História 18 Açucarado - Capítulo 36


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doce 16, Drama, Família, Romance
Visualizações 8
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oláá
Espero que estejam gostando, esse capitulo é importante!

Capítulo 36 - Capitulo XXXVI: Isso sempre foi uma farsa!


Capitulo XXXVI:

No outro dia eu estava na minha sala, estava tudo calmo, por mais que eu não tenha aceitado nenhuma posição maior que eu merecesse só por ser filho do dono, sei que aos poucos isso ia acontecer, e olhem pra mim hoje, sou o chefe de departamento, e ganho dinheiro pra não fazer nada.

_ Rodrigo.- Júlio disse enfiando a cabeça na minha sala.

_ Que foi irmão?- Eu disse tirando os olhos do meu computador e me levantando.

_ Você não vai acreditar.- Ele disse animado.

_ Que foi?- Eu disse encarando um papel que ele carregava nas mãos.

_ Esse aqui é o resultado.- Ele disse sorrindo demais.

_ E o q-que que deu?- Eu disse nervoso.

_ Eu não abri ainda, é seu toma.- Ele disse me entregando o envelope.

_ Não sei se eu consigo abrir.- Eu disse segurando o envelope que parecia mais pesado do que realmente era.

_ Abre logo seu marica.

Então eu rasguei o envelope e tirei de lá um papel, abri e não pude segurar um sorriso.

_ O que foi?

_ Eu não sou irmão dela.- Eu disse e senti uma lagrima escorrer pelo meu rosto.

_ Deixa eu ver, deixa eu ver.- Ele disse pegando o envelope da minha mão, e começou a sorrir. E então disse:_ Eu sabia, eu sabia.

Ele me abraçou, e eu nunca me senti tão aliviado, em toda minha vida eu nunca tinha me sentido tão aliviado. Eu senti meu corpo tremer, e eu sabia que era de felicidade, eu queria contar pra ela, dizer que agora a gente poderia ficar juntos, queria poder relar nela sem culpa, dizer que sempre foi amor, e não essa coisa de irmãos. Livrar nos dois da culpa.

_ Eu preciso falar com ela.

_ Espera Drigo, não pode ser assim também, vamos esperar...

_ Não vou esperar mais Júlio...

_ Calma, eu já organizei tudo, vai ter um jantar hoje a noite, nós vamos, ai a gente fala e pronto...

_ Pode ser, eu consigo esperar.

 

(...)

 

19:00 hrs

Não sei por qual razão mas eu havia posto uma roupa diferente, eu pensei que ficaria nervoso, mas eu não estava, eu estava tão feliz que eu não cabia em mim, tudo ficaria bem depois dessa noite. Eu teria a Patrícia de novo, ela seria o amor da minha vida, mas dessa vez sem culpa.

Eu e Júlio chegamos na mesma hora, e eu o vi sorrindo pra mim de longe, ele também estava feliz, era ele quem faria o anuncio, e pra mim isso pouco importava. O importante era que tudo seria esclarecido e nós dois poderíamos nos amar sem culpa.

Após o jantar eu vi Júlio se levantar e dizer:

_ Como eu disse, eu tinha algo muito especial pra falar, e então...- Ele disse e olhou pra Patrícia, depois para mim e continuou:_ Bem, eu coletei uns materiais necessários pra fazer um exame de DNA do papai e da Paty, porque eu me lembrei de umas coisas...

_ Do que você lembrou?- Dona Lucia disse apavorada.

_ Bem, digamos que eu me lembre de você e o papai estarem separados quando eu tinha 4 anos, e depois do nada você aparecer gravida e depois de semanas a Patrícia nascer e você voltar pra casa, e a gente nunca falou sobre isso, sempre abafamos a historia, e eu acabei me esquecendo.

_ Já chega menino.- Senhor Alencar disse se levantando. E Júlio parecia extremamente tranquilo.

_ Bem, aqui está o teste de DNA. Você vai querer fazer uma festa igual fez pro Rodrigo pra abrir, ou a gente abre agora mesmo?- Ele disse e eu pude sentir o rancor na voz dele.

_ Quando você vai parar com isso menino?- O senhor Alencar disse.

_ Quando você vai parar de fazer de tudo que pode pra separar esses dois?

_ Eu não fiz nada, o que eu posso fazer se ele é meu filho?

_ Mas ela não é, e você sempre soube disso. Você sabe que a mamãe já estava gravida quando ela voltou pra casa...

_ Você está ofendendo sua mãe, você não vê?- O senhor Alencar disse alto demais.

_ Você não vê o estrago que faz tentando proteger uma mulher. E mais, o que podemos fazer se a Paty não é sua filha? É melhor até, pelo menos isso de incesto sai da nossa família, pelo menos assim, eles dois podem ficar juntos, que é o que sempre deveria ter acontecido. Já que eles se amam, se você não tivesse aparecido com a sua ganancia. Você não vê o que faz?

