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História 310 - Kim Taehyung - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Pra quem está com dúvidas;
Ellie é a S/N da história do Namjoon
Trisha é a S/N da história do Jimin.

Boa leitura! 💜

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction 310 - Kim Taehyung - Capítulo 8 - Capítulo 8

Isso é tão gostoso, foi o primeiro pensamento de S/N. Ela sorriu, tendo o melhor sonho de todos, onde estava deitada de lado com um corpo enorme e quente pressionado em suas costas.

Alguém mordiscou seu ombro e uma língua quente e maravilhosa provocou o lugar. Estremeceu. Uma respiração morna fazendo cócegas em sua pele quando dentes rasparam gentilmente, criando uma explosão elétrica por seu corpo. Ela gemeu.

Uma mão deslizou do seu quadril para a parte interna de uma coxa, agarrou-a e abriu suas pernas. Ela grunhiu de prazer quando um pênis duro e grosso provocou o seu clitóris, e então desceu o suficiente para entrar em sua vagina com uma investida lenta e fluida. Ela agarrou o braço ligado à mão que segurava sua perna, só para ter algo em que se segurar.

Taehyung deslizou mais fundo nela e um ronronar sexy vibrou de sua boca próximo à sua orelha. Ele começou a fodê-la devagar e ela gemeu mais alto. A mão agarrando sua perna a ajustou mais para cima e ela prendeu o pé detrás da coxa dele. Ele a soltou para trilhar da coxa até o clitóris onde seus dedos desenharam círculos em cima do broto inchado. Ela jogou a cabeça para trás no peito de Taehyung e mexeu o quadril para encontrar suas investidas. Não estou sonhando. Aquilo era bom demais para não ser de verdade.

S/N abriu os olhos. Ela gemeu e suas unhas se enterraram nos lençóis e na pele dele onde segurava seu braço. Taehyung colocou a perna entre as dela para se enterrar mais fundo em sua vagina e manteve o ritmo constante e lento que começava a deixá-la fora de si. Sua respiração ficou cortada e os mamilos endureceram. Seu corpo ficou tenso e ela rebolava contra ele com mais desespero, procurando o orgasmo.

— Mais rápido. — implorou.

— Ainda não. — ele grunhiu.

S/N agarrou a cama mais forte para se firmar mais no lençol e balançou o quadril, empurrando para trás. Ele grunhiu quando deslizou dentro dela mais rápido e com mais força. Seu dedo acompanhou as investidas, deslizando pelo feixe de nervos rapidamente, aplicando mais pressão. Ele sabia exatamente do que ela precisava quando arremetia o pênis dentro dela e manipulava o clitóris para fazê-la gozar.

Os músculos de S/N se contraíram, o êxtase se tornando tão intenso que era quase demais, e ela gritou, sacudindo-se violentamente contra Taehyung com ele enterrado profundamente em sua vagina quando o clímax explodiu dentro dela.

Taehyung rugiu. A mão dele abandonou o clitóris e agarrou seu quadril. O dele dava solavancos. Seu corpo ficou tenso e ele pareceu se transformar em pedra atrás dela quando cada músculo do corpo se contraiu. Relaxou de repente quando o orgasmo acabou.

Ela sorriu quando um calor se espalhou dentro dela, achando incrível poder senti-lo ejaculando dentro do corpo quando nunca havia experimentado aquela sensação com outros homens. A cada jato, ele estremecia um pouco e a apertava mais nos braços. Era gostoso e calmante o modo em que o coração dele se derramava dentro dela depois de fazerem amor. Sorriu. Taehyung mordeu seu ombro.

S/N deu um gritinho.

— Ei. Cuidado com os dentes.

Taehyung lambeu o local em que seus dentes tinham marcado a pele sem se afundarem nela.

— Desculpe.

Ela virou a cabeça para olhar para o homem que sempre lhe dava um sexo tão intenso e decidiu que ele parecia muito sexy pela manhã. O cabelo estava bagunçado, sua juba selvagem ainda mais cheia, e ele tinha um brilho preguiçoso e feliz nos lindos olhos. Eles realmente a lembravam ouro derretido e isso era absolutamente fascinante. Havia traços de diferentes tons de amarelo quando estudou suas íris de perto. Ele tinha uns olhos que ela ficaria feliz de fitar para sempre.

— Por que me mordeu? — Não estava chateada, só curiosa.

— Foi por ter dormido e me deixado assim ontem à noite. Eu queria… — fez uma pausa. — Fazer amor com você de novo, mas estava morta para o resto do mundo.

— Estava cansada. Você acabou comigo, delícia.

As sobrancelhas dele arquearam e franziu o cenho.

— Não entendo. Isso não é um termo humano que significa matar? Achei que tinha gostado do sexo. Você pareceu gostar. Me certifiquei em te dar prazer.

Ela riu.

— Eu não quis dizer desse jeito. O que quis dizer foi que você me deixou esgotada.

Ele sorriu.

— Entendo. Gosto de acordar e toma-la. Acho que devíamos fazer isso todas as manhãs.

