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História 15 Provas de Amor - Capítulo 16


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Notas do Autor


Primeiramente: me perdoem a demora, vou me explicar.

Seguinte, eu descobri recente mente que estou com uma doença grave e que pode me matar. Por isso estou de cama faz meses e não sinto a mínima vontade de fazer qualquer coisa que não seja dormir ou ficar assistindo. Eu estou bem doente ainda, mas me senti mais disposta hoje para escrever e postar, então, aqui está o capítulo!

Eu também estou pagando uma fortuna num tratamento e por isso minha família está passando por má condição financeira.

Eu odeio estar doente, mas essa é a vida, não é?

Bem, é isso. Agora aproveitei o capítulo!

Boa leitura!

Capítulo 16 - Capítulo 16 - Ideia


Kageyama Tobio

Eu não sei como reagir quando escuto os comentários sobre o Shouyou. Percebo quando ele começa a chorar e sai correndo do palco até o banheiro. Yachi corre atrás dele, enquanto eu ando até a mesa daqueles adolescentes morrendo de raiva.

- E aí, bonitão? - diz uma garota loira. - Quer largar aquele careca e dar uma volta comigo?

- Você tem muita sorte por eu não bater em mulheres, sua vaca. - Agora olho para o garoto que fez os comentários. O puxo pelo colarinho da camiseta. - Você quer que eu quebre quantos ossos seu?

- Calma aí, cara! - tenta se soltar. - Era só uma piada!

- Você acha legal zoar alguém com câncer? - nega balançando a cabeça. - Acho ir vou me divertir quebrando o seu osso.

- Socorro! - Ele grita. Um outro garoto tenta nos afastar, mas eu não o solto. Começo a apertar seu pescoço, com tanta raiva que se eu não me controlar, vou matá-lo sufocado.

- Ninguém mexe com o meu marido. - antes que eu dê o primeiro soco, sinto a mão pequena do Shouyou tocar meu ombro. - Shouyou?

- Vamos para casa. - ele está chorando. - Por favor.

Arregalo os olhos. Nunca vi Shouyou chorar desse jeito, é de partir o coração.

- Na próxima, moleque, eu te bato tanto que você nunca mais vai querer zoar alguém doente. Ouviu bem? - fica em silêncio. - Eu perguntei se ouviu! - grito.

- Sim! - O solto. Pego a mão de Shouyou e vamos embora. Chegando na casa dele, ele entra correndo e vai para seu quarto. Eu e Yachi o observamos deitar na cama, começando a chorar. Meu coração está esmigalhado por vê-lo chorar dessa maneira. Queria poder ajudá-lo.

- Hinata, calma. - Yachi abre um armário e pega uma caixa de calmantes. Força Shouyou a tomar. - Você vai se sentir mais calmo em alguns minutos.

- Calmo?! Eu só vou ter paz nessa vida quando estiver a sete palmos de baixo da terra! - me assusto com suas palavras. - Por que eu tenho que ser doente? Eu não aguento mais isso! Eu não posso nem sair na rua sem alguém me olhar estranho. Eu quero morrer logo!

- Hinata… - a loira começa a chorar. - Você não pode desejar a sua morte.

- Eu posso sim! E vou! - Não temos tempo para segura-lo quando ele entra no banheiro e tranca a porta.

- Shouyou! - bato na porta. - Yachi, tem alguma coisa cortante no banheiro?

- Eu acho que não... espera! As giletes, Kageyama-kun! - arregalo os olhos. - Hinata, por favor, abra a porta!

- Shouyou, por favor! - tento arrombar a porta, mas ela é muito forte. - Shouyou, não faça nada! Eu morro se você morrer!

- Eu vou chamar os seguranças! - ao dizer, sai correndo do quarto. Continuo gritando para ele não fazer nada, mas não obtenho resposta. Talvez por causa do gesso ele não consiga fazer nada, mas mesmo assim, é um risco que não quero correr.

- Shouyou!

Os seguranças da mansão entram no quarto. Com um pouco de dificuldade, os dois conseguem abrir a porta. Meu coração falha uma batida quando vejo Shouyou desmaiado no chão, com o braço cortado e com o nariz sangrando.

- A ambulância! Alguém chama a ambulância! - grito desesperado.

Estou do lado de fora do hospital, sem saber o que fazer. Estou desesperado, faz mais de meia hora que não recebo notícias de Shouyou. Eu choro, sem saber o que fazer.

- Tobio! - Miwa aparece correndo até mim. - O que foi que aconteceu?

- Miwa… - ela me abraça. Conto tudo que aconteceu enquanto choro. Quando termino de contar, ela está chorando como eu. - O que eu faço, Miwa?

- Só nos resta ter esperanças. - acaricia meus cabelos. - Ele vai ficar bem, tenho certeza.

- Era muito sangue. Muito mesmo. Isso é horrível.

Antes que ela diga mais alguma coisa, Yachi aparece com cara de choro.

- Kageyama-kun…

- O que foi? - a seguro pelos ombros. - O Shouyou está bem, né?

- Ele perdeu muito sangue, vai ter que fazer uma transfusão. E também... ele não quer ver ninguém. Diz que está com vergonha que qualquer pessoa o veja como está. Não quis nem que eu entrasse no quarto dele.

- Mas eu preciso vê-lo! É meu marido!

- Tudo depende dele, Kageyama-kun. Se houvesse um jeito de fazer ele se sentir como as outras pessoas…

Nesse momento, tenho uma ideia incrível.

- Eu volto daqui a pouco! - antes que eu saia correndo, Miwa segura meu braço. - Eu preciso ir.

- O que você vai fazer? - pergunta preocupada. - Não faça nenhuma loucura, por favor.

- Não vou. Irei fazer algo bom. Agora, me deixe ir.

- Ok. - suspira. - Boa sorte, maninho. - faz um joia. Corro até meu carro e dirijo até o cabeleireiro mais perto que conheço. Assim que chego lá, falo para o cabeleireiro: - Pode passar a máquina, no zero.

Eu vou fazer o Shouyou perder a vergonha da sua aparência.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Uma pergunta: vocês gostam de shingeki no kyojin?

Em breve estarei de volta! Bye, bye!


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