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História 19 Andar - Seo Kang-joon - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


*Este capítulo contém cenas inadequadas para menores de 18 anos, por favor, esteja ciente.*

- usem camisinha -

Aproveitem a leitura ❤️

Capítulo 12 - Quem está aí?


Fanfic / Fanfiction 19 Andar - Seo Kang-joon - Capítulo 12 - Quem está aí?

O beijo de Jung Hae In ainda tinha o mesmo gosto do qual eu lembrava. Por um instante pensei se ele tinha realmente esquecido sobre nossa aventura em Noronha por causa do álcool. Estranhamente, sua boca parecia se lembrar e buscar recordar cada canto da minha. Seus lábios eram precisos enquanto se abriam e se conectavam aos meus outra vez, com sua língua se arrastando sobre a minha, espalhando seu gosto doce pelo meu paladar. Apesar de minha mente inconscientemente continuar me dizendo que eu estava fazendo algo errado, naquele momento parecia tudo o que eu podia e devia fazer. Estar entregue a ele, me parecia justo.

Enquanto sua língua voava pelo meu céu, Jung Hae In deixava seu corpo cair sobre o meu no tapete peludo que cobria o chão da sala, e com uma de suas mãos, empurrava a mesa ao nosso lado para longe. Sua outra mão caminhava em meu rosto, afastando o cabelo que cobria meu pescoço. Entrelacei meus dedos mais uma vez em seus cabelos, buscando fazer com que ele se aproximasse mais, mas ao contrário, ele cessou nosso beijo e ainda de olhos fechados, pude sentir sua língua percorrer minha clavícula e deixar rastro até o pescoço, onde ele beijou a pele exposta, respirando profundamente, como se quisesse relembrar o meu cheiro. Percebi meu corpo se arrepiar ao sentir o toque do ar que saía pelas suas narinas baterem em minha pele quente.

Tudo estava quente. De repente parecia que o aquecedor do apartamento estava ligado no máximo e que não precisávamos dele nem mesmo se estivesse nevando o Alasca lá fora. Meu corpo estava em chamas, e ao contar a força com que Jung Hae In pressionava seu corpo contra o meu, podia dizer que a excitação também começava a crescer dentro de si. Sem que eu conseguisse controlar os movimentos de minhas mãos, como se tudo acontecesse automaticamente, elas foram em direção a barra da camiseta que ele usava, e adentraram o tecido, tocando sua pele quente. Em meu pescoço, enquanto ainda chupava minha pele, senti o suspiro pesado de Jung Hae In.

Os lábios de Hae In desgrudaram de meu pescoço, e ele levantou um pouco o seu corpo, apoiando suas mãos ao lado de minha cabeça. Ergui meus olhos para vê-lo sobre a luz azul da televisão: sua boca inchada e boquiaberta puxava o ar ofegante. Imaginei que eu devia estar da mesma forma. Os olhos de Jung Hae In se encontraram aos meus e instantaneamente ele abriu um sorriso. Mordi minha boca ao me dar conta do que estava acontecendo, mas não me permiti pensar por muito tempo. Hae In deixou que nossas bocas se encontrassem mais uma vez e me beijou novamente, enquanto com o joelho, abria minhas pernas para se encaixar entre elas. Senti um frio na minha barriga me atingir como um soco em minhas entranhas, e minhas mãos puxaram sua camiseta, obrigando-o a parar de me beijar outra vez, para que pudesse tirar a peça de roupa. 

De peito nu, com minhas mãos correndo pelas suas costas, explorando seus músculos, Jung Hae In deixou seu corpo cair sobre o meu mais uma vez, e passeou suas mãos pela lateral do meu corpo, subindo o mesmo caminho com as mãos por baixo de minha camiseta. Levantou seu tronco do meu, e com meu auxílio, me despiu o peito, revelando meus seios livres. Quando pode ver meu corpo, olhei para o mais velho, vendo-o engolir sua saliva silenciosamente, enquanto levantava outra vez, agora sentando em seus calcanhares, levando suas mãos aos meus seios, roçando seu quadril ao meu, mostrando-me o tamanho do seu desejo. Outra vez a chama acesa em meu peito cresceu, e deixei escapar de minha garganta um gemido rouco.