— Eu poderia viver com isso. — Ela sorriu para ele. — E também não me importaria de ir para a cama toda noite do jeito que fomos ontem, todos os dias.

— Posso fazer isso. Somos conhecidos pela nossa força e resistência. Estamina. Tenho bastante disso. Meus desejos sexuais são bem ativos. Sempre estou pronto para montar você.

Ela o fitou, percebendo que ele falava sério.

— Ativos quanto?

Ele estudou seu rosto.

— Tenho necessidade de transar todos os dias, sete dias por semana, todos os dias do ano. Poderia fazer mais. Poderíamos vir para a cama depois das refeições e ficar nela até a próxima. Quer fazer de novo?

Ela o olhou de boca aberta.

— Eu não sobreviveria. Teria que me enterrar se ficássemos na cama todos os dias do ano e só parássemos de transar para dormir e comer. Sou apenas uma humana, Taehyung. Você me mataria.

A mão dele deslizou pelo seu seio, apalpando-o.

— Poderia revivê-la.

Ficou tensa, mas notou que o seu mamilo não doía mais. A carícia dele era muito gentil e de fato gerava uma sensação gostosa.

— Ok. Nunca mais conseguiria andar.

Ele riu e afastou o corpo enorme do seu, retirando lentamente o membro ainda ereto da sua vagina.

— Você é frágil. Tenho que lembrar disso. Não quero te machucar. — Ele a soltou completamente e saiu da cama. — Já fiz com que pagasse. Agora devo alimentá-la.

— Estou morrendo de fome. — Ela sentou e deu uma olhada no relógio ao lado da cama. — Uau! Já são oito horas.

Taehyung a olhou.

— isso é relevante?

— Eu devo falar com o xerife as nove, lembra? Isso mal me dá tempo para tomar um banho e me arrumar antes de ter que dar o meu depoimento.

— Você vai comer. Pode tomar o banho enquanto peço a comida. Ele a interroga enquanto você come ou pode esperar até que termine. — Taehyung estreitou os olhos. — Precisa de muita comida. Você é pequena e precisa de mais até que fique maior e mais robusta.

Ela o olhou.

— Está tipo, querendo me engordar? É isso o que você quer? Me deixar gorducha?

Ele sorriu.

— Não tenho acordos com bruxas se é que existe alguma. Não tenho planos de engordá-la para que possa enfiá-la num forno e comê-la.

— Qual é a sua com contos de fadas, hein? Você os conhece. Eu achei que era a única esquisitona que os conhecia. — Ela riu.

Ele hesitou.

— Me contavam muito essas histórias quando era criança. A pessoa que cuidava de mim disse que eu poderia aprender muitas coisas com elas. Memorizei todas.

Parte do seu coração se partiu por Taehyung. Ela saiu da cama sem hesitação e caminhou até ele. Jogou os braços em volta dele, abraçando-o com força. Eles ficaram na porta do banheiro, nus, abraçando um ao outro.

— Por que estamos nos abraçando? Está me agradecendo pelo sexo que tivemos?

— Não. — ela riu. — Estou te abraçando por que… — Não queria admitir que sentia pena da infância triste que levou. — Porque quis te abraçar. Gosto de estar nos seus braços.

O aperto dele se intensificou.

— Pode me abraçar sempre que quiser S/N.

Ela o abraçou por um bom tempo antes de se afastar para sorrir para ele. — Vou dar um pulo no chuveiro. Preciso de roupas.

— Estava indo pegá-las. Voltarei logo.

Ela entrou no banheiro e ligou o chuveiro. Um suspiro contente saiu de seus lábios quando a água quente correu pelo seu corpo. Pegou o xampu. Segundos depois um Taehyung nu abriu o boxe do chuveiro e também entrou. S/N riu, afastando-se para lhe dar espaço.

— Alguém já disse que você ocupa muito espaço?

Ele sorriu.

— O tempo inteiro. Vire-se e eu lavarei o seu cabelo.

Ela sacudiu a cabeça, mas sorriu.

— Tenho que comer e falar com o Xerife. Vou lavar o meu cabelo e você lava o seu. Cuidados com essas mãos, Taehyung. Você me toca e eu paro de pensar.

— Mas...

Sorriu outra vez.

— Se comporte.

O sorriso dele morreu e ele assentiu firme.

— Está bem.

Eles se esfregaram quando trocaram de lugar para permitir que S/N enxaguasse o cabelo. O corpo de Taehyung respondeu. Ela sorriu ao ver o pênis crescendo, endurecendo, até apontar em sua direção.

— Essa é a sua ideia de se comportar? Poderia machucar alguém com essa coisa.

Ele riu.

— Podia me deixar te levantar e fodê-la contra a parede bem aqui. Isso faria com que eu me comportasse muitíssimo bem.

S/N sacudiu a cabeça.

— Eu já estou mancando e não só por causa do meu quadril machucado. Está tentando me matar, não está?

— Não. — Ele franziu o cenho, todos os traços de humor desaparecendo de suas feições.

