História (365) Dias com ele - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baekyeol, Café, Chanbaek, Clichê, Fuffly, Menção Kaisoo, Twoshot
Visualizações 82
Palavras 2.745
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Queria agradecer algumas pessoas aqui. Em especial.
Pessoas que me ajudam, me entendem, e além de tudo, me amam. Porque conviver é amar. E para todos os altos e baixos eu também amo elas.
Quatro pessoas que fazem meus dias felizes.
Anne, Luana e agora Maria e Alice.
Vocês são muito importantes para mim e para minha existência. O que seria eu, uma mera má contadora de histórias ruins, sem minhas ouvintes?

Amo vocês!

Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2.


Fanfic / Fanfiction (365) Dias com ele - Capítulo 2 - Capítulo 2.

(365) Dias com ele;       

Livros, balas de café e Byun BaekHyun.

"Byun BaekHyun era uma pessoa vívida. Amava: Diversão, sorrisos, balas de café e livros."

"Park Chanyeol era uma pessoa calma. Amava: Música clássica, café mocha, cítações em sussuros e cigarros."

Era um dia normal, porém, não para Baekhyun. No dia do aniversário de Chanyeol estavam gastando tempo na biblioteca, é claro, não foi ideia do menor. Mas queria passar aquele dia ao lado do maior.

- Chanyeol, quem passa o aniversário em uma biblíoteca?

- Sshii, foi a única coisa que pensei.

Falou passando os dedos pelos livros empueirados, para Chanyeol, alí era sua terra do nunca. Um lugar cheio de histórias, fantásias e finais felizes.

- Mas eu conheço um lugar muuuuito melhor.

O baixinho era o próprio peter pan, na terra do nunca, onde não queria crescer.

- Então aonde devériamos ir Peter Pan.

Sorriu denúnciando sua covinha. Aquele pequeno buraco, diziam que era um erro gênetico nas pessoas. Baekhyun achava que era o erro gênetico mais bonito de todo o mundo. Ficou ligêramente nas pontas dos pés e beijou o maior.

- Chanyeol, pensamentos felizes te fazem voar.

- Ou te fazer invocar patrôno.

Âmbos riram. O pequeno atendente pegou a mão do maior levando-ô para a sua terra do nunca.

☕   

Tinha luzes, tinha pessoas rindo, tinha barulho de pinos caindo.

- Aqui, Park Chanyeol, é minha terra do nunca.

Era um boliche, Chanyeol em toda sua vida nunca fora em um, a falta de tempo o deixava vedado das maravilhas do mundo.

- Aqui, é uma bola de boliche, você tem que jogar e tentar acertar os pinos. Vou lhe mostrar.

O moreno pegou uma bola pesada em mãos, olhava concentrado para a bola e a pista. Respirou fundo e jogou o objeto, que correu pela pista fazendo um barulho estrondoso ao colidir com os pinos. 

9/10 cairam.

Chanyeol bateu palmas imprecionado com o menor que se gabou.

- Sua vez Wendy.

Rindo chamando o outro pela personagem feminina de Peter pan. Inflôu as bochechas com irritação, pegou aquele peso negro, ficou um pouco desconcertado ao sentir o real peso dela. Ouviu o risinho do menor.

Bufou e segurou a bola repetindo os mesmos gestos do outro, jogou a bola com convicção que acertaria o único pino alí. Até a bola rolar para a barreira da pista não acertando. E contráriando Chanyeol.

- Calma, é sua primeira vez é normal errar. Vamos colocar os 10 pinos para ficar fácil.

Os dez pinos foram posicionados alí no final da písta. Chanyeol pegou novamente o pequeno peso, mas travou ao sentir a mão do menos se posicionar em cima da sua.

- Relaxa, é só você relaxar o corpo e deixar a bola ir.

Tão perto, tão perto. 

Chanyeol se portava com uma menino virgem, não porquê queria, mas porque ele era. Sentiu a respiração do outro perto do seu pescoço era tão mágico quanto o pózinho de síninho.

