História 50 Tons de Azul (Connor x Reader) - Capítulo 13


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Hank Anderson, Kara, Personagens Originais
Tags Connor X Leitor, Connor X Reader, Detroit: Become Human, Drama, Gavin Não É Tão Troxa, Hank É Top Galera, Imagine, Romance
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Palavras 6.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eaee darlings

Só tenho com o que me desculpar pela demora, mas tô realmente ferrada por um problema de saúde, mas não se preocupem.

Então, pls eu peço
Não liguem para os erros, mas não revisei muito bem esse capítulo, acontece às vezes 乁( . ര ʖ̯ ര . )ㄏ

Eeeeee eu não gosto muito do finalzinho BEM finalzinho desse capítulo, mas tava sem emoção, finge que eu chupei limão

Então, leiam aí

Capítulo 13 - Levantar


Em um único empurrão Connor abre a porta da delegacia que praticamente quase quebra em mil pedaços.

Estava com raiva de si mesmo por ter deixado todos os seus sentidos se atiçarem para que pudesse ter seu total alcance.

Seu objetivo desde quando tudo isso começou era de se controlar, não de simplesmente perder o controle e tentar de todas as formas alguma coisa com você. Sempre foi alguém respeitoso, nunca teve na vida essa iniciativa com alguém. Mas quando aquela frase pronunciada dentro daquele carro o atingiu, nada poderia tirar aquela dúvida que o perturbava dia após dia. Quando Connor fica perturbado com algo, nunca presta atenção em mais nada, foi o que fez você perguntar o por que dele agir estranho. Ali, o andróide havia visto uma possibilidade de talvez tomar uma iniciativa, mal sabia ele que era a pior delas. Havia perdido totalmente a cabeça, não se importando com o que viesse a aparecer naquela porta, queria apenas tê-la.

O filme daquela cena voltava como uma luz para seus olhos, porém a escuridão era tomada novamente quando se lembrava de como você havia corrido.

Repetia as palavras de xingamento para si mesmo, quase se espancando por suas últimas ações indesejadas. Queria poder fazer alguma coisa, mas a única coisa que via até ele era como não pôde pensar em como você se sentiria, afinal andróides não era o seu forte.

"Eu não sei se…" O que menos Connor esperava aparece na porta interrompendo tudo o que vinha a ele. "Connor? O que cê tá fazendo aqui?" Gavin perguntava ao lado de Nines que permanecia com a expressão séria de sempre.

"Eu disse que tinha alguém aqui." Nines dizia alertando seu parceiro que havia duvidado do mesmo.

"Cala a boca."

Connor não estava nem aí para quem aparecesse ali, continuava apoiado em uma mesa ali perto com o olhar fixo no chão. Estava quieto, qualquer um que o visse poderia pensar que havia acabado de ser atingido por um caminhão em movimento.

Quando Nines percebe que Gavin estava se preparando para levantar o tom, o mesmo bate o cotovelo do braço do outro para que pudesse reparar como o androide estava.

Connor pensava que talvez poderia satisfazer a vontade de te ter apenas realizando um beijo, mas não foi o possível pois aquele desejo aparentava ser insaciável quando ouvera tido aquele seu toque acariciando seu abdômen que queimava pelo calor das duas peles criadas por materiais diferentes.

"Caralho, comeu merda e ficou enjoado?" Com aquela pergunta idiota Connor apenas fica com menos interesse por quem estava ali. Se pudesse pegava a cabeça de quem estava o incomodando e estourava na parede, mas aquele estilo não era o do androide.

"Recomendo que não venha a começar, Gavin." Connor propõe seriamente na esperança que Gavin fosse embora dali.

"Tsc." Deu de ombros. "Onde está (s/n)?" Connor não responde, não sabia onde você estava, afinal a forma como você saiu era impossível de se distinguir.

O andróide estava tão concentrado em o que acabara de acontecer, que nem se pronunciou em rastrear o seu carro pelo seu GPS. Não que por ser um GPS que fosse ser inútil, mas com essa tecnologia avançada era algo de realmente se fazer uso. Um pequeno pontinho de felicidade aparece no androide por realmente conseguir fazer isso, afinal são apenas pessoas próximas que tem a capacidade de rastrear alguém ou o veículo de alguém.

Seu LED havia rodado em amarelo por um momento, quando seu olhar se torna em dúvida. Não era possível rastrear, mas não porque era algum erro com o sistema do andróide. Connor começava a ficar preocupado, isso nunca ouvera dado errado, o que seria? Será que o seu ato causou tanto impacto a ponto de você ir embora pra bem longe? Tudo bem que Connor exagerava muito, mas quando se tratava a preocupação em relação a você ele sempre era exagerado.

De repente invadindo aquela preocupação do androide, o seu celular toca mostrando a ligação de seu antigo parceiro Hank. O velho não tinha o costume de ligar, estranhando a percepção de Connor.