— Eu estava brincando. Foi uma piada. — Ela procurou o pote de sabonete líquido. — Escore-se na parede.

Ele franziu o cenho, mas se afastou. S/N colocou um pouco do sabonete nas mãos e colocou o pote no lugar. Começou pelos seus ombros e suas mãos esfregaram o corpo dele. Grunhiu quando ela alcançou seus mamilos. Um som muito sensual vinha dele agora que começava a aprender a diferença entre excitação e raiva quando fazia aqueles ruídos. Os mamilos endureceram sob seus dedos e palmas quando os massageou.

— Você está tentando me matar. — grunhiu.

Ela riu.

— Ainda não.

Suas mãos desceram pelo estômago e quadril e se fecharam ao redor do membro. Taehyung grunhiu mais alto, fechando os olhos. S/N se aproximou mais até o corpo roçar no dele. Usou as mãos, esfregando e massageando seu pênis, aumentando a velocidade quando Taehyung começou a respirar com dificuldade. Rugidos e ronronares saíam de sua garganta.

S/N se aproximou ainda mais, até que a cabeça do pênis dele tocasse em sua barriga conforme o acariciava com mais rapidez, as mãos apertando o suficiente para fazê-lo reagir ficando ainda mais ereto. Ele de repente ficou tenso, jogou a cabeça para trás, e um som alto e incomum saiu rasgado de sua garganta. Não bem um rugido, mas perto. S/N inclinou mais o corpo, garantindo que o sêmen quente jorrasse em sua barriga quando prendeu seu membro entre as mãos. Taehyung se sacudia levemente depois do gozo.

— Melhor?

Ele abriu os olhos e curvou os lábios em um quase sorriso.

— Sua vez.

S/N riu, soltando-o.

— Ainda não. Tenho que terminar o meu banho e me vestir. Preciso comer e ter aquela conversinha com o Xerife Cooper. Pode devolver o favor depois que ele tiver ido embora.

— Você está excitada. Posso sentir o cheiro. — Ele tocou seu quadril.

— Não! — Ela riu. — Quer dizer, sim, estou excitada. Você me excita, mas não temos tempo agora.

Ele suspirou.

— Esse xerife significa mais para você do que eu?

S/N tinha se virado na direção do jato d’água para lavar a frente do corpo. Olhou Taehyung por cima do ombro. A expressão magoada em seu rosto era uma bem fácil de se ler.

— Não. Por que me fez uma pergunta dessas?

— Porque eu poderia tocá-la, mas você prefere ir falar com o humano.

Ela o encarou. Suas mãos repousaram em seu peito até que conseguiu empurrá-lo de volta à parede. Ele permitiu. Encontrou o seu olhar e ela se recusou a desviar os olhos, queria que ele visse a sinceridade de suas palavras.

— É porque eu quero garantir que aqueles homens continuem presos. Ele é o xerife e trancafiar aqueles bastardos em uma prisão por um bom tempo é importante. Preciso ajudá-lo a conseguir que isso aconteça. Sem o meu depoimento, e sem as queixas, eles poderiam escapar dessa livres. Você entende? Sem testemunhas, sem vítima, sem crime. É assim que a lei funciona no meu mundo.

— Entendo. — O corpo dele relaxou e ele assentiu.

— O xerife também é um amigo. Ele e a minha avó eram próximos. É quase um tio para mim. Não é mais importante do que você em minha vida, nem mesmo pense nisso, mas eu disse a ele que faria isso. Ele precisa da minha ajuda e eu preciso que garanta que aqueles imbecis paguem por terem me sequestrado.

Ele assentiu.

— Eu poderia levá-la para cama e lambê-la até que gritasse o meu nome se os tivesse matado ao invés de permitido que o meu pessoal os entregasse ao seu.

O cara tinha certa razão. S/N deu um sorriso.

—Sim, mas isso seria errado.

— Lambê-la até que grite o meu nome não é errado.

— Falei sobre a parte das mortes. — Ela riu. — Amo até demais a parte das lambidas. Com essa definitivamente não há nada de errado.

Ele grunhiu.

— Deixe o xerife esperando.

Recuou e tirou as mãos dele.

— Falarei com ele e depois vai embora. Assim que for, podemos voltar para cama. Ok?

Ele assentiu.

— Está bem. — Virou-se, pegou a pedra-pomes e estudou-a na mão. — Para que serve isso?

Ele garantiu que ela pudesse ver quando usou a pedra nas unhas das mãos. — Ela limpa. — Ele abriu a mão com a pedra para ela. — Também deixa as partes mais grossas da sua pele macias.

S/N estendeu o braço e correu as pontas dos dedos nos dele. Podia sentir calos ali e no topo da palma, onde começavam os dedos.

— O que causa isso?

— Ser Espécie. Alguns do meu povo têm isso. Alguns não. Eu tenho. Me ajuda a subir em árvores sem rasgar a minha pele. — Ele estreitou os olhos com desconfiança. — Isso me deixa menos atraente para você?

Ela sacudiu a cabeça.