Ele não sabia como aquilo tinha começado, ou muito menos como terminaria. Ele amava o Baekhyun, amava os dias, os filmes, os cafés, os livros e os beijos. Tudo porque era com o Baekhyun.

Ele não sabia rotúlar aquela relação. Amigos? Namorados? Não sabia o que era. Todavia, não se importava. Amava demasiadamente aquele moreno.

Baekhyun se afastou um pouco para levar a mão do outro para trás, e finalmente impúlsionando para frente jogando a bola. Os estrondo foi alto, mas não tão alto quanto o grito de alegria do Chanyeol.

Outro vício que o escritor havia consumido com BaekHyun. O boliche.

Jogou várias e várias vezes, os dedos já estavam doendo e prontos para criar cálos.

- Vamos embora Chanyeol! Já estamos aqui há 3 horas.

Baekhyun estava irritado.

- Tá bom, só mais uma pártida é sério.

Implorou como uma criança pedindo para a mãe, mais uma pártida de video game.

- Está bem, mas não demora. Temos coisas importantes para fazer mais tarde.

Assentiu com a cabeça correndo para a pista desajeitado, pegou o peso e olhou para o pequeno atendente. Beijou a bola e sussurou "Essa é pra você". Baekhyun sorriu bobo. Fez uma última jogada realizando um strike.

☕ 

Os lenções cobria os corpos alheios. A noite tinha caído, o pequeno fungava e Chanyeol admirava-o com carinho, estavam fazendo uma coisa que jovens de hoje nem sonhavam em fazer. Os corpos súavam devido ao calor.

- Ahh...Chanyeol.

- Baekhyun, está quase lá.

- Eu não consigo Chanyeol acho que vou-

Um rúgido cortou a fala do menor.

- NÃOOOO, búfasa.

O pequeno atendente chorava ao ver a animação na Tv do quarto de Chanyeol.

- Como você chora com isso ainda? Eu já ví esse filme umas 60 vezes.

O escritor parecia entediado.

- Chanyeol como você pode ser tão insensível? Você não vê que o Oscar só queria ser o rei, e como fica o simba?

Chanyeol riu com o outro chorando ainda, era um filme para crianças, era um filme para Baekhyun.

- Para de rir e vai ligar esse ar-condicionado, to morrendo de calor.

(350)

Coffe maid-cat era o nome do local. 

Nas férias, Chanyeol e Baekhyun viajaram para o Japão. Estavam em Tokyo e como o maior não se surprendera, o pequeno atendente queria explorar. E começaram por aquele café temático.

Tudo era rosa, japonesas andavam para lá e pra cá com tiaras e roupas de empregradas tradiçionais.

- Sejam bem-vindos mestres.

A japonesa os saúdaram com um sorriso fofo. Levaram-os até uma mesa rosa. O café tinha poucas pessoas naquele horário.

O mais novo tava acanhado com o lugar, Baekhyun apenas sorria observando em volta e segurando a mão do outro.

- Aqui vocês podem escolher os pratos e cafés.

A japonesa dizia em inglês. Chanyeol ficou envergonhado quando teve que usar uma varinha mágica para mandar "amor" para sua omelete. Baekhyun levava tudo na brincadeira.

Nada foi pior do que o pequeno atendente fazendo, o outro, subir no palco junto com a empregada japonesa usando tiaras de gatos para tirar uma foto poraloid.

- Baekhyun você não existe.

Disse Chanyeol rindo olhando pra foto.

- Eu sei você me ama.

Chanyeol não quis demostrar, entretanto, aquela frase o afetou. A vontade de falar um "eu te amo" para o menor, estava alí, sempre esteve. Mas a coragem do mesmo era em quantidade escassa.

- Vamos, quero tomar o frappucino de morango de Tokyo. 

Puxou o maior que pensava longe.

- Baekhyun...

- Hum?

