História 24 - 25 - Twenty Four - Twenty Five (Jeon Jungkook) - Capítulo 6


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Categorias Ashley Moore, Bangtan Boys (BTS), Loona, Red Velvet
Personagens Ashley Moore, Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Lip, Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, ViVi, Yeri
Visualizações 212
Palavras 3.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Choa precisa de mais dentro dela


Não demorou em que a diretora da escola aparecesse junto com alguns professores por causa do alvoroço. Foi um choque quando encontraram a ala Alfa toda bagunçada, com jovens gritando e esmurrando armários, todos tentando aliviar suas excitações.

Mi-Cha horrorizou-se ao ver sua escola um total caos, ela sempre prezava pela ordem e a divisão límpida entre seus alunos e seus status. Ela rosnou de raiva, ela amaldiçoou o infeliz que bagunçou com toda a sua escola.

- Acho melhor nós ligarmos para os bombeiros, ou sei lá quem que poderá ajudar essas crianças. - A professora de química falou.

Os olhos de Mi-Cha queimavam de ódio, ela apenas gostaria de por as mãos no arruaceiro que acabou com sua paz.

- Faça isso. - Ela ordenou, com toda a potência na voz que um Alfa poderia ter.

A pequena professora de química apenas assentiu e correu para chamar ajuda.

●❄●


A mente de Choa era um completo borrão. Tudo a sua volta estava uma completa bagunça. Seu corpo queimava tanto quanto o inferno, sua intimidade enviava vibrações intensas pelo seu pequeno corpo, fazendo que constantemente ela tivesse espasmos sentada no banco daquele carro.

Sua visão estava turva, e a única coisa em que ela conseguia focar era no garoto debruçado sobre o carro. Os dois se encaravam com fervor. Choa ansiava pelo garoto do lado de fora, desejava poder deslizar sua língua pelo maxilar trancado e fino do garoto, desejava poder beijar a boca firme daquele garoto, com certeza ela adoraria embrenhar seus dedos no cabelo negro daquele garoto.

Ela se arrastou pelo banco, tocou o vidro embaçado da janela e gemeu baixinho, completamente hipnotizada por aquele alfa de olhos negros.

O cheiro dentro daquele carro era completamente inebriante para Choa. Tudo cheirava a Alfa. Ela nunca havia sentido algo tão excitante quanto aquele cheiro especifico, que consistia em uma mistura de madeira, menta e algo que Choa jamais havia sentido em outro alfa. Era um cheiro especial, e ele emanava completamente do Alfa fora do carro.

O sexo de Choa começou a formigar, e então a se fechar contra suas próprias paredes internas, buscando alivio, buscando algo que a preenchesse.

Choa se assustou com seu próprio corpo, gemeu extasiada e se arrastou no banco até estar deitada com o rosto contra o couro quente do carro.

Suas pernas vacilaram um pouco quando ela se apoiou pelos joelhos e capturou seu sexo com a mão direita. Ela nunca, jamais, havia se tocado. Era uma sensação nova tocar suas dobras úmidas e quentes.

Ela olhou diretamente para o Alfa na janela, que parecia estar vidrado na cena de Choa se tocando ali dentro do seu carro. O olhar do Alfa era de pura luxuria, as bordas de seus olhos estavam avermelhados, os lábios entre abertos enquanto ele ofegava.

Choa arrastou sua calcinha para o lado e invadiu a si própria com dois de seus dedos, procurando aliviar-se dos apertos que sentia dentro de si. Gemeu alto, seu corpo se reteve por uma fração de segundos. O Alfa do lado de fora socou novamente a porta, sua mão gotejando sangue enquanto ele tentava arrancar a porta do seu próprio carro.

●❄●


Skyler corria com Sun ao seu lado enquanto Namjoon tentava proteger as duas dos Alfas que destruíam a escola. Sun estava furiosa, Skyler havia contado a ela a ideia estúpida que ela e Choa botaram em pratica.

Sun mais do que tudo estava preocupada com sua amiga, ela apenas rezava para que Choa estivesse segura e viva.

