História 50 Tons De Cinza-Kim Taehyung - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Rosé
Visualizações 68
Palavras 1.515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


B
O
A
L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 13 - Você sempre faz este tipo de observações...


— Kim me convidou para tomar café com ele.

●Continuação●

Ela fica boquiaberta. Chae emudece! Eu saboreio o momento. Ela me agarra pelo braço e me arrasta para o quarto que fica fora da sala de estar da suíte.

— S/n, há algo sobre ele. — Seu tom é cheio de advertência. — Ele é magnífico, eu concordo, mas eu acho que ele é perigoso. Especialmente para alguém como você.

— O que você quer dizer, com alguém como eu? — Eu exijo, afrontada.

— Uma inocente como você, S/n. Você sabe o que eu quero dizer, — ela fala um pouco irritada. Eu ruborizo.

— Chae, é apenas um café. Eu estou começando meus exames finais esta semana, e eu preciso estudar, então eu não vou demorar muito.

Ela franze seus lábios como se considerando meu pedido. Finalmente, ela pesca as chaves do carro do bolso e entrega-as para mim. Eu entrego as minhas.

— Eu vejo você mais tarde. Não demore muito, ou eu vou enviar uma busca e salvamento.

— Obrigada. — Eu a abraço.

Eu saio da suíte para encontrar Kim Taehyung esperando, encostado contra a parede, parecendo com um modelo em uma pose para alguma brilhante revista top de linha.

— Ok, vamos tomar café, — eu murmuro, ruborizando como uma beterraba vermelha.

Ele sorri.

— Depois de você, Senhorita Jeon. — Ele se ergue, levantando a mão para que eu vá primeiro.

Eu faço meu caminho pelo corredor abaixo, meus joelhos trêmulos, meu estômago cheio de borboletas e meu coração em minha boca, batendo em um ritmo dramático desigual. Eu vou tomar um café com Kim Taehyung... e eu odeio café.

Nós caminhamos juntos pelo largo corredor do hotel para os elevadores.O que eu devo dizer a ele? Minha mente de repente paralisa com apreensão. Sobre o que nós vamos conversar?

O que na Terra eu tenho em comum com ele? Sua voz rouca e morna me surpreende de meu devaneio.

— Quanto tempo você e Park Chaeyoung se conhecem?

Oh, uma pergunta fácil para começar.

— Desde nosso primeiro ano. Ela é uma boa amiga.

— Humm, — ele responde, reservado. O que ele está pensando?

Nos elevadores, ele aperta o botão de chamada, e a campainha toca quase que imediatamente. As portas deslizam abertas, revelando um jovem casal em um amasso apaixonado do lado de dentro. Surpresos e envergonhados, eles se separam, olhando culpados em todas as direções, menos na nossa. Kim e eu entramos no elevador.

Eu estou lutando para manter uma expressão séria, então eu olho para o chão, sentindo minhas bochechas ficando vermelhas. Quando eu espio para Kim através de meus cílios, ele tem a sugestão de um sorriso em seus lábios, mas é muito difícil de dizer. O jovem casal não diz nada, e nós viajamos até o andar térreo em um silêncio constrangedor. Nós nem sequer temos uma inútil música ambiente para nos distrair.

As portas abrem e, para minha surpresa, Kim toma minha mão, apertando-a com seus dedos longos e frios. Eu sinto o choque correr por mim, e meus já rápidos batimentos aceleram. Quando ele me leva para fora do elevador, nós podemos ouvir as risadinhas suprimidas do casal que estoura atrás de nós. Kim sorri.

— O que tem os elevadores? — Ele murmura.

Nós cruzamos o extenso saguão movimentado do hotel, em direção à entrada, mas, Kim evita a porta giratória e, eu me pergunto se isto é porque ele teria que largar minha mão.

Do lado de fora, está um ameno domingo de Agosto. O sol está brilhando e o tráfico está limpo. Kim vira à esquerda e anda até a esquina, onde nós paramos, esperando pelas luzes de pedestres do cruzamento mudar. Ele ainda está segurando minha mão. Eu estou na rua, e Kim Taehyung está segurando minha mão. Ninguém jamais segurou minha mão. Eu me sinto tonta, e eu estou formigando por toda parte. Eu tento sufocar o ridículo sorriso que ameaça repartir meu rosto em dois. Tente ficar fria, S/n, meu subconsciente implora. O homem verde aparece, e nós andamos novamente.

Nós caminhamos quatro quarteirões, antes de alcançarmos a Cafeteria de Portland, onde Kim me libera para segurar a porta aberta, para que eu possa entrar.

— Por que você não escolhe uma mesa, enquanto eu pego as bebidas. O que você gostaria? — Ele pergunta, cortês como sempre.

— Eu quero… um, English Breakfast tea, em saquinho.

Ele levanta suas sobrancelhas.

— Café não?

— Eu não gosto de café.

Ele sorri.

— Ok, chá em saquinho. Açúcar?

Por um momento, eu fico atordoada, pensando que está me chamando carinhosamente, mas felizmente meu subconsciente entra em ação com lábios franzidos. Não, estúpida, se você quer açúcar?

— Não obrigada. — Eu olho para baixo para meus dedos atados.

— Alguma coisa para comer?

— Não obrigada. — Eu sacudo minha cabeça, e ele anda para o balcão.

Eu disfarçadamente olho para ele sob meus cílios, enquanto ele está na fila de espera para ser servido. Eu poderia observá-lo o dia todo… ele é alto, de ombros largos, esbelto e a forma como suas calças pendem de seus quadris… Oh meu Deus. Algumas vezes ele corre seus longos e graciosos dedos por seus agora, cabelos secos, mas ainda desordenado. Humm… eu gostaria de fazer isto. O pensamento vem espontaneamente em minha mente, e meu rosto incendeia. Eu mordo meu lábio e olho para minhas mãos novamente, não gostando para onde meus pensamentos rebeldes estão se dirigindo.

— Um centavo por seus pensamentos? — Kim está de volta, assustando-me.

Eu fico roxa. Eu estava apenas pensando em correr meus dedos por seus cabelos e perguntando-me se pareceria suave ao toque. Eu balanço minha cabeça. Ele está carregando uma bandeja, que ele coloca sobre a pequena mesa redonda de carvalho envernizada. Ele me entrega uma xícara e um pires, um pequeno bule, e um pratinho contendo um solitário saquinho de chá impresso “Twinings English Breakfast”, meu favorito. Ele carrega um café que ostenta um maravilhoso padrão de folhas impresso no leite. Como eles fazem isto? Eu me pergunto à toa. Ele também comprou um bolinho de mirtilo para