História 3 facts - Capítulo 16


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Categorias Os 13 Porquês (13 Reasons Why)
Tags John Dolmayan, Serj Tankian, System Of A Down
Visualizações 22
Palavras 3.370
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


se ficou uma merda culpem minha inspiração pq tô nada inspirada

Capítulo 16 - Cápitulo 16 - "Eu Te Amo"


Fanfic / Fanfiction 3 facts - Capítulo 16 - Cápitulo 16 - "Eu Te Amo"

Narradora: ON

   Já era de manhã, os filhos de Lisa tinham acordado para ir a escola:


   - Mamãe?! - exclama Maria pela casa. - Já ta na hora do café, cade a senhora? - e ela sobe as escadas


    Ao subir, Maria fica em frente a porta do quarto de sua mãe sem abrir. Ela estava com vergonha de entrar sem bater, mas, fazer o que? Ela chamou várias vezes e sua mãe não respondeu.


  - Mãe? - então ela sussurra abrindo a porta e entrando aos poucos.


    Ao entrar ela encontra a cama vazia, com a luz do banheiro ligada. Por curiosidade ela vai ,dando pequenos passos, até a porta do banheiro. Ao chegar perto, ela encontra umas manchas de sangue na entrada, e então, ela segue as manchas que ia por dentro do banheiro. Quando ela se aproxima totalmente do banheiro, encontra sua mãe desmaiada, pálida, com o braço escorrendo de sangue:


   - MAMÃE??! - Maria grita e se aguaixa desesperada tentando ajudar sua mãe - MÃE! ACORDA! PETER! PETER!


   - Oi?! - Peter exclama correndo para suite e vendo a situação de sua mãe.


   - PETER A MAMÃE TA SANGRANDO! - ela exclama chorando.


   - O,O QUE DEVEMOS FAZER?


   - EU NÃO SEI! VAMOS LIGAR PRA AMBULANCIA!


   - OK!


   - VOCÊ FICA AQUI SEGURANDO O BRAÇO DELA ENQUANTO EU FAÇO O TELEFONEMA.


   - Pode deixar! - e eles trocam de posições.

    

Maria desce e vai direto procurar o número da ambulância:


   - Alô?! - ela consegue ligar. - Meu nome é Maria e tenho 12 anos, encontrei minha mãe desmaiada no banheiro. Vocês poderiam vim e leva-la com emergência?... Ok, venham o mais rápido que puderem. - ela termina a ligação chorando com desespero.


   


     Quando finalmente a ambulância chega, todos os enfermeiros levam Lisa e as crianças para o hospital de internagem. Ao chegarem lá, já internam Lisa e fazem um check-up, deixando as crianças na espera:


   - Vocês moram sozinhos com a mãe de vocês? - pergunta uma atendente do hospital.


   - Sim, meu pai foi preso esses dias. - responde Maria.


   - Sinto muito... Em breve sua mãe vai ficar bem.


   - Espero.


   - Quer fazer uma ligação para algum parente ou amigo?


   - Não tem nenhum parente que more por perto, mas... eu achei alguns telefonemas que minha mãe fazia, e eu imaginei que seja de amigos. Eu podia ligar?


   - Claro, deixe que eu ligue com você.


   - Obrigada. - e elas vão até o telefone e tentam fazer as ligações.

Rebecca: ON


 


  Eu já estava quase pronta para ir a escola, só me faltava arruma o cabelo. Então fiquei em frente ao espelho, e penteio meu cabelo aos poucos. Não sei o porquê, mas aquele dia estava muito solitário, parecia que algo de ruim estava prestes a acontecer.


   - Que moleza em Rebecca. - fala Olivia sobre meu ânimo de arrumar o cabelo.


   - Hoje o dia está uma merda. - falo sem animação.


   - Você que está fazendo o dia merda. - ela fala se olhando no espelho ajeitando o cabelo.


   - Tanto faz... Vou só ficar sentada no recreio lendo John Green.


    *Triin Triin (o celular toca)*


   - Aff, quem será?


   - Deve ser o boy magia!


   - Fica quieta Olivia! - e atendo a ligação. - Alô?... Quem sou eu? Ah, eu sou a Rebecca Laviny, pois não?... O que?! ... - percebo a preocupação na cara de Olivia - ...Ok, Ok! Já tô indo, obrigada. - e desligo.


   - O que foi? - Olivia já pergunta.


