História 18 Açucarado - Capítulo 33


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doce 16, Drama, Família, Romance
Visualizações 8
Palavras 1.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa tardeee
Mais um capitulo fresquinho pra vocês!
Espero que gostem!
Não esqueçam de comentar.

Capítulo 33 - Capitulo XXXIII: Amor de verdade


Fanfic / Fanfiction 18 Açucarado - Capítulo 33 - Capitulo XXXIII: Amor de verdade

Capitulo XXXII:

Rodrigo P.O.V.

Patrícia subiu correndo no mesmo instante em que disse isso, eu não consegui resistir aos meus instintos e corri atrás dela, bem, eu fui correr.

_ Onde você vai?- O Senhor Alencar disse agarrando meu braço.

_ Me solta.- Eu disse respondendo a ele com a mesma cara feia que ele me encarava.

_ Você não vai atrás dela.

_ Qual o seu problema? Eu não posso deixar ela sozinha.- Eu disse e finalmente me soltei dele.

_ Você não é a pessoa mais indicada pra ir atrás dela.

_ O que você sabe?

_ Já disse pra você não ir, agora volta pro seu lugar...

_ Você não manda em mim, um exame não faz nem nunca vai fazer eu te obedecer como um pai ou coisa assim.

_ Rodrigo, é melhor você...

Enfim, pra que eu fiquei ouvindo ele até agora mesmo? É claro, eu deixei ele falando e subi correndo até onde ela estava. Ela tinha ido até o próprio quarto, e quando me aproximei pude ouvir ela chorar, meu coração se apertou ao ouvir isso, e a única coisa que eu fiz foi ficar paralisado na porta olhando pra ela que chorava no chão do quarto.

_ Patrícia.- Eu disse baixo. E ela me olhou.

_ O que você está fazendo aqui?

_ A gente precisa conversar.

_ Eu não aguento olhar pra você sem me lembrar de tudo que a gente fez, todas as coisas erradas que a gente fez, eu... tenho... nojo disso.

_ Ei, calma, a gente não teve culpa.- Eu disse me aproximando dela no chão, mas ela se afastou então eu continuei:_ A gente não sabia de nada, o que nós poderíamos fazer?

Ela não me respondeu nada, apenas chorou, eu pensei em abraça-la, era por isso que meu corpo implorava, eu precisava toca-la, sentir que ela estava bem, mas sei que ela não quer isso, e eu não vou fazer então.

_ Você sabe que não é amor de verdade, não saber?- Ela disse depois de um longo tempo.

_ É claro que é amor Patrícia.

_ Não desse jeito, é claro que eu ia te amar, você é meu irmão. Você é igual o Júlio.

_ Não fala isso.- Eu disse e eu estava realmente muito ofendido.

_ Mas você sabe que é, você sabe que nós estávamos enganados, nada era verdade, nós só fizemos burrice, devíamos ter parado enquanto tivemos tempo, devíamos ter ouvido os outros, olha o que a gente fez...

_ Eu não quero ouvir.- Eu disse um pouco alto.

_ Não quer ouvir? Por que você não quer ouvir? – Ela disse no mesmo tom.

_ Não é verdade o que você está falando.- Eu disse e percebi que eu chorava.

_ O que não é verdade? Impossível você achar certo o que fizemos.- Ela disse se levantando e saindo do meu lado.

_ Não é verdade sobre não ser amor, eu te amo.- Eu disse ficando meio congelado quando ela ficou em silencio.

_ Eu sou sua irmã é claro que você me ama.

_ Eu te amava antes disso Patrícia.- Eu disse me levantando.

_ Como irmã, será que você não entende? Sempre foi como irmã, a gente se confundiu.- Ela disse alto demais e começou a chorar.

_ Não era como irmã. – Eu disse indo abraça-la.

_ Eu não quero seu abraço Rodrigo.- Ela disse enquanto eu a abraçava.

_ Psiu.- Eu disse enquanto a abraçava. Nós ficamos abraçados por um tempo. E eu senti ela chorar, faria qualquer coisa pra não vê-la assim.

_ O que vocês estão fazendo?- Ouvi a voz da mãe dela atrás de mim.

_ Eu só...- Eu fui tentar dizer enquanto me soltava da Patrícia.

_ Vocês não perceberam que isso é errado?- Ela continuou.

_ Sai do meu quarto.- Patrícia que estava do meu lado disse pra própria mãe.

_ O que?

_ Sai do meu quarto, você ouviu.

_ Não, eu vim conversar sobre o ocorrido, eu e seu pai tomamos uma decisão...