— Eu meio que acho essa textura grossa das suas mãos um tesão. Elas me fazem estremecer e ficar arrepiada. Eu gosto.

— Bom. Me preocupava que as minhas diferenças em relação a um macho humano me deixariam em desvantagem na atração do seu interesse sexual.

Ela lutou para não sorrir.

— Não se preocupe Taehyung. Estou aprendendo a gostar de todas as suas diferenças.

Ele a olhou nos olhos, parecendo avaliar sua sinceridade, e sorriu.

— Fico feliz.

S/N terminou o banho rapidamente enquanto Taehyung cuidava das unhas e dos calos. Secou-se às pressas, envolveu o corpo com uma toalha e saiu para o quarto. Quatro sacolas de lojas esperavam em cima da cama. Ela derrubou os seus conteúdos para ver o que tinha de opções.

Duas sacolas continham roupas para Taehyung, mas as outras eram para ela. Escolheu uma calça corsário de algodão e uma camiseta preta enorme. Tinham comprado duas calcinhas e dois tops de exercício tamanho único.

Taehyung entrou no quarto. Seu cabelo molhado foi penteado para trás. Ele parecia diferente com o cabelo longe do rosto. Parecia mais assustador. Seu cabelo tipo juba suavizava as feições e fazia com que parecesse mais fofo e atraente. S/N sorriu, mas não disse uma palavra quando Taehyung remexeu na pilha que tinha feito de roupas masculinas de tamanho especial.

S/N quase pisou numa caixa de sapatos enfiada debaixo da cama. Pegou-a e abriu, achando que eram para ela já que a caixa não era grande o suficiente para ter alguma coisa para os pés enormes de Taehyung. Dentro havia um par de chinelos brancos. Odiou os chinelos, mas pelo menos tinha o que calçar. Deixou-os na caixa. Não estava planejando deixar a suíte. Ouviu uma campainha e seu olhar assustado voou na direção de Taehyung.

Ele sorriu.

— Há campainhas nas suítes. É a nossa comida. — Vestiu uma cueca samba-canção preta. — Vou pegá-la.

— Eu vou. Estou vestida. — S/N sorriu pra ele. — Você está mostrando pele demais. Pode ser uma mulher trazendo o nosso café.

Ele riu.

— Sentiria ciúmes se uma fêmea me olhasse?

Ela hesitou.

— Sim. — respondeu honestamente.

O humor dele desapareceu.

— Você é minha e eu sou seu. Não precisa sentir ciúme. Não permitirei que outra me toque.

— Fico feliz em ouvir isso. — S/N disse enquanto saía rápido do quarto. Gostava do que ele disse. Passou pela sala de estar e abriu a porta. — Oi. — disse instantaneamente.

A mulher que estava lá tinha que ter mais de um metro e oitenta de altura. Ela tinha cabelo castanho comprido e olhos escuros. Pele bronzeada e traços fortes faziam a mulher parecer intensa, mas linda. Era a primeira vez que S/N ficava tão perto de uma das fêmeas. A mulher tinha maçãs do rosto largas, o nariz achatado, e olhava de cima para S/N com um sorriso que exibia alguns dentes afiados e pontudos. Sua expressão não era ameaçadora.

— Oi para você também, pequena humana. Eu trouxe a sua comida.

S/N não conseguiu não rir.

— Muito obrigada. Meu nome é S/N.

— O meu é Breeze.

S/N saiu da frente para permitir que ela empurrasse o carrinho do corredor para a sala de estar. Quase fez uma careta quando viu pratos de comida quase deslizarem para fora das bandejas. A mulher alta não parecia notar nem ligar quando se virou com seu olhar estudando S/N da cabeça aos pés. Ela riu.

— Então você é a companheira de Taehyung. — A mulher não escondia seu divertimento. — É tão pequena. Achei que ele fosse escolher Sunshine. Ela é tão alta quanto eu.

— Sunshine?

— Uma das nossas. Ele vinha procurando uma companheira. Eu tinha que ver com os meus próprios olhos a mulher humana da qual ouvi falar ontem à noite. Me disseram que você era tão pequena quanto Ellie e Trisha. Estavam certos. Todas as mulheres de vocês são desse tamanho? Não convivo muito com elas.

— Eu conheci Trisha ontem à noite, certo? A médica grávida? Quem é Ellie?

— Ela é uma humana, companheira de Namjoon. Ele é canino, mas eles não moram aqui. Vivem em Homeland. Ela é uma boa amiga. Vim para cá com algumas das nossas mulheres meses atrás para ajudar com a abertura da Reserva. Sinto saudades da minha amiga e queria conhecer você. Eu gosto de ficar perto de fêmeas humanas. — Ela sorriu.

S/N sorriu de volta. Ela viu o sorriso da mulher se transformar rapidamente em uma linha tensa quando seu olhar se fixou em algo atrás de S/N. Supôs que Taehyung tinha entrado na sala. O rosnado que ressoou um segundo depois dissipou qualquer dúvida. A mulher Nova Espécie recuou para a porta, fitando o chão. Medo se mostrava em seu rosto.

