História 3337-5g - Capítulo 9


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Categorias EXO
Tags Baekyeol, Chanbaek, Filosofia, Poesias
Visualizações 4
Palavras 998
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - FIM.


Fanfic / Fanfiction 3337-5g - Capítulo 9 - FIM.

–Eu tive um sonho estranho. – O mais velho disse, enquanto mordia o bolinho de chocolate.

–Ah é? Como era? – Chanyeol tinha seus braços ao redor da cintura de Baekhyun, e sua cabeça estava apoiada no ombro do mesmo.

–Você tava correndo para chegar até Bo-Young e eu, e eu estava chorando com ela nos meus braços.

– De alguma forma, você já sabia, né?

O mais baixo assentiu.

–O que você acha que vai acontecer, agora?

– Agora que eu sei que minha irmã vai morrer? – O mais velho abaixou a cabeça para encarar o mais novo que estava com os olhos fechados. – Não sei. Para falar a verdade, não quero saber. Podemos fingir que não sabemos?

Chanyeol assentiu.

–Ah! – Chanyeol exclamou – eu tenho um presente para você.

O mais alto se levantou, e esticou seu braço até alcançar a mochila preta. De lá, tirou uma caixinha vermelha com a tampa pintada de azul, alguns planetas estavam desenhados em cima, incluindo a Terra.

– É bonitinha. É pra eu guardar o quê? – Chanyeol fez uma cara de desentendido, antes de rir e começar a falar.

– Abra.

Baekhyun fez o que lhe foi instruído, abrindo a caixinha vermelha. Dentro dela, haviam vários papelzinhos coloridos. Baekhyun pegou um, e leu o que estava escrito.

"As famílias felizes parecem-se todas; as famílias infelizes são infelizes cada uma à sua maneira- Anna Karenina"

Baekhyun amava poesia. E Chanyeol sabia disso, pois quando bêbado o menor ficava dizendo citações aleatórias.

–Eu sabia que você gostava assim como eu, então...

Sem esperar que o maior terminasse, o mais velho o beijou, e sorriu em meio ao beijo.

– Obrigado.

                                                                                *

30 de Julho.

Ah, mas eu vou matá-los. Chanyeol pensou ao ver que Junmyeon e Sehun se atrasariam para fazer... coisas erradas.

Não, coisas erradas não, sexo mesmo.

Era o aniversário de Baekhyun e Bo-Young, todos estavam ali, JongDae, Minseok – esses dois, para a surpresa dos amigos, tinham dito que estavam namorando horas atrás – Luhan Kris, Kyungsoo e JongIn. Os três últimos eram amigos de Bo-Young.

Tinham convidado Junmyeon e Sehun, porém os mesmos estavam muito atrasados, e Bo-Young e Baekhyun já deveriam estar em casa meia hora antes. Chanyeol estava preocupado.

– Vou ligar para eles. – O Sr. Byun disse.

Porém, antes que pudesse sequer pegar seu telefone, duas batidas na porta puderam ser escutadas pelo maior, mas não pelo resto das pessoas ali. Chanyeol andou até a porta de madeira devagar, e a abriu de modo automático.

–Aqui é a casa de Byun Bo-Young? – dois policiais estavam parados ali, e agora todas as pessoas da festa estavam de frente para a porta, incluindo o pai de Baekhyun.

–Sim, eu sou o pai dela.

–Senhor, venha conosco.

3 ANOS DEPOIS

30 DE JULHO

Baekhyun estava colocando as flores brancas no túmulo de sua irmã, que havia morrido há três anos. Depois que seu pai descobriu que Bo-Young sabia sobre as pílulas, ele deixou ela as tomar por si própria.

Ela não tomou as pílulas por cinco dias seguidos.

E o parasita a matou.