"Hank?" Perguntava o nome de seu velho parceiro tentando ouvi-lo em meio aquela falação junta de vários carros em movimento. O vento que batia contra o auto falante do celular estava atingindo a audição do androide que começava a se preocupar com aquele movimento. Hank parecia conversar alto com algumas mulheres que faziam um grande barulho em meio aquele movimento. Se conhecesse bem seu antigo parceiro, diria que estivesse em um strip club, mas não era o aparente. "Hank, está ai?"

"Connor?!" Hank imediatamente ao ouvir a voz do androide coloca o celular ao ouvido. Parecia estar arrastando algo sobre um chão asfaltado. "Onde é que você tá, porra?!!"

"H-hank? O que aconteceu?" Foi necessário Connor tampar o ouvido direito para que pudesse ouvir Hank do outro lado da linha.

"A (s/n), caralho!" Connor não havia escutado, pois Hank havia tirado o celular do ouvido para poder falar algo para uma enfermeira. "Ô porra!! Será que dá pra andar logo nessa merda??" Mesmo que Hank não estivesse perto do auto falante, sua gritaria com a enfermeira foi possível de se escutar a metros de distância.

"Hank? O que aconteceu??"

"Mas que merda, Connor! Um caminhão fechou o carro de (s/n) contra um poste em meio a rodovia."

"O-o que...?" O corpo de Connor inteiramente congela, ficando por um longo momento sem palavras. Os dois olhares o olhavam cheios de completa duvida prestando atenção no andróide e nas falas de Hank que o chamava em gritos altos mas que eram impossíveis de Connor poder nem sequer ouvir pelo choque tremendo que havia recebido pelo seu corpo sintético. Se sentia confuso e ao mesmo tempo culpado por ter feito aquilo com você, afinal você não teria saído daquele jeito se não fosse por ele. O desespero iria vir em questão de segundos, Connor ainda estava na fase de não conseguir acreditar na real notícia que ele nunca queria que fosse verdade. Queria se mexer e poder fazer alguma coisa, mas nem falar ele conseguia. Se amaldiçoava internamente pelos seus programas altamente avançados não servirem para nada agora, não poderia lhe trazer a saúde. Seus olhos queriam esbravejar um completo oceano azul por ter recebido aquela notícia horrorosa. Seu coração batia a mil por hora e o enjôo que ele nunca ouvera tido na vida parecia ter vindo a tona pela primeira vez. As luzes das enormes janelas da academia fazia Connor lembrar dos detalhes de seu rosto sob elas quando estão dentro do carro durante a noite iluminada pela cidade. Queria que cada momento lindo junto a você voltasse, mas ao mesmo tempo não queria que nada disso tivesse acontecido por motivos de estar rodeado de completa paixão relacionada a você. Connor de certa forma gostaria de poder fingir que nada daquilo ouvesse acontecido, que ele não ouvesss a ter sido criado, queria apenas deitar sobre sua cama e apagar para que não tivesse a obrigação de chorar por ter que vê-la em estados indesejáveis.

Aos poucos naquele silêncio perturbador apenas da parte dos três ao mesmo cômodo, Connor vem a tomar finalmente a consciência que estava em uma situação bruta o suficiente para ficar ali parado sem fazer nada, mas parecia não conseguir mover um músculo, seu corpo clamava apenas por estar em sua companhia em um dia comum de trabalho, sem sentir nada de amor por você, mas desde o primeiro dia algo inexplicável ardia nele, mesmo que não pudesse e nem ouvesse a explicar.

"Connor?! Connor?!! Puta merda, Connor." Hank pronunciava mil vezes o nome de Connor afim de conseguir sua atenção, mas o androide ainda não estava sóbrio o suficiente para poder ouvir alguém que não seja você.

Quando Gavin percebe que o androide não iria conseguir falar nada, o mesmo toma o celular das mãos de Connor, afim de responder Hank ao outro lado da linha.

"Hank? Tá aí??" Gavin tenta chamar Hank, que depois de alguns segundos o mesmo responde, mas não é possível o androide ouvir nenhuma resposta vinda dos grunhidos do auto-falante daquele celular. Ele olhava tudo ao seu redor, era como se visse ele mesmo entre suas pernas segurando sua cintura enquanto a explorava, realmente talvez não devesse ter feito aquilo por impulso, mas não pôde deixar daquela forma. Por um momento, Nines aparece ao lado de Connor colocando a mão em seu ombro, claramente não parecia ter nenhuma experiência de tranquilizar humanos, mas tentava ao máximo. "Sim, é eu posso, estamos indo."

Gavin desliga o celular quando concorda com o Tenente pela última vez, se voltando para Connor.

