História 18 Açucarado - Capítulo 32


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doce 16, Drama, Família, Romance
Visualizações 6
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Enfim, eu ia postar outro só amanhã, mas nem eu me aguento com tanto suspense. Odeio esperar!
Enfim, esse capitulo é bem, bem, mas bem, triste.
É bem o ponto mais alto da história.
Espero que gostem!
E comentem, qualquer coisinha.

Capítulo 32 - Capitulo XXXII: Exame


Capitulo XXXII:

Rodrigo P.O.V

Na segunda feira Júlio tinha vindo em minha casa com a horrível noticia. É claro, é difícil de acreditar, mas levando em consideração que eu nunca soube quem era meu pai, eu até comecei a acreditar nas palavras do senhor Alencar.

Eu fiquei tão apavorado que vim pra casa da minha tia, eu não tenho animo pra nada, só consigo pensar nas besteiras que eu fiz. Se isso for mesmo verdade, eu fiz coisas horríveis, como: dormi com a minha irmã. E pior, depois que eu vim pra cá eu só penso em como ela está. Eu não consigo tirá-la da cabeça.

Eu queria voltar, mas não tenho coragem, eu sei que eu deveria fazer algo, como minha tia me disse, mas eu não consigo.

_ Filho, está tudo bem?- Minha tia disse entrando no quarto.

_ Sim.- Eu disse levantando.

_ Tem uma pessoa querendo falar com você.

_ Quem?

_ Bem, vem ver, ele está lá fora.- Ela disse meio receosa.

Eu não respondi nada, apenas me levantei e fui até a sala, chegando lá encontro o senhor Alencar sentado no nosso sofá, quando ele me vê, ele se levanta e fica a me encarar.

_ O que você está fazendo aqui?- Eu digo soando bravo.

_ Meu filho eu vim....

_ Não me chama de filho.- Eu digo tapando meus ouvidos com a mão.

_ Me escuta.- Ele disse tirando as minhas mãos, e eu por força do habito empurrei ele e disse:

_ O que você está fazendo?

_ Me desculpa, eu não deveria ter relado em...

_ Não deveria mesmo.

_ Nós precisamos conversar...

_ Sai daqui, eu não tenho que falar com você...

_ Para de infantilidade Rodrigo.- Ele disse de uma forma assustadora e eu fiquei em silencio. Então ele continuou:_ Nós precisamos tomar as devidas providencias se você...bem, se você for meu... filho.

_ Eu não quero nada seu. Tudo vai continuar como era antes, eu não tenho pai e pronto.

_ Para de ser idiota, todos os meus bens agora pertencem a você também.

_ Eu não quero os seus bens.

_ Você não pode estar falando serio.

_ Ser seu filho pra mim é uma maldição, ou você pensou que eu ia agradecer por isso?

_ Bem pelo menos agora você tem bens, tem uma família, tem pessoas dignas do seu lado, as oportunidades vão ser melhores...

_ Você já parou pra pensar...

_ Eu sei, o seu caso com a Patrícia...

_ Caso?

_ Quantos irmãos já não dormiram juntos Rodrigo.

_ Não se trata só de dormir junto, nós temos uma filha.

_ Eu sei, mas o que a gente pode fazer agora?

_ Eu não sei, eu não sei.- Eu disse e comecei a chorar.

_ Ei filho.- Ele disse vindo me abraçar, mas eu afastei ele e disse:

_ Você já sabia disso tudo não é?

_ Não, não. Eu e a sua mãe... éramos apaixonados, mas um dia, meu pai arrumou uma noiva pra mim e eu não aceitei, mas por algum motivo sua mãe ficou sabendo e foi pra longe de mim, depois de um tempo, eu fiquei sabendo que ela tinha tido um filho, mas eu já estava casado, nunca que eu ia pensar que o filho era meu, e de certa forma, sua mãe sempre, tentou manter você perto da nossa família. Ela era amiga da Lúcia e vocês sempre viviam lá em casa. Eu sempre achei que você fosse filho de outra pessoa, que não era meu, eu achava que você era filho de alguém que tinha roubado sua mãe de mim.

_ Eu... Eu não vou voltar com você...

_ Para com isso.

_ Você já pensou na Patrícia? Você quer o que? Que eu vá morar na mesma casa que ela?

_ Bem, alguma hora vocês vão ter que saber lidar com isso.

