História 30 Days of Night - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kris Wu, Xiumin
Tags 90s, Baekhyun!vampiro, Baekyeol, Chanbaek, Fem!kyungsoo, Fem!minseok, Mention!krisoo, Vampiro!au
Visualizações 162
Palavras 3.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi galerinha do mal
advinha quem disse que iria postar final de semana passado e só atualizou agora... por favorzinho, me desculpem, eu até tentei montar um cronograma tope pra me organizar melhor, mas acho que isso só vai funcionar nas férias.
esse capítulo foi um parto pra sair, pai amado. essa é a fodendo quarta versão que fiz dele, nunca tinha recomeçado e reescrito tanta coisa, tantas vezes, como aconteceu aqui.
queria agradecer aos quase 70 favoritos. pode parecer pouco, mas a última vez que algo assim aconteceu eu ainda escrevia fanfics de harry potter então para mim foi quase um #hit e fiquei muito, muito feliz de verdade ♡
boa leituraa

Capítulo 2 - Primeiro Desgosto


P R I M E I R O  D E S G O S T O


Uma hora e meia mais cedo, o vampiro havia corajosamente desmanchado todas as teias de aranha no quarto do hostel. Chanyeol implorou quase aos berros do outro lado do corredor para que por favorzinho, não as matasse, ainda que não ousasse se aproximar da porta enquanto o noivo fazia todo o trabalho sujo com a vassoura que encontraram no banheiro. Aparentemente, os ratos não compartilharam da mesma sorte durante o tempo em que esteve ocupado no banho, todavia, não tinha certeza sobre realmente querer saber ou não que fim levaram esses.

De qualquer maneira, eram as únicas memórias de que se recordava no intervalo entre ter sido acordado com beijinhos no rosto e conduzido para fora do Ford Model A, sob os olhos preocupados do vampiro.

“Perdoe-me. Teria sido pior se estivesse de estômago vazio” Baekhyun sussurrou em um tom ameno ao seu lado, acarinhando suas costas enquanto o maior apoiava-se nos próprios joelhos, encostado no carro.

“Esse corpo frágil mal sobreviveu a barreira sem sequelas, Baekhyun. Tens certeza de que foi uma boa ideia trazê-lo?” O motorista que os buscou perguntou, próximo ao carro mas um tanto distante do casal. Lembrou-se vagamente de o outro ter sido apresentado como mordomo da família Byun em algum momento antes que partissem para onde quer que estivessem, contudo, não tinha certeza se sabia o seu nome. Estava entre as pessoas mais fisicamente atraente que já tinha visto e assim como em Baekhyun, era como se existisse algo de misterioso, irresistível nele. Desconfiou então, que tratava-se, presumivelmente, de um outro imortal também. Ele era um tantinho de nada mais alto que o noivo e seus olhos eram claros, porém, severos ao medi-lo friamente de cima a baixo a todo instante. Sua pele era pálida como a de um cadáver, assim como a do noivo e de certo tão fria quanto, uns bons centímetros mais alto do que esse e de feições inexpressivas a ponto de fazer jus a fama de morto-vivo da forma mais convincente possível.

“Não tens fé em minhas escolhas, Lu Han?” O ouviu perguntar em um tom polido desconhecido. Por que Baekhyun estava se comportando de maneira formal perto daquela pessoa? Seria alguém de extrema importância? O pão doce que o outro empurrou-lhe mais cedo parecia ansioso para voltar por onde tinha entrado. As pernas estavam bambas, os óculos escorregando pela ponte do nariz e ele suava frio, dominado pela sensação de vertigem “Posso dar-lhe razão quando fala que poderia, talvez, ter se ferido mais sério, mas eu o preparei o melhor possível. A data da cerimônia está a nossa porta, nós planejamos vir há meses. Não é cedo demais”

“Baekhyun, não vá dizer-me que é esse mortal o seu-”

“Onde estamos?” Interrompeu, olhando para baixo e puxando o ar devagar. Tentou se mexer, e teria cedido o corpo ao chão acaso o imortal não tivesse impedido, segurando-o firmemente.