Entraram em um café proximo dalí.

- O que, o que nos temos?

Chanyeol jura de pés juntos que viu o moreno vacilar ao chamar o atendente do café.

- Não sei Chanyeol, mas, você não está feliz?

- Estou, mas...

- Um frappucino de morango e um café mocha por favor, Seu favorito no outono certo?

Baekhyun sorria maravilhosamente, era golpe baixo, Chanyeol se perdeu da falas, pensamentos e racíociníos.

- Os nomes?

- Baekhyun e Chan.

Respondeu para o homem.

- E agora aonde vamos?

Indagou Chanyeol esperando seu café.

- Hmm, não sei ainda, tem muitos lugares que quero ir. Então vamos jogar um jogo. Fale um número de 0 à 10.

Baekhyun parecia animado, como uma criança.

- 4.














Chanyeol lembrou-se algo muito importante e escolheu tal número.

- Porque 4? 

Questionou Baekhyun.

- Porque sempre que vamos a biblíoteca você pega 4 livros.

Baekhyun sorriu desconcertando pegando seu café e do outro, ele não sabía que Chanyeol o observava tanto assim.

- Sabe o por que de eu sempre pegar 4 livros?

Chanyeol assúmiu negando.

- Porque meu Irmão lía quatro livros por dia pra mim, ele trabalhava na biblíoteca do escola e sempre trazia algum para ler pra mim.

Sorriu triste puxando um pouco do conteúdo adocicado pelo canúdo.

- Ele continuou lendo até o último dia de sua vida, e sabe, naquela época ele amava uma garota. Mas ela abandonou ele quando soube que estava doente, por isso o amor é algo inexistente pra mim. Meu Irmão morreu amando aquela garota.

Uma lágrima teimosa desceu pintando o rosto de Baekhyun, pintando em um misto de vergonha, saudade, dor e tristeza. Baekhyun tinha as mais belas cores, e agora com as gotas de suas lágrimas formavam o mais lindo e delicado aquarela.

- Ele tinha câncer Chanyeol, e ela deixou ele morrendo na cama. Sem um eu te amo, nem ao menos indo visitar ele. Eu via ele sorrindo e lendo Quem é você, Alasca? Porque era a droga do livro favorito dela.

Chorava demasiadamente, Chanyeol abraçou o menor esperando que seu coração se juntasse novamente. Que ele descobrisse que o amor existe, e nem sempre é um conto de fadas, porém, tem o amor. O carinho.

- Baekk a vida só vale a pena se você ama alguém. E Baekhyun, você é amado.

Secou as lágrimas quentes do rosto do pequeno atendente, agora era somente os dois e o beijo que os juntavam. Não ligavam para o café, muito menos para os japoneses, só para o amor envolvido em âmbos os lados.

- Uhul, é isso aí, Vai otp!

Gritou uma garota de cabelos curtos em inglês fazendo os dois se separarem para olha-lá, ela pareceu envergonhada abaixando sobre a mesa tampando o rosto. Sorriram confúsos.

- Bom, não estou dizendo, mas sim afirmando, o frappucino de seul é bem melhor do que o daqui.

Sussurou para o maiora última parte, como se os japoneses fossem entender o coreano deles.

- o mocha também.

Riram esquecendo a cena anterior. Saíram do café indo encarar a cidade grande cheia de letreiros brilhantes, era realmente uma polúição ocular.

- Baekk você não me disse o resultado daquele jogo.

- Ah é, vamos ir em uma balada.

- Sou péssimo em jogos.

- É como dizem Chanyeol, Azar no jogo e Azar no amor.

- Não seria, Sorte no jogo e azar no amor?

- Sim mas no caso você tem azar nos dois.

Riu alegre. Não perdia nenhuma brecha para puxar o saco de Chanyeol.

☕   

O ambiente era diferente do habitual de Chanyeol. Música alta demais, pessoas falando alto demais, corpos se esfregando demais, pessoas bebadas demais. Era tudo em quantidade demasiada para o escritor.

