História 2 É BOM, 3 É DEMAIS - Capítulo 12


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Palavras 1.433
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISO IMPORTANTE!
Este cap vai ser contado na terceira pessoa porque, como é óbvio, a Emma não pode escrever enquanto executa a missão! ♣ Desejem-lhe sorte!

Capítulo 12 - MISSÃO


Fanfic / Fanfiction 2 É BOM, 3 É DEMAIS - Capítulo 12 - MISSÃO

Justin foi buscar Emma a casa e levou-a ao aeroporto privado da organização. Foi lá que Emma recebeu a roupa que iria usar. Eram jardineiras cor de laranja (traje de prisão) e sapatilhas brancas todas sujas. O traje de Luna foi igual. Depois, Emma ficou nas mãos de um cabeleireiro profissional, que lhe deixaria o cabelo castanho ondulado como o de Muffy, e apenas duraria dois dias e algumas horas. Usou lentes de contacto esverdeadas, fazendo com que os seus olhos parecessem os de Muffy. Luna e Justin também estavam completamente diferentes. A única coisa que os jovens agentes não mudaram, foi o rosto, porque que fosse mais gordo ou magro, não se notaria com as jardineiras largas, e quem fosse mais alto ou baixo, usaria as sapatilhas com uma sola maior ou menor de acordo com a diferença de altura da pessoa. Com todos os agentes prontos, o avião arrancou. Eu vivia em Lisboa (Portugal) e era uma viagem até Washington, cerca de 10horas de viagem. Partimos às 2:15am do dia 9/8/2017 e tínhamos de dormir no avião, para quando chegassemos pudessemos começar a revêr o plano. 

Chegámos às 11:45am, o que foi basicamente o que tínhamos previsto. Instalamo-nos num Hotel Reservado para que ninguém escutasse nada. Os agentes secundários tinham ido com os principais, o que significava que Emma e Charlie já se tinham encontrado. Os quartos de Hotel era um para cada duas pessoas. A Emma ficou com Justin, porque tentaram formar quartos mistos. Quando se "acabaram" as raparigas, os rapazes partilharam o quarto.

A Emma sabia que podia ter sido pior, podia ter ficado com o Charlie, e ela ainda não tinha ultrapassado o que se passara no outro dia. Mas mesmo assim, o Justin não foi a melhor opção. A Emma queria ter ficado com Luna, elas começavam a dar-se bem.

Todos reunidos na sala de estar do Hotel, já com internet, o Agente Johnson mostrou no seu Laptop como era a rua onde eles teriam de entrar em ação. Reveram o plano várias vezes, apontaram os pontos fracos do plano, e prepararam os planos C, D, E, F e G. Realmente, havia muita coisa que podia correr mal, mas alguns dos agentes, inclusive a Emma, não pareciam muito preocupados com o assunto, porque sabiam tudo de cor e salteado.

Já eram 00:23am do dia seguinte, então os agentes vestiram as roupas de missão. Os agentes secundários permaneceram no Hotel, enquanto os principais tomavam precauções para situações de risco. Ainda ficaram a treinar meia hora com uns bonecos de forma humana, e depois ingeriram uma pequena quantia de açúcar, para lhes devolver a energia que tinham dispensado no treino. 

Quando se aproximava a hora de encontro, um agente secundário levou os agentes principais para a esquina mais próxima do local do tráfico, para que assim, não os vissem chegar de carro.

Os vendedores de rua já estavam apostos, e estava na hora de entrar em ação. Já havia um agente secundário com uma farda e com o carro da polícia, para fingir a perseguição dos agentes. 

Emma e Luna chegaram a correr até aos vendedores.

<E> —Precisamos de nos encontrar com o Josh, com o Louyie e com o North, rápido!

<Vendedor1> —Não sabemos quem vocês são, claro que não!

<L> —Eu sou a Martha, e esta é a Muffy, conhecemo-los da prisão, precisamos deles, agora!

<Vendedor2> —Não! Não vos conhecemos, agora pirem-se.

Chegou a parte dos rapazes. Justin e os agentes do seu grupo aproximarem-se a correr. 

<J> —Yo, eu sou o Alex, friend do Josh e do North, vem aí a polícia, precisamos ir ter com eles rápido!

Os agentes secundários da "polícia" fizeram tocar a sirene.

<Vendedor1> —(para o vendedor2) Ow, puto, acho que estes bacanos tão a dizer a verdade puto.

<Vendedor2> —Achas, nem pensar bacano.

<Vendedor1> —Mas olha q'os putos tão a ser perseguidos puto!

<Vendedor2> —Não acredito em vocês! Já sou experiente em pessoal que quer encontrar o JNL. (Josh, North, Louyie).

<E> —Ouça... —disse, fazendo um olhar preverso sexy para o vendedor, e que, pela sua expressão, já estava babado—por acaso não gostava de dar umas voltinhas no meu popó?—disse passando levemente a mão pelo rosto do homem, fazendo-o alinhar.

<Vendedor2> —S-sim... Popó... —disse como quem tem corações nos olhos.