_ Vocês não vão tomar decisões por mim.- Ela disse extremamente baixo.

_ O que?

_ Sai do meu quarto.- Ela gritou.

_ Patrícia, filha, eu só quero conversar com você.

_ Sai daqui, não me chama de filha, eu não quero ver a cara de vocês.- Ela disse enquanto empurrava a mãe pra fora do quarto. E então trancou a porta e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer. Então fiquei olhando pra ela.

_ Patrícia eu...

_ Fica quieto. Por favor.- Ela disse enquanto vinha na minha direção, e então pegou na minha mão e me puxou em direção a cama dela. Mas eu não fui, então ela me olhou e disse:_ Vem.

É claro que eu queria ir, então apenas confirmei com a cabeça e a acompanhei, ela me se deitou na cama e eu fiz o mesmo, então ela puxou meus braços para abraça-la e eu o fiz.

_ Existe alguma chance de você não ser meu irmão?

_ Eu não sei. Tem que ter.- Eu disse e percebi que minha voz tinha saído extremamente baixo.

_ Eu não quero ser sua irmã Rodrigo.

_ Eu tenho certeza que você não é.- Eu disse e a abracei mais forte.

_ Eu só quero dormir e acordar e ver que tudo isso era só um pesadelo.

_ Isso, é bom você dormir.- Eu disse pondo as minha mãos no cabelo dela. Comecei a acaricia-lo e ouvi ela chorar baixinho por um tempo e então ela dormiu, eu me levantei e a cobri com um cobertor qualquer, e desci até a sala, e não havia mais ninguém lá, além é claro, do meu novo pai, da mãe da Patrícia, e do Júlio.

_ O que você estava fazendo?- O Senhor Alencar disse enquanto eu descia a escadas.

_ Cadê minha filha?- A mãe dela disse com a voz chorosa.

_ Ela dormiu, eu estava lá em cima.- Eu respondi olhando respectivamente pra cada um deles que haviam feito as perguntas.

_ Você dormiu com ela?- O senhor Alencar cuspiu as palavras.

_ Claro que não. A gente só conversou, ela precisava se acalmar. Ela já está bem agora.

_ Seu irresponsável. Quem é você pra acalma-la.- Ele disse bravíssimo.

_ Bem, eu...

_ Agora toda vez que ela ficar nervosa você vai subir até o quarto dela fazer sei lá o que pra acalma-la?

_ Se for preciso, sim, e eu não fiz nada já disse.

_ Quem me garante que não fez. Como eu vou explicar isso pra todo mundo?

_ Definitivamente você não é o meu pai.- Eu disse e me encaminhei até a porta.

_ Ei Rodrigo, espera.- Ouvi Júlio falar, e então me alcançou correndo.

_ O que foi?- Eu disse virando pra ele.

_ Você está nervoso, se quiser eu posso...

_ Não, eu não quero nada, melhor você ficar aqui, cuidar da sua irmã é o melhor que você faz.

_ Agora eu tenho dois irmão pra cuidar.- Ele disse de uma forma solidaria.

_ Vai ver foi por isso que você sempre gostou de mim.- Eu disse me lembrando do que a Patrícia falou, e então vacilei um pouco com as palavras, já que minha garganta travou somente com o que eu pensei.

_ Tenho certeza que não é o mesmo caso entre você e a Patrícia.- Ele disse ainda com o tom solidário e então me abraçou.

_ Isso é muito difícil Júlio. Por que tinha que acontecer?- Eu disse me soltando dele.

_ Calma parceiro, eu vou resolver isso.- Ele disse segurando meu rosto.

_ Não tem como. Já que eu sou mesmo filho dele.

_ Se for preciso faremos exames de DNA de todos.- Ele disse.

_ De todos quem?

_ De todos os irmãos, quem sabe algum não foi trocado na maternidade, e quem sabe esse alguém não é a Patrícia.- Ele disse forçando um sorriso.

_ Fala sério, a gente sabe que não é assim.

_ Aposto que ela vai gostar da ideia.

_ Você não vai fazer isso.

_ É claro que eu vou.

_ Ok, você está desconfiado de algo a mais, não é por causa dessa historia de trocas de bebês não.- Eu disse desconfiado.

_ Bem, se você quisesse beber comigo, quem sabe eu não te explicava.

_ É se é assim, então vamos pro bar.- Eu disse com o peito explodindo de felicidade com a hipótese de não ser irmão da Patrícia.

 

 


Notas Finais


Eita, o que será que o Júlio quer dizer?
COMENTEM
Até mais!


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