S/N se virou e colocou as mãos no quadril.

— Não rosne para ela.

O olhar raivoso de Taehyung se focou em S/N.

— Não quero ninguém perto de você.

— Se acostume. Estou fazendo uma nova amizade. — Ela se virou outra vez e sorriu para Breeze. A mulher parecia surpresa quando levantou o olhar para encontrar o de S/N.

— Não ligue para ele. Ele é — deu de ombros — protetor.

Breeze assentiu.

— Tem razão para ser. Alguns dos nossos não toleram humanos.

— Bem, você não é um deles. Acabou de dizer que é amiga de mulheres como eu. Foi muito bom te conhecer. Espero poder vê-la de novo.

A mulher deu um sorriso para S/N.

— Eu virei trazer todas as refeições. Ninguém mais quis vir.

— Porque não querem me ver?

O olhar da mulher foi até Taehyung quando ela sacudiu a cabeça. Ela olhou para S/N. Sua atenção voltou a Taehyung.

— Verei você no almoço. — A mulher saiu às pressas, fechando a porta.

— Estão me evitando. — Taehyung caminhou até o carrinho para tirar as tampas das bandejas.

S/N franziu o cenho.

— Por que eles iriam fazer isso?

— Eu os assusto. Não sou — ele deu de ombros — social.

— Fala porque rugiu para eles ontem à noite quando ficaram me encarando?

— Sim. Exatamente. — Ele assentiu. — Vamos comer.

S/N e Taehyung colocaram a comida na mesinha de café. Alguém tinha mandado várias bebidas diferentes. S/N atacou o chocolate quente. Taehyung fez cara de poucos amigos.

— Por que essa cara?

— Isso aí é nojento.

— Chocolate quente?

Ele assentiu.

— Me deixa com vontade de vomitar.

Ela hesitou.

— Oh. Entendo.

— O que você entende?

— Bem, eu tive um cachorro. Ele comeu uma barra de chocolate uma vez e vomitou. Provavelmente é o DNA de vocês. Eu amo chocolate.

— Eu não sou um cachorro.

Ela conseguiu não rir da expressão horrorizada dele só de pensar em ser acusado de algo que ele obviamente achava ser um insulto. Ela achou fofo.

— Você é um leão. Aposto que chocolate também faz leões passarem mal. Provavelmente não cai bem no seu estômago.

Ele depositou o prato de carne em sua frente. S/N notou pela primeira vez o que tinham mandado para ele de café da manhã. Não conseguiu desviar os olhos. Quatro bifes grossos e parcialmente assados dominavam o prato, nada mais, e realmente eram bem mal passados. Sangue formava uma poça debaixo deles como se fosse molho.

— É isso que você come? Está ao menos cozido por dentro?

Ela conseguiu não estremecer de pavor.

Ele cortou um pedaço. S/N verificou que a carne estava quase crua. Forçou os olhos para longe. Taehyung comia carne quase crua. Ela estudou a própria comida, grata por ter acabado com um típico café da manhã de bacon, batatas assadas, ovos mexidos e torrada. Não teria tocado na comida se tivessem lhe trazido bifes quase crus.

— Quer um pouco? É bom.

Ela sacudiu a cabeça.

— É todo seu. Só como meus bifes bem passados e com um pouco de molho. Com uma boa batata assada acompanhando também. — Ela hesitou e olhou para o prato dele. — Quantos quilos de carne você come em cada refeição?

Ele encolheu os ombros.

— Alguns.

— É tudo o que você come?

— Não. Como cervos também. Vacas são boas. Gosto de frango e porco, mas só mais cozidos. Peixe cru é excelente. Eu os pego com as mãos no rio. Pegarei uns para você quando nos mudarmos para a minha casa. Mas provavelmente vai querê-los cozidos.

Ela só fez assentir. Cara, com certeza não vou vê-lo comer. Forçou a atenção para o próprio prato e a manteve lá enquanto terminava a refeição. Tentou não olhar para Taehyung.

A campainha tocou novamente uns quinze minutos depois. Taehyung abriu a porta. S/N colocou o prato vazio na bandeja e sorriu quando o Xerife Greg Cooper entrou na suíte. Dois oficiais Novas Espécies o flanqueavam, obviamente fazendo a sua segurança. O xerife retribuiu o sorriso.

— Está com uma aparência bem melhor, S/A. — Ele deu uma olhada na suíte e assobiou. — E eles certamente estão cuidando bem de você. Lindo lugar. Chique.

— Obrigada. Gostaria de sentar? — S/N sorriu para os oficiais. — Todos vocês?

Os dois Novas Espécies negaram com a cabeça e continuaram de pé dos lados da porta que fecharam. O Xerife Cooper caminhou até uma das cadeiras e sentou.

S/N sentou no sofá. Taehyung tomou assento perto dela.

— Precisa que eu dê um depoimento, certo?

Xerife Cooper tirou algo do bolso.

— Na verdade, ele já foi meio que dado. Eles — ele olhou para Taehyung. — são muito eficientes. Apenas preciso que leia e assine se estiver tudo certo.