Não bebia com frequência, o máximo que chegava era três cervejas. Naquele dia ele estrápolou.

- Ei, quer uma bebida?

Indagou um homem um pouco velho ao lado de Baekhyun. Chanyeol apenas assistia com uma carranca.

Se ele soubesse que tudo desmoronaria alí mesmo, talvez não teria o feito.

- Não, obrigado. Estou acompanhado.

Sorriu educado para o homem.

- Namorado? Não tenho ciúmes.

Gargalhou o homem que beirava os trinta anos, o som de sua risada era seca.

- Olha, não preciso mesmo de nada. Pode se retirar por favor? Está me incomodando.

- É mesmo? Vai se arrepender...Esse aí é mesmo seu namorado.

Disse em tom de deboche.

- Só não é mais vea-

O álcool já controlava Chanyeol. Deu um soco certeiro no velho e sorriu vítorioso. Só não esperava que o velho revidasse o ato.

☕  

O rosto de Chanyeol estava inchado e dormente pelo gelo que segurava no rosto. Só não entendia o menor bravo consigo. O que fez de errado? Dentro do quarto do hotel Baekhyun tirava seu casaco sem trocar nenhuma palavra com o maior.

- Ele nem parecia tão for-

- Chanyeol, não precisava fazer aquilo, okay? Eu sei me proteger.

- Espera, você está bravo? O que eu fiz de errado? Eu só queria-

Pensou bem, Baekhyun tinha razão, ele não tinha o porquê de bater no homem. Eles eram apenas amigos.

- Mas que droga Baekhyun!

Jogou a sacola de gelo no chão fazendo Baekhyun se assustar com a atitude.

- Amigos não se beijam, amigos não se deitam na mesma cama, amigos não se amam como eu te amo, amigos não se amam como você me ama!

Disse impaciênte olhando para um moreno atônico.

Passou as mãos pelos cabelos encaracolados e pegou um cigarro do maço do seu bolço.

- Espera, não acredito. Você vai fumar?

Baekhyun riu debochado.

- Depois de tudo que te falei, meu irmão morreu de câncer e você vai fumar na minha frente? Te contei coisas que não contaria à mais ninguém.

Não estava acreditando no que via. Mais uma vez o menor se via decepcionado com o amor.

- Baekhyun, eu...

- É melhor, eu dormir em outro quarto.

Passou pelo maior sem se despedir ou pestanejar.

Algo estava mais doloroso em Chanyeol do que seu rosto. Era seu coração.

Amar as vezes pode doer.

Viu-se sem saída, Chanyeol foi dormir querendo acordar com seu Baekhyun de volta.

☕   

(360)  

Dez dias depois daquela viagem e Chanyeol só via Baekhyun na caféria que trabalhava. O menor não falava mais com o escritor, não faziam mais maratônas, não bricavam nos departamentos de móveis, não roubavam beijos pela biblíoteca e não citavam mais livros.

(364)

Todos dias via Baekhyun no café, todos os dias levavá um livro consigo para chamar atenção do atendente. Mas era falho.

Depois de um dia estressante de aulas voltava para seu apartamento. Abriu a porta e se assustou com uma folha branca caindo de cima dela.

"Para Park Chanyeol"

Leu e releu a escrita, já imaginava de quem seria. Afobado fechou a porta do apartamento e logo foi ler a carta cheio de esperança de um sinal do mais velho.

"Park Chanyeol,

Você foi umas das melhores aventuras que já me permiti realizar. Seus olhos, seus toques, seus beijos estão tão vivídos em mim.

Eu não nego, te amo e continúarei te amando. Mas agora eu quero ir, me refazer, longe de você e de todos.

Meu livro favorito era Peter Pan, quando meu irmão lia eu me imaginava na terra do nunca, piratas, fadas, sereias. E a ideia de nunca crescer me facinava.

