História 18 Açucarado - Capítulo 40


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doce 16, Drama, Família, Romance
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Palavras 1.720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa tarde, mais capitulo!
Espero que gostem!!!

Capítulo 40 - Capitulo XL:


Capitulo XL:

Nós nos recompomos e ela saiu na frente, assumindo de novo a raiva que sentia de mim explicito nos olhos dela. Eu fui até onde o Júlio estava, e notei ela beijar incessantemente o namorado dela. E sim, isso estava me incomodando.

_ Você transou com ela?- Júlio disse ao meu lado.

_ O que? Não. Por que?

_ Transou?- Ele disse levantando uma sobrancelha.

_ Não.

_ Estranho, ela está tendo atitudes de culpa, olha lá.

Eu olhei pra onde ele apontou e sem duvidas ela estava culpada, que merda, sinal que ela se importava com o cara.

_ A gente quase transou.- Eu disse.

_ Como assim cara?

_ Eu não transei com ela de fato, foram só... umas coisas.- Eu disse soando bravo. Mas eu me sentia mesmo era frustrado.

_ Que coisas?

_ Não vou falar da sua irmã com você.

_ Você é meu irmão, e é isso que irmãos fazem.

_ Eu só não... fiz as coisas... não transei com ela, porque eu quero castiga-la por me fazer desejar ela o dia inteiro.

_ E o que você fez?- Ele disse com ar safado.

_ Eu fiz ela me desejar.- Eu disse e olhei pra ele esperando que ele entendesse, mas pelo visto não foi isso que aconteceu, então eu disse:_ Com os dedos.

_ Ah tá. Mas se você queria por que não fez?- Ele disse segurando um sorriso.

_ Por que eu queria castigar ela, eu me controlei...

_ Isso que é auto controle.

_ Seria tão mais fácil se ela me quisesse toda hora, e não só quando a gente está sozinhos.

_ Talvez vocês precisem ficar mais sozinhos.

_ Ela namora agora.- Eu disse pra ele como se fosse logico.

_ Ah fala sério, ela te ama mano.

_ É mesmo? Ela acabou de dizer que ama ele. E que eu... eu sou muito especial pra ela.

_ Mentira! que ela disse isso?

_Disse.

_ E agora você quer fazer ela engolir as palavras dela?

_ Tanto faz.- Eu dei de ombros.

_ Mentira, eu te conheço, você está...

_ Ela não deseja ele como me deseja.

_Ela disse isso?

_ Não precisa, olha como ela beija ele, eles são amigos, não namorados, tá na cara, já viu como ela me beijar, aquilo é namorados.- Eu afirmei apontando pra ela que estava beijando ele.

_ Você está certo, eu nem tinha reparado nisso.

_ E dai? É ele quem beija ela quando quer não é mesmo? É ele quem dorme na cama dela, mesmo sendo só amigos, mesmo eles se desejando como... sei lá, como algo que não se deseja.

_ Calma mano. Você está estressado.

_ Eu queria ser ele.- Eu disse e suspirei.

_ Ou você pode tomar o lugar dele.

_ Não posso, ela me odeia, por que odeia o meu... pai, e ela diz que conhece ele. E que não quer ficar no meio das meninas perfeitas que ele vai arrumar pra mim.

_ É ele vai fazer isso mesmo.

_ Tá mas e dai? Eu não tenho que aceitar, a Fernanda não estava na lista de meninas perfeitas e você se casou com ela.

_ É... bem, você tem que insistir, primeiro você tem que terminar aquele namorico ali, e depois você tem que garantir que ela não vai viver longe de você.

_ Não é assim com a gente mano, sempre tem uma coisa no meio da gente.- Eu disse olhando pra ele.

_ Eu vou ajudar vocês, mas você tem que se esforçar mais.

 

(...)

 

Patrícia P.O.V.

Quando eu voltei eu senti a culpa me consumindo pelo o que eu fiz, eu sei, eu e o Romulo somos só amigos, tudo é uma farsa, ele nem gosta da fruta, vários outros argumentos, mas mesmo assim eu deveria ter respeitado ele.

_ Romulo. Vem cá.

_ Que foi princesa?

_ Eu fiz uma coisa, me desculpa?- Eu disse abraçando ele

_ O que você fez?- Ele disse respondendo ao meu abraço.

_ Eu... eu... ah.- Eu disse abraçando ele mais forte.

_ Onde você estava?

_ No quarto, meu quarto, com o Rodrigo. – Eu disse levantando meus olhos para ele.

_ Vocês me traíram?

_ Não, calma, não é bem isso, não foi nada de mais, foi só um amasso. Só isso.

_ Só um amasso né, sua safadinha.

_ Sim, você não está bravo comigo?

_ Não, agora me beija que eles estão olhando.- Ele disse e me abraçou enquanto relava levemente a boca na minha iniciando um beijo. Depois abaixou o nariz até meu pescoço e isso fez cocegas e eu sorri, então ele disse:_ Hum, esse cheiro de Rodrigo.

_ Para Romulo.

_ Tá, agora que eu não estou bravo, me diz como foi, enquanto nós fingimos que somos um casal. – Ele disse abraçando minha cintura.

_ Bem, ele disse que meu rosto estava sujo....

_ E você inocente acreditou?

_ Romulo eu estava nervosa!

_ Sei, eu também ficaria nervoso com tudo aquilo me encarando.

_ Dá pra você parar de tarando meu boy?

_ Hum, então ele é seu boy?