Enquanto as mãos de Jung Hae In massageavam meus seios, dispensando um tempo precioso para ter meus mamilos entre seus dedos, enrigecendo-os ao máximo, passei as mãos pelo seu abdômen. Senti sua pele se arrepiar ao meu toque e sorri satisfeita olhando para ele, que sorriu de volta. De novo seu corpo se deitou sobre o meu, e ele trilhou beijos do meu pescoço até o vale entre meus seios, onde rapidamente escolheu um lado e tomou-o em seus lábios. Minhas costas arquearam ao sentir o gelado de sua saliva contra o calor do meu corpo. Ao mesmo tempo, uma das mãos de Jung Hae In agarrou novamente meu seio, enquanto sua mão livre fazia caminho sobre meu baixo ventre, adentrando o elástico da minha calça, seguindo trilha até minha intimidade. O ar saiu pesado pela minha boca quando os dedos dele me tocaram por cima da calcinha e eu mordi a boca para reprimir um gemido. Diferente de mim, a voz rouca de Jung Hae In saiu contra meu seio, revelando sua excitação.

Sem muita cerimônia, os dedos de Jung Hae In afastaram minha roupa íntima e adentraram minha feminilidade, onde ele pressionou meu ponto de prazer em movimentos circulares, deixando que dois de seus dedos em seguida, entrassem em mim, arrancando-me gemidos enquanto involuntariamente meu quadril se levantava em direção a sua mão. Seus lábios deixaram meu seio e voltaram imediatamente de encontro a minha boca, me beijando desesperadamente, enquanto eu arrastava minhas mãos até a braguilha de sua calça, abrindo-lhe o botão. De repente Jung Hae In cessou nosso beijo e me olhou por alguns instantes e em seguida levantou, me oferecendo a mão para que eu pudesse ficar em pé também. Olhei para ele sem entender, vendo seu rosto vermelho e piscando algumas vezes, confusa. Dei minha mão para ele, e assim que eu estava em pé, ele sorriu olhando para meu corpo, enquanto suas mãos desciam o zíper de sua calça, para tirá-la. Ri entendendo o que ele queria, e tirei minha calça também, ficando só de calcinha em sua frente. 

Quando nossas calças estavam juntas ao chão, Jung Hae In se aproximou de mim com um sorriso travesso e passou uma de suas mãos pelo meu pescoço, me puxando para um beijo novamente. Fechei meus olhos e subi nas pontas dos pés para lhe alcançar os lábios. A outra mão de Hae In passou em volta da minha cintura e me deu impulso. Passei minhas pernas em volta de seu tronco, e as duas mãos do rapaz foram direto para minha bunda, me dando sustento enquanto a apalpava com vontade. Suspirei sobre sua boca e senti-o começar a se mover pela sala em direção ao corredor do apartamento. 

— Qual a direção? — com o tom de voz rouco e embargado pela respiração ofegante ele me perguntou, levando seus lábios para meu pescoço mais uma vez, mordendo e beijando a região até meu peito. Joguei a cabeça para trás, meus olhos fechados, e apoiei minha mão na parede mais próxima, me equilibrando em seu colo, enquanto suas mãos apertavam mais forte minhas coxas. Minha outra mão se entrelaçou em seu cabelo, puxando com força. Senti a respiração pesada de Jung Hae In correr entre meus seios.

— Esquerda. — respondi suspirando. Hae In virou para minha esquerda e me pressionou contra a parede, roçando seu membro rígido contra minha intimidade, mordendo meu ombro, enquanto eu suspirava sobre seu toque e me prendia mais forte em seu tronco. Sua mão foi para a maçaneta da porta do quarto de hóspedes e eu deixei sair uma risada vendo que tinha dito a direção errada pra ele. — É di… direita. — disse, outra vez sentindo ele contra meu corpo. Jung Hae In riu contra minha pele, e virou para o outro lado, onde eu pus a mão na maçaneta da porta e a abri, enquanto o homem nos levava para dentro do ambiente.

Nossos corpos caíram sobre a cama desajeitados, enquanto Jung Hae In voltava a me beijar, e levava sua mão para dentro da minha calcinha, abrindo-me o lábios e mergulhando com seus dedos ágeis dentro de mim. Outra vez senti meu quadril se mexer em direção a sua mão, tamanha era minha excitação. Separei nossos beijos para soltar um gemido enquanto a mão de homem sobre mim trabalhava num vai e vem torturante, fazendo meu corpo arquear a medida que seus movimentos se intensificavam. Eu estava em chamas. Minhas mãos agarraram o braço de Jung Hae In, controlando seus movimentos, enquanto era impossível controlar os suspiros e gemidos que saíam pela minha garganta.