   - Você se lembra da mulher que me salvou... quando eu ia pular do prédio?


   - Lembro.


   - Ela ta internada no hospital, e parece que foi tentativa de suicidio...


   - Meu Deus, você tem que ir lá visita-la!


   - É o que vou fazer... - pego minha mochila e desço as escadas correndo.


     Ao descer com pressa, peço ao pai de Olivia para me levar no hospital com urgência. Ele aceita, me leva até o carro, nos despedimos da mãe e da Olivia, e fomos ao caminho do hospital o mais rápido possível.

Anne: ON

   Após ter tido aquele dia com muita diversão, e emoção, já estava na hora de eu ensaiar para a apresentação a noite. Não era passos fáceis, mas com minha flexibilidade, eu dava um jeito, já que era uma apresentação solo. Estava ensaiando cada passo, não queria errar nenhum. Até que sou surpreendida pela presença de Serj me aguarrando pela cintura.


   - Você por aqui? - falo contente. - Olha, já me recuperei do braço.


   - A Lisa tentou suícidio. - ele fala sério.


   - O que?...


     Então corremos para o hospital, não pensamos duas vezes. Aquilo me chocou, eu estava realmente preocupada , então, acho que ela merecia minha ausência no circo por algum tempo só para vê-la. Ao chegarmos lá, vi Rebecca sentada esperando com lágrimas no rosto.


  - Rebecca! - exclamo.


  - Anne! - ela exclama e me abraça de uma vez. - Quanto tempo não te vejo...


  - Eu também... - e nos soltamos para ver a cara uma da outra. - ... O que houve com a Lisa?


  - Eu não sei, só sei que quero vê-la! E aqueles são os filhos dela... - fala ela apontando para as crianças, enquanto eu os observava, via Serj tentando se enturmar com eles.


  - A mãe de vocês é um guerreira. - escuto ele falando. - Ela vai sair dessa.


  - Por que ela tentaria suicidio? - escuto a mais velha perguntar.


  - Guerreiros tentam suicidio, e é uma maneira de demonstrarem que não aguentam mais...


  - Oi... - chego falando com eles, e eles me olham.


  - Oi. - e respondem.


  - Vocês são lindos, a cara da mãe... - a mais velha força um sorriso.


  - Acompanhantes da Elisa? - aparece um médico nos perguntando.


  - Sim. - Serj responde.


  - Podem visita-la, ela já acordou.


    Então, fomos a sala aonde Lisa estava internada. Ao entrarmos, seus filhos correram para abraça-la:


  - Mamãe! - eles exclamam dando um abraço coletivo.


  - Meus amores... - ela sussurra emocionada retribuindo o abraço.


  - Lisa... - fala Rebecca chorando segurando sua mão.


  - Todos vocês aqui... - Lisa se emociona.


  - Mãe... por que você fez isso? - a mais velha pergunta apontando para seu braço.


  - Mamãe não tem mais forças, filha...


  - Você tem Lisa, você tem. - fala Serj a encarando.


  - Não, não Serj... Eu só quero deixar vocês em paz, eu... não mereço ficar em nenhum lugar... nem no céu, nem no inferno, e nem na terra...


  - Para de falar isso, mamãe. - fala o mais novo.


  - Desculpa, amor. - ela dá um beijo na testa de seu filho.


  - Lisa, nós te amamos. - falo. - Sempre conte conosco...


  - Obrigada, Anne... você é muito especial.


  - Bem, bem... Dona Lisa irá precisar ficar um bom tempo internada. - fala o médico entrando na sala.


  - Ela está com uma boa saúde? - pergunta Rebecca.


  - Eu prefiro comentar isso depois. O tempo de visita já esgotou, vamos?


    Então saimos da sala, despedindo de Lisa. Ao sairmos o médico nos chama em um canto:


  - Ela não está nada bem... - ele fala.


  - Por que? O que ela tem? - pergunto.


  - Vamos dizer que são problemas psicólogicos. Os momentos que ela teve com o marido afetaram sua mentalidade, e isso pode faze-lá a tentar vários suícidios. Então... ela ficará um bom tempo com a gente até se recuperar.


  - Isso leva muito tempo? - pergunta Rebecca.


  - Definitivamente, sim. Mas faremos o mais rápido possível com que ela se recupere.


  - Obrigado, Doutor. - agradece o Serj.