"Anda logo, é sua garota, não a minha." Connor não escutava direito por estar muito ocupado em sua mente e ignorava toda palavra de Gavin, mesmo que por incrível que pareça fossem boas.

Impediu-se de ficar ali parado, dirigia nervosamente repleto de pavor e preocupação. Seu coração que bombeava Tirium parecia sair pra fora enquanto ele batia rapidamente pelo medo de encontrá-la inconsciente sobre uma cama de hospital. Seus olhos clamavam em cair em grande choro, mas não podia, precisava manter postura, se fosse assim nunca chegaria naquele hospital. Cada segundo era clara tortura para aquele androide desesperado só queria chegar até o quarto onde você estava e vê-la viva, bem, com saúde, era o que ele queria.

Você não era de plástico, não era de aço, não era de metal e muito menos de tecnologia, você era de carne e osso, você poderia morrer a qualquer momento e não haveria nenhuma peça para trocar em seu corpo para que você voltasse a reviver. Era uma peça insubstituível, a primeira a vir o atingir com esse sentimento tão lindo que ele desejava crescer com você.

Estava aterrorizado, tanto que sua companhia do carro apenas tentavam o acalmar, mas ele apenas se culpava por receber aquela chamada, aquela notícia vinda da própria boca de Hank. Ele apertava o volante entre os dedos na tentativa de depositar sua raiva sobre ele, tendo assim um volante quase destruído.

[…]

Finalmente o barulho do aparelho ao lado de sua cama o trazia de volta a consciência de onde estava, de onde havia entrado, no hospital aonde as chances eram enormes de tê-la sem vida. Estava com as mãos cruzadas perto da boca, com os cotovelos apoiados na beirada de sua cama apenas esperando o seu sinal de vida. Mesmo que se encontrasse cheia de hematomas roxos e amarelos você continuava linda dormindo como uma princesa, agora o andróide conseguia ver o quando você significava para ele, estando ali quase sem vida. O medo nunca havia vindo sobre ele, no máximo uma ansiedade, mas vê-la ali foi como um tiro certeiro ao mesmo.

Hank que estava do outro lado do quarto, tinha com toda certeza que estava mais cansado do que Connor, já que raramente androides se cansam. Mas era real, não haviam dormido nada durante as 10 horas que esperavam você de recuperar da cirurgia e cuidados que você havia passado, mas não conseguiam colocar fé de que você acordaria. Seus órgãos internos foram gravemente feridos, aonde ouve uma hemorragia em seu estômago, necessariamente levando a uma cirurgia que havia demorado horas para acabar.

Connor já estava quase pulando daquele prédio, claro, um modo de falar, mas estava aterrorizado em não ter visto a bela cor de seus olhos que o hipnotizava toda vez que os via se abrirem. Ele serrava seus pulsos enquanto a encarava sem piscar, buscando alguma informação de seu estado, mas nada de bom era encontrado, apenas falava o que era nítido, seu estrago.

"Ei, por favor, Connor. Acalme-se." Hank que estava do outro lado do quarto sentado na poltrona, tenha pela vigésima vez colocar na cabeça de Connor que ele precisava se acalmar. Ele sabia disso, todos sabiam, mas como? Não era possível adotar uma posição calma vendo você acabada, naquele estado deprimente.

"Hank, foi minha culpa. Se eu não tivesse…" Connor novamente se lembra de como havia tomado sua boca para ele, mas não queria se lembrar, pois cada vez se culpava ainda mais. Falava em um tom choroso, e realmente, seus olhos já lacrimejavam por ter estragado tudo, por ainda não a ver de pé. Tentava pronunciar várias frases em sua cabeça e por incrível que pareça aquilo era o que mais o acalmava, já que faziam todo o sentido.

"Connor, como foi sua culpa se você estava longe? Não poderia impedir o acidente." Ele dizia em um tom cansado e preguiçoso. Connor queria estrangular Hank por não entender, compreender ou nem ao menos criar uma indagação de culpa sobre o andróide, mas não tinha como imaginar o que ele havia feito de qualquer forma.

"Hank… você não entende…" Connor novamente cai na cadeira a observando, vocês dois sabiam exatamente do que estavam falando, mesmo que você estivesse desacordada.

"Independente, não foi você."

"Claro que foi Hank! Eu poderia ter feito milhões de coisas para ter impedido o que eu fiz e eu sei disso, por que eu já calculei centenas de vezes o que eu poderia fazer, MAS EU NÃO FIZ. Se eu não tivesse deixado ela fugir, se eu não tivesse me deixado levar, ela estaria aqui! Se eu não tivesse..." Connor já havia se enlouquecido de raiva ao levantar daquela cadeira, estava verdadeiramente sem paciência consigo mesmo, com toda a vontade de pagar o que fez com você. "Se eu não tivesse… a beijado." Aquela declaração a frente de Hank, só o fez levantar a cabeça em choque, não acreditando no que Connor havia dito. Seus olhos estavam arregalados e agora ele já não escondia o rosto nas mãos.

