História 13 Reasons Why - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook
Visualizações 13
Palavras 780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Óia eu de novo não? Atualização dupla hihi



Boa leitura babys

Capítulo 2 - 13 Reasons Why: One


Fanfic / Fanfiction 13 Reasons Why - Capítulo 2 - 13 Reasons Why: One

"Não há nada errado em dizer que você precisa de ajuda."


Pelas ruas desertas e escuras, os passos de JungKook são abafados por sua respiração entrecortada. Se ele pudesse ouvi-los, ou se pudesse ter uma imagem de si mesmo, veria um adolescente alucinado, em uma busca desesperada. Do quê?

Ao chegar da escola naquela tarde, um pacote sem remetente, endereçado a JungKook, lhe dá boas-vindas na porta da casa. O pacote contém sete fitas cassete embrulhadas em plástico-bolha. Play. A voz de Park Jimin. Morta há algumas semanas. Suicídio por overdose de remédios. E o primeiro amor de JungKook.

Nas fitas, Jimin explica os treze motivos que o fizeram acabar acabar com sua própria vida. Quem recebeu as fitas foi um deles. E a regras é simples: depois de escutar seu motivo, passe a fita adiante, para o nome da história seguinte.

Que fatos podem estar encobertos pela pretensa normalidade da vida de adolescentes como outros quaisquer?

Entender o que Jimin quer lhe dizer depois de morto: é o que Jeon JungKook busca nesta noite, caminhando pela cidade às escuras, com o walkman no bolso e uma voz fantasma sussurrando em seus ouvidos.





-- Senhor? -- ela repete -- Quando você quer que chegue? Esfrego a sombrancelha esquerda com dois dedos

Lateja cada vez mais.

-- Tanto faz -- Respondo

A atendente pega o pacote. A mesma caixa de sapatos que estava na porta de minha casa há menos de vinte e quatro horas; embrulhada de novo em um saco de papel pardo, fechado com durex, exatamente como recebi.

Mas agora com um novo destinatário. O nome seguinte na lista de Park Jimin 

-- Os treze porquês -- murmuro. Sinto um calafrio só de pensar.

-- Desculpe, não entendi.

Faço um gesto com a cabeça.

-- Quanto é?

Ela pega a caixa e digita uma sequência de números no teclado.

Coloco em cima do balcão o copo de café que comprei no posto de gasolina e olho para a tela. Puxo umas notas da carteira, procuro algumas moedas no bolso e ponho o dinheiro do lado do copo.

-- Acho que o seu café ainda não fez o efeito -- ela diz com ironia. -- Está faltando um dólar. Entrego o dólar e esfrego os olhos para afugentar o sono. Tomo um gole de café, que está altura está morno e duro de engolia. Mas preciso acordar.

Ou talvez não. Talvez seja melhor passar o dia sonâmbulo. Talvez seja a única maneira de aguentar este dia até o fim.

-- Deve chegar amanhã -- a atendente informa. -- talvez depois de amanhã. Ela joga a caixa num carrinho.

Eu deveria ter esperado até o final da aula. Deveria ter dado um último dia de pás á Jennie. Ainda que ela não mereça.

Quando chegar em casa amanhã, ou depois de amanhã, ela vai encontrar um pacote na porta da frente. Ou em cima da cama, se a mãe ou o pai ou outra pessoa chegarem primeiro. E vai pirar. Eu pirei. Um pacote sem remetente? Esqueceram ou foi intencional? Talvez um adimirador secreto?

-- Quer o recibo? -- pergunta a atendente. Com a cabeça, digo que não.

Mesmo assim, a impressora cormsoe um recibo. Observo a atendente cortar o papel na serrilha de plástico e jogá-lo no lixo.

É o único correio da cidade. Será que foi a mesma funcionária que atendeu as outras pessoas da lista, as que receberam o pacote antes de mim? Será que elas guardam o recibo como um souvenir bizarro? Esconderam na gaveta de meias? Pregaram nos seus murais de cortiça?

Quase peço meu recibo de volta. Quase digo: "Desculpe, mas vou querer o recibo sim". Como lembrança.

Se bem que, se eu quisesse uma lembrança, poderia ter feito a cópia das fitas ou guardado o mapa. Mas nunca mais quero ouvir aquelas fitas de novo, mesmo porque a voz dele jamais vai sair da minha cabeça. E as casas, as ruas e o colégio estarão ali para me lembrar .

Agora não está mais nas minhas mãos. O pacote já está a caminho. Saio do correio sem o recibo.

Minha cabeça ainda está latejando debaixo da sombrancelha esquerda. Estou com um gosto azedo na boca. Quanto mais me aproximo do colégio, mas perto estou a ter um surto.

Eu quero surtar. Quero cair no chão e me arrastar para dentro dos arbustos. Porque logo depois dos arbustos, a calçada faz uma curva, contornando o estacionamento da escola. Atravessa o gramado e invade o prédio principal. Chega até a porta da frente e vira o corredor, ziguezagueando entre fileiras de armários e salas de aula, até desembocar na porta da minha classe.

Ali, de frente para os alunos, estará o Sr.Sehun. ele será o último a receber o pacote sem remetente. 

No meio da sala, á esquerda, estará a carteira de Park Jimin. Vazia.




Notas Finais


Até a próxima!


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