História 50 Tons - O lado Grey da história. - Capítulo 7


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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey, Jason Taylor, Personagens Originais
Tags Anastásia, Depressão, Dominador, Drama, Grey, Masoquismo, Passado, Revelaçoes, Romance, Sadomasoquismo, Sofrimento, Violencia
Visualizações 128
Palavras 1.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei 😊 Esse capítulo é mais um capítulo de transição então não tem nada muito importante acontecendo.

Capítulo 7 - Capítulo 7 - Baby


Eu abro a porta do passageiro do Audi SUV preto, para Anastasia entrar. Ela desliza para dentro e eu fecho a porta. Eu vou para o lado do motorista, abro minha porta. Começo a dirigir e viro o carro. Eu a vejo com minha visão periférica. Eu posso ver uma variedade de emoções passando por seu rosto. Ela parece perdida. Por duas vezes parece que ela vai dizer alguma coisa, mas ela para. Ela está afetada por nosso beijo. Isso não pode acontecer novamente. Um beijo sem premeditação. Perder o controle não está no meu vocabulário. Saio facilmente da minha vaga no estacionamento. Ligo a música. O “Dueto das Flores” de Delibes começa a tocar. Os olhos de Ana brilham e ela me pergunta: - O que estamos ouvindo Christian? Isso é maravilhoso! 

- Sim, é. É uma peça de ópera Lakmé. – Eu digo a ela. Ela quer ouvi-la novamente, então eu coloco o MP3 no “repetir”. Ela me pergunta se eu gosto de música clássica, eu concordo, mas os meus gostos não se limitam a elas. - Meu gosto é eclético, Anastásia. Depende do meu humor. Clássico, moderno, música de igreja, música da época Tudor... O que melhor se adequar ao meu humor no momento. E você? 

- Eu também. – Ela diz.

Em seguida, "Sex on Fire" do Kings of Leon chega e ela reconhece. Meu celular toca, e eu saio do meu humor e volto para minha versão de negócios. Pressiono o botão do Bluetooth no volante.

- Sr. Grey, é Welch. Tenho a informação que pediu.

- Bom. Mande-me por e-mail. Algo mais?

- Nada mais, senhor. – Ele responde. Eu desligo o telefone e a música volta a tocar. Anastasia me dá aquele olhar “você é tão mandão” que eu reconheço tão bem. O telefone toca novamente, e desta vez é Andrea.

- O AND foi enviado para seu e-mail Sr. Grey. – Ela me informa.

- Ótimo. Isso é tudo Andrea. – Eu digo e desligo. Assim que desligo, o telefone volta a tocar e desta vez é meu irmão Elliot.

- Ei cara! Será que você fez sexo na noite passada?

- Oi pra você Elliot. Você está no viva voz, e eu não estou sozinho no carro. – Eu solto um suspiro exasperado.

- Quem está com você? – Pergunta ele. Eu digo-lhe que é Anastasia. Ele ilumina-se através do telefone e cumprimenta Anastasia como se ele a conhece por toda a sua vida.

- Hey Ana!

- Olá, Elliot. – Ela responde, timidamente.

- Kate falou muito sobre você Ana! – Ele irradia e eu posso sentir seu sorriso no telefone.

- Espero que ela tenha falado bem, Elliot. – Diz ela.

- Elliot, estou levando Anastasia pra casa. Você precisa de uma carona? 

-Sim!

- Vejo você em breve, então. – Eu digo, porque eu não quero que ele flerte com Anastasia. Sinto uma súbita pontada de ciúme.Anastasia me pergunta por que eu insisto em chamá-la pelo nome completo. Eu gosto. Muito. Eu simplesmente digo que falo assim porque esse é o nome dela. Ela diz que prefere "Ana".