"Você o que…?" Hank que já parecia ter saído de seu próprio corpo de tão chocado que estava, já perguntava em completo juramento que não havia escutado aquilo. Connor estava virado para a porta com as mãos na cintura, respirando alto afim de descansar pelo seu desabafo.

"Desculpe, Hank…" Connor finalmente percebe que não devia ter deixado escapar e ao ver a feição do mais velho, não pôde deixar de se desculpar. "Se eu não tivesse me apaixonado, ela não teria…"

"Não, não." Hank faz um sinal com o indicador para que Connor calasse. Não estava decepcionado nem nada disso, estava apenas sem palavras por ter tido essa revelação que não esperava em nenhum momento de sua vida.

"Me desculpe se não era isso que você queria para sua sobrinha, Hank." Por fim, uma pequena lágrima indesejada acaba escorrendo pelo rosto de Connor quando ele volta o olhar denovo para você na cama. Hank ainda estava sem acreditar, tanto que precisaria de provas para isso.

"Não pense isso, garoto. Isso não quer dizer nada." Hank respondeu sincero, na tentativa de tirar aquele pensamento da cabeça do andróide. Connor volta a se sentar na cadeira, deixando seu corpo se relaxar ali mesmo. "É só que… não achava que você fazia o tipo da (s/n), pelo jeito eu estava errado."

"Ela foi embora Hank, não deveria ter acreditado no que ela dizia estando sob o efeito do álcool." Hank que estava totalmente por fora dessa história, apenas compreendia tudo por indagações que criava em sua cabeça, e que por incrível que pareça estavam certas.

"Pense, ela odiava andróides a pouco tempo atrás, mesmo que ela goste de você, pode ter sido um choque para ela, entenda isso." Ao finalizar a frase que mexe um pouco com Connor, a porta atrás do androide é aberta, onde revela a pequena figura de Annie, que estava em uma expressão de completo cansaço.

A menina anda em passos lentos até Connor, quando senta em seu colo apoiando a cabeça em seu ombro. Estava com olheiras e seu rosto estava todo em um tom avermelhado por ter chorado tanto essas últimas horas ali no hospital. Connor havia a trago de sua casa para ali quando descobriu o seu acidente.

"E-ela vai ficar bem, não vai?" Annie pergunta gaguejando por estar tão preocupada como os outros, havia chorado muito mais do que Hank, afinal você foi uma mãe para ela, está sendo uma mãe na verdade. Connor não sabia o que responder por um longo tempo, quando finalmente é sincero.

"Eu não sei, Annie… eu espero que sim." Lá estava um acabado tentando confortar outro acabado, era difícil. Hank ainda pensava naquele assunto que tivera a pouco tempo, enquanto Connor segurava Annie que rapidamente caiu em um sono profundo estando encostada ao ombro do androide.

O que menos conseguiu dormir naquela noite foi Connor, que além de ter que cuidar da garota, tinha que cuidar de você também, aonde não conseguia tirar um único minuto os olhos que a vigiavam se iria acordar a qualquer momento.

                        ✿✿✿✿

Aonde aquela luz branca e reluzente que a cega quando pela primeira vez daquele dia você abre os olhos, nota-se que seus braços eram todos tragos com uma pressão horrorosa aonde faziam seus batimentos cardíacos passarem sobre a pequena tela na estante ao lado de sua cabeça. Era uma visão por completo embaçamento em que a impossibilitava de saber o que era aquele lugar todo revestido de branco. Seus olhos ardiam por ter ficado tanto tempo em meio aquela escuridão em que acontece quando você apaga, queria tentar passar a mão em seus olhos para aliviar a ardência, mas não era possível fazer nada com aquelas armas a prendendo. Era tão teimosa que se recusava em continuar presa, tendo a tentativa de arrancar a força aqueles fios de seu braço, mas estava tão fraca que não conseguia nem fazer uma mudança em seu corpo, nunca havia sentido tal fraqueza, nem quando havia desmaiado pela primeira vez em sua infância. A dor de cabeça ainda fazia seu corpo inteiro arder de dor, se mesclando com a enorme ferida que havia em sua coxa direita, era tão enorme que as outras eram até ser possíveis de se esquecer. Seus ouvidos não ouviam nada, a única coisa que era possível de se ouvir e entender era o zumbido que estavam ecoando por eles, tirando todos os outros sons de seu alcance. Finalmente, pelo menos uma vez você pode apertar seus olhos e abri-los de novo tendo uma visão mais clara de onde estava.

