História 1h20min - Oneshot - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Bad, Drama, Enforcamento, Execução, Morte, Originais, Original, Pureza, Tortura, Tragedia
Visualizações 46
Palavras 740
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, talvez segunda flopada fic, minha mente não é capaz de seguir os padrões de uma fic, novamente trago parte de uma enorme história escrita que poucos sabem como é, espero no futuro postar mais sobre, essa é apenas uma cena de uma história incompleta que não acho descartável, se vocês desejarem ler me sentirei honrada, todavia, obrigada por estarem aqui, deixo com que entrem no fruto de minha alma conturbada.

Capítulo 1 - 1h20min


Fanfic / Fanfiction 1h20min - Oneshot - Capítulo 1 - 1h20min


Era como se...
                              Todos fossem capazes de sentir.
06h00min: O sino foi tocado para a cidade inteira ouvir.
06h04min: O frio soberbo abraçava as imensidões de um pôr do sol sombrio, seu brilho fora roubado pelas nuvens. As vozes das crianças curiosas, junto ao choro dos bebês em colo de suas mães alinhava-se a o tom monocromático do centro da cidade. Humanos se amontoavam como porcos famintos para a purificação.
06h16min: Os embaixadores da fé fecharam os portões da igreja, o rangido importuno das grandes portas se misturava ao som dos corvos.  Esperavam na cruz faminta pela graça, assim como povo de homens castiços.
06h20min: Deus está dormindo, é a hora da purificação.
06h25min: O chão estremecia, corações batiam temerosos, a imensidão se agitava. O sol fora embora, e a lua encarava os muitos homens que traziam a enorme forca  ̶ adornada por símbolos divinos   ̶ que foi erguida até o céu.
06h34min: A multidão é controlada, escutam-se choros de bebês no vazio do centro. Ruídos de gatos e as palmas dos pássaros negros. A poeira é elevada pelos pés de crianças que fogem do asseio.
06h40min: O céu está escuro e a família real se aconchega em seus tronos a espera, o rei e a pequena e jovem rainha observam.
06h45min: O padre ergue-se a frente de seu povo e traz a tona suas palavras. “Acusada de heresia, prática de bruxaria e de sujar a linhagem pura” uma mulher é trazida pelos guardas, em seu pescoço, os braços da forca. “Essa mulher, que vendeu seu corpo ao diabo deve ser entregue a ele, o senhor de todos os céus, no mundo espiritual para receber seu julgamento.” O embaixador abaixa seus papeis e olha para o povo: “Está promiscua que se vendeu nas nossas ruas, NÃO É DIGNA DE NOSSO SANGUE, irmãos! Ela está suja, suja!” E faz seu sinal de fé. Sua voz lamentadora incomoda os ouvidos, mas excita a irmandade. “Ela não merece estas roupas!” E assim ordenado, suas vestes são rasgadas e jogadas ao povo. Há um saco em seu rosto, escondendo seus prantos. O povo vai ao delírio, em gritos bárbaros que concordam com a purificação e a chamam de justiça. “Nem permanecer entre nós, uma imagem como a dela danifica a nossa estrutura, pensem em suas filhas, elas merecem este exemplo!?” O povo anoja de pensar,  ansiando a pureza e pedem a passagem, pedem a morte. “Queime-a!”, “Senhor tenha pena de nós e vergonha deste corpo!”,”Livre-nos” os cidadãos gritavam.
06h49min: “Ela levou nosso sangue a os envenenados, corrompeu a nossa santidade!” O povo a insulta, e o padre prossegue “Devemos apagar seu erro, sua prole, a sujeira deve ser limpa!” ele sussurra suplico aos deuses. As unhas do rei arranham o trono levemente, a cada vez que bate o dedo, o tédio o incomodava. “Devemos intervir?” um dos guardas se pronuncia. “Não, deixe-o agrada-los.” Diz o rei e olha para princesa. “O que acha?”
06h52min: O padre permanecia a falar e estava na hora. “Nós, irmãos, guiaremos nossa raça a pureza, e HOJE ESSA CONCUMBINA CAIRÁ!” Os homens a chicoteiam e o povo vai à loucura.
06h54min: A mulher perde seu chão e seus pés balançam no ar, seu pescoço é abraçado pelas cordas. Seu corpo mexia-se por muitos e muitos segundos, até a morte acalma-la. A luz da lua se apaga, vagando pela sua nudez, o povo após a purificação oram preces em sussurros e ajoelham-se ao corpo da garota.
06h59: O rei ordena que a corda seja cortada, e a carcaça se debruça em choque ao chão, o cantar dos corvos está próximo. O rei desce seu trono.
07h01min: “Ela apodrecerá nesta rua, que cada cidadão daqui pense em como cuidam de suas filhas, toda vez que sentirem o cheiro podre dessa carne suja lembrem-se de reafirmar sua pureza e lealdade ao Império, essa pecadora teve o que mereceu, e será assim com cada uma de suas filhas que desafiar o Império ou sujar o nome da nossa raça.” Ele falava com a voz de um proclamador, e o povo adorava. E quando pausou, retornou com a voz da morte, cruel e direta. “Quem ousar retirar o corpo dela, colocará seu corpo e de sua família no lugar.”
07h03min: A princesa ainda tenta se mantiver calma. Os corvos estão gritando.
07h20min: A família real vai embora. Está frio, e agora, o céu chora. Os corvos se alimentam do corpo. A purificação está encerrada.
 


Notas Finais


A alegria me vistaria se vocês estiverem dispostas em dizer o que acharam, se estão aqui, certamente devem ter lido, agradeço por isso.

Se gostaram, provável que em breve traga mais disto aqui.


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