“Dentro da propriedade dos meus pais” Falou, sorrindo pequeno quando o Park virou o rosto pálido para encará-lo diretamente. Era noite novamente e estava mais escuro que o habitual, todavia, ainda conseguia vê-lo nitidamente “Fique quietinho, Yeol, você ficará melhor em breve. Confie em mim”

Há quem diga que confiança é a base para um relacionamento e mesmo não sendo o mais experiente no assunto, Chanyeol acreditava com todas as suas forças naquela frase. E tratando-se em segundo plano de quem era, não era necessário um pedido como aquele. Se Baekhyun lhe dissesse que o sol nasce no oeste e o céu era cor-de-rosa, então, provavelmente deveria ser. Entretanto, não se esquecia de que o Byun nunca perderia a oportunidade de contar um exageirozinho ou outro por uma boa razão, e muitas vezes se comportava como uma caixinha de surpresas. Por essa razão, quando ele o informou de que sua família morava em um vulcão, não levou nada do que ouviu a sério. A possibilidade passou por sua cabeça no momento e o humano fez um esforço em conter a ânsia para poder analisar melhor ao redor.

Havia uma área repleta de carvalhos e coníferas que certamente teria potencial para ser uma das mais belas que já tinha visto, se todos os galhos não fossem secos e ocos, tornando o ambiente um cenário perfeito de filmes do gênero terror e horror. Não se surpreenderia em ver o Leatherface pulando de qualquer lugar com sua serra elétrica, pronto para levar a próxima sobremesa do almoço para a família Sawyer, ou Jason Voorhees armado com um facão e vestido com a máscara de roque, prestes a interromper algum desavisado que estivesse planejando uma rapidinha marota. Cercava completamente toda a residência e era grande o suficiente para quem nada além de floresta pudesse ser avistada ao redor, e não estava próximo a mais nada senão um terreno desolado.

Acaso não fosse razão o bastante para se sentir amedrontado e intimidado, quando desviou o olhar para o seu outro lado, deparou-se com um cemitério. Este era decorados com lápides em formato de cruz sepultadas ao avesso, estátuas de gesso três vezes o seu tamanho, ostentando chifres imensos e pontiagudos e em outros formatos excêntricos e anormais que não conhecia ou não estava próximo suficiente para identificar. Mais atrás, encontrava-se um pequeno mausoléu, e em cima desse a escultura de um anjo com uma asa só. A grama abaixo de seus pés parecia fúnebre como os que ali estavam enterrados, e estendia-se como trepadeiras no vasto portão de entrada coberto de folhagem.

Observando então a residência, notou o quanto o imortal tinha sido modesto ao falar sobre a casa de seus pais. Primeiro, porque sequer podia ser chamada casa. Tratava-se uma mansão, ainda que isso não a tornasse um deleite para os olhos, o que de fato não era. Possuía três andares e era larga de um tamanho estupidamente exagerado. A impressão que passava é que tinha sido construída sob os destroços de uma catedral antiga, com tijolos escuros de pedra, pequenas torres e janelas compridas em número o suficiente para que parecesse impossível se ter uma noção de quantos cômodos existiam por dentro. Parecia abandonada, sinistra e amaldiçoada ao extremo do significado, e Chanyeol só queria ir para o mais longe possível daquele lugar.


“Você tem mesmo a certeza de que está se sentindo melhor, Yeol?” Byun insistiu em interrogar pelo que lhe pareceu ser a terceira vez nos últimos cinco minutos. Provavelmente, se perguntasse mais uma vez, o Park se aliciaria de que não, não estava. Ou, talvez, comprometesse seu disfarce de fingir não estar.

Detestava mentir e não possuía sequer qualquer habilidade ou talento para tal, especialmente quando se tratava de mentir para o vampiro. Primeiro, porque não sentia-se confortável de forma alguma fazendo-o; a segunda razão é porque ele tinha séculos de experiência a mais e dificilmente conseguiria convencê-lo com facilidade.

Ainda sentia o mal estar da ânsia atrapalhando sua coordenação motora e impedindo que conseguisse raciocinar com total clareza, e era grato a Baekhyun por ser sempre tão preocupado e cuidadoso com sua integridade física, não saindo de seu lado em momento algum, e entrelaçando os dedos da mão ao puxá-lo em direção às grandes portas - no plural, sim, uma vez que apesar de serem embutidas como se fossem uma única, existiam pelo menos sete batentes de tamanho decrescente.

Se apenas o noivo estivesse o acompanhando, poderia tentar não se incomodar em nada sobre estar atrasando o desenrolar do planejamento e causando problemas. Não estava mesmo, nem de perto, em hipótese alguma, no seu melhor dia, e de perto, a mansão causava-lhe ainda mais arrepios. Ainda conseguia enxergar de esguelha os olhares frígidos que recebia ocasionalmente de Lu Han,mirando-o como se fosse o inseto mais miserável que pisoteou com os sapatos italianos de camurça, e não desejava parecer ainda mais patético aos seus olhos.