Jung Hae In olhava para mim com uma intensidade que eu nunca tinha visto em seus olhos. Parecia estar apreciando o momento com toda sua alma. Suas bochechas estavam vermelhas e o suor começava a prender seus cabelos em sua testa. A respiração ofegante volta e meia era cortada pelos seus dentes que mordiam sua boca, enquanto ele franzia a testa e fechava os olhos, se concentrando nos movimentos de sua mão. Seu corpo se ergueu e mais uma vez ele e sentou sobre seus calcanhares. Puxou uma de minhas mãos que estavam sobre seu braço e a colou no lugar da sua, tirando seus dedos de mim. A sensação de vazio quando ele saiu de mim foi inexplicável. Eu queria mais.

— Eu quero ver. — ele disse, puxando minha calcinha pelas minhas pernas. Olhei em seus olhos, entendendo o que ele dizia, e movi minha mão para baixo, em movimentos circulares sobre o meu clitóris. Outra fez o fogo se ascendeu dentro de mim. Eu podia sentir o quanto estava molhada enquanto me tocava. Hae In engoliu sua saliva mantendo os olhos presos ao que eu fazia. Seus lábios vermelhos desenharam um sorriso de satisfação, e ele olhou em meus olhos. — Continua. — ordenou com a voz rouca, puxando sua cueca para baixo, deixando seu membro extremamente rígido livre. Concordei com a cabeça, vendo-o completamente nu. Sua mão direita contornou o cumprimento de sua masculinidade, iniciando movimentos de vai e vem em torno de si, enquanto sua outra mão encaminhou-se novamente para minha entrada, colocando dois dedos sem me avisar. Arfei diante de seu toque inesperado, levando as duas mãos para agarrar o lençol, fechando os olhos com força, sentindo meus dedos se contorcerem. A mão de Hae In, que o tocava, agarrou meu pulso firmemente e levou minha mão de volta para onde ele havia colocado, pressionando meus dedos novamente sobre meu clitóris, enquanto um terceiro dedo se metia dentro de mim. Olhei para ele, e pude vê-lo com o maxilar tensionado, seus olhos banhados de luxúria procurando os meus. Gemi profundamente quando ele olhou em meus olhos. — Eu quero ver você vindo. — soltou um leve gemido também, quando sua mão voltou a masturbá-lo.

A voz rouca de Jung Hae In ao gemer foi o meu fim. Os dedos dos meus pés se contorceram com mais força, e minhas entranhas pareciam queimar diante dos espasmos que fazia sobre os dedos cumpridos do mais velho que entrava e saía de dentro de mim com toda a velocidade que conseguia. Minhas costas se arquearam sentindo passar sobre mim o meu ápice, e de minha boca saíam gemidos incontroláveis, enquanto sentia minhas pernas tremerem e meus músculos involuntariamente outra vez, forçarem meu quadril contra a mão dele. Sentindo o prazer abraçar o meu corpo, também intensifiquei os movimentos que fazia sobre meu clitóris, e mordendo minha boca para não gemer mais alto do que já estava fazendo, deixei que meu corpo relaxasse enquanto eu gozava. Respirei com dificuldade, sentindo o ar entrar pesado em meus pulmões devido a minha respiração ofegante e abri meus olhos, para enxergar Jung Hae In passando a língua sobre os lábios, sorrindo vitorioso, controlando delicadamente seus dedos em mim, que ainda não tinham parado de se mover.

— Você é muito gostosa. — disse retirando sua mão de mim e levando-a a seus lábios, onde ele enfiou seus dedos em sua boca, provando de meu gosto, me encarando. — Doce. — ele disse outra vez, intensificando o movimento de vai e vem em seu membro. Minhas entranhas se contorceram e a excitação voltou a crescer em mim, enquanto o olhava. Hae In sorriu mais uma vez e passou seus braços por baixo de minhas pernas, me puxando para mais próximo de si, levantando meu quadril para cima de suas coxas. Passou sua mão mais uma vez em minha feminilidade, e em seguida com a ajuda de sua mão, encaixou seu membro em minha entrada, empurrando-o para dentro. — Minha vez. — disse soltando o ar enquanto metia forte dentro de mim, mordendo a boca, prendendo seu gemido.