- Sabe... – Eu provoco. Ela cora como se eu a acariciasse. Mas minha mente está ocupada. Tenho que deixa-la saber que eu tenho regras. Enquanto chego mais perto do seu apartamento digo: - O que aconteceu no elevador... Não voltará a acontecer Anastasia. A menos que seja premeditado. - Claro, eu gostaria de fazer um monte de coisas, mas nos meus próprios termos. Muito mais do que isso... Ela parece magoada e desapontada. Chegamos em seu apartamento. Eu acho uma vaga e estaciono o carro.

Ela está em silêncio. Um rubor passa por seu rosto. Ela parece envergonhada quando meus olhos se estreitam a ela. 

Eu olho para ela com um sorriso lascivo e caminho para o lado do para abrir a porta do passageiro para ela. Ela sai do carro e murmura: - Eu realmente gostei da experiência no elevador. - Surpreendendo-me e pegando minha respiração audível. Ela me deixa ficar lá chocado e imóvel por um minuto e com um olhar tímido de volta para mim, ela vai embora e direção ao apartamento. Eu organizo minha mente e meus pés se conectam com meu cérebro e eu acelero para alcançá-la.

Entramos em seu apartamento para encontrar sua colega de quarto e meu irmão juntos, se olhando muito familiarizados, sorrindo um ao outro como idiotas. Estão despenteados. A colega de quarto me dá um olhar desconfiado. Eu aprovo o olhar de proteção que ela tem sobre Anastasia, mas esse comportamento também contradiz minha possessividade a respeito de Ana.

- Bom dia, Ana querida! – Ela diz, e quando ela se vira para me dar sua saudação de bom dia, calafrios em vários graus atingem meu corpo. Concordo com a cabeça em reconhecimento. – Srta. Kavanagh. – Digo formalmente.

Meu irmão sempre foi o mais sociável. Ele me repreende dizendo que deveria chama-la de Kate. Então ele, radiante, se vira para Anastasia. – Oi Ana! – Ele diz e a abraça fazendo-me ficar com ciúme imediatamente. Eu vejo que Anastasia desajeitadamente tenta retribuir seu abraço e eu consigo um vislumbre de seus dentes mordendo o lábio. Essa mordida sempre causa reações em mim, especialmente quando ela está sendo quase apalpada pelo meu irmão. Eu não gosto desta reação. Eu não sei o que ele está fazendo. Eu não gosto da sua exagerada simpatia por ela. 

- É melhor irmos Elliot. – Eu insisto.

- Tudo bem. – Ele diz, e volta-se para sua menina e a mergulha para baixo como se ele fosse Humphrey Bogart em “Casablanca”, e lhe dá um beijo longo e demorado que estranhamente me incomoda por ver o anseio de Anastasia enquanto ela está chegando timidamente para mim através seus longos cílios.

- Até mais, baby! – Ele diz para Kate enquanto sorri. Acho que essa é minha deixa para sair. Eu ando até Anastasia devagar e coloco uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. 

A respiração dela fica ofegante e eu sinto aquela corrente de energia fluir entre nós. Eu quero levá-la em meus braços, estou tomando todo o meu autocontrole para não lhe dar um beijo que ela não vai esquecer e deixar seus lábios doloridos lembrando-lhe onde eu estive, tomando posse dela. No entanto, eu só corro o meu polegar em seu lábio inferior. A conexão limitada faz alguma coisa comigo, me endurecendo. Eu não vou beijá-la, porque se eu fizer, eu vou perder o controle.

- Até mais, baby! – Digo, copiando Elliot. Ela sorri. – Eu venho buscá-la as oito. – Ela balança a cabeça e o idiota do meu irmão sopra um beijo para Kate como um adolescente apaixonado. Eu posso ver uma pontada de inveja no rosto de Anastasia antes dela virar as costas. “Se você concordar com meus termos, esta noite, você vai obter mais do que um beijo profundo e gratificante”. Eu digo para ela em pensamento. 

Aguarde... Só um pouquinho mais... Eu me repreendo.