Este agora estava de pé próximo ao outro lado do Byun, carregando as duas malas do humano em mãos como se não pesasse nada, enquanto ele ainda se lembrava de como havia sido difícil carregá-las de sua casa até a rodoviária e desta até o endereço do hostel há duas noites atrás. Aparentemente, uma quantidade grande de peso não era problema para um imortal, considerando que Baekhyun já mostrou em outras ocasiões conseguir carregar até mesmo o seu corpo grande - e alguns centímetros mais alto - com uma facilidade surpreendente.

“Tenho sim” Tentou soar o mais firme que o mal estar lhe possibilitava, acirrando de leve o aperto de mãos para transmitir alguma confiança e tomando o cuidado para não apertar demais desnecessariamente, sem sucesso.

“Não tem, não. Eu consigo escutar de longe o seu coração batendo duas vezes mais rápido de um momento para o outro sempre que você mente” Disse em um tom irritadiço, e Chanyeol arregalou os olhos para ele, envergonhado por ter sido desmascarado daquela maneira. Imaginou que ele estivesse realmente enfezado consigo, todavia, ainda conseguia ver o sorrisinho de canto dele ao bater a primeira porta de ferro com a aldrava outra vez. “Mas não se preocupe muito com isso, bebê. Depois que terminar aqui com o meu pai, eu vou cuidar direitinho de você”

Ambos os lados da porta foram parcialmente abertos até a quarta batente pelo lado de dentro, permitindo um vislumbre a parede pintada de cinza. O humano franziu o cenho para o imortal, confuso, mas este não o encarava mais “Como assim terminar com o seu pa-” Foi interrompido por um gritinho alto que saiu de sua própria garganta, pego de surpresa ao ser abruptamente forçado a se abaixar, e empurrado às pressas para trás. Sentiu-se ainda mais tonto, o óculos escapou de seu rosto, a visão embaçando e ele viu os seis pares de perna que enxergava no Byun virarem apenas um quando colocou-se a sua frente “Baekhyun, o que você…?”

Ouviu uma voz desconhecida vinda do lado de dentro da mansão protestar sobre algo em uma língua que não conhecia. Baekhyun deu cambalhota para frente, desviando-se de duas facas que foram arremessadas com perfeição em sua direção, e acabaram por ricochetear ao atritar-se com o portão. Algo semelhante a uma espada, contudo, mais comprida, foi lançada diretamente para as mãos do vampiro, vinda de uma direção que não conseguia enxergar. Ele ergueu-se rapidamente do chão, em posição de luta e só então o humano pode ver que se tratava de um florete.

Dentro, havia uma grande e extensa escadaria, onde um homem extremamente alto - ainda maior do que Chanyeol, mesmo afastado, tinha certeza - sorria animado para o imortal, armado com um objeto semelhante, de pé sobre os últimos degraus. Durante um primeiro momento ambos apenas encaravam-se, desafiando-se silenciosamente a dar o próximo passo.

O noivo decidiu-se por ser o primeiro a avançar, cruzando o cômodo em um instante e alcançando-o na escada com um pulo, encurtando o espaço entre eles ao desferir um ataque na diagonal, que foi defendido sem esforço. O Byun riu alto e deu-se início a uma sucessão de golpes traçados, para o seu desespero. Ele suava frio, torcendo para que o outro não se ferisse, ainda que não estivesse compreendendo nada do estava acontecendo ali.

Nunca havia tido conhecimento sobre as habilidades do vampiro em esgrima (ou chame-se lá o que) entretanto, este se mostrava muito além de sua imaginação e expectativa. Sua única desvantagem gritante era em estatura, que recompensava com uma agilidade que o mortal também desconhecia, golpeando com precisão em uma sequência contínua mais vezes do que conseguiria contar, desviando-se dos contra-ataques na mesma velocidade. Contudo, o outro homem era mais experiente de maneira nítida, manuseava o florete como se fosse uma extensão do próprio corpo, dando pequenos saltos para se esquivar de um ataque diversas vezes e parecendo gracioso em todos os seus movimentos.