Era um local familiar, aonde o bip constante do aparelho ao seu lado interrompida o zumbido de seu ouvido. Quando sua consciência volta aos poucos, um gemido de dor escapa de sua boca quando sente sua perna arder como nunca, foi obrigada a apertar os lençóis daquela cama de hospital para descontar a dor, mas nada adiantava. Era possível se ouvir o movimento ao lado de fora daquela porta, onde sua vontade era apenas passar por ela e nunca mais voltar ali. Ainda estava escuro, mas não por ser a noite, parecia estar em torno de uma da manhã, mesmo que você achasse que fosse umas onze.

Olhando mais para baixo, era possível notar que sua perna estava com uma faixa que graças aos céus se encontrava limpa. Estava com um vestido azul e branco de hospital, mas não era aqueles com aberturas pelo corpo. Tentava se sentar na cama, mas para isso iria precisar da ajuda de algum anjo bom o suficiente para lhe levantar. Mas provavelmente, não deixariam você sair daqui agora, mandariam você descansar, e realmente, estava muito cansada, mas não queria voltar a dormir, queria saber o que havia acontecido. Ah, é verdade, o que aconteceu? Colocando o cérebro para pensar na tentativa de se lembrar dos acontecidos da noite passada, você o faz, mas sem sucesso de primeira.

Você decide tentar parar de fazer sua mente forçar, tentando encontrar uma boa posição naquela cama, mesmo que não tivesse muitas escolhas. Lentamente é pega em um sono tranquilo, que poderiam durar um mês inteiro.

Detroit_ 8:46 PM

"Ei, pirra." Hank a chama cuidadosamente encostando em seu ombro na tentativa de lhe acordar. "Vamos, acorde."

Aos poucos e em uma grande lentidão seus olhos se abrem, revelando uma expressão triste e cansada de seu velho com os olhos avermelhados e inchados. Era mais de ter dó a expressão de Hank do que seu estado, parecia estar acabado e precisava de uma longa noite de sono, mesmo que não pudesse. Carregava um prato de comida em uma mão e na outra um copo de suco, aonde em outro estado melhor você não recusaria.

"O-o que…" Naquela tentativa inútil de falar, sua voz sai falhada, trazendo uma tosse alta e rouca de sua parte.

"Só come, tente não tagarelar agora." Hank propõe, ajudando você a finalmente se sentar na cama, que agora não era mais sua vontade, só queria continuar dormindo.

Ao ver aquela comida na cômoda ao seu lado você faz uma expressão de sem fome, aonde Hank entende.

"Só toma esse suco e esse remédio pra você poder falar, okay?" O mais velho pede e você preguiçosamente assente.

Hank volta para se sentar na poltrona distante de sua cama, aonde ficava perto da janela. O mesmo afunda o rosto em suas mãos, um claro sinal de cansaço. Queria poder sair daquela cama e dar espaço para o velho, mas se você fizesse isso ele a mataria.

Ao beber aquele remédio, era como se parecesse que uma grande pedra saísse arrastando de sua garganta, deixando a oportunidade de coçá-la.

"O-o que… a-aconteceu?" Finalmente aquilo saia com mais clareza, deixando com que você pudesse finalmente falar alguma coisa possível de se entender. Hank solta um longo suspiro antes de respondê-la, finalmente levantando sua cabeça para olhá-la.

"Um caminhão fechou seu carro contra o poste da rodovia enquanto você voltava da delegacia."

"Puta merda… como é que tá meu carro?" Você pergunta decepcionada consigo mesma, na vontade de ir correndo atrás de seu carro.

"Por Deus, (s/n). Olha seu estado e você tá preocupada com o carro." Hank reclama e não havia jeito, você suspira em derrota, estava realmente querendo saber como ele estava, mas é claro que estava destruído.

"E… quantas horas?"

"Oito da tarde, você dormiu por dois dias inteiros." A informação faz seus olhos se arregalarem em surpresa, nunca pensou que conseguiria dormir esse tempo todo. "O médico me disse que você acordou durante a noite pela sua respiração. É verdade?" Os olhos azuis e cansados de Hank se encontram com o seu, deixando transparecer sua dúvida. Agora sim o motivo de Hank não estar surpreso por seus olhos estarem abertos é revelado, o médico disse que você havia acordado durante a noite.

"É, eu acordei." Você concorda, soltando um longo bocejo, acalmando Hank. "Onde está Connor?" Você pergunta curiosa, já que eles sempre está onde você está.

Hank parecia incomodado, suspirando pesado com a pergunta. "Ele... foi comprar algumas roupas para você, com a loirinha." Naquele apelido, todo seu corpo se contraí ao saber quem era. Annie poderia ter ficado aquele tempo todo sozinha em casa, com toda certeza preocupada sobre aonde você estava. Mas não tinha o que fazer, graças aos céus ela está segura com Connor agora, então não tinha muito com o que se preocupar. "Droga (s/n)… tem ideia como que o garoto ficou ao saber de você?"

