendo se você não estivesse usando esses saltos. Que na minha opinião não são nada práticos. 

- Ah me desculpa por anda bem vestida como uma verdadeira dama. - Ela retruca se aproximando de Arthur – realmente eu peço desculpas por isso!

- Se anda feito uma dama signifique que você vai morre logo, prefiro que garotas andem que nem meras pobretonas. Quem sabe assim se interessem, mas em aprende alto defesa do que com qual coroa combina, mas com seu vestido, ou com a cor do batom. - Ele fala irritado voltando a corta os arbustos.

- Me desculpe se formos ensinadas a aprendemos isso, por culpa de vocês homens, que querem uma mulher bonita que se vista bem e que saibam como se comporta em frente às pessoas! - Ela fala ofendida com que ele falou a pouco tempo. – Só para se exibir na frente dos amigos. 

- Olha princesinha, para de fala. - Ele revira os olhos – que assim você ganha mais. Além disso não aguento mais ouvir sua voz. - Ele fala e Audrey fica calada. – Olha só como assim é melhor. – Ele fala se referindo ao silencio que pairou no ar. 

Depois de meia hora Arthur avista o local que tanto queria chega. Ele pega na mão de Audrey e a puxa para mais perto do local. Ele para quando chega em frente, solta a mão da loira e se próxima da janela olha para dentro do estabelecimento para a checa se o local e seguro. Quando ele confirmar que não ah perigo ele chama Audrey para perto dele, abre a porta e entra na taverna seguido pela loira de cabelos cacheados e pele clara.

- Nós somos perversos, malvados de mais dê temia amigos O ho, Yo ho - esse era o trecho da música que todos estavam cantando na taverna, o som e risos das pessoas ecoavam por toda parte. 

No centro havia uma garota branquinha de cabelos negros como a noite meio azulado, que tem o que Arthur poderia dizer. “Uma alegria contagiante. ”  Mas ela para de canta assim que nota a presença dos dois no estabelecimento.

- Quem são vocês? - Ela fala ainda em cima da mesa. - O que vocês querem? – Ela pergunta olhando para os dois. 

- Bebidas, comidas e fala com o dono disso aqui. - Ele fala olhando para a garota que salta para fora da mesa e caminha até ele com certa elegância.

- Bebidas no balcão, comida não é minha especialidade mas posso consegui algo que preste e sobre o dono prazer você está falando com a “dona” do lugar. – Ela diz convencida tirando as mechas de cabelo de cima do ombro. 

- Então é um prazer fala com alguém tão bonita - ele pega na mão de cat. Olha para ela por um momento e beija a mão da garota, com delicadeza. 

- Gente ele é galanteador – Katerina fala para o garoto que está ao seu lado. Ela olha para o garoto estrala a língua e volta a fala. - Não ligue para a bagunça está acontecendo uma festa, mas me acompanhem. - Ela fala e vai em direção ao balcão seguida por Arthur e Audrey. 

- O que você tem de bom para beber? - Ele fala se sentando em uma cadeira e apoia seu cotovelo no balcão. 

- Do começo a prateleira ao fim tudo. Mas se quiser uma dica da melhor bebida posso lhe oferece... bom, seria rum, é a melhor de todas. Quem vem para cá prefere ela. – Katerina Fala sorrindo de lado colocando um pano que estava usando para limpa o balcão em seu ombro. - O que você me diz? 

- Rum? - Ele arqueia uma sobrancelha. - A bebida que quem mas gosta são os piratas senhorita. Mas estarei disposto a bebe ser tiver a companhia de uma bela jovem de cabelos negros azulado com um sorriso encantador. - Ela fala de modo galanteador sorrindo de lado. Para a garota que sorri de volta.

- Não é muito educado. - Katerina pega dois copos e coloca no balcão. - Quero dizer você está acompanhado de uma garota, que é muito bonita por sinal. - Ela pega o rum - então acha-me para apreciada uma bebida que surgiu no século XVII. - Ela enche os dois copos. 

- Não sei se ela daria a honra de nós alegra com a presença encantadora dela. – Arthur Fala olhando para a garota que está em pé ao seu lado com uma expressão assustada e confusa.  

- Obrigado, mas eu não bebo esse tipo de coisa. – Audrey sorri do modo mais gentil do mundo, mesmo querendo mete a cabeça de Arthur, no balcão pôr a trata de modo indiferente algumas vezes. Por trata-la como uma pessoa de outro mundo. 

- Eu falei. - Dá de ombros antes de saborear sua bebida. 

- Assim não quero julga o modo da senhorita está vestida, mas, isso aqui é uma taverna que sempre estão cheias de piratas, homem indecentes e até ladrões. O que eu quero dizer é que você está muito bem vestida sem falar nas joias que está expondo. 

- Está querendo dizer que eles podem tenta me roubar? - Ela arregala os olhos e engole seco esperando a resposta. 

- Sim. -  a dona da taverna fala simples - acho melhor você se vestir de modo diferente quando for sai. 

