História 45 Days (Imagine Chan e Changbin) - Capítulo 18


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Stray Kids
Visualizações 64
Palavras 1.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ae voltei a minha rotina normal... com mais olheiras do que antes, mas voltei
Espero que gostem!

Capítulo 18 - Bem Vinda


POV CHAN 

'Você vem comigo.' 

Eu fui em direção a saída puxando Seungmin, que se debatia 

'Me solte! Quem você pensa que é para me obrigar a algo?' 

'EU SOU O VERDADEIRO YANG! O HERDEIRO DESSA POSIÇÃO QUE VOCÊ PASSOU A PERNA E COLOCOU UMA PESSOA MANIPULÁVEL NO MEU LUGAR! Você não vai mais usar meu amigo nos seus planos estúpidos para subir rápido.' 

Ele me olhou com raiva e puxou o braço com brutalidade, se soltando. 

'Se você já sabia disso, por que não fez uma apelação?' 

'Porque eu não sabia. Eu descobri recentemente, e não foi Jeongin que me disse, ele não queria me decepcionar' Ele sorriu debochado e se virou, pronto para sair. 

'Eu já te falei que você vem comigo. Isso não foi um pedido, nós vamos descobrir quem dos mundo dos vivos está aqui. Isso também afeta a você.' 

Ele hesitou antes de me acompanhar, completamente emburrado. Nós saímos do Palácio, indo para o mundo dos vivos.

' Eu tinha esquecido como esse lugar é repugnante…' Ele disse limpando a poeira inexistente do terno dele, me fazendo revirar os olhos. 

Nós andamos pela rua até chegarmos próximos a casa de S/N, onde eu senti mais uma vez eu senti aquela alma que estava vigiando Felix. 

' Vamos por ali.'

'Achei que nós fôssemos procurar o vivo.' 

'O irmão dela também é importante. Vem logo!' 

Ele revirou os olhos me acompanhando, ao entrar ali vi a mãe de S/N caída no chão. Seungmin arregalou os olhos, indo em direção a mulher e tocando no seu rosto

‘Energia. Não é nada demais, uma alma sugou a energia dela.’

‘Onde isso não é nada demais Seungmin?’

‘Poderia ser pior, ela poderia estar morta. Apenas deixe ela aí, ela vai acordar…’ Eu não deixei ele terminar, peguei a mulher no colo, colocando-a na cama, saindo em seguida em direção ao quarto de Felix, onde Seungmin já estava.

‘Quando que esse símbolo foi desenhado?’ Ele perguntou apontando para o símbolo de Yin e Yang vermelho

Ontem, quando nós viemos e o Changbin foi atacado.’

‘E cadê o garoto?’

‘Que garoto?’

‘O… Sei lá o nome dele, o irmão da alma…’

‘Felix? Não sei, ele desapareceu enquanto eu e S/N estávamos fora do quarto…’

‘Hmm, entendi…’ Ele passou a mão no desenho e se virou para mim

‘Eu não acho que ele tenha muito tempo de vida, ou pelo menos, ele corre risco…’

 

POV S/N

‘E como você vai me ajudar? Eu não sei se você reparou mas, eu não sou o tipo de pessoa que vai passar por isso daqui fácil…’

‘Nós não vamos passar pelos julgamentos, eu nem preciso… Eu não vou conseguir reencarnar, só fiz isso por segurança, mas quanto mais eu fujo, pior fica.’

‘E então?’

‘Eu vou achar um jeito de nós dois podermos reencarnar, mas por enquanto isso é impossível para mim. E será para você, eu preciso de você.’

‘Nem meu irmão falava isso pra mim, você deve estar ferrada hein.’ Ele sorriu debochado

‘Sim estou, e você vai ficar também.’ Eu disse puxando o braço dele e descendo o vulcão

‘Em que momento eu estive bem criatura? Eu tô sempre na merda.’

Eu revirei os olhos e fui em direção ao trem, indo na direção contrária a que vim, voltando para o mar.

‘Jeong… Droga, eu esqueci. Vai pensa… A casa do Minho.’

Eu corri em direção a estação, indo para a casa do Minho.

‘Se você não tem um plano, não me arraste pelo Underworld inteiro, senta e pensa, gaste seus neurônios. Você já tá morta, não precisa deles para muita coisa.’

Eu olhei para ele com raiva e ele apenas sorriu, dando de ombros

‘Chegamos…’

‘E em boa hora, eles já estavam saindo.’

Changbin descia as escadas atordoado, ele provavelmente acabou de acordar, enquanto Minho corria atrás dele.

‘Quem é o seu guardião. O meu é aquele mala que se acha bonito ali correndo, não que ele não seja.’ Ele disse apontando para Minho, eu olhei para ele surpresa

‘Teu guardião é amigo dos meus?’

Ele assentiu apontando para Changbin que se aproximava.