"O que?"

"É, isso mesmo. Connor estava completamente acabado e desesperado com seu estado, está até agora pensando que você não irá acordar, mas cá está você." Ao ouvir aquele nome em meio a aquelas palavras, toda a lucidez veio sido traga até você.

"Ah, merda…" Ainda com problema na voz, você bate a mão na testa em nervosismo. Como não havia se lembrado daquilo? Só você mesmo. Simplesmente estava se amaldiçoando por você ter sido tão idiota a ponto de fugir daquele momento tão bom que você havia tido, além disso ter decepcionado alguém. Aquele androide era o exemplo de carinho com você, mas você o rejeita daquela forma. Ok, não foi bem uma rejeição, mas mesmo assim, não é muito ético sair daquele jeito após quase ter desafivelar aquele cinto. Não que você quisesse ter tido algo a mais, e realmente não queria tudo tão rápido, mas se você não ouvesse tomado a consciência, ele teria tomado? Não queria pensar nisso agora, mesmo que talvez fosse impossível prestar atenção em outra coisa a não ser essa.

"O que foi?" Hank pergunta preocupado com sua reação, adotando um tom mesmo assim cansado. Você não responde pelo simples fato de não querer dizer, começando com aquelas suas manias de nervosismo, como roer as unhas.

Em um simples passo de mágica, a porta é aberta, trazendo a imagem de Annie que segurava uma caixinha cinza.

"(S/n)…" Ao lhe ver, a loira se choca, trazendo uma expressão pálida. "Você… acordou."

"É, aquele médico não era tão burro." Hank diz sobre aquela poltrona, suspirando pelo a cansaço.

Annie acaba deixando a caixa cair, correndo até a sua cama e pulando em cima dela. O abraço da garota era tão forte que faz você sentir uma dor interna no estômago, mas a ignora totalmente quando vê a alegria de ter seu abraço nos olhos de Annie. Os seus lábios tomam um sorriso carinhoso verdadeiro por saber que a mais nova estava em segurança. Seus olhos saiam pequenas lágrimas, aonde tentava esconder sobre o seu ombro, mesmo que fosse perceptível o barulho de seu baixo choro. Você passa as mãos pelo o cabelo da mesma, afim de fazer um carinho para acalmá-la.

"Ei, eu tô aqui, não precisa chorar..." O tempo em que você ficou desacordada passou como um piscar de olhos para você, mas para o pessoal de fora, dois dias em vê-la apagada em uma cama foi claramente uma tortura, mesmo que você não fizesse nem ideia. Annie não responde, apenas continua um tempo ali com você.

Quando você finalmente percebe que Connor não havia aparecido, seus músculos acabam se retraindo em nervosismo por ter fugido daquela forma.

"Annie, onde está Connor?" A menina volta a se sentar normalmente, voltando os olhos para você.

"Ele foi buscar um remédio com a enfermeira." Aparentemente ele estava ali a procura de uma medicação para você, não demoraria muito para que aparecesse na porta.

Annie se levanta e vai perto da porta se ajoelhando ao chão, pegando a caixinha cinza que havia deixado cair.

"Era pra ser um presente para quando você acordasse, espero que você goste." Annie dizia ainda com os olhos avermelhados pelo choro. Ao olhar aquela caixinha linda amarrada com um laço você sorri, era fofo lembrarem de você na esperança de lhe agradar quando você acordasse.

Ao abrir, era uma pulseira com várias pequenos pingentes de estrela pratas e azuis. Em sua interpretação aquilo representava a noite, um momento em que você tanto amava presenciar.

"Puxa, obrigada. É linda." Você agradecia sincera, fazendo um carinho nos cabelos loiros da garota, que esbanje felicidade em saber de seu gosto.

Você fica com Annie uma boa parte do tempo conversando com a garota, não podia se mexer direito, estava toda dolorida e por mais que tivesse descansado por dois dias, seus olhos ainda pesavam para que se fechassem e adormecem. Sua respiração também doia pelo pulmão que havia sido também ferido, tanto que Hank a obrigou em usar o oxigênio que cobria sua boca e nariz. Não havia comido o que Hank trouxera, tanto que agora estava morrendo de fome. O velho havia saído para poder comprar algo que não seja comida de hospital para que você pudesse matar sua fome.

"Ei, você não é daltonica, é?" Você pergunta rindo para Annie que estava disputando a cor da capinha de seu celular.

"Claro que não, isso é vermelho."

"Annie, isso é verde claro." Ao olhar bem para a menina, ela parecia dizer o que realmente enxergava. "Eu vou te levar no oftalmologista depois que sairmos daqui."

"Ei, é você que tá passando mal, não eu." Você ri, mas realmente pensando séria se ela tinha problema na visão, ou não.

"Ok, ok. Tem razão." Finalmente concordando, você balança os cabelos da garota.