— Oh. — S/N aceitou os papeis e os desdobrou. Começou a ler. Alguém tinha digitado um relato do que aconteceu. A maior parte do ocorrido, de fato, tirando o negócio sobre o doutor que ordenou que os homens a levassem e nenhuma menção sobre o informante. Algumas coisas não eram muito precisas, mas eram bem incriminadoras para os quatro homens. Taehyung se levantou e saiu. Ele voltou pouco tempo depois e passou uma caneta para S/N. — Tome. Assine com isso. — Suas feições estavam sérias.

S/N assentiu e assinou a última página. Ela passou o depoimento de volta ao xerife.

— Aqui está.

— Está tudo certo? Então eles já tinham falado com você?

Ela assentiu. Novas Espécies tinham escrito aquilo e ela confiava neles.

— Sim. Está perfeito.

— Como está se sentindo hoje? Parece bem. O machucado em seu rosto não está tão mal como achei que ficaria.

— Estou me sentindo cem por cento melhor. Um dos médicos deles veio aqui ontem, me examinou e me deu remédios para dor.

Taehyung ficou de pé.

— Vou pegar os remédios. Você comeu. — Ele saiu da sala.

O Xerife Cooper inclinou-se para frente e sussurrou.

— Está bem aqui? Pode ir embora comigo se quiser.

— Estou ótima. — S/N sorriu para ele. — Tenho que ligar para Ted para lhe dizer que não vou trabalhar por alguns dias.

O Xerife Cooper endireitou as costas com uma careta.

— Toda a cidade já sabe do que aconteceu. Você sabe como é. Ted me ligou hoje bem cedo querendo saber se os boatos eram verdadeiros. Contei a ele o que aconteceu e onde você estava. Não tinha certeza do tempo que passaria aqui. — Ele fez uma pausa. — Seus amigos iriam gostar se ligasse para eles. Tim, especialmente, estava muito preocupado com você. Ele tentou ligar para cá, mas disseram que você não estava recebendo chamadas.

Ela piscou.

— Eu estava dormindo até pouco tempo. Ligarei para ele na primeira oportunidade.

O Xerife Cooper se levantou.

— Bem, é melhor eu ir. Estou com quatro oficiais aqui. Viemos recolher dois dos seus agressores. O terceiro teve que ser removido para um hospital em Sherver. Ele sobreviveu à cirurgia.

S/N se colocou de pé e abraçou o xerife.

— Obrigada por tudo. Especialmente por pensar em ligar para os Novas Espécies para que ajudassem a me encontrar.

— Estou feliz por ter feito a coisa certa. Foi tudo em que pude pensar. Assim que uma pessoa desaparece, quanto mais tempo se passa, mais diminuem as chances de encontrá-la com vida. Eu prometi à sua avó em seu leito de morte que tomaria conta de você como se fosse da minha própria família.

S/N levou o xerife até a porta onde a sua escolta o esperava. Taehyung caminhou atrás dela. Assim que a porta se fechou, Taehyung lhe estendeu um copo d’água e dois analgésicos. Ela os engoliu e devolveu o copo para ele. Ele o colocou na mesa mais próxima, virou-se, agarrou-a e tirou seus pés do chão. S/N ofegou, olhando-o quando a aninhou no peito. Ele se dirigiu para o quarto.

— Me coloque no chão.

Ele ignorou o seu pedido.

— Você falou com aquele homem, comeu, tomou o seu remédio, e agora vou levá-la para a cama. O acordo foi esse.

— Foi sim. — Ela riu quando a derrubou na cama. Taehyung agarrou sua calça de algodão e a puxou pelas pernas. Sua calcinha foi rapidamente removida. Ele se agachou por cima dela na cama, sorrindo.

— Agora vou lamber você.

A campainha tocou. O humor de Taehyung desapareceu instantaneamente, a raiva endurecendo suas feições quando rosnou.

— Ignore.

S/N hesitou.

— Mas...

As mãos dele seguraram suas coxas, abriu-as mais e ele abaixou a cabeça. S/N caiu para trás no colchão, enterrando as unhas nos lençóis, sem ligar mais para quem estava na porta quando a boca dele apressou os movimentos em seu clitóris. Ele apertou mais o rosto entre suas coxas, lambendo o clitóris rápido e com uma forte pressão que instantaneamente fez com que todos os pensamentos abandonassem sua mente. Ele rugiu contra ela.

— Eu amo quando você vibra. — ela gemeu.

Taehyung ronronou, vibrando mais. A sensação se tornou tão boa que ela mal conseguia suportá-la, as coxas apertaram em volta da cabeça dele e aquelas mãos fortes forçaram para que se abrissem outra vez. Ele a manteve imóvel até que tudo que ela conseguiu fazer foi arquear as costas e gritar o seu prazer. Em minutos S/N gritou o nome dele, retorcendo-se sob aquela boca, quando gozou forte.