_ Seu menino irresponsável.- Ele disse indo até o Júlio com a mão erguida. Eu vi que eles iam brigar, então segurei o senhor Alencar, pra impedir algo maior, mas todos paralisaram quando ouviram:

_ Parem, que saco!- A Patrícia disse e todos olharam pra ela, e então ela continuou:_ ME dá esse exame.

O Júlio deu o envelope pra ela, e ela abriu ele e olhou o conteúdo de dentro, e então começou a chorar.

_ Vocês sabiam disse?- Ela disse olhando para o pai e a mãe.

_ Filha...- A dona Lucia disse.

_ vocês sabiam?- Ela disse mais alto.

_ Você sempre vai ser minha filha, meu bem.- O senhor Alencar disse.

_ Eu não sou a sua filha, isso aqui sempre foi uma farsa.- Ela disse e foi sair da mesa.

_ Patrícia.- Eu disse e ela me olhou mas então subiu as escadas até o quarto.

_ Olha o que você fez, o que vocês fizeram.- O senhor Alencar disse.

_ Eu perdi minha filhinha.- A dona Lucia disse sentando com a cabeça entre as mãos. Ela chorava de soluçar.

_ Calma meu amor, vai ficar tudo bem.- Ele disse indo até a esposa.

_ A Patrícia vai embora?- O Matheus disse, e agora que fomos perceber que ele estava ali.

_ Matheus, ela não vai embora.- Júlio disse.

_ Porque ela estava chorando?- Ele perguntou com a inocência de uma criança.

_ Matheus ela...- Júlio tentou falar.

_ O que vocês fizeram? Porque ela não é nossa irmã? Eu não quero o Rodrigo como irmão se pra isso ela não for.

_ Não tem nada ver com isso Matheus.- Júlio disse, e eu só pude ver o ódio nos olhos dele ao virar o rosto pra mim.

_ Desde que você chegou tudo ficou ruim, eu não quero você como irmão, eu não quero.- Ele disse e saiu correndo.

_ Matheus, Matheus.- Júlio disse, mas o menino saiu correndo.

_ Vai atrás dele amor...- Fernanda disse.

_ E a Paty?

_ Eu e o Rodrigo vamos atrás dela.

_ Tá bom.- Ele disse e saiu atrás do irmãos mais novo.

_ Você não vai...- O senhor Alencar disse apontando o dedo para mim.

Mas nós o ignoramos e fomos até o quarto dela, e Patrícia havia trancado a porta.

_ Patrícia, abre a porta.- Fernanda disse, mas ela não respondeu, ela tentou mais algumas vezes, tentando falar com ela, mas ela não abriu, o senhor Alencar chegou e disse:

_ Patrícia, filhinha abre aqui, por favor, o papai precisa falar com você.- Ele disse mas ela não respondeu. Depois de um tempo ela disse ainda com a porta fechada.

_ Fernanda?

_Que foi amiga? Eu estou aqui, abre a porta, abre.

_ Não. Eu não vou abrir.- Ela disse alto, e eu senti que ela estava chorando, meu coração se apertava, mas eu não conseguia dizer nada. Ela disse então mais uma vez:

_ O Rodrigo está ai?

Quando eu ouvi ela dizer meu nome eu não pude negar que fiquei aliviado. E então eu disse:

_ Eu estou aqui meu amor.

_ O meu pai está ai?

_ Sim, filha, eu estou aqui.

_ Eu quero que você vá embora. Eu quero que o Rodrigo entre.- Ela disse entre os soluços.

_ Tá bom, filhinha abre a porta.- Ele disse se aproximando da porta.

_ Não, eu não quero que você venha, você vai vir, eu quero só o Rodrigo.

Ele me olhou com raiva, mas então saiu dali.

_ Patrícia, abre a porta, ele já foi embora.- Eu disse e ouvi ela destrancar a porta, e então abriu-a.

_ Rodrigo.- Ela disse me abraçando, e com ela ali nos meus braços eu soube que tudo ficaria bem.

_ Calma, meu amor. Agora tudo está bem.- Eu disse mexendo no cabelo dela.

_ Eu não quero ficar aqui.

_ Se você quiser pode ir pra minha casa...

_ Não, não. Eu só quero...

_ Patrícia, se você quiser pode ficar naquele meu apartamento.- Fernanda disse e Patrícia me soltou e foi abraça-la.

_ Ah minha amiga, é claro que eu quero, obrigada, obrigada.- Ela disse abraçando a amiga.

 


Notas Finais


Ai ai que tranquilizante ela não ser irmã dele não é?
Mas e agora em?
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