  - Por nada. - e ele se vira e vai embora.


  - E agora? - pergunta Rebecca.


  - Vamos torcer que tudo dê certo e esperar pelo amanhã. Vamos embora? - fala o Serj.


  - Vamos. - afirmamos.


  - Tchau crianças! - ele se despede.


  - Tchau! - fazemos o mesmo, e eles acenam.


 


Rebecca: ON

   Ao fazer uma visita para Lisa, e conhecer seus filhos, fui embora com o Desconhecido e a Anne. Provavelmente eu tenha escutado Lisa o chamar de "Serj", aquilo me deixou curiosa, então o perguntei no caminho:


  - Seu nome é Serj?


  - Serj Tankian. - sussurra Anne que estava no banco da frente o acompanhando.


  - Ah... Sempre soube que te conhecia... - falo o encarando.


  - Da onde me conhece? - pergunta ele meio pistola.


  - Daquela banda, Syst...


  - Vamos ir em paz! - ele exclama acelerando a velocidade do carro.


    Chegando na minha escola ( bem atrasada), eu praticamente corro pelo corredor até chegar na minha sala. Alcançando a porta da sala, abro com pressa e exclamo:


  - Cheguei! - e todos me olham com um certo susto.


  - Está atrasada dona Rebecca. - a professora fala.


  - Me perdoe... - e vejo Olivia apontando para a única carteira vazia. É, era ao lado de Daronive, que estava me olhando disfarçadamente.


  - Sente-se logo! - a professora exclama.


    Então, aos poucos vou entrando e pedindo licença para alguns alunos se podiam trocar de lugar, mas obviamente, nenhum deles aceitaram. Já desistindo, me sento na carteira ao lado de Daronive. Fiquei meio sem graça e constrangida, mas eu não tinha escolha e fiquei por lá mesmo.

*Passaram-se mais de cinco horas: 19:30*

Serj: ON

   Eu estava atoa da vida, então decidir ir ao circo ver os espetáculos da noite. Ao chegar lá, me deparo com uma cartela anunciando os espetáculos. Com minutos vendo aquela cartela, vejo o nome de ninguém mais e ninguém menos que; *Anne Valsken*. Não foi uma surpresa, mas ia começar em poucos minutos sua apresentação. Então, rapidamente, comprei meu ingresso e entrei no circo. Não estava muito cheio, todo mundo estava entrando conforme eu entrava, então, me sentei bem na frente aonde podia se ver o espetáculo de perto.


   - *Agora com vocês, Anne Valsken!* - escuto uma voz falando em um mega-fone. Todos aplaudiram, e eu também, obvio.

   Ao ver Anne entrando no palco, me impressionei com a quão grande beleza que ela tinha - ela estava com o cabelo solto, uma maquiagem nude ( que a deixava mais linda do que era), uma roupa nude também que não havia nenhum detalhe, e o cenario estava igual daquele clipe da Sia (Chandelier) e por incrivel que pareça foi essa música que ela se apresentou.


   Quando ela já começou a se apresentar, eu fiquei concentrado em cada passo e movimento que ela fazia. Aquilo era maravilhoso, uma arte, algo que me deixou encantado. Nunca imaginei que Anne tinha poder para aquilo tudo. Os movimentos não foram iguais a do clipe da Sia, mas eram espetáculares. Não sei se cheguei a babar, mas eu estava de boca aberta com aquele movimento todo, nunca tinha prestado tanto atenção em Anne como prestei naquele momento. Era lindo ver ela se apresentar. Até que infelizmente acabou.


   - *Clap Clap Clap!* - e todos se levantaram e aplaudiram emocionados.

   Não me aguentei, e tive que ir ver ela.


Anne: ON

  - Você arrasou, Anne! - vem Maycon me elogiar


  - Obrigada! - exclamo contente.


    Eu estava aliviada que a apresentação tinha dado certo, não me apresentava sozinha fazia um bom tempo. Então todos estavam me elogiando e me dando parabéns, até que sinto alguém me puxar exclamando:


   - Anne! - era o Serj.


   - Serj, você aqui... - mesmo que eu tenha o visto no palco eu disse isso.


    Percebi ele me encarar de uma forma diferente. Até que rapidamente, ele me beija.


    Eu me assustei plenamente, mas parecia que ele não queria me soltar. Eu tentava o tirar da minha boca, mas ele continuava a me beijar e tive que retribuir o beijo. Eu não sei o que estava sentindo, mas... Quando consegui tira-lo da direção, exclamei:


   - Você é doido?!