_ Não, você é meu boy.- Eu disse abraçando ele.

_ Isso ai, por enquanto eu sou, a noite eu não sei...

_ Tá, continuando, ele me ajudou a me limpar e depois começou a me beijar, e quando eu vi nós já estávamos na cama.

_ Espera você me disse que foi só um amasso.

_ Mas foi.

_ Na cama?

_ Ele não quis nada mais que isso, ele estava me castigando parecia, ele disse que não poda me dar nada mais que... enfim, por que eu estava namorando.

_ Nada mais que o que? O que ele te deu?

_ Ah Romulo, eu não tenho coragem de falar.- Eu disse corando.

_ Você me trai e não quer me dizer os detalhes mais sórdidos, pode parar.

_ Tá bom, tá bom, nós ficamos só nos dedos.

_ Sua safada.- Ele disse um pouco afeminado.

_ Romulo.- Eu disse batendo no ombro dele.

_ Desculpa.- Ele disse me abraçando enquanto ria. Depois nos afastou e disse:

_ E como foi?

_ Normal.

_ Nada com aquele homem deve ser normal Patrícia.

_ Não acredito que você está falando isso.

_ Vou passar a noite imaginando inúmeras coisas se você não me disser o que houve.

_ Eu não posso falar aqui.

_ É você tem razão, já está na hora da gente ir embora. Vai pegar sua cria pra gente ir.

Ele disse e eu sorri e fui pegar minha filha que estava junto com o Edu brincando.

_ Vamos embora filha?

_ Vamos.- Ela disse erguendo os bracinhos gordos dela para que a pegasse.

Eu com Júlia no colo e Romulo ao meu lado fomos nos despedir de Fernanda, Júlio e Rodrigo que estavam perto de uma mesa.

_ Bem, nós já vamos indo. – Eu disse e Júlia esticou os braços para Rodrigo sibilando um “papai”. Ele pegou ela e Júlio disse:

_ Vocês já vão? Mas é cedo.- Ele me deu um abraço.

_ Nós já temos que ir, tem muita coisa pra fazer em casa ainda.- Romulo disse e eu tive que me segurar pra não rir.

_ Ah sim...- Eu vi a cara de Júlio enquanto ele falava.

_ Tchau Fernanda.- Eu disse abraçando ela.

_ Tchau amiga, vai lá em casa.

_ Vou sim, só preciso arrumar um tempo, sabe a loja está um pouco corrida.

_ Você está trabalhando numa loja?- Rodrigo disse.

_ Sim, sabe, eu não tenho mais um pai pra me sustentar.

Eu respondi e ele apenas sorriu, e eu tive que me virar pra não ataca-lo nesse exato momento.

_ Tchau Fernanda- Romulo disse depois de já ter se despedido do meu irmão.

_ Foi um prazer.- Ela disse.

_ Pra mim também.- Ele disse.

Depois olhou pro Rodrigo e só balançou a cabeça e disse:_ Tchau.

_ Vamos embora filha?- Eu disse esticando meus braços pra Júlia, mas ela agarrou o pescoço do pai dela e escondeu o rosto nele.

_ Vai com a mamãe filha.- Ele disse tentando afasta-la.

_ Você vai embora também papai?

_ Não, o papai vai ficar, mas amanhã o papai vai lá ver você.

_ Mas porque só amanhã?- Ela disse com a voz chorosa.

_ Porque... porque o papai tem que dormir aqui hoje.

_Porque? Porque o papai não dorme mais comigo e com a mamãe?

_ Filha, o papai dorme na casa dele agora.

_ Porque?

_ Porque o papai e a mamãe não estão mais juntos.

_ Porque o papai e a mamãe não estão mais juntos?

_ Porque... porque a mamãe agora está junto com o tio Romulo.

_ Não, mas eu não quero, eu quero o papai e a mamãe junto.

_ Filha já deu vem com a mamãe vem.- Eu disse tentando encerrar o assunto.

_Não, eu quero ficar com o papai.- Ela disse e escondeu o rosto de novo no pescoço dele, eu raramente quero bater na Júlia, mas esse era um desses raros momentos.

_ Espera ela dormir.- Ele disse baixo e saiu com ela dali, e colocou ela numa posição confortável em seus braços enquanto tentava fazê-la dormir. Eu não conseguia desviar o olhar da cena, eu queria dizer o quão bom pai ele é, e que se ele quisesse outro filho eu estava disposta. Fui tirada dos meus devaneios quando ele se virou e sorrir pra mim ao ver que eu o encarava, eu procurei Romulo com as mãos e o abracei.

_ Pronto.- Ele disse se aproximando com minha filha dormindo igual uma pedra. Eu sorri e peguei ela no colo.

_ Tchau.- Eu disse e olhei pra ele.

_ Tchau Patrícia.- Ele disse e segurei a mão de Romulo que me guiou até o carro.

_ Nossa que boy, eu quase ataquei ele quando ele foi fazer sua menina dormir.

_Para com isso Romulo.

_ Não sei como você não está com ele ainda, se fosse eu teria trancado ele numa torre pra ser meu escravo sexual.

_ Para com isso.- Eu disse sorrindo.

_ Ai ai Patrícia, você ainda gosta dele.

_ O que? Não, nossa historia já passou.

_ Sei, não vou discutir com você, mas você deveria ser mais sincera com você mesma.


Notas Finais


Eles são muito teimosoooosss!!! hahaha
Espero que tenham gostado, até amanhã!
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