História 18 Açucarado - Capítulo 35


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doce 16, Drama, Família, Romance
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Palavras 1.203
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oláá queridos!
Mais um capitulo, espero que estejam gostando.

Capítulo 35 - Capitulo XXXV: Vida nova


Capitulo XXXV:

Rodrigo P.O.V.

Já faziam alguns meses que a descoberta da paternidade do... meu pai, foi descoberto, e tudo agora não poderia estar pior, minha família está me ignorando, porque de certa forma eles sabem o que aconteceu, e eu não, e com tudo que sabem, eles sabem de algo que os fazem odiar o senhor Alencar.

Em relação aos testes de DNA da Patrícia, que comprovariam que não somos irmãos sempre dão algo errado, material de exame extraviados, médicos doentes, resultado de exames incoerente e varias outras desculpas.

A Patrícia simplesmente parou de falar comigo, bem, não só comigo, mas com o Júlio também, eu queria poder ficar perto dela e dar o apoio necessário que ela precisa, já que apesar de tudo está gravida de um filho meu, mas nem ela, nem o pai, me deixam ficar perto. Bem pelo menos ela contribui com o material para o exame.

Não sei mais o que fazer, me sinto pressionado, o senhor Alencar queria que eu fosse trabalhar com ele na empresa dele, e é claro que eu não aceitei, não quero me relacionar com ele, mas então de uma hora pra outra eu chefe me despediu, e o que eu poderia fazer? O Júlio disse que o melhor que eu poderia fazer era aceitar a proposta de emprego, então por fim acabei aceitando, porém, não aceito nenhum cargo em que eu não me encaixe e só estaria ali por ser o filho do dono.

Ele queria que eu me mudasse pra casa deles, eu jamais aceitaria, e não o fiz. Porém, chegou vários moveis novos na minha casa, alguns que eu nem soube onde colocar. Ele me chama pra jantares, almoços e algumas festividades sem noção que ele inventa, e claro, só vou naqueles em que o Júlio vai estar.

Ele insiste em afirmar que é meu pai, e que vai me tratar como qualquer outro filho que ele tem, mas eu não sei o que ele quer de mim, será que ele espera que depois de tantos anos sendo criado como uma pessoa que simplesmente não tem pai, que eu vou simplesmente trata-lo como o melhor pai do mundo, ou trata-lo como se ele sempre estivera ali? Me desculpem mas eu não vou. Eu não tenho pai, nunca tive.

A dona Lúcia, me odeia, com certeza, primeiro por que depois de tudo que aconteceu ela e a Patrícia ficaram distantes uma da outra, e aquela mulher faz qualquer coisa pra ficar perto da filha, como por exemplo fingir uma doença ou inventar um vício.

A única pessoa que ficou feliz com toda essa tribulação foi o Matheus, é claro, ele sempre gostou de mim como cunhado, mas agora bem, agora eu sou o irmão dele, e agora ele pode me chamar de irmão e me obrigar a satisfazer a vontade dele de jogar vídeo game até quando eu não quero.

Minha filha está sendo tratada como se não soubesse de nada, nós continuamos mantendo a inocência dela, e brigamos com quem diz que ela é fruto de um incesto. Sei que todos estão preocupados com quando ela crescer o que vamos dizer a ela, mas eu não me preocupo, por que ainda tenho fé em não ser irmão da Patrícia.

Eu acho que Júlio está certo, bem espero que ele esteja, já que assim eu não seria irmão dela, sei que ela vai sofrer, porque não vai saber quem é o pai, e enfim, o senhor Alencar não vai aceitar ela em casa, ou vai querer matar ela e a mãe dela, mas é claro eu não vou deixar ninguém relar um dedo nela, e melhor eu vou poder acalma-la quando tudo isso acontecer.

Agora eu estou mais uma vez em um churrasco na casa do senhor Alencar, todos estão, incluindo Júlio. Eles sempre fazem questão de chamar o Gabriel, mesmo a Patrícia não dando a mínima pra ele. E é claro eu fico feliz por ela não dar a mínima pra ele. As vezes eu sinto ela me olhar, e é claro que eu olho de volta, mas ela sempre disfarça, eu não vou ficar bravo ou coisa assim, por causa disso, sei que ainda é difícil pra ela, porque ainda acredita no fato de sermos irmãos.

_ Ei Rodrigo você quer um pouco de refrigerante?- Dona Lucia disse com um olhar penetrante pra mim.

_ Sim.- Eu respondi meio assustado. Ela sorriu e começou a me servir, mas então derramou uma grande quantidade de refrigerante no meu colo, e percebi que foi de proposito quando ela segurou um sorriso.

_ Oh, me desculpe meu filho.

_ Tudo bem.- Eu disse me levantando.

_ Ah é só um refrigerantezinho né filhão?- Meu... o senhor Alencar disse e não pude negar que olhei pra ele com uma cara meio feia quando ouvi um “filhão” sair da boca dele ao se referir a mim.

_ Você quer outra bermuda?- Ela disse.

_ An.... não... não precisa, está tudo bem.- Eu disse saindo até o banheiro. Não fui fazer nada em especial no banheiro, não tinha como limpar o refrigerante, e mais era só um refrigerante! Logo seca, mas eu não consegui ficar ali, nem mais um minuto.

_ Ei cara.- Júlio disse se aproximando.

_ Hum?- Eu disse saindo dos meus pensamentos.

_ Tá tudo bem?

_ Sim.

Ele não disse nada apenas me olhou desconfiado e então disse:_ Olha, sei que não tá fácil irmão, mas...

_ Sua mãe me odeia.- Eu disse cortando ele.

_ Não é bem assim, afinal, quem minha mãe não odeia?- Ele disse sorrindo.

_ Isso deve significar algo Júlio, ela me odeia, porque sabe que agora que descobriram de mim, vamos descobrir dela, ou da Patrícia, sei lá.

_ Mas foi ela quem mostrou as fotos pra Patrícia.

_ Vai ver ela está cansada de esconder um segredo.

_ Pode ser. Mas sabe, eu conheci um cara, ele é de confiança, e ele vai fazer o exame, mas a questão é... e depois? A gente sabe que a Paty vai ficar arrasada...

_ Por que a Paty vai ficar arrasada?- Matheus disse entrando no banheiro.

_ Nada moleque, nós vamos arrasar com ela no vídeo game não é?- Eu disse tentando apaziguar.

_ Claro.- Ele disse sorrindo indo até o banheiro. Eu olhei pro Júlio e ele olhou pra mim, ficamos em silencio e depois de um tempo ele saiu olhou pra nós e saiu.

_ Melhor a gente voltar lá pra fora.- Júlio disse e eu segurei o braço dele e disse:

_ Espera, esse seu amigo... ele vai dar o resultado quando?

_ Não sei, acho que essa semana, mas fica calmo...

_ Calmo? Olha como ela está.

_ Eu sei Drigo, nós vamos resolver isso.

_ E se quando tudo acontecer ela não me quiser por perto.

_ Fala sério, é claro que ela vai te querer, ela confia em você, ela te ama, se ela fosse falar ou precisar de alguém é claro que seria você.

_ Espero que sim. Eu não quero ficar mais longe dela.

_ Eu sei cara.- Ele disse me dando um abraço.

_ Vamos voltar lá pra fora.- Eu disse me afastando dele.

_ Vamos.

 

 


Notas Finais


Ai ai, só eu que adoro esse Júlio?
Esse cara é ótimo!
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