Enquanto Elliot e eu andamos para o meu carro, ele está sorrindo de orelha a orelha.

- Eu estou apaixonado cara! Kate é incrível! – Diz ele. Concordo com a cabeça, sem me preocupar em responder. Elliot, que dormiu com a maioria das mulheres de Seattle, apaixonado? Difícil de acreditar. Sem esperar a minha resposta, ele diz: - Então... – Ele olha para mim com um brilho interrogatório. – Você fez sexo?

- Não! – Eu digo com firmeza.

-Uhm... – Ele diz. – E eu que pensei que você tivesse me convencido de que não era gay na noite passada! – Diz ele sem vergonha.

- Eu não sou! Mas ela estava bêbada! Eu não me aproveito de meninas que não estão conscientes. – Ele ri.

- Então, há esperança para você dois ainda?

- Talvez. Ainda é muito cedo para dizer.

-Eu ouvi você dizer que vai buscá-la às oito. – Ele sonda.

- Sim. – Eu digo secamente.

- Você gosta dela? Eu nunca vi você com uma garota! Você não conseguia tirar os olhos dela. E não pense que eu não percebi você repreendendo-me com seu olhar constante quando eu a abracei. – Ele sorri. Eu cerro os dentes. – Pare de ser um puritano cara! Eu aprovo!

- Como você tivesse uma opção. – Eu sorrio e mudo o tópico para ele. – Como se saiu a colega de quarto?

- Deliciosa! Incrível! Maravilhosa! Estou apaixonado! Estou apaixonado! – Ele inspira com olhos brilhantes.

- Já? –Eu questiono cético.

-Bem, até agora, sim. Ninguém me cativou assim antes. – Diz ele seriamente. Esses são meus sentimentos exatos por Anastasia, mas eu não digo nada. Elliot acrescenta: - Eu estou ansioso para ver ela de novo! – Meus pensamentos se dirigem para Anastasia. 

Eu mal posso esperar a noite vir. Chegamos de volta ao hotel em silêncio, cada um perdido em seu próprio pensamento.

Eu tenho muito trabalho para fazer. Mas eu não estou com vontade para os negócios agora. Tenho que me movimentar. Ser ativo, se eu tiver que fazer algo durante o dia. Eu envio uma mensagem ao meu braço direito, Ros, e digo o que eu quero que ele faça. Eu ligo para minha assistente Andrea, e digo que ela não poderá falar comigo durante o período do dia e para segurar as minhas mensagens. 

- Quais são seus planos para o dia cara? – Pergunto a Elliot.

- Na verdade não fiz um plano. O que você tem em mente? – Ele pergunta.

- Eu estava pensando em ir para uma caminhada na trilha de Riverside. 

- Claro, eu topo! – Disse. Vai ser uma longa espera, e eu quero minha mente ocupada, meu corpo trabalhado. Estou ansioso para ir.

Voltamos da caminhada às dezoito horas. Eu tomo um banho. Após Elliot ficar pronto nós dois vamos buscar algo para comer. Uma vez que já terminei minha refeição, volto para meu quarto. Vou buscar Anastasia daqui a pouco.

- Você vai voltar para Seattle? – Pergunto a Elliot. Ele sorri.

- Quer se livrar de mim tão rápido? Mas na verdade eu vou sim. Eu preciso voltar aos negócios. Eu volto no sábado. Você está muito tenso cara! Certifique-se de fazer sexo hoje à noite. Ele vai te deixar mais solto. 

Elliot recolhe suas poucas coisas do meu quarto de hotel. Eu aperto sua mão dizendo: - Obrigado por me trazer algumas roupas e por ter ido às caminhadas comigo!

- A qualquer hora cara! A viagem valeu a pena! – Ele me dá o seu sorriso de menino enquanto soca meu ombro e parte para Seattle.

×


Notas Finais


Vejo vocês no próximo que já vou postar 😘


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