Sou um garoto preso no tempo, preso na morte do irmão, minha única família. Espero que me entenda.

E com isso vou deixar minha última citação pra você:

"Você conhece aquele lugar entre dormir e acordar, o lugar onde você ainda pode lembrar de sonhar? É onde eu sempre te amarei. É onde eu estarei esperando."

Como Baekhyun poderia ter feito aquilo? O deixado pra trás, amando sozinho. Por que ele não lhe disse um adeus?

Chanyeol foi até o café aonde o pequeno trabalhava e não o encontrou lá. O homem que trabalhava lá disse que ele pediu demisão e saiu logo pela manhã.

O escritor não tinha informações sobre o moreno, como família ou amigos. O que faria agora?

Não poderia tirar aquele sentimento em de sí. Desidiu amar Baekhyun sozinho, em segredo.

"Chanyeol lhe contou histórias, ele a ensinou a voar... Amavam-se, mas ele não queria crescer..."

(2 anos depois

- JongIn estou atrasado!

Chanyeol teria que dar aula em uma escola para um evento beneficiênte, porém ainda estava na sua escola onde trabalhava. Gritou com o amigo pelo telefone.

O escritor fez tudo o que desejava; cursou literatúra; agora dava aulas da matéria, e lançou um livro; Café com dozes de Byun Baekhyun.

Nunca mais tinha ouvido falar do moreno, nem mesmo pra onde foi. Todavia, o amor, ele sim ainda estava alí. Plantado, cúltivado e esquecido no coração de Chanyeol.

- Calma Park, espera que eu já to chegando. O trânsito 'ta foda.

- Ta bom, vou esperar.

Sentou na mesa da sala de aula, ficou olhando as mesas vázias em sua frente. Só tinha ele e alguns seguranças na escola.

O sol alaranjado íluminava a sala, pintando alí um contraste íncrivel.

Esperando o de pele olívada, Chanyeol ouviu um piano ser tocado. A sala de música ficava lado da em que ele estava, a melôdia era famíliar. 

Levantou-se indo até a porta, aonde ouviu com mais clareza.

Go play a video game

{Vá jogar vídeo game}

It's you, it's you, it's all for you 

{É por você, é por você, é tudo por vocé}

Everything I do I tell you all the tigame

{Tudo que faço e digo a você todo o tempo}

Heaven is a place on earth with you 

{Com você, o céu é um lugar na terra}

Tell me all the things you want to do 

{Diga-me todas as coisas que você quer fazer}

I heard that you like the bad boys

{Ouvi que você gosta de garotos maus}

Honey, is that true?

{Querido, isso é verdade?}

It's better than I ever even knew

{É melhor do que eu pensava}

They say that the world was built for two

{Eles dizem que o mundo foi construído para dois}

Only worth living if somebody is loving you

{Só vale a pena viver se alguém estiver amando você}

Baby now you do

{Querido, agora você é amado.}


"Seus cabelos castanhos claros refletiam na luz laranja do sol. Tocando Lana del rey.

Seu sorriso se tornou morada em meus sonhos, o jeito que tocava o piano está até hoje em minha mente.

Trocamos júras de amor.

E foi alí no chão da sala de música que eu percebi, que, não precisavamos de titúlo algúm. Eu sempre fúi dele e ele meu.

Nos tocamos, e fizemos amor do jeito mais carinhoso, do jeito mais adóravel e lento possível. Eu me entreguei à ele como sempre sonhei. E ele se entregou para mim."

- Baekhyun, por quê você não me deu um adeus?

Indagou mechendo no cabelo do menor.

- Nunca diga "adeus", porque dizer "adeus" significa ir embora e ir embora significa esquecer. E eu não queria te esquecer.

E com aquilo, Chanyeol sorriu pela primeira vez, e alí ele viu que bastava 365 dias para ele se apaixonar por Byun Baekhyun.


* FIM *





Notas Finais


Finalmenteee missão comprida ksksks


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