História 365 Days - Park ChanYeol Fanfiction - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~AnneDanieletto

Postado
Categorias Block B, EXO
Personagens Chanyeol, Personagens Originais
Tags Chanyeol
Visualizações 10
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - The Beginning


Fanfic / Fanfiction 365 Days - Park ChanYeol Fanfiction - Capítulo 1 - The Beginning

Narrador

Seul ∴ Sexta - feira [7:32 p.m]

A noite em Seul estava normal como todas as outras. Chanyeol fazia sua corrida como de costume.

Cansado de tantas voltas, parou e se curvou, apoiando em seus joelhos e assim tentava controlar sua respiração, enquanto um pouco de suor escorria.

Preciso de água."

Foi apenas o que Chanyeol pensou, enquanto olhava ao redor, percebendo que não era a rua de costume. Virou-se procurando alguma loja de conveniência para que possa comprar sua água e... lá estava. Chanyeol nunca havia visto aquela loja, afinal, esta não era sua rota. Mas, sem hesitar, entrou na mesma.

Atrás do caixa encontrava-se (S/n), esperando o dono do estabelecimento. Seu horário estava prestes a acabar e dava para perceber seu cansaço, mesmo assim, apenas pensava em chegar em casa e ajudar Jihoon na sua lição de casa, como todos os dias.

Chanyeol pegou sua bebida e dirigiu-se ao caixa.

- Boa noite, são 1.000W. - disse a morena, docemente.

E foi nesse momento em que Chanyeol levantou sua cabeça e olhou para a atendente, ficando assim, paralisado com sua carteira na mão, enquanto a morena sorria para o mesmo. Ele não conseguia parar de olhar para a mesma, talvez estivesse tentando gravar cada parte de seu belo rosto.

- Está tudo bem? - perguntou ao maior, logo, o tirando do transe.

- A-ah sim. - Limpou a garganta - Aqui está.

O maior estendeu suas mãos com dinheiro. No momento em que a morena pegou o dinheiro, sua mão encostou na mão de Chanyeol, e o mesmo sentiu uma corrente elétrica passar por seu corpo.

- Obrigado e volte sempre. - Disse a moça docemente e sorriu. Chanyeol apenas se curvou, pegou sua água e dirigiu para fora do estabelecimento ainda em choque.

Enquanto bebia sua água, encarava o estabelecimento. Fechou sua garrafinha, balançou a cabeça e seguiu seu caminho.
 

[10:12 p.m]

Chanyeol se encontrava em seu escritório. Tentava se concentrar num dos documentos em cima de sua mesa, outra tentativa falha.

- O que é isso, huh... ? - perguntou para si mesmo num sussurro, enquanto encarava sua mão. - Nunca fiquei assim antes... Será que ela estará lá amanhã?

Sorriu ladino.
 

[...]
 

E passou-se três dias. Chanyeol nesses três dias ia ao estabelecimento sempre no mesmo horário. Ele apenas queria ser recebido com um sorriso da morena novamente, talvez conhecê-la.

Mas, todas ás vezes que ele a via, não tinha reação, não conseguia nem ao menos perguntar o nome de quem tirava suas noites de sono.

Cansado disso, Chanyeol pegou seu celular e procurou por seu motorista.

(...)

- Precisa de alguma coisa, senhor Park?

- Quero que vá em um lugar...

(...)
 

Loja de Conveniência ∴ Terça - feira [ 5:02 p.m]

Sun Woo, o motorista, encontrava-se em frente a loja de conveniência. Se ele estava achando tudo muito estranho? Talvez. Esta foi a primeira vez que o senhor Park o liga pedindo para ir à um lugar totalmente estranho e pede para "conhecer" alguém, ou melhor, uma mulher. Chanyeol descreveu a moça para Sun Woo e deu até o endereço do local onde sempre a encontrava.

Sun Woo entrou no estabelecimento a procura da tal mulher, mas infelizmente, não havia nenhuma com as características da que Chanyeol havia falado. Mas sim, um senhor atrás do balcão e sem hesitar, foi até o mesmo a procura de respostas.

- Com licença, poderia me informar se uma mulher baixa e de cabelos cacheados trabalha aqui?

- E quem estaria procurando por ela? - o senhor da loja olhou para o motorista de cima a baixo, com uma certa desconfiança.

- Desculpe-me, é pessoal e não posso dar tais informações sobre... - foi interrompido.

- Se puder me dar licença, estou ocupado no momento e não vou perder tempo com coisas sem importância.

- Por favor senhor! Posso pagar pelas informações se preferir.

- Desculpe jovem, mas não estou disposto a envolver-me com coisas erradas. - disse se dirigindo ao fundo da loja.

Sabendo que o senhor não iria dar tais informações sobre a moça, Sun Woo ficou em frente ao estabelecimento, afinal, ela poderia aparecer ali. Logo, o celular de Sun Woo vibra em seu bolso.

(...)

- Conseguiu alguma coisa, Sun Woo?

- Não senhor... Infelizmente o dono da loja é muito desconfiado e deve ter pensado algo errado, e assim, não passou nenhuma informação.

- Ele ao menos disse o nome?

- Não senhor. - pode-se ouvir um suspiro de Chanyeol do outro lado da linha. - Se me permite perguntar... quem é essa moça? É a primeira vez que vejo o senhor tão interessado em alguém.

Também gostaria de saber quem ela é... - Chanyeol limpa a garganta. - Pode voltar para a empresa, tenho uma reunião em 40 minutos.

- Tudo bem senhor, quer que coloque alguém para encontrá-la?

- Sim, alguém de sua total confiança e não se atrase.

- Pode deixar, já estou a caminho.

(...)
 

Park ChanYeol

Terminei de assinar uns documentos e liguei para Sun Woo para saber se ele havia conseguido alguma informação daquela mulher. Mas, infelizmente ele não conseguiu nem o nome da mesma.

Essa mulher não sai da minha cabeça, seus olhos, seu sorriso, sua voz... Não consigo ficar um minuto sequer sem pensar nela, ela é a primeira mulher que chama minha atenção em muitos anos. Sei que não sou velho, tenho apenas 24 anos, mas nem quando estudava uma mulher chamou minha atenção de tal forma como ela. Talvez seja por ser estrangeira.

Sua pele morena, seu cabelo cacheado em um preto tão escuro que é capaz da própria escuridão sentir inveja dela, seu sorriso foi como um tiro em cheio, seus olhos castanhos um pouco esverdeados... Ela é dona de tal beleza que até o anjo mais bonito do céu sentiria inveja.

Eu iria encontrá-la de qualquer maneira.

E quando essa hora chegar, não irei deixá-la.

 



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