- Como é seu nome mesmo? - Ele pergunta pra Katerina. 

- Eu sou Katerina, é um prazer conhece-los 

- O prazer é nosso. Eu sou Audrey e ele é Arthur. 

- Cara, Katerina tem como você consegui roupas para ela? E um banheiro para que a dama possa tomar um banho? 

- Claro que sim. - Ela olha pra Audrey. - Você tem um ótimo namorado garota, apesar dele ser muito galanteador. - Ela fala pra Audrey que fica vermelha com o comentário tão repentino e intuitivo. 

- E-ele não é m-meu namorado. - Fala envergonhada se enrolando nas palavras o que faz Katerine rir um pouco da loira. 

- Ah não? Que confusão minha. – Ela fala se fazendo de boba, mas continuando com o sorriso no rosto. 

- Não tem problemas Katerina. - Fala rindo de modo galanteador o que faz Katerina sorri de modo forçado para o rapaz.  

- Mas tenho uma pergunta, e a forma de pagamento? Dinheiro, serviços, cheque, terras, ouro? – Pergunta Katerina

- Isso foi uma boa pergunta. - Ele pega a tiara da cabeça de Audrey. - Acho que isso serve como pagamento. - Ele entrega a tiara pra Katerina, que no momento em que tem a tiara em suas mãos abre o sorriso, mas sincero da noite, seus olhos chegaram a brilha olhando a tiara de Audrey. 

- Uou! Se paga - fala com um sorriso enorme olhando para a tiara - bom me siga Audrey. Jeremy, cuide das coisas enquanto eu não chego. E tenha juízo em, não quero brigas aqui. 

- Sim Kat. - O garoto que estava enchendo, mas uns copos fala.

Audrey segue Katerina, saindo de onde ela servia bebidas por uma porta de madeira do canto superior do recinto. Elas passam por um pequeno e estreito corredor chegando no pé de uma escada estilo caracol. 

- Aqui em baixo tem um banheiro, mas ele sempre está a maior sujeira por conta desse bando de bêbados. – Ela diz colocando o pé direito no primeiro degrau – eu não podia deixa você usar ele. 

- Obrigado por pensa em mim. – Ela diz agradecida – onde estamos indo? 

- Para minha casa. Eu moro em cima da minha taverna, isso não é legal? É eu sei... isso é incrível – ela fala com animação. 

Elas terminam de subir as escadas e chegam em outro corredor, mas esse era bem mais amplo e, mas claro que o outro. Katerina leva Audrey até seu quarto.

- Pode entra. - Ela fala entrando no quarto e colocando a tiara dentro de um pequeno baú que tem no cômodo, depois disso ela olha pra Audrey que está parada no meio do quarto com uma típica cara de paisagem. - Vou pegar uma toalha e... - Ela olha para a roupa que a garota estava usando e faz uma careta. 

- O que? Tem algo errado com o meu vestido? - Ela fala olhando o seu próprio vestido e depois volta a olha pra Katerina. 

- Se tem alguma coisa errada? Imagina, só tem tudo. Que dizer claro que não. - Ela sorri - vou separa uma roupa também. - Ela se vira e entra em um pequeno closet - Ah faça o favor de se livra de suas joias. As coloque dentro do baú em que sua tiara está. - Fala ainda dentro do closet. 

- Tudo bem. - Ela tira o colar e as pulseiras que estava usando e coloca no baú como Katerina a pediu. 

- Olha aqui a toalha. - Ela entrega a toalha - e a sua nova roupa. - Katerina entrega a roupa. - Vou estar lá em baixo 

- Okay, muito obrigado Katerina 

- Pode me chama de Kat. - Ela fala e escuta um Yo Ho - minha parte favorita da música! Tenho que ir tchau o banheiro fica no fim do corredor. - Ela fala e sai correndo do quarto. 

Depois de um banho longo e relaxante Audrey se enxuga veste a roupa que Katerina tinha indicado arruma seu cabelo o deixando solto e desce para ir a taverna. Quando chega lá todos param de beber e de fala e ficam a encarando ela fica um pouco envergonhada, mas lembra que foi ensinada toda a vida para sabe como reagir a uma situação dessa ela respira fundo e caminha até onde Arthur está. Ela quase não reconheceu ele por estar totalmente diferente sem capuz e aquela roupa de antes agora ele estava com uma roupa totalmente diferente. E muito melhor na opinião da princesa de Goldy.

- Olha a roupa ficou legal. - Katerina Fala quando Audrey se aproxima dela - eu falei que iria ficar boa. 

- Falou? - Jeremy fala enxugando uns copos 

- Claro que eu falei. – Ela diz dando um tapa forte no ombro do moreno 

- Claro que falou – ele segura o riso. 

- Está muito melhor que antes. - Arthur Fala olhando a garota de cima a baixo a avaliando. - A roupa vai ajudar muito na nossa viagem. 