   - Anne, eu... - ele ficou constrangido.


   - O que você fez!? - até que olho ao redor de nós e vejo todos impressionados com a cena. - Ah, Legal! Agora todos viram a merda que você fez!


   - Merda que eu fiz? Você também retribuiu! - ele exclama.


   - Mas você que começou! ... Legal, muuito legal, agora eu tô no fundo do poço por sua culpa!


   - Para de drama, por favor!


   - Epa! - chega Bob me dando um pequeno susto. - Tô atrapalhando o casalzinho?


   - Bob, é... - fico espantada.


   - Ou vocês aí! Podem tirar os olhos daqui e continuarem fazer o que estavam fazendo! - ele exclama para os outros que tinha visto. - Então, dona Anne...


   - Me desculpa, Bob. Não era minha inteção fazer isso...


   - Não, não! Não precisa se desculpar, que isso vocês podem fazer em qualquer lugar... Só não passem dos limites, crianças! - exclama Bob rindo fazendo Serj rir também.


   - Não vai me demitir?


   - Por que iria demitir? O amor não é crime e nem é errado. Vou deixar os pombinhos a sós.. E Serj! Cuida bem dela.


   - Ah... é... claro! - Serj fala meio duvidoso.


   - Divirtam-se! - e Bob sai fazendo uma mimica estranha para mim.


   - Então... posso te levar até seu trailer? - Serj pergunta.


   - Tanto faz. - respondo sem paciencia e me virando de costas.


     Ele realmente me acompanhou até meu trailer. Ao entrar, ele fecha a porta me observando. Ficamos nos entre-olhando por um tempo, até que quebro o silencio:


    - Bem, quer água? Um café?


    - Não, não, obrigado.


    - Serj, eu vou tomar banho, se não se importa...


    - Eu espero, relaxa - fala ele se sentando em uma cadeira.


    - Ok, então... - e eu vou ao banheiro.

     Ao fechar a porta, me encosto nela, e por algum motivo, começo a lembrar do beijo do Serj. Apesar de ter sido forçado, foi maravilhoso por um lado... Eu conseguia sentir os lábios dele nos meus, a sua língua quente passar pela minha, sentir sua barba pinicando no meu queixo, era algo supremo. Até que me dei conta que estava pensando naquilo, e fui pro chuveiro me banhar. Ao terminar, visto uma blusa branca com um short curto preto ( era única coisa que eu tinha pra vestir) e saio do banheiro.


    Ao sair, me direciono até a cama e vejo ele sentado em uma pontrona que fica ao lado


   - Terminei. - falo o olhando.


   - Que bom, está ainda mais linda. - fala ele me olhando dos pés a cabeça.


   - Serj... - me sento ao lado dele. - Por que isso?


   - Isso o que?


   - Isso. Me beijar do nada, falar que sou linda, e ainda percebi você babando por mim na plateia.


   - Eu babei?


   - Babou.


   - Agora eu virei um velho babão...


   - Para de gracinha e me responde.. - admito que dei uma risadinha.


   - Ah, Anne... É.. eu...


   - Você...?


   - Eu te amo. - ele fala me encarando com sinceridade no olhar.


   - Pera, Oque?! Haha. - dessa vez eu ri pra valer.


   - Eu falei... eu... Eu te amo. - ele fala meio gago.


   - Desculpa, mas eu não acredito no amor.


   - Eu não acreditei por um momento da minha vida, mas, o amor existe.


   - Nada prova isso, nem mesmo você dizendo sendo que nem me conhece direito.


   - Ah, posso te jurar que conheço... - ele me encara no fundo dos meus olhos.


   - Não, não conhece... - falo encantada por aquele olhar.


   - Conheço, Anne, conheço... - sinto ele aproximar seu rosto no meu.


   - Não... - falo sem fôlego.


   - Você fala que não acredita no amor, mas, você gostou do meu beijo que eu sei...


   - Nada haver, Serj...


   - Você me ama? - ele pergunta sussurrando.


   - Serj... - começo balançando a cabeça. - Eu...


   - Anne... você...?


   - Eu... Eu... - e ele se aproxima mais fazendo nossos lábios estarem juntos.


   - Você me ama... - e ele me beija novamente.