Desviou o olhar para Lu Han, que permanecia de pé ao seu lado, encarando-os também, sem expressão. O único diferencial eram os olhos; agora estavam mais gentis, quase brilhantes. Foi atraído novamente para o que acontecia dentro da mansão, a tempo de ver o mais baixo desferir uma investida com o florete sem sucesso, e em seguida desarmado perante um golpe surpreendente onde sua guarda estava aberta.

O vampiro afastou-se às pressas, poupando sua garganta e Chanyeol sentiu como se tivesse acertado em seu próprio corpo quando o rosto de Mia Wallace na camiseta do Byun foi cortado, na altura do peito, a ponta da arma do outro afastando-se da pele com retalhos de tecido preto. O sorriso do homem alargou-se ainda mais no rosto, e ele enunciou algo que novamente não entendeu, em um tom animado.

Aflito, o humano se colocou em pé com dificuldade. Muito menor do que sua aptidão - ou a falta dela - para contar mentiras era o seu desempenho físico. Detestava brigas e sequer já havia participado de uma, mas isso não parecia importante quando pensava na possibilidade do outro acabar sendo ferido de novo. Ignorou as dores que pareciam moer todo o seu corpo. Não era o momento de pensar em si mesmo. Não quando o noivo estava em uma situação pior, e, possivelmente, correndo algum risco.

As portas eram ainda mais pesadas do que havia pensado e desconfiou que o esmagaria se cedesse a elas. Tirou forças sabe-se lá da onde, conseguindo abri-la apenas o suficiente para esgueirar-se até o lado de dentro. Esta se fechou atrás de si em um baque surdo, e não esperou para ver se o motorista havia conseguido entrar ou não. Suas pernas mal o obedeciam ao arrastar-se pelo salão, e a única coisa em que conseguia pensar era em proteger Baekhyun, ciente de que ele poderia fazê-lo sozinho, e com muito mais eficiência do que seria capaz.

Percorreu o caminho até eles o mais rápido que conseguia, forçando-se a se apressar ao notar o homem preparando-se para atacar o outro com afinco mesmo depois de desarmá-lo completamente, ambos distraídos o suficiente para não perceber, ou não dar importância, a sua aproximação.

Permanecia sem entender tudo o que estava acontecendo a sua volta. Aquela deveria ser a casa dos pais do imortal, certo? Então, quem era aquele? O que fazia ali? E por que estava tentando ferir o Byun? Tudo parecia confuso aos seus olhos e em sua cabeça, mas não hesitou em momento algum, subindo os degraus a passos duros, chamando a atenção do noivo, que o notou.

“Chanyeol, não! Fique longe!” Ouviu-o gritar quando se pôs a sua frente, preparado para receber o golpe e suas consequências em seu lugar. Uma mão firme o puxou com demasiada força para trás, impedindo que fosse diretamente acertado pelo florete em algum ponto letal e segurando-o para que não caísse.

“Pare de machucar ele!” Exigiu, gaguejando um pouco no final da frase. A bochecha esquerda, onde o florete raspou, começava a arder. O homem estreitou os olhos para sua pessoa, e cogitou a possibilidade de ele não entender o que dizia também, todavia, não demonstrava sinais de irritação. Assim como Lu Han fizera, média-o de cima a baixo, mas parecendo apenas curioso em vê-lo. Trajava um terno risca de giz preto, gravata borboleta e sapatos de golfe.

“Não fomos avisados de que teríamos um lanchinho essa noite, Baekhyun” Comentou, dessa vez em sua língua, e o Park estremeceu. Lanchinho, ele?

“Deixe de ser ocioso!” O Byun ralhou, largando o próprio florete, que rolou escada abaixo, no chão. Ele tocou o braço do mortal, virando-o e procurando algum sinal de lesão “Você está bem? Se machucou? Alguma coisa dói? Chan?”

“O que está acontecendo aqui, Yifan?” Chanyeol sentiu um arrepio desagradável ao ouvir o timbre cortante e severo. Desviou os olhos para o topo da escadaria, onde avistou uma mulher baixa de aparência cadavérica acompanhada de uma garotinha que aparentava ter por volta de seus dez ou onze anos “Por acaso é alguma tragédia?”

“Infelizmente não” Lamentou-se o homem, que sorriu ainda mais largo ao contemplá-la descer as escadas, com a mais nova em seu encalço. Estendeu ambas as mãos para ela quando já estavam fisicamente próximos o suficiente para tal “Querida…” Beijou-lhe os dígitos dos dedos esquerdos, os pulsos, subindo para o braço, cotovelo, em seguida o ombro, sem quebrar o contato visual. Por fim, iniciaram um ósculo de maneira desavergonhada, como se não existisse ninguém além de ambos presente.