- Sério que está legal? - Ela pergunta um pouco insegura. - Ela não é muito chamativa? - Ela pergunta fazendo os três rirem - o que foi? Algo errado? 

- Você está achando isso, mas chamativo do que está com joias, uma tiara e um vestido de luxo? – Pergunta Arthur 

- Sim. 

- Ah minha criança você não está chamativa nem nada. Agora sim você pode ser mistura ao resto do pessoal. – Ela diz apontando para as pessoas que estavam bebendo no recinto. 

- Olha quem chama os outros de criança. – Jeremy Fala olhando pra Katerina que mete um copo na cabeça do garoto. - Ai! Chata. 

- Não me envergonhe na frente das pessoas. 

- Não precisava agredir ele. -  Audrey Fala preocupada com Jeremy - você está bem? 

- Ela sim se importa comigo - fala sorrindo - mas não precisa se preocupar, nos sempre nos tratamos assim. É como relacionamento entre dois irmãos. 

- Você deve gosta muito dela. – Diz Audrey 

- Sim, ela é a irmã que eu nunca tive. 

- Digo o mesmo desse poste. - Fala rindo e colocando um prato com batata, salada, peixe grelhado e Carne no balcão. - Coma isso. Você precisa se alimentar. 

- Obrigado - fala pegando o talhe e começa a comer. 

- Vocês vão para onde agora? – Pergunta Katerina 

- Reino dos elfos. Precisamos nos esconder, lá é o melhor lugar. Mas antes temos que ir para o Porto que tem aqui perto. 

- Eu também tenho que ir ao porto. Acho que posso acompanha vocês até lá – fala Katerina 

- Seria ótimo senhorita. – Dispara Arthur 

- Tenho que organiza umas coisas e depois podemos ir. 

- Ótimo tenho que chegar lá logo. – Ele fala 

Katerina, sobe para o anda de cima para arrumar as coisas que iria precisar. Toma um banho e veste sua roupa e volta para onde os outros estão à sua espera. Ela avisa a Jeremy que é para ele tomar conta da taverna enquanto ela estiver fora ou caso contrário ela arranca a cabeça dele fora. Depois disso ela vai junto com Arthur e Audrey leva o carregamento para o reino de seely.

 

 

Quarto de Gregori.

Reino de Gold. 

6:00am 

 

Gregori, estava em seu quarto sentado na cama rodeado de livros, mapas e tudo que não deveria estar ali. Mesmo que ele só tivesse 6 anos, ele se achava, mas inteligente que a maioria naquele castelo, o que era verdade. Mas ele também não se dava conta dos perigos que se metia por isso. 

Gregori leva um pequeno susto quando a porta é aberta com uma certa intensidade. Ele tremia com medo de ser seu pai, mas logo volta a se acalma quando ver Liam, fechando a porta. 

- Achei que fosse o papai. – Ele diz voltando a ler o livro que estava. – O que você quer Liam? – Ele pergunta sem ao menos olha para Liam, que suspira revirando os olhos. 

- Eu queria que tivesse sido o papai. – Ele retruca – quem sabe assim ele teria sua atenção, ao contrário de mim. – Ele caminha até perto da cama – vamos para disso... cansei de fingir que você não mete esse nariz enorme onde não te interessa. Ou de pega as minhas coisas sem meu consentimento. 

- Você não se importava. – Ele diz olhando para o irmão – o porquê disso agora?

- Porque você é muito novo para certas coisas. 

- Você conhece os arredores melhor do que Victor, mas me pergunto do porque você não foi... – ele desce da cama – quem é aquela que carrega a serpente? Você cita essa pessoa a cada página. Quem é ela? – Ele pergunta curioso. 

- Isso não interessa a você. – Liam diz calmo – Victor disse que queria fazer isso sozinho. 

- Estamos falando da nossa irmã. Você vai deixa isso assim? 

- Mas é claro que não. – Ele diz determinado. – Eu irei atrás dela, não confio no Victor para a tal coisa. 

- Então você vai contra as regras do papai? 

- Eu sou bem grandinho. 

- Você tem 15 anos, não tem nada de responsável 

- Isso vem de uma criança de 6 anos, que se acha o detetive 

- Eu vou com você. 

- Não, você não vai

- Ela é minha irmã quero ajudar a procura-la 

- Eu não preciso da sua ajuda, só vim aqui para dizer “pare de pega as minhas coisas” – Liam diz virando de costa – você estará melhor aqui no castelo. – Ele diz saindo do quarto deixando Gregori para traz. 

- Está muito enganado se acha que eu vou ficar sem fazer nada. Eu vou acha essa “ que carrega a serpente” e nós vamos acha a Audrey não importa o que eu tenha que faze para isso acontece. – Ele fala terminado pegando os livros e jogando dentro do baú. Logo depois alguém bate na porta – oi 

- O lanche que o jovem príncipe pediu está pronto. 

- Obrigado por avisar. Não demorarei muito – ele diz calmo – vejo isso depois. 

 

 



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