As mãos de Hae In passaram outra vez pelas minhas coxas, as levantando em seus braços, fazendo com que ele pudesse ir mais fundo. Franzi minha sobrancelha, sentindo-o bater contra meu corpo e fechei os olhos com força, completamente entregue aos movimentos que ele fazia contra mim. Joguei a cabeça para trás, deixando minha boca abrir e despejar para fora os gemidos que eu estava guardando. Hae In soltou minhas coxas e encaixou seu corpo entre elas, deixando-o cair sobre o meu, enquanto ele se apoiava com as mãos ao lado do meu corpo. Sua boca entreaberta foi até meu pescoço e ele passou sua língua contornando meu maxilar, até encontrar minha boca, onde chupou meu lábio, me olhando para que eu pudesse beijá-lo. Deixei minha boca abrir em mais um gemido quando ele se meteu forte e fundo dentro de mim, mas fui cortada com sua língua adentrando em minha boca quando ele suspirava fortemente contra minha pele.

A boca de Hae In me reivindicava outra vez, tomando conta de mim. Respirei fundo para tomar ar, sentindo que o mesmo parecia rarefeito, tamanho era o tesão que estávamos compartilhando. Levei minhas mãos até seu pescoço, puxando seu corpo para mim, até que senti nossos peitos nus se encontrarem. Ele parou nosso beijo e levou seu rosto para a curva do meu pescoço, onde dispensava gemidos roucos e intensos, de acordo com o movimento de seu quadril contra o meu. Levei minhas mãos para suas costas, percebendo que ele já estava molhado de suor. Arrastei levemente minhas unhas em sua pele, sentindo meu corpo se contrair em espamos outra vez, enquanto Hae In falava palavras desconexas próximo ao meu ouvido, agarrando meu corpo com força, estocando como se tentasse cada vez ir mais fundo. Sua voz grossa e sua respiração pesada em meu pescoço, combinados aos seus movimentos foram suficientes para me fazer vir outra vez, soltando um gemido fino enquanto sentia meu corpo se apertar contra seu membro dentro de mim. Ele deu mais três estocadas fortes, prendendo o gemido até que o senti se explodir dentro de mim, relaxando seu corpo sobre o meu, deitando pesado em cima de mim. Senti meu corpo relaxar também. 

Ficamos em silêncio por um tempo, sem nos mover, apenas buscando controlar nossas respirações. Meu peito subia e descia rápido, ao mesmo ritmo que eu podia ver as costas do homem em cima de mim fazerem. Estávamos os dois suados e exaustos. Descansei meus braços nas costas de Jung Hae In, abraçando-o de leve. Em resposta ao meu abraço, ele moveu seu rosto contra a curva de meu pescoço de novo, plantando um beijo suave. Ele suspirou mais uma vez sobre minha pele e em seguida se saiu de mim, deitando ao meu lado como eu, de barriga para cima. Ao mesmo tempo, soltamos um suspiro e olhamos um para o outro, rindo. O braço de Jung Hae In passou por baixo meu meu pescoço, me puxando para deitar em seu peito, o que eu fiz de bom grado enquanto ainda processava o que estava acontecendo, o que tínhamos feito e controlava a respiração ofegante que permanecia. 

— Uau. — ele suspirou enquanto eu me ajeitava em seu peito. Soltei um riso fraco, sentindo meu corpo relaxar e minhas pálpebras pesarem. Só então percebi a música ainda tocando em meu celular, que eu tinha esquecido de desligar quando ele tinha chego. — Voce está bem? — a voz doce de Jung Hae In voltou, mesmo com sua respiração descompassada. Soltei mais uma risada e concordei com a cabeça.

— Cansei. — suspirei e senti ele plantar um beijo em minha cabeça, me acariciando o cabelo. Fechei meus olhos, aproveitando o carinho que ele me fazia. — Preciso tomar banho… — disse com a voz embargada, sentindo o cansaço se apossar de meu corpo em forma de sono.