"Hank, você está…" Em questão de segundos, a porta do quarto é aberta, revelando a figura daquele androide que você tanto se preocupava. Ele estava com os cabelos não tão arrumados como sempre e sua gravata estava frouxa. Estava sem vontade nenhuma para fazer qualquer coisa desde quando a viu apagada nessa cama de hospital.

Sua expressão era perplexa de encontrá-la viva, sentada naquela cama. Não acreditava que estava a vendo naquele estado bom, por um momento pensou que ele sonhava ou delirava, mas simplesmente não conseguia acreditar. Aquele tempo todo você estava apenas dormindo, não havia entrado em coma, estava apenas em um sono profundo.

"Tenente… você…" Em ainda um olhar desacreditado, Connor pisca várias vezes para ver se enxergava direito. Você por outro lado esperava por ele, e tentava sorrir, mas era impossível. Queria era realmente voltar naquela cena novamente e se redimir de alguma forma por ter escapado daquela forma. "A-annie, p-pode nos dar licença? N-não vai demorar." Connor não gaguejava de vergonha nem nada, gaguejava por que sua atenção estava tão presa a você, que qualquer outra coisa que fizesse não faria com perfeição.

A garota logo pula da cama, com um grande sorriso pela felicidade de vê-la se encontrar com Connor novamente. Ela sai pela porta, mas não antes de fazer dois joinha para que você se saísse bem. Na verdade não se importava em falas perfeitas, queria apenas ter novamente o toque daquele que um dia fez com que você se apaixonasse perdidamente.

"Você está… viva." Connor por um segundo sem hesitar, anda até você a surpreendendo com um abraço muito mais apertado do que o de Annie agora pouco. Ele queria apenas tê-la denovo em seus braços, novamente sentindo o calor que apenas o seu corpo podia emanar, ninguém mais podia deixar tão apaixonado como você deixava, cada detalhe, cada textura e cada parte que ele aprendeu a amar em você. "Tenente, meu Deus… eu pensei que você tinha…" Ele falava em um tom que nitidamente mostrava sua vontade de chorar, sua vontade de jogar tudo pra fora, tudo o que ele guardara para si mesmo todos os dias, todos os minutos que a via sem mover nenhum músculo.

Você não se segurava, a Tenente durona que você sempre foi, já havia sumido a muito tempo, desde que você finalmente tomou a consciência de que realmente o amava, aqui e agora. Caiu em um choro um pouco preso pela dor interna que sentia quando fazia alguma força, mas isso não a impedia de mostrar o quanto estava arrependida de seus atos passados, ter deixado o androide sozinho em meio aquela noite tempestuosa, se corroendo em preocupação com você.

A mão de Connor passava por todo o seu rosto, até chegar em seu cabelo e fazer um carinho para acalmar aquele seu choro que era abafado sobre o ombro do andróide. Tinha mil coisas para falar, mas não conseguia, simplesmente não conseguia se expressar de forma alguma e mostrar que... Estava realmente arrependida.

"Eu pensei que nunca mais ouviria sua voz." Confessou um pouco tímido e ao pensar na possibilidade, seus olhos lacrimejam afim de pelo menos dar algum sinal, mesmo que Connor se recusasse. Você correspondia aquele abraço em milhões de sentimentos, da tristeza a felicidade, do amor até a preocupação, da confiança até… a esperança. Ali e agora, estava simplesmente prestes a fazer uma declaração enorme e clichê, mas com toda certeza cada palavra seria em pura sinceridade.

"Connor, me desculpe… eu não queria ter fugido daquela forma, eu não…" Connor a cala quando passa o polegar em seu lábio, tentando impedi-la de se desculpar. Ele finalmente pôde olhar direito para o seu rosto acordado, finalmente pôde analisar cada detalhe de seu rosto avermelhado pelo choro que acabara de ter, não queria ter chorado mas, como não?

"Tenente, nem em um milhão de anos deve se desculpar por algo que outra pessoa fez com o que acontecesse." Você não entendia, Connor se sentia culpado por você ter fugido? Não poderia ser, ele deveria estar triste com você, decepcionado, pelo menos você só esperava isso.

"H-h." Por um momento quando você percebe que o braço do andróide passava contra uma ferida, você solta um som estranho pela dor, fazendo o androide se afastar daquela região.

"M-me desculpe." Ao olhar bem, o andróide tira o lençol que cobria sua coxa e a analisa. "Quando você chegou estava pior." O andróide passeia os dedos sobre a lateral da faixa, tentando analisar melhor. "Quando eu vi seu estado, fiquei com tanto… medo." Confessou. "Eu nunca havia sentido algo tão horrível assim. Tive medo de nunca mais te ver, de nunca mais ver você sorrir."