“Precisamos limpar isso” O Byun chamou sua atenção, referindo-se ao corte superficial em sua pele, onde sentia o sangue começando a escorrer. Ele segurou seu rosto com ambas as mãos, tomando o cuidado de não tocar no corte “Eu disse que só iria terminar aqui e cuidaria de você, não? Então continue confiando em mim. Nós iremos em breve”

“Baek…” Chamou, posicionando seus próprios dedos em cima dos semelhantes, e o vampiro o sentiu tremer de leve. O Park olhou em volta, reparando nos azulejos com desenhos em formato de espiral, o lustre enferrujado, a decoração composta por grandes armaduras e os olhos quase saltaram das pálpebras de tão arregalados ao ver uma dama de ferro aberta próxima a uma porta de madeira. Desviou os olhos novamente para o noivo, aterrorizado “Quem são essas pessoas? Cadê a sua família?”

“Para que o meu irmão pediu ao Hannie que providenciasse toda aquela comida humana, se ele mesmo traria a refeição, mamãe?” A garotinha questionou, puxando-a de leve pela saia, os olhos negros fixos no casal, chamando a atenção de ambos os adultos, que findaram o beijo.

“Baekhyun” Cumprimentou a mulher, ainda entre os braços do companheiro. Identificou um quê de doçura, um tipo de apreciação na forma como ela chamou pelo nome, e o olhava diferente. Teve certeza de que independente da relação que mantinham, o Byun era alguém extremamente importante e estimado para ela “Seja bem-vindo de volta! Estou desgostosa ao tê-lo novamente em casa, meu filho” Ela sorriu, sinistra, e o humano sentiu o mal estar voltando “Entretanto, não estou entendendo as razões de ter trazido um deles com você. Pensei que não se alimentasse mais de seres humanos”

“Esse é especial, cara mia” O homem comentou, parecendo satisfeito “Ele conseguiu passar pela porta sozinho! E se conseguiu estar aqui, é porque sobreviveu a barreira. Isso não é incrível?”

“Oh, é mesmo?” Impressionou-se, olhando do outro para o mortal “Bem, a aparência não parece muito saborosa, mas são realmente grandes feitos para um humano. Pelo cheiro, o sangue não parece nada mal, também. Ah, Baekhyun, meu querido, ele é péssimo! Tão desagradável que até mesmo eu estou começando a ficar ansiosa para prová-lo. Imagino que seja um presente de casamento enviado por seu noivo, talvez? Aliás, onde estaria ele? Pensei que iriam vir juntos”

“Parvos. Entenderam tudo errado” Baekhyun suspirou, tirando as mãos do rosto do outro, consequentemente afastando as semelhantes junto. O sorriso de mulher desapareceu completamente ao vê-lo entrelaçar os dedos aos do humano, ao passo que o do imortal aparecia em seu rosto bonito “Yeol, esses são Byun Yifan, Kyunghee e Minseo, meus pais e minha única irmã. Minnie, pai, mãe… Esse é Park Chanyeol. Meu futuro marido”


Notas Finais


gente eu entendo 0 de carros, sofri muito até achar o nome desse, que foi o mais perto do que pertence a família no filme, desculpem caso eu tenha colocado (?) algo de errado.
leatherface é um personagem de "o massacre da serra elétrica", igualmente a família sawyer.
jason voorhees é o personagem da franquia "sexta-feira 13".
mia wallace é uma personagem de "pulp fiction - tempos de violência".
A CENA DE LUTA FICOU HORRÍVEL MEU DEUSSSSS eu arrumei ela algumas vezes, mas cena de ação é complicada para mim. ainda assim, tentei deixar o melhor possível.
queria aproveitar o espacinho aqui p fazer um momento ##divulgação hihihi eu postei uma fanfic nova, com chanbaek geekzinhos e chanyeol duas vezes mais desastrado que aqui, tadinho. se alguém se interessar: https://spiritfanfics.com/historia/nao-entre-em-panico-10823568
CONHEÇAM O PROJETOP MAIS TOPE DO SPIRIT, com muito exo!fem (e misandria rsrs brincadeirinha ok): https://spiritfanfics.com/perfil/powerpgirls
enfim, desculpem mesmo pela demora, e espero que tenham gostado.
tchauzinho 💕


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