— Que filme será que tá passando? — ele também estava cansado, parecia estar lutando contra o sono. Sem mais ter forças para isso, tal como ele, deixei que a preguiça me vencesse e dormi em seus braços.

Algumas horas depois, acordei com o movimento de Hae In me tirando de cima de seu braço. Olhei para ele com a visão ainda embaçada, e o vi procurando por sua cueca no chão do quarto, no escuro. Sorri ao ver sua imagem nua diante de meus olhos e me espreguicei, alongando meus músculos sem fazer barulho. Hae In estava silenciosamente vestindo a peça de roupa que encontrara, sem notar que estava sendo observado. Parecia fazer de tudo para não me acordar.

— Que horas têm? — perguntei e o vi gritar de susto, quase se desequilibrando. Não consegui prender o riso.

Aish, você me assustou! — ele reclamou olhando para mim no escuro. Levei a mão na boca, segurando outra risada. — Eu não queria te acordar. — suspirou, passando as mãos pelo cabelo. Sentei na cama, puxando o cobertor para cima, tampando meu corpo.

— Tudo bem. — disse. — Você já vai embora? — perguntei e ele me olhou outra vez, sorrindo fraco, concordando com a cabeça.

— Tenho uma gravação marcada para às 3h da manhã. — se aproximou da cama e me deu um beijo na testa. — Já são meia noite. — sentou-se ao meu lado e me deu um sorriso gentil. — Volte a dormir, ok? Eu te ligo amanhã. — acenei com a cabeça, fechando meus olhos. 

Jung Hae In me deu um selinho e se despedindo, foi embora. Ainda ouvi ele se movimentar pela sala, enquanto vestia sua roupa, e pouco tempo depois, ouvi a porta bater, fazendo sinal de que havia sido trancada. Senti o cansaço correr em meu corpo mais uma vez, fazendo com que meus olhos se fechassem, entregues ao conforto de minha cama. Deitei novamente, e estiquei o braço para alcançar o celular. Estava sem bateria. Revirei os olhos, sabendo que teria que levantar de minha cama, e levei minha mão outra vez ao criado mudo, ascendendo a luz do abajur. Procurei em volta, torcendo para que ele estivesse próximo, mas não estava. Bufei e tirei a coberta de cima de mim, levantando da cama com pressa. Busquei em torno da cama pela minha calcinha, já que estava em pé, iria me vestir. Assim que a encontrei, coloquei-a de volta em meu corpo. Olhei em volta mais uma vez, sem encontrar meu carregador.

Fui para a sala, onde encontrei minha camiseta e vesti-a. Olhei para a mesa bagunçada com a comida que tinha restado, e a TV, que Jung Hae In tinha desligado antes de ir embora. Sorri ao lembrar da noite que tivera com ele. Eu mal conseguia lembrar que estava em uma enrascada com meu coração. Apenas estava contente com o momento que tinha passado ao lado dele. Torci inconscientemente para que as coisas continuassem assim calmas. Juntei as sobras de comida em uma vasilha e a levei para a geladeira, pegando uma toalha para limpar a mesa. Quando terminei de arrumar o local, ouvi a campainha tocar. 

Olhei em direção a porta, pensando em quem poderia ser. O relógio no rac da sala mostrava meia noite e meia. Já faziam quinze minutos desde que Hae In tinha ido embora. Será que ele esqueceu alguma coisa?, pensei olhando em volta pela sala, não encontrando nada que ele poderia ter esquecido. Dando de ombros, calcei minha pantufa e fui em direção a porta, pensando que talvez ele tenha voltado para buscar algo, eu eu não tinha conseguido encontrar.

— Você esqueceu alguma coisa? — perguntei alto em direção a porta, enquanto me aproximava. Não obtive resposta, mas a campainha tocou novamente. Olhei outra vez em volta, no saguão, procurando alguma coisa, mas desisti e abri a porta, para atender. — Seo Kang Joon? — arregalei os olhos ao me deparar com Seo Kang Joon parado em frente a minha porta, me olhando enquanto carregava uma caixa com frango crocante.


Notas Finais


Que calor, meu senhor 😏
Esse Hae In manda bem demais hahaha

O que esperar dessa visita inesperada?

Comentem o que estão achando da história, dos personagens, do desenvolvimento. A opinião de vocês é muito importante e me motiva todos os dias ❤️


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