Ele levantou a cabeça e puxou o seu corpo mole contra si, na beira da cama. Seus olhos abriram e ela o espiou quando se ajoelhou no carpete. Os olhos de Taehyung estavam estreitos, seu lindo olhar intenso e cheio de paixão. Ele a soltou quando seu traseiro quase deslizou para fora da cama e depositou os pés com gentileza no carpete para evitar que caísse.

Ele não afastou o olhar do seu quando quase rasgou o botão da calça, empurrou-a pelas pernas, curvou-se para removê-la completamente, chutando-a o resto do caminho. Se inclinou, agarrou o quadril dela e a girou para que ficasse de bruços.

Taehyung se agachou por cima dela no colchão. Ele usou os pés gentilmente para incentivá-la a abrir as pernas. Ela aumentou o espaço entre os joelhos e ele se chegou por trás dela. Gemeu quando o pênis cutucou sua vagina e começou a pressionar lentamente, separando suas paredes vaginais.

— Minha. — ele rosnou quando o corpo enorme se curvou ao seu redor e os braços suportaram o peso do corpo para evitar que a esmagasse.

— Sim. — ela gemeu, segurando as mãos dele na cama. — Deus, sim.

Taehyung ficou tenso por um segundo, mas começou a balançar o quadril contra a sua bunda para enterrar o pênis com mais força e mais profundidade. Ele colocou as pernas do lado externo das suas, baixando o quadril para fodê-la em um novo ângulo e S/N o incentivou com gemidos e apelos para que fosse mais rápido.

A sensação dele era incrível, cada pedacinho duro despertando e acariciando deliciosas extremidades nervosas que levavam o seu prazer cada vez mais além, até que sabia que estava prestes a gozar outra vez. Os músculos da sua vagina fecharam ao redor dele e ela gritou o seu nome quando finalmente aconteceu.

Um rugido rasgou a garganta dele. S/N se agarrou às suas mãos quando ele arremeteu dentro dela pela última vez, ainda gozando em volta dele, e amando o calor morno que se espalhava dentro dela pelo orgasmo dele. Desabou em cima dela para prendê-la debaixo do corpo, mas garantiu que ainda conseguisse respirar.

— Devíamos fazer isso todos os dias depois do café da manhã. — ele disse e riu próximo à sua orelha.

Ela sorriu, virou a cabeça e encontrou o seu olhar.

— Eu podia tirar um cochilo.

Ele hesitou.

— Eu tiraria um com você, mas tenho que ver o que a nossa companhia quer primeiro. Eles estão esperando na sala.

O queixo dela caiu.

— O quê? — Tentou empurrá-lo, mas ele era pesado demais e nem se mexeu. Apenas sorriu.

— Temos companhia na sala. Provavelmente estão esperando por nós dois.

S/N virou a cabeça para o outro lado. A porta do quarto estava completamente aberta. Ela empurrou Taehyung com desespero.

— Saia de cima. Porra, por que não me disse? Eles poderiam ter entrado aqui e nos visto!

Taehyung encolheu os ombros, parecendo despreocupado, e separou os seus corpos. Ele levantou e foi até a porta do quarto.

— Sairemos em um minuto. — Ele a fechou e se virou para encará-la.

S/N o olhou com raiva quando pegou sua calça e calcinha descartadas, tentando vesti-las rapidamente enquanto sentava na extremidade da cama.

— Sabia que alguém tinha entrado nos nossos aposentos e simplesmente ignorou o fato? E se tivessem entrado aqui? E se tivessem visto... Inferno, qualquer coisa que fizemos?

Com os braços cruzados, ele parecia achar muita graça na situação.

— Eu os teria matado por terem nos perturbado.

Ela abaixou a camiseta com um puxão, já que tinha subido quando Taehyung a montou. Deu um sorriso malicioso ao pensar naquilo.

— Você pode sair. Eu vou me esconder aqui. Eles devem ter ouvido tudo.

— Provavelmente nos ouviram dois andares ou mais acima ou abaixo e definitivamente neste andar inteiro.

O queixo dela caiu outra vez.

— Sério?

— Sim. Temos boa audição. — Ele também parecia muito feliz com relação a isso.

— Porra, Taehyung. Isso não tem graça. Você está querendo me dizer que toda vez que transamos todo mundo em dois ou três andares sabe o que estamos fazendo?

— Você grita o meu nome e eu não posso evitar expressar o que você me faz sentir.

S/N permaneceu sentada na cama, incerta se os seus joelhos sustentariam o seu peso naquele momento em que o choque a atingia. Colocou as mãos no rosto.

— Nunca mais vou conseguir olhar para ninguém. Isso é tão humilhante.

Mãos a agarraram de repente e a puxaram de pé. S/N levantou a cabeça abruptamente. Olhou com espanto para a expressão furiosa de Taehyung. As mãos dele não a machucavam, mas eram bem firmes.

— Eu envergonho você? — Ele rosnou as palavras.

— Não! — Ela ficou horrorizada por ele ter chegado àquela conclusão.

— Você se envergonha de que os outros saibam que gosta de ser tocada por mim e de me ter dentro de você?

