História 18 Açucarado - Capítulo 39


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doce 16, Drama, Família, Romance
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Palavras 1.688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oláá
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Capítulo 39 - Capitulo XXXIX:Não posso te dar outra coisa


Fanfic / Fanfiction 18 Açucarado - Capítulo 39 - Capitulo XXXIX:Não posso te dar outra coisa

Capitulo XXXIX:

17:00 hrs

Rodrigo P.O.V.

Esse namorado da Patrícia era muito estranho, por que ela trouxe ele? É a minha festa, e agora todo mundo só quer saber em como anda a vida dela e do novo namorado. E o pior é cara dele. Ele é bonito, bonito demais, nenhum cara é tão bonito assim, que merda, eu não chego nem aos pés dele!

_ Ei Rodrigo, vamos fazer um jogo de homem?- Paulo disse

_ Que jogo?- Eu respondi com outra pergunta.

_ Sei lá, algum que as meninas possam participar.- Ele disse rindo.

_ Vôlei?- Júlio disse.

_ É pode ser. Vão jogando. Eu já vou.- Eu disse e fui até a cozinha.

Quando voltei até lá fora, eles tinham decidido algo bem mais femininos, três cortes. Fiquei entre Paulo e Léo. Nós começamos a jogar e eu queria queimar a Patrícia, simplesmente porque eu estava com raiva dela, eu tentei uma vez e não consegui, tentei mais outra e ela se desviou, e acho que percebeu que eu queria queimar ela, então me olhou com aquela cara dela que eu adoro. Mas algo me chamou mais atenção, a forma como o namorado dela batia na bola, ele parecia... uma mulher. Bem, talvez ele seja delicado, eu nunca fui delicado, será que é por isso que ela gosta dele, bem? pelo menos ele vai tratar ela bem.

_ Ah não.- Fernanda disse quando Júlio queimou ela.

_ Tchau amor!- Ele disse tirando sarro da cara dela.

_ Você vai ver Júlio, você pode ganhar esse jogo, mas vai perder muita coisa.- Ela disse.

_ Vixi parceiro, fez burrada.- Paulo disse.

_ Sem a rodada da noite hoje pro Júlio.- Pedro disse e todos rimos. E eu notei que o namorado da Patrícia me olhava, como se me avaliasse, eu parei de sorrir e olhei pra ele sério. O que ele está avaliando?

_ Papai?- Júlia disse vindo até mim, e pararam com a bola.

_ Que foi minha princesa?- Eu disse me ajoelhando pra ficar do tamanho dela.

_ Quero ir na piscina.- Ela disse apontando pra piscina.

_ Tá bom, vamos na piscina.- Eu disse e peguei ela no colo.

_O Rodrigo saiu!- Paulo disse.

_ Desistiu do jogo.- Léo falou.

_ Arregão!- Pedro disse.

_ Ia perder de qualquer forma mesmo.- Júlio disse.

_ Cala boca, não tô desistindo, eu tenho uma filha pra cuidar.- Eu disse apontando pra menininha que estava do meu lado tirando o vestidinho.

_ Desculpa dele.- Júlio disse. E eu apenas sorri e entrei na piscina esperando minha filha pular no meu colo.

 

(...)

 

18:00 hrs

A Júlia dava risadas gostosas quando eu tacava água nela, ou fingia que ia soltar ela, e sim, eu estava feliz. Eu antes era preocupado que talvez a Júlia não fosse uma criança normal, mas agora eu sei que ela é. E é a criança mais adorável que eu conheço.

Mas então eu vi a Patrícia tirando a roupa pra entrar na piscina, OK, eu não vou olhar, eu não vou olhar, mas foi mais forte que eu, e eu comecei a aprecia-la tirar a roupa, ela era de longe a mulher mais linda que eu já vi. Ela ficou só com o biquíni, e eu senti meu membro se enrijecer. E eu comecei a massageá-lo incessantemente.

_ Daqui a princesinha.- Júlio disse pegando minha filha do meu colo.

_ O que?- Eu disse olhando pra ele ainda saindo do transe.

_ Que foi você?- Ele me olhou feio. Depois olhou pra onde eu olhava e olhou pra mim:_ Ah tá.

_ O que?

_ Eu vou levar ela pra brincar com o Edu, e você, vê se sai da piscina.

Eu não respondi nada, apenas olhei pra onde eu olhava antes, e agora eu vi ela sorrindo com aquele cara com as mão em volta dela. Eu queria tanto ser ele. Comecei a sentir a dor e sai dali indo até o banheiro de dentro da casa. Resolvi que seria melhor se eu tomasse um banho. E foi o que eu fiz. Liguei o chuveiro e comecei a me ensaboar, com a espuma que escorria pelo meu corpo e com a Patrícia em minha mente não foi difícil aquela dor passar rápido, e meu membro parar de doer e voltar a seu estado normal. Quando terminei fui voltar para piscina e trombei com ela quando saia do banheiro.

_ Patrícia?- Eu disse fechando a porta do banheiro.

_ Eu... eu... só vim pegar umas coisas que estavam no meu quarto.

_ Claro.- Eu disse e reparei que ela estava nervosa por eu estar só de toalha.

_ Eu te acompanho.- Eu disse.

_ Não, não precisa.

_ Faço questão.