Depois daquilo, Yumi fez inúmeros testes para ver se tinha GZV, mas como já sabiam, todos deram negativo. Yumi tinha nascido antes de Naomi ser infectada, então ela teve a sorte de não precisar tomar pílulas que fritariam seu cérebro todo santo dia.

Baekhyun tinha se formado em letras, e seu pai não poderia ter ficado mais orgulhoso. Já fazia três anos que estava namorando com Chanyeol, este que tinha se mudado junto com seu irmão mais novo e se formado em educação física. O pai do Park tinha sido preso após tentar bater em seus filhos em público, e a guarda do irmão foi passada para Chanyeol, que já era maior de idade. O Park dava aula na mesma academia que fizeram o ensino médio, e não poderia ganhar um salário melhor.

Três anos depois, os poemas do Byun ficaram famosos. Ele se tornou um autor publicado, e estava expondo todos os seus livros –físicos, mesmo que na época em que estivessem isso fosse muito raro – na biblioteca nacional. Ele tinha toda uma legião de fãs, era CEO de uma editora, e agora estava a caminho de um encontro com alguns de seus fãs no centro comercial.

– Quer que eu te leve? – Chanyeol perguntou, enquanto segurava os ombros do mais baixo e apoiava sua cabeça ali.

–Não, está tudo bem, Yeollie. Eu superei isso há muito, muito tempo. – Baekhyun se virou e sorriu, beijando Chanyeol, para logo após sair do cemitério.

Horas depois, ele já estava no palco grande, com um microfone em seu terno. Uma menina de cabelo azul curto levantou a mão, e Baekhyun esperou pela pergunta.

– Sr. Byun, você pode ler minha carta? – O Byun sorriu, e fez que sim com a cabeça. Os seguranças que guardavam o palco pegaram a carta, e entregaram para BaekHyun.

Ele guardou em seu terno preto, e prometeu para a fã ler depois.

Assim ele fez.

Quando as perguntas terminaram, e o escritor foi liberado para ir embora, o mesmo retirou a carta do terno, a abriu e, por um momento, reconheceu a letra.

"Byunnie, eu te amo muito, muito mesmo, sabe? Esses últimos três anos tem sido bem difíceis para você, tendo que agir como um pai para meu irmão mais novo e tendo que lidar com a morte de sua irmã, eu sei que não é fácil. Você tem aguentado bem, e eu não poderia estar mais orgulhoso. Mas, sabe de uma coisa? Eu quero mais. Por isso, quero que leia esse poema, que escrevi com todo amor para você, a pessoa que mais amo. Para você, minha família.

Os pingos de chuva se tornaram poéticos

Assim que passaram a ser passados dentro de casa com você

Assim que, ao pensar na chuva, penso em beijar você

em baixo das cobertas

Os pingos de chuva deixaram de ser tristes

Assim que você passou a fazer-me cafuné

enquanto tomava uma xícara de café quente

Os pingos de chuva passaram a ser adorados por mim

Assim que passaram a ter um significado

Mais profundo do que apenas

"vai chover"

Byun Baekhyun, você passou a ser arco-íris na tempestade. Casa comigo?

Ass: Yeol."

~*



Notas Finais


Eu amei escrever essa história, sério. Não só imaginei e coloquei no papel, eu tirei coisas que aconteceram comigo e coloquei ai, e isso me fez ficar muito pessoalmente envolvida com cada um dos personagens. Primeiramente, vou agradecer à Emily. Mily, você foi a primeira pessoa que descobriu que sou relativamente boa na escrita, você me fez acreditar nisso, e se tem alguém que preciso agradecer, esse alguém seria você. Obrigada por me ensinar a como ser... Eu. Ah! Não vou esquecer de dizer obrigado pela Isis, por fazer essa capa maravilhosa, e ao projeto florescer. Vocês melhoraram muito minha frequência na escrita, além de terem me dado muito suporte na fic. Então, obrigada!

Obrigada também aos poucos leitores que chegaram até o final, titia ama muito vocês, tá?💕


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