Enquanto ele dizia eu sai da sala, eu não vou fazer isso que ele quer, nunca daria certo. Agora eu vou ter que tratar a mulher que eu... que é mãe da minha filha como minha irmã?! Não, eu não consigo.

 

(...)

 

Infelizmente eu fui convencido a fazer o teste de DNA, agora eu e minha tia, tínhamos acabado de nos sentar esperando o resultado, o senhor Alencar estava do lado. E eu não entendia o porque de toda felicidade dele.

_ Senhor Jonas de Abreu Alencar?- Um homem falou.

_ Sim.- O senhor Alencar disse e se levantou.

_ Aqui o resultado do exame.- Ele disse entregando um papel ao senhor Alencar.

_ Obrigado.

_Vamos, abre logo.- Eu disse vendo o senhor Alencar guardar o envelope.

_ Infelizmente a Lucia preparou um café da manhã pra gente e bem, eu pensei em abrir...

_ Eu não vou comemorar essa merda em lugar nenhum, abre logo isso ai.

_ Ei filho calma.- Minha tia disse segurando meu braço.

_ Você só vai junto tomar um café, nós vemos o resultado e você pode ir...

_ Eu já disse que não.

_ Filho, vai ser rápido, vamos encerrar logo essa discussão.- Minha tia disse.

_Ouça sua tia.

Eu não disse nada, apenas sai do consultório sendo seguidos por eles.

 

(...)

 

Esse café não iria ser rápido nunca, eu nunca vi tanta gente na minha vida, eu estou nervoso não posso negar, bem, pelo menos a Patrícia não está aqui. Não que eu não queira ver ela, mas é que... bem, seria difícil. Estou voltando do banheiro, e agora vou pressionar o senhor Alencar pra abrir logo esse exame, não aguento mais ficar aqui.

_ Ei.- Eu disse trombando com a Patrícia que ia em direção ao banheiro.

_ O que você está fazendo aqui?- Ela disse me olhando. E percebi que seus olhos estavam vermelhos.

_ Eu... bem... é que...

_ Não, tudo bem, eu não sabia que você estava aqui.- Ela disse e saiu.

_ Ei espera, você estava chorando?

_ Não. Eu estou bem. Melhor você voltar pra lá.

_ É, verdade.- Eu disse e fiquei encarando-a e ela fez o mesmo, até que abaixou o olhar e saiu.

Voltei para aquele lugar cheio de gente, e não localizei minha tia. Olhei ao redor e vi o senhor Alencar ao longe sorrindo, andei até ele e segurei o braço dele com força e puxando-o até um lugar mais tranquilo eu disse:

_ Vamos abre logo essa merda.

_ Ei calma garoto.

_ Não é calma. Eu acabei de trombar com a Patrícia, ou você abre essa merda ou eu vou embora, não aguento mais ficar aqui um minuto.

_ Está bem.- Ele disse e abriu a bolsa pra pegar o envelope, depois olhou pra todos e gritou:_ Amigos, e familiares, nós iremos fazer a abertura do exame agora.

_ O que você esta fazendo?- Eu disse baixo puxando o braço dele.

_ Eles queria saber também.

_ Você sempre precisa de um show não é?

_ Todos animado?- Ele disse ignorando minha pergunta. Senti que Júlio estava perto de mim, então colocou os braços em volta do meu ombro.

_ Fica calma parceiro.

_ O resultado é... 99,9% de confirmação. Sim, meu jovem rapaz você é um Alencar.- Ele disse como se fosse lucro, mas a única coisa que eu conseguia pensar era em como eu havia sido desgraçado. Não acredito nisso, eu não quero mais viver, o que eu fiz com a minha vida? Não acredito que minha mãe me apoiou a namorar a minha irmã. O que eu faço agora?

_ Já que vocês estão comemorando as novidades...- Patrícia disse saindo de casa, e preciso ressaltar que sua imagem estava horrível.- Comemorem a chegada do terceiro neto.

_ Você está gravida do Gabriel minha filha?- A mãe dela correu até ela abraça-la. E eu nunca torci pra ela estar gravida de outro cara não sendo eu como agora.

_ Não, mais um filho do meu irmão.- Ela disse e então me olhou.

_ Levem essa menina pra dentro.- O senhor Alencar disse.

E agora o que eu vou fazer?

 


Notas Finais


Ai ai, e agora em?!
COMENTEM o que acharam.
Não sei vocês mas eu fiquei com dó do meu casalzinho.
Mas será que é verdade isso mesmo?


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