Ela só confirmou com a cabeça e foi até o quarto dela. Ela subiu a escada na minha frente e como ela estava só de biquíni eu pude apreciar a visão traseira dela. Ela entrou no quarto dela, e aquele cheiro feminino do quarto dela me fez arrepiar.

_ Pronto.- Ela disse com umas roupas na mão. E nesse momento eu percebi que não poderia deixa-la passar por aquela porta sem antes ter feito tudo que eu desejei durante todo o dia.

_ Que foi Rodrigo? Você está estranho.- Ela disse.

_ Nada, é só que... bem,... você está com o rosto sujo.- O que eu estava dizendo.

_ Sujo? Onde?- Ela disse começando a esfregar a mão no rosto desesperadamente tentando limpar algo que nem existia.

_ Aqui ó.- Eu disse passando a mão no rosto dela. Reparei que ela se contraiu com meu toque, e quando ela ergueu os olhos eu tinha certeza de que tinha permissão para beija-la e que os olhos dela imploravam por isso. E foi o que eu fiz. Ela respondeu ao beijo com a mesma ferocidade que eu, e eu aproveitei para deita-la na antiga cama dela. Comecei a beijar o pescoço dela, e ela me puxou para que eu beijasse a boca dela. Me coloquei no meio das pernas dela, e mesmo com a minha toalha e com a parte inferior do biquíni dela eu comecei a fazer os movimentos sob o corpo dela, e eu senti ela gemer.

_ Você quer isso?- Eu perguntei olhando pro rosto dela, mas ela não me respondeu nada apenas continuou com os olhos fechados, então eu disse:_ Você quer Patrícia? Hum?

_ Vai logo Rodrigo. Para de me fazer sofrer.- Ela disse com a voz baixa. E eu não pude negar que sorri. Voltei a beijar o pescoço dela, e fechei minha mão em um dos seios dela, e ela arfou.

_ A gente não pode fazer isso Patrícia, e o seu namorado?

_ Para Rodrigo.- Ela disse empurrando minha bunda para mais perto dela como se isso fosse fazer com que o ato fosse concretizado, e os panos entre nós desaparecessem.

_ Parar com o que?- Eu disse beijando ela. E então eu senti ela começar a tirar a calcinha e eu disse:_ Ei eu faço isso.

E ela parou o que estava fazendo e abriu os olhos. Eu coloquei a mão no meio das pernas dela e ela arfou com meu toque, e eu quis possui-la mais que tudo. Comecei a movimentar meus dedos dentro dela e ela arqueou as costas, e então disse:

_ Rodrigo... eu quero... outra coisa.- Ela disse entre os gemidos.

_ Não posso te dar outra coisa.

_ Pode sim.- Ela disse e eu enfiei mais um dedo nela e ela agarrou em meus ombros, e então me olhou e disse:_ Eu também sei que você quer Rodrigo, eu estou sentindo...

_ Eu não vou fazer isso com você namorando. Isso é máximo que eu posso fazer.

Ela ficou quieta e começou a rebolar nos meus dedos e isso me fez enlouquecer, eu queria dar o que ela queria, mas queria castiga-la pelo que fez comigo, e pra isso eu me castigaria também. Ela começou a arfar mais rápido, e eu sabia o que ia acontecer.

_ Rodrigo... eu.. vou...

_ Não goza ainda. –Eu disse, pois queria provoca-la mais, e senti ela prender a respiração quando eu comecei a massageá-la com os meus dedos que estavam livres, ela jogos a cabeça para atrás e se agarrou no lençol e soltou um grito que eu abafei com um beijo.

_ Rodrigo... eu não... aguento... mais.

_ Eu sei, eu estou aqui pra cuidar de você, fica calma.- Eu disse e continuei a movimentar mais os meus dedos e senti ela se contrair neles, e depois eles se molharem naquilo que ela pode me oferecer, e então ela deitou a cabeça para atrás com a respiração acelerada, eu tirei meus dedos e lambi eles.

_ Tudo isso pra mim.- Eu disse olhando pra baixo. E em pouco tempo eu limpei aquilo com os dedos, e a respiração dela já tinha se controlado. Ela me puxou para abraça-la, e eu o fiz. Com meu corpo em cima do dela minha boca ficava perto da orelha dela, e eu disse:

_ Eu te amo Patrícia.

_ Fica quieto.

_ Você também me ama.

_ Psiu.

_ Você pode tentar ir pra longe, mas você é minha, sempre vai ser.

_ Você é muito convencido.

_ Pode ser, mas você gosta de mim. Por que você ficar lutando contra?

_ Por que eu amo o Romulo.

_ Como você pode dizer isso depois de tudo que...

_ Você é bom nisso.

_ Não é só isso. Você se entrega pra mim por que você me ama.

_ Você pode achar o que quiser.

_ Você não me ama?- Eu perguntei agora perdendo minha certeza de antes, talvez ela só se sentisse atraída por mim.

_ Você é muito especial pra mim.

_ Para com isso.- Eu disse me levantando para olha-la.

_ Rodrigo, você vai arrumar alguém que te ame, e vai me esquecer.

_ Eu não vou te esquecer, eu já tenho alguém que me ama.

_ Rodrigo...

_ Você não vai ficar com esse cara pra sempre. E eu vou estar aqui te esperando quando isso acontecer.

Eu disse e a beijei.

 


Notas Finais


Será que agora eles voltam?
Espero que tenham gostado, mais tarde tem mais!
COMENTEM.


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