    Não foi diferente do primeiro beijo, mas foi mais quente. Sentia seus lábios fazerem os movimentos opostos que os meus. Sentia sua língua quente e com prazer, enfim, aquilo tava uma loucura. O beijo tava ficando mais interessante, então segurei com uma mão em sua nuca, e fiquei com a outra mão esfregando em seus cabelos. O beijo estava cada vez mais maravilhso, e ele colocou suas mãos em minha cintura. Até que senti aos poucos ele colocando suas mãos por baixo de minha blusa, querendo direcionar em meus peitos:


   - Não Serj, para! - exclamo sem fôlego parando o beijo.


   - O que foi? - ele fica sem fôlego também.


   - Eu não estou preparada para isso...


   - Isso o que? Minhas mãos ficarem em suas tetas?


   - Não, isso de... transar.


   - Ah, claro...


   - Eu acho que fiquei com trauma do que meu tio fez comigo...


   - Anne... - ele pega no meu queixo. - O que seu tio fez com você foi crime.... Você era criança, inoscente, não sabia de nada... Mas agora você é uma mulher, sabe de muita coisa...E pelo o que eu vi, está apaixonada... E eu não estou afim de te estuprar, nem de te machucar, pelo ao contrário, eu quero te fazer sentir o prazer e te provar que eu te amo e tô afim de te amar sempre...


   - Jura?...


   - Sim, olha... - ele chega perto do meu ouvido. - ... Se quiser eu coloco só a cabeçinha...


   - Idiota... - ele me tira um sorriso naquele momento.


   - Vai... - ele rir junto. - Vamos tentar, por favor... Me deixe tirar a sua virgidade.


   - Quer saber? - encaro ele novamente. - Foda-se. - e o beijo loucamente.


    Dessa vez, o beijo foi diferente, foi mais intenso. Nos beijavamos igual tarados, e admito que esse beijo foi bem melhor que os outros dois. Até que ele volta com sua posição de colocar suas mãos em minha cintura, e dessa vez foi pra valer. Ele colocou suas mãos em meus seios e os apertou com força, que por alguns minutos me fez sentir molhada. Me sento rapidamente em seu colo, como se fosse o cavalgar, mas na verdade, eu tiro minha blusa e o deixo louco.


   - Estes belos seios... Vai espandir minha calça.


   - É a minha intenção... - e volto a beija-lo loucamente.


    Sinto suas mãos se envolverem debaixo das minhas pernas, e ele se levanta me carregando até a cama. Ao me fazer deitar, vejo ele tirando sua blusa de frio e sua camisa junto, o deixando sem a parte de cima.


   - Uou! - exclamo.


   - Gostou?


   - Adorei! Por que não tira a camisa assim nos shows, em?


   - A certo. Um velho com uma voz gaga, com pneuzinhos, um pouco barrigudo, umas pelancas no braço, vai dar muito certo ficar sem camisa em shows...


   - Eu ia adorar...


    - Você vai adorar mesmo é na cama. - ele volta a me beijar.


     Com o desenvolver ele tira meu short, eu tiro sua calça, e ele finaliza tirando sua cueca. E por fim, estavamos pelados debaixo das cobertas. Estava sendo mais prazerouso, ele beijava meu pescoço, chupava meus seios, chegou a me fazer gozar me masturbando, e enfim, eu o fiz gozar na mesma sintonia. Até que, ele penetra seu membro devagar em minha vagina. Constantemente, era uma sensação calorosa, ainda mais que seu membro não era nada pequeno. Ele começou a estocar forte e devagar, eu arranhava suas costas e tinha orgasmo a cada estoque. Sentia o calor de seu corpo e seus baixos gemidos. Eu tentava evitar, mas acabava gemendo sem querer. Até que ele começa a estocar mais, e mais forte, que chegou a me apertar pelos braços. Eu não sei, mas aquele momento que era pra ser de prazer ( que estava sendo) começou a me fazer lembrar dos momentos em que eu fui estuprada. Aquela força dos braços, aquele membro grande estocando com força, me lembrava o meu tio. Mas eu comecei a esquecer esses fatos, eu só estava assustada por ter sido minha primeira vez e por eu ter ficado com trauma... Então, aproveitei aquele momento que era raro para mim, ainda mais com um vocalista de rock.


  


Notas Finais


hentai aqui no finalzinho ( não sou boa nisso pq é minha primeira vez) rs


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