<L> —Então e você?—disse com o mesmo olhar preverso de Emma, mas apontando para o outro vendedor—Por acaso queria brincar á "apanhada"?

O vendedor a quem Luna se dirigia também se começou a babar por ela, olhando as suas curvas.

<L> —Shhh... —Mandou calar suavemente colocando o dedo na boca do homem.—Eu deixo que você me apanhe, se nos levar ao Josh. Ele sabe quem nós somos, é só queremos falar com ele. Depois, eu sou toda sua. Meow! —"miou" a Luna, sexy.

<E> —Então meu senhor... Dá as voltinhas que quiser de graça, se nos ajudar como pediu a minha amiga... E que tal?

Os vendedores, babados até aos tornozelos, acenaram que sim com a cabeça com ar de bêbedos.

Assim que se recomporam, a missão estava a correr como planeado. O Vendedor1 ligou a Josh.

<Vendedor1> —Ei Josh, estão aqui uns amiguinhos teus da prisão...

<Josh> —Nomes?

<Vendedor1> —Digam-me os vossos nomes.

Depois de cada um falar o seu nome de código, a chamada continuou:

<Vendedor1> —Os nomes são: Muffy Crapetts, Martha Perpettuet, Alexander Gayowls, Hugo Carneiro, Anderson Bujaca e Tomé Simpson.

<Josh> —Como escaparam eles?

Foi a vez de Justin falar.

<J> —Gamámos a chave de uma sala que dava para a saída, e depois fugimos pelo esgoto, bem, essa parte foi mais inspirada na fuga deles, mas mesmo assim ninguém nos apanhou.

<V1> —Chefe, eles dizem que fugiram por uma sala que destrancaram e depois foram pelo esgoto.

<Josh> —Imitadores do caralho. São eles mesmo. Deixa-os entrar. Mas antes pergunta se eles sabem alguma coisa da Marie Joan.

<V1> —Putos, o Josh pergunta pelo Marie Joan.

Agora falou o agente Jorge Campbell:

<Jorge> —Ela não quis vir. Queixou-se de que não conseguiria viver com a sua consciência sabendo que entrou num esgoto. E a namorada do Louyie, a Lillianne, fez o mesmo.

O vendedor disse a Josh tudo o que Jorge lhe dissera.

<Josh> —Pronto, deixa-os lá passar. Mas porque é assim tão urgente?

<V1> —Estão a fugir da polícia. Precisam de se esconder. A polícia ainda está um pouco longe, mas o seu esconderijo é o melhor, chefe.

<J> —Como queiras. Mas sejam rápidos. Entretanto a polícia segue-os para aqui. Por isso despachem-se.

Os vendedores abriram um elevador no meio do nada que dizia "out of order"(fora de serviço). Entraram sem pronunciar uma palavra e viram que por baixo de todos os botões de andares, estava outro papel de "out of order", mas este, escondia um botão secreto onde um dos vendedores carregou.

Desceram durante cerca de um minuto, estavam mesmo subterrados! 

O elevador abriu-se num subterrâneo com diversas portas e o vendedor 1 levou-os até á de Josh. Durante o caminho até lá, num corredor compridíssimo, os agentes infiltrados olharam em volta, verificando se não havia câmeras. Não havia. O que lhes deu oportunidade de espancar os vendedores ainda no corredor. Viram uma porta do corredor aberta, e como a pequena sala estava vazia, acartaram para lá os vendedores inconscientes. Antes de dar uma sova aqueles palermas de rua, eles tinham-lhe dito que o Josh estaria á espera deles no fundo do corredor, juntamente com Louyie e North. Os agentes foram até lá, e lá estavam eles. Os tão procurados fugitivos. Assim que chegamos começamos a atacar. Éramos 6 contra 3. Por isso estávamos em vantagem. Até vermos a abrir todas as portas do corredor por onde tínhamos passado, exceto aquela onde estavam os vendedores depositados.

De cada porta saiam duas pessoas o que fez daquilo um exército. Os agentes secundários, como nos seguiram, sabiam onde estávamos (até aqui, ainda ninguém tinha conseguido chegar) então, quando estavam todos prestes a atacar, o elevador abriu-se novamente mas desta vez estavam lá os agentes secundários. Que logo deram cabo de metade das pessoas, o que já era uma ótima ajuda. Derrotar o resto foi fácil, até só estarem os 3 fugitivos.

Os agentes principais e secundários, todos juntos, começaram a espancar os criminosos, e, com sucesso, venceram.

Regressaram á sede da organização e festejaram. Dezenas de tentativas falhadas da polícia, e apenas uma foi precisa para os agentes vencerem.

Emma sentiu a sua vida a mudar para melhor. Claro que matou montes de gente que trabalhava para os criminosos, mas matando meia centena de pessoas, salvou meio mundo, porque aquele era o maior tráfico mundialmente, os outros eram fracos, inofencivos. E para além do mais, os líderes deste tráfico eram fugitivos, sabe-se lá quantas pessoas já podem ter matado? 

Então, Emma tinha motivos para estar feliz e NADA, nem mesmo o Charlie e o Shawn, lhe podiam tirar aquele sorriso do rosto.



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