"Connor, por favor, não se culpe por algo que você não tem culpa. Eu fugi, eu fui embora, se tivesse continuado quieta nada disso teria acontecido." Você levanta sua mão direita para ir de encontro ao rosto sintético que carregava um olhar de culpa, fazendo um leve carinho.

"Eu não devia ter lhe beijado, Tenente."

"Ei, por Deus Connor. Não se lembra que eu disse duas vezes que eu me apaixonei por você?" Connor volta a olhar profundamente em seus olhos, claramente com várias dúvidas na cabeça. "Eu disse e eu fugi." Concluindo, aquilo era lógico que foi sua culpa, mas claro que Connor nunca levaria isso em consideração.

"Tenente." Ao lhe chamar, o androide passa a mão em seu rosto, afim de colocar seu cabelo atrás da orelha. Queria lhe ver melhor, queria ver a sua expressão de consentimento, não queria que você fugisse novamente. "Se eu te beijar agora, você não vai fugir, vai?"

Por um pedido super simples e direto, seu interior teve um grande choque de queimação e desejo, não esperava aquilo, nem esperava um beijo, na verdade não esperava nada, esperava que Connor não quisesse mais nem olhar em sua cara, mesmo que fosse um pouco infantil.

"Nem se eu quisesse, eu acho." Você diz não conseguindo evitar um sorriso, estava sim falando dos fios e faixas que a envolviam naqueles aparelhos que contavam sua vida, estava impossibilitada de sair dali.

Em um pouco de timidez, você umedece os lábios secos com a ponta da língua, fazendo Connor se aproximar devagar. Você não queria esperar, em uma rapidez sobre-humana, você toma aquela gravata em suas mãos, trazendo aquela boca quente até ao seu alcance.

Como foi bom sentir pela segunda vez aquela língua encostando na sua, era ardente, um desejo único em que você poderia desfrutar sem desesperos de ir embora ou do momento acabar logo. Era calmo, sem pressa, tinham o dia todo apenas para terem a boca um do outro ali. Estava realmente cansada, mas isso não a impedia de depositar todo sentimento e vontade naquela boca que havia sido esquentada pela sua. Connor tirava a mão de seu cabelo para ir até suas costas, aonde havia o único corte do vestido, dando a oportunidade de adentrar sua mão ali mesmo. Com carinho e todo cuidado, o androide acariciava suas costas, mas não querendo abaixar mais sua mão, não devia fazer isso, não agora. Tendo a oportunidade de puxá-la mais para perto, ele o faz, colando sua barriga na dele, deixando-a sem nenhuma forma de sair. Você como sempre, nunca respeitava os limites e aproveitando a oportunidade de estar perto da gravata do androide você começa a desabotoar os primeiros botões de sua camisa branca. Com a outra mão, você puxava os fios de cabelo de Connor, que fazia com que o desejo dele ainda aumentasse.

Felizmente, Connor agora conhecia muito mais os limites do que você, e sabia que deveria respeitá-los, no tempo certo tudo acontece. Gentilmente, o androide interrompe o beijo, deixando um selinho delicado por último. Você o olha em dúvida, enquanto ainda estava com a mão esquerda em sua camisa.

"O que foi?" Connor sorri ao ver sua indignação e faz um leve carinho em seu lábio. Carregava um olhar cheio de ternura enquanto a via toda desarrumada e confusa do porque havia parado. O androide também não era um exemplo de arrumação, estava com o cabelo todo bagunçado e graças a você com a camisa toda amarrotada e terno quase fora do corpo. Seus ferimentos ainda doíam e o androide tentava ao máximo não chegar perto deles para não machucá-la, mesmo que você não estivesse ligando muito para isso agora.

"Devo lembrá-la Tenente, que você está se recuperando amarrada em uma cama de hospital. Não deve fazer nenhum movimento brusco." Dizia isso sem de dar conta do quão errado talvez poderia sair.

"E a gente ia fazer?" Abrindo uma oportunidade, você provoca com um sorriso leve e sombrancelha arqueada, rindo um pouco da reação futura do androide.

"B-bem…" O rosto de Connor trás um leve azul, fazendo você liberar um sorriso. Você boceja, voltando a se encostar no travesseiro afim de não fazer muito esforço.

Connor conversa um pouco com você que já bocejava de sono, apenas clamando por um sono profundo agora. Ele disse que ficaria ali até você dormir para que pudesse dormir mais fácil estando na companhia de alguém, claro que tiveram seus breves momentos de carinho e risadas, não muito exagerados, apenas algo bem light para que ele não atrapalhasse seu descanso. Mas não estava muito focado nisso, estava focado em ter aquele momento com você ali, estando bem.

Se sentia bem em ter você ali, viva, sem mais riscos de morte, era um alívio para ele, um alívio para os dois.


Notas Finais


Ká está, espero que tenham gostado

Agora eu vou dormir


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