‘Binnie!’

Ele me olhou surpreso e eu abaixei a cabeça. Eu não devia ter chamado ele pelo apelido…

‘S/N! VOCÊ ESTÁ BEM?’

‘S-sim estou, e você?’

‘Esse é aquele momento em que a corrida começa e eu te passo a tocha olímpica? Estamos os dois de vela. E aí? Curtiu a folga, Minho?’

Minho deu de ombros olhando para nós, e eu soquei fraco o braço de Jisung.

‘Nós dois precisamos sair do Underworld, Changbin.’

Ele abaixou a cabeça porém concordou 

‘Por que precisam sair? Se Chan trouxe voc…’

‘Chan saiu daqui, foi investigar. Um ceifador apareceu para mim no momento em que eu fiquei sozinha, eu duvido que isso seja bom sinal.’ Eu disse mostrando as minhas mãos que ainda estavam escurecidas e agora estavam ressecadas. Changbin arregalou os olhos.

‘Eles vão com a gente, Minho.’

‘Até esse maluco aí? Ele é perigoso, já tô avisando.’

‘E é por isso que eu preciso dele.’ 

‘Ah! Você só quer me usar, né?! É por isso que eu sou importante.’

‘Você é importante porque você é esperto, e idiota ao mesmo tempo… Quem mente para um agiota Han?’

‘Ele mentiu para um agiota?’ Eu acenei afirmando

‘Esse bobão falou que a avó dele sei lá o quê, sendo que ele já tinha usado essa desculpa.’ Ele revirou, cruzando os braços.

‘Me impressiona que o cara aceitou essa desculpa uma vez, que desculpinha ultrapassada…’

‘Dá pra parar de falar sobre minha vida?’

Nós dois rimos e assentimos.

‘Ótimo, eu e Minho vamos entrar no Palácio da Justiça e vocês dois vão passar direto para o mundo dos vivos.’ Changbin apertou a boneca onde Jeongin estava, com preocupação evidente.

‘Vai ficar tudo bem, não se preocupe.’ Eu segurei sua mão, demonstrando apoio. Ele sorriu para mim e Jisung fez um gesto como se vomitasse.

‘Vamos logo pombinhos.’

 

[...]

 

Changbin e Minho entraram no palácio logo após nos apontarem um precipício cujo fim era um lago azul muito escuro, eu dei a mão para Jisung que, apesar de não demonstrar, estava bem nervoso.

Nós nos jogamos e eu me senti envolvida novamente por aquela sensação de calor e desconforto, a viagem sempre parecia durar muito, mas dessa vez parecia mais curta. Eu caí de pé, vendo Jisung caído no chão. Eu senti vontade de rir do estado do garoto.

‘Vamos logo, não temos o dia todo.’

‘Espera, estava matando a saudade do chão.’ Ele disse revirando os olhos

Nós caminhávamos juntos em direção a minha casa, porém minha cabeça começou a girar e algo dentro de mim gritava que eu pegasse um caminho diferente.

Eu olhei para a esquina em que estava passando e ouvi vozes, as mesmas que no dia em que a Lua apareceu. Elas queriam que eu fosse por ali.

‘Vamos.’

‘Mas, sua casa é por ali.’ Ele disse apontando para a direção oposta a que eu estava seguindo.

‘Apenas confie em mim.’

Ele deu de ombros me seguindo. Nós fizemos pelo menos umas três curvas até chegar em uma cerca de ferro que dividia o complexo de casas de um matagal gigante.

‘Olha que pena, não deu em nada. Vamos pra sua casa.’

Eu continuei olhando para a cerca até ver uma parte arrebentada, meu coração bateu mais rápido. Havia algo de errado.

‘Vem, por aqui.’

Ele me olhou em choque, enquanto eu passava por debaixo da cerca. Nós continuamos pelo matagal até chegar a um galpão, que eu reconhecia, ou pelo menos sentia que já havia visto.

Jisung também parecia conhecer, pois ele ficou atônito e tentou recuar.

‘Vamos Jisung, por que está com medo? Você já morreu, pior do que isso não dá’ Eu disse sorrindo e ele pareceu relaxar.

Nós entramos no galpão onde meu irmão estava pendurado em uma corrente, completamente ensanguentado e desmaiado.

‘FELIX!!’

Eu corri em sua direção enquanto Jisung estava congelado em choque

‘Espera… S/N É UM TRUQUE!’ Jisung gritou mas já era tarde. Eu senti meu corpo voar, uma dor horrenda passou pelo meu corpo, eu levantei a cabeça e vi Felix aparecer amarrado ao lado de um homem de terno cinza. Eu não conseguia ver seu rosto mas ele parecia satisfeito. Eu percebi que não conseguia mais ver Jisung.

‘Bem vinda de volta ao mundo dos vivos, S/N.’


Notas Finais


Me digam o que acharam
Kisses~


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