— Não! Não pense dessa forma. Como pode dizer isso? Eu quis vir para cá com você. Eu sou de uma cidade pequena, Taehyung. Quinze minutos depois de pedir para ficar com você, concordar que me levasse em um dos seus Jipes, minha cidade inteira já sabia sobre nós. Não estou envergonhada de estar com você nem um pouco. Sinto vergonha porque é muito desconfortável pensar que todos podem nos ouvir transando. Isso é meio que particular e pessoal.

A expressão dele relaxou e as mãos foram ficando mais gentis até que ele mal a tocava.

— Sim. Desculpe se tive a impressão errada.

— Você ficou foi puto. Ficou lívido comigo. Você não me envergonha, Taehyung. Não me envergonho de estar com você. Estou mesmo muito atraída por você. Eu… — ela disse um palavrão baixinho. — Eu estou mesmo profundamente atraída por você e não dou a mínima para o que alguém ache disso se não gostar do fato. Estamos claros?

— Sim. — Ele engoliu com dificuldade, sua expressão suavizando. — Estava com tanta raiva porque me magoou muito acreditar que você não queria que ninguém soubesse sobre eu e você. Eu sei que os humanos nos odeiam e a ideia de você pensar menos de mim por não ser humano doeu.

Algo em seu peito se partiu um pouco por ele. Rasgava-a por dentro ter magoado erroneamente os sentimentos dele e o deixado inseguro quanto à posição que ocupava em sua vida. Ela se afastou, olhou para a cama e agarrou o seu braço para se equilibrar quando subiu no colchão. Ela virou, soltou o braço, e encontrou sua expressão surpresa por encontrá-la um pouco mais alta que ele.

— Você é alto demais. É difícil fazer isso de outro jeito. Venha mais perto.

Ele não hesitou. Moveu-se para ficar na sua frente.

S/N segurou suas bochechas e se inclinou para ficar com o nariz no dele. Ela fitou aqueles olhos exóticos, amando-os e provavelmente também amando o dono deles. Afastou aquele conceito, não querendo se enveredar por aqueles pensamentos no momento. Apaixonar-se por ele tão profundamente como suspeitava que já estivesse só iria complicar a sua vida de um jeito que nem dava para começar a imaginar.

— Não tenho vergonha de você. Você é melhor do que qualquer homem humano que já conheci Taehyung. Mil vezes melhor. Você é incrivelmente doce comigo, sempre parece querer cuidar de mim, mesmo que eu me recuse à ideia de que me engorde. — Ela riu. — E o sexo é incrível. Você é inteligente, atencioso, e enquanto algumas coisas a seu respeito me enlouquecem, como o quanto pode ser agressivo, eu meio que gosto delas. Não me importo com quem fica sabendo que estamos nos vendo. Eu só não quero que ninguém me veja nua a não ser você. Tudo bem?

Os braços dele envolveram a sua cintura para apertá-la contra o corpo.

— Acabaria com eles se a vissem. Eles me temem, mas você nunca deve fazer o mesmo. Eu nunca machucaria você, S/N.

— Acredito nisso. — Acreditava mesmo. — Nós provavelmente devíamos ver quem está esperando na sala.

— Deixe que esperem. Eu quero abraçar você agora.

Ela assentiu e soltou o rosto dele para passar os braços em volta do seu pescoço, o rosto enterrado na curva do seu ombro, e ele a apertou mais o abraço. S/N colocou as pernas em volta de sua cintura. Ele suportava o seu peso inteiro com muita facilidade — o cara era um tanque de guerra ambulante. Ela sorriu.

Taehyung deslizou os braços mais para baixo para segurar S/N debaixo do traseiro e garantir que ela não o soltasse tão cedo. Ele respirou seu aroma com os olhos fechados agora, e fungou em seu cabelo. Ela não disse que o amava, mas ele poderia encontrar paciência dentro de si para ela.

Ele se impediu de declarar que estavam fazendo bem mais do que se “vendo”. Ela era a sua companheira, sua outra metade, e agora uma parte da sua alma. Ele a amava. Era uma emoção nova, mas não tinha medo de admiti-la. Ela o aquecia por dentro, fazia-o feliz, e tê-la contra o corpo era mais que certo. Perfeito. Eles se encaixavam apesar da diferença de tamanho. Ela era maravilhosa para ele de todas as maneiras. Tirando o fato de que está muito magra. Preciso alimentá-la mais. Ele sorriu.

Lembrou quando entrou no seu corpo impressionante e disse a ela que era sua. Tinha dito “minha” e ela respondeu “sim”. O sorriso aumentou. Na verdade ela disse “Deus, sim”. Colocou até a sua crença religiosa no meio daquilo. Isso tinha que significar que foi completamente honesta e sincera. A esperança se transformou em felicidade. S/N era sua. Ele a abraçou com mais força.

— Minha.

Ela não protestou e ele então soube que seria sim capaz de ficar para sempre com ela. 


Notas Finais


Esse Taehyung é tão fofinho, quero guardar ele num potinho e protege-lo da maldade do mundo 🥰🥰🥰


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