Eles enfim conseguiram escapar pela saída de emergência, dando de cara com o estacionamento dos fundos, o estacionamento dos Alfas. Eles jamais voltariam para dentro daquela escola, os gritos dos Alfas podiam ser ouvidos dali.

Skyler andou em círculos, culpando-se pelo o que havia feito. Levou as mãos até os ouvidos, tentando afastar aqueles gritos de sua mente. Sun bufava ao seu lado e constantemente dizia o quanto aquela ideia havia sido estúpida e fútil.

Namjoon ofegava, não havia sido fácil manter as duas em segurança dentro daquele inferno lá dentro. Ele afrouxou o nó da gravata borboleta e desabotoou os primeiros botões da camisa social um pouco amassada. Ele olhou ao redor, tentando bolar um bom plano de fuga.

E foi quando ele viu um garoto socar a porta de um dos muitos carros no estacionamento. Ele farejou o cheiro do estacionamento, mesmo que seu olfato não seja tão aguçado quanto o de um Alfa ou de um Omega, ele com certeza reconheceu o cheiro de Choa.

- Sunhee! - Ele gritou com a namorada, fazendo a mesma instantaneamente parar de gritar com uma Skyler chorosa. - A Choa, ela está ali! - Ele apontou para o carro e para a garota socando o carro.

Ele caminhou em passos largos até o garoto, quando chegou finalmente perto, ele tocou seu ombro direito. Instantaneamente o Alfa se virou segurando o pulso de Namjoon. O rapaz tremeu dos pés a cabeça ao ver os olhos do Alfa, completamente negros, sem nenhuma parte branca.

Namjoon estava assustado, virou-se para trás, e fez sinal para que Sun não se aproximasse. Ele olhou para dentro do carro, onde o Alfa já havia voltado a olhar, ele por um segundo desviou o olhar.

Choa se desmanchava em gemidos enquanto fodia seus dedos dentro de sua boceta. Lágrimas rolavam por suas bochechas rosadas. Ela estava ofegante.

Namjoon tentou não se excitar com aquela visão, pois aquilo era errado. Ele novamente tocou o ombro do Alfa, que apenas rosnou sem tirar os olhos de Choa dentro do carro. Namjoon percebeu então que ele precisava afastar aquele Alfa do carro e tirar sua amiga dali.

Ele então em um movimento rápido, capturou o Alfa pelo pescoço, em um aperto de mata-leão tão forte quanto ele poderia. O Alfa rosnou tão alto que até Sun sentiu seu corpo ficar tenso.

O Alfa se debatia contra o aperto de Namjoon, ele o chutava e tentava a todo custo se reaproximar da janela do carro. Namjoon usou o resto de sua força para poder, com brutalidade, jogar-se no chão com o Alfa prensado contra o asfalto do estacionamento.

Ele se debatia ainda mais, gritando e eventualmente rosnando.

O suor de Namjoon escorria por sua testa e nuca, enquanto ele usava de toda a sua força para poder pelo menos atordoar o Alfa.

- Sun! - Ele gritou novamente, a pequena garota deu um pequeno pulo, assustada, pois nunca havia visto o namorado tão agressivo assim. - Tire a Choa de lá de dentro! - Ele ordenou.

Sun não conseguia se mover, ela estava em choque de medo.

Skyler então percebeu o que teria que fazer. Correu até o carro, tirando os saltos no meio do caminho. Ofegou quando viu o estado da amiga dentro do carro. Afastou a imagem de Choa se auto fodendo dentro do carro e tentou abrir a porta.

Estava trancada, constatou ela.

Olhou ao redor, procurando algo para poder quebrar a janela. Nada encontrou, além de um Namjoon suado batendo a cabeça do Alfa no chão do estacionamento.

O coração de Skyler faltava sair pela boca. Ela estava domada pela adrenalina e pelo medo.

Ela fechou o punho com força, posicionou o cotovelo um pouco acima de seu ombro, e o desferiu com força e rapidez contra o vidro do carro. Sentiu um formigamento horrível na sua pele quanto cacos de vidro a perfuraram, mas ela mal deu bola, pois seu sangue estava fervendo com a adrenalina.

- Choa! - Ela gritou, mas a amiga não conseguia ouvi-la.

