História 14 - Capítulo 5


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Categorias Originais
Tags Catorze, Mistério, Quatorze, Suspense
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Palavras 583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


MAS UM CAP PARA VOCÊS. ...
ATT JEBulllock

Capítulo 5 - Cap V


Abri os olhos e olhei em volta. Estava em um quarto de hospital. Na sala , além de vários aparelhos, tinha um sofá e nele estava sentado com um olhar fixo para mim, o detetive Carter.

Carter era uma espécie de parceiro. Trabalhamos juntos em alguns casos. Ele era uma pessoa de boa índole, bom de trabalhar. Digamos que havia nele a empatia que faltava em Willians. Quando estávamos de folga, costumávamos sair juntos. Como amigos! Depois que me mudei para St Louis, Carter era meu único amigo. Era ele quem aguentava as reclamações sobre meus ex. 

Carter levantou e se aproximou lentamente de mim. Puxou uma cadeira que estava próxima a cama e se sentou.

- Como está? - ele segurou minha mão

- O que aconteceu? - perguntei tentando assimilar as coisas

- Não se lembra? - ele me perguntou me analisando

Balançei a cabeça dizendo que não.

- Um carro em alta velocidade colidiu com o seu. Seu carro capotou três vezes. Foi uma sorte você está viva. - ele se encostou na cadeira

- O que? - tentei me mexer mas fui impedida por uma dor aguda do lado direito

- Ei....sossegue! Você fraturou duas costelas. Não se mexa. - ele pois a mão em minha barriga

- Quanto tempo eu dormi? - perguntei tentando me ajeitar

- Isso aconteceu ontem. Devido a pancada na cabeça você dormiu por um tempo. - ele deu uma risada

Ri com ele.

Carter era o tipo de homem que uma mãe gostaria como genro. Além da sua empatia, costumava ser gentil e atencioso. Seus olhos verdes eram extremamente encantadores. Ele tinha mais ou menos um metro e setenta e cinco, cabelos castanhos claro, um físico invejado pelos outros detetives. Ele costumava ser firme em sua fala, e ao mesmo tempo doce. Lembro que em um caso em que uma jovem faleceu, ele ouviu cada detalhe e consolou a mãe da menina. Pouco tempo depois, concluímos que se tratava de um suicídio. 

Carter não tirava os olhos de mim.

- O que foi Dylan? - quando não estávamos no trabalho o chamava pelo nome

- Nada... Esquece! Bobagem. - ele sorriu

- Então, quando posso ir embora? - perguntei dando uma risadinha de lado

- Em três dias. - ele fez uma careta como se tivesse feito besteira

- Hein??? Aff... Saio daqui antes disso. - fechei a expressão

- Você não pode ficar sozinha. Vamos para o meu apartamento. Lá vai ser melhor. - ele se levantou para pegar um pouco d'água

- Dylan...não inventa! Não quero que achem que temos algo. - não gostava de pensar nisso

- E por acaso nós temos? - ele foi irônico

- Não! - respondi rápido

Ele sorriu novamente.

- Ângela, deixe as pessoas te ajudarem. Você nunca aceita ajuda. Você sofreu um acidente. E outra, sou seu amigo. Não um inimigo. - ele sorriu novamente

- Não é por você Dylan. É.... - tentei terminar a frase

Eu tinha medo de misturarmos as coisas. Tinha a impressão de que ele gostava de mim, mas não como amiga. E outra, não queria que o pessoal do departamento achasse que tinhámos algo. Não sei... Talvez eu me sentisse só...

- Merda! - disse em voz alta

- O que houve? - Dylan fez uma cara engraçada

- É que você é tão meu amigo.... Tenho medo de uma hora misturarmos isso. Você me entende? - tive que ser sincera

- Ok. Então vamos fazer assim: quando você sair do hospital veremos o que fazer. - ele estendeu a mão para mim

- Ok. - respondi aliviada

Conversamos por mais um tempo até o horário de visitas acabar.


Notas Finais


Me desculpem a hora. Mas não iria esperar até amanhã.
JEBullock


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