Ela então, com mãos tremulas, destrancou a porta por dentro.

Foi o sinal para que Choa acordasse de seu transe. Ela murmurou algo que Skyler não entendeu, e foi apenas questão de minutos para que se jogasse porta a fora, buscando avidamente o Alfa que a enfeitiçara.

Skyler caiu sentada no asfalto, ralando boa parte de sua mão. Ela foi rápida quando viu que Choa escapava atrás do Alfa. Ela segurou com firmeza os calcanhares de Choa, fazendo com que ela caísse no chão, tentando a todo custo alcançar o Alfa desacordado em baixo de Namjoon.

- Sunhee! Pelo amor de tudo que é mais sagrado, encontre ajuda! - Skyler gritou para a amiga ofegante.

Sun voltou a si quando Namjoon tocou seu braço, ele sabia que havia a assustado. Sun engoliu em seco e virou-se correndo para dentro da escola.

Mas isso não foi preciso já que três bombeiros haviam aparecido pela porta de emergência. Dois deles correram até o Alfa e a prenderam pelos pulsos com argolas de plástico, travando contra a pele clara dela.

O último bombeiro abaixou-se ao lado de Skyler. Ele estava suado e ofegante sobre as roupas vermelhas e pesadas, quando o chamado soou no departamento ele não imaginaria que teria que conter centenas de Alfas que haviam acabado de entrar no primeiro cio.

Ele foi rápido em pegar Choa pelos pulsos e também prendê-la com as mesmas argolas de plástico.

Choa aspirou o cheiro de Alfa do homem e gemeu, arrastando-se para mais perto dele. Graças aos céus o bombeiro já havia selado sua alma com uma ômega, então era quase nulo o desejo que ele sentia pelo cheiro de Choa.

- Você está machucada? - Ele perguntou para Skyler, que apenas assentiu. - Kwan! - Ele gritou, e um dos bombeiros caminhou até ele, secando o suor da testa. - Leve essa garota para uma das ambulâncias lá na frente. - O outro homem apenas assentiu e estendeu a mão para Skyler, ajudando-a a caminhar.

- Eu vou levar o Alfa junto com os outros. - O último homem falou, ele era o mais alto, negro e extremamente musculoso.

Saiu arrastando o Alfa pelos ombros para dentro do colégio.

- Vocês a conhecem? - O bombeiro perguntou a Namjoon e Sun enquanto segurava Choa pelos pulsos.

- Sim, ela é nossa amiga. - Namjoon respondeu e arrastou a mão pela testa, afastando o cabelo suado.

- Liguem para algum responsável, ela é a única ômega que aparentemente entrou no cio. - Choa se remexia a cada palavra que o bombeiro soltava.

Instantaneamente Namjoon retirou o telefone celular do bolso, caçando o numero de Dona Jiwoo.

- Ela vai ficar bem? - Sun perguntou com a voz fraca.

- Foi sorte que vocês tenham a encontrado antes que o Alfa conseguisse achá-la primeiro. - Ele falou firme, fazendo Sun engolir a seco.

Namjoon explicava superficialmente para uma Jiwoo preocupada no telefone que ela precisava urgentemente aparecer na escola. Ele desligou o telefone e se aproximou da namorada, abraçando-a pelos ombros.

- Eu não deveria ter a obrigado a vir - Sun murmurou baixinho, chorando contra o peitoral de Namjoon.

- Não foi culpa sua, amor. - Ele tentou confortá-la acariciando suas costas. - Tudo vai ficar bem. - Ele sussurrou contra os cachos de Sun, mesmo ele tendo a plena certeza de que nada ficaria bem, já que nada estava bem.

●❄●


Jiwoo ficou completamente chocada ao lado do marido quando viu sua filha gemendo dentro de uma das salas da escola. Ela tentava de todo entender o que havia acontecido com sua pobre filha.

Choa se contorcia no canto da sala, apertando uma perna contra a outra. Seu corpo implorando para ser fodido enquanto o suor escorria de sua testa. Seus pulsos sangravam contra as argolas de plástico que a impediam de se tocar.

Youngjae engasgou ao ver a filha naquele estado. Ele caminhou até ela e a abraçou, mesmo que Choa protestasse e se debatesse contra ele.

- Foi um acidente. - Skyler murmurou ao lado de Jiwoo.

- Foi uma idiotice! - Namjoon esbravejou contra ela. - Se eu não tivesse parado aquele Alfa, eu não gostaria nem de imaginar o que seria de Choa agora! - Sun aproximou-se mais do namorado, e segurou com delicadeza seu braço, tentando acalmá-lo.

- Ela precisa de supressores... - Jiwoo sussurrou ainda chocada com o estado de sua filha.

- Desculpa ser indelicado. - Um dos enfermeiros tomou a voz e então pigarreou. - Sua filha precisa saciar a excitação... - Ele tentou ser dócil enquanto tentava explicar para uma mãe desamparada que sua filha precisava foder. - Vocês compraram algum consolo para ela já, ou algo que ela possa...

- Chega! - Youngjae suplicou enquanto tentava levantar a filha do chão. - Nós sabemos como cuidar da nossa filha. Nós daremos um jeito. - Ele olhou com carinho para sua mulher.

●❄●


No caminho para casa, Youngjae parou em um sex shop, completamente envergonhado por fazer aquilo. Namjoon e Sun desceram do automóvel, eles caminharam para dentro da loja pequena e discreta.

Namjoon ficou parado em um dos cantos da loja, ao lado de um manequim, tentando não olhar para os brinquedos e objetos insinuativos do local.

Sun foi mais firme e caminhou até o balcão. Uma moça bonita lia um livro. Ela pigarreou e a moça então a notou.

- Boa noite, o que deseja? - Sua voz era sexy. Namjoon apenas deu uma espiada na mulher e então voltou a encarar os próprios sapatos.

- Hum... - Sun não sabia bem como dizer aquilo. - Minha amiga... Ela entrou no primeiro cio e nós... - A moça sorriu com os lábios vermelhos e saiu de trás da bancada.

- Tudo bem, querida. Isso é normal. - Ela dizia enquanto analisava uma das prateleiras. - Certo, acho que isso poderá ajudá-la. - Entregou um dos vários consolos da prateleira nas mãos de Sun.

O negocio era macio e não muito grande. Com alguns botões na sua base. Além de ter uma cor de pele que fez Sun corar por estar segurando aquilo em suas pequenas mãos.

- Eu não entendo dessas coisas... - Sun sussurrou, e então a atendente percebeu que se tratava de uma Beta na sua frente.

- Oh, certo. - Ela pigarreou e apoiou o peso em uma das pernas torneadas. - Esse é um produto novo, especialmente para esse tipo de caso. - Ela explicou enquanto mostrava as configurações do consolo. - Tem o tamanho certo para uma virgem, e também vem com três níveis de vibração.

Sun apenas corava e assentia.

- E-Eu vou levar esse. - Ela disse, não querendo ter que ouvir a mulher explicar algum outro objeto.

- Embrulho pra presente? - Ela perguntou sorridente.

- Acho que não vai precisar. - Sun fez uma careta.

A moça foi até atrás do caixa, e retirou um consolo idêntico, porém dentro da caixa e intocado por terceiros. Sun pagou e saiu praticamente correndo da loja. Entrou no carro e segurou as lágrimas quando viu sua amiga presa com os pulsos para trás e murmurando palavras incoerentes.

●❄●


Choa se via trancada no próprio quarto. Ela tentou abrir a porta, ela gritava e arranhava com suas pequenas unhas a madeira. Ela então percebeu que não sairia dali tão cedo.

Seu corpo queimava três vezes mais. Ela arrancou o vestido do corpo junto com suas peças intimas. Ela se jogou na cama e começou a se tocar. Arrastou o indicador pelo seu clitóris duro e pulsante. Mordeu o próprio lábio inferior quando na sua mente veio o cheiro do Alfa, e quase instantaneamente ela deslizou seu dedo para dentro de si.

Ela conseguia sentir perfeitamente as pulsações de seus músculos. Aquilo não era o suficiente para ela. Choa precisava de mais dentro de si.

No fundo da sua pouca consciência ela se lembrou de Sun segurando algo e a entregando, antes de trancar a porta e Choa jogar o objeto no chão para tentar sair dali.

Ela olhou para o chão do quarto e encontrou a caixa retangular e prateada. Com as pernas bambas ela caminhou até o objeto e seus olhos brilharam ao ver o pênis sintético.

Avidamente ela abriu o embrulho e se fascinou com o objeto. Jogou-se na cama e sorriu quando deslizou o objeto gelado e macio por suas dobras.

Choa gritou quando começou a deslizar o pênis para dentro de seu pequeno buraco. Ela sentia como se sua boceta fosse rasgar, mas ela não queria parar, aquilo estava fodidamente gostoso.

Quando o objeto entrou dentro dela por completo, Choa começou a imaginar que era o Alfa ali sobre ela, fodendo-a com força e brutalidade. Ela praticamente delirou, e no meio de seus delírios ela conseguiu visualizar o corpo branco do Alfa sobre ela. Soberano e majestoso, muito mais forte do que o dela, entrando e saindo dentro de seu corpo, sussurrando palavras sujas em seu ouvido, marcando seu corpo, mordendo-a, beijando-a. Choa estava tão imersa em seus delírios que praticamente sentiu o peso do Alfa sobre seu corpo enquanto ela socava o pênis sintético dentro de sua boceta molhada.

Choa gemeu e ofegou quando seu orgasmo chegou, fazendo com que seu corpo tivesse espasmos doloridos em volta do consolo. Ela se encolheu de lado e continuou com o vai e vem do brinquedo dentro dela, agora imaginando que o Alfa a comia de lado. Imaginou que o Alfa segurava com firmeza sua perna no ar, enquanto deslizava seu pênis quente dentro dela, e praticamente sentiu o arfar do Alfa em seu pescoço.

Não demorou a que ela gozasse novamente e depois novamente e assim se seguiu a noite.

●❄●


Sete dias se passaram sem que Choa saísse daquele quarto. Ela se auto fodia constantemente com aquele mesmo consolo, imaginando as diversas posições em que aquele Alfa poderia fodê-la.

Comia pouco. E sempre que estava na metade da refeição, seu corpo se ascendia e ela tinha que voltar para o pênis sintético e seus delírios com aquele Alfa.

Acordava no meio da noite sentindo sua excitação escorrer por suas coxas, e lá voltava ela para seus delírios.

No último dia do cio, Choa teve seu ultimo orgasmo no chuveiro do banheiro de seu quarto. Ela já tinha plena consciência de todos os seus atos da semana. Ela já estava de volta ao seu normal.

Chamou por sua mãe, completamente envergonhada. Ela escondeu o consolo, já limpo, no fundo de seu armário, e engoliu um dos supressores garganta abaixo.

Jiwoo destrancou a porta com o almoço na mão. Ela sorriu triste quando viu sua filha sentada contra a cabeceira da cama, vestida com uma calça de moletom e regata. Ela já havia visto sua filha em diversas situações no decorrer da semana, pois sempre que colocava o almoço de Choa dentro do quarto, ela de relançe via a filha se fodendo em algum canto do quarto.

Ela afastou as lembranças e depositou a bandeja na cama, que a filha provavelmente havia limpado.

Choa estava envergonhada. Ela mal olhava para a própria mãe, apenas comia em silencio.

●❄●


Menos de dois dias se passaram e a família Park se mudou do país. Choa se sentia mal ali. Ela se sentia péssima, e nem ao menos queria ver seus amigos.

Eles se mudaram para Cuba, onde já tinham família morando por lá.

Choa foi transferida para uma escola apenas de ômegas. E nunca mais tocou no assunto do ocorrido em Busan. Ela apenas se focou em ter uma outra vida, apagando por completo seu passado.

A cada dois meses ela entrava no seu ciclo de cio. Seu arsenal de consolos já estava maior, e ela sempre, sem faltar uma vez se quer, imaginava aquele Alfa de olhos negros a fodendo.

E assim ela cresceu. Completamente conservadora e confiante. Com um passado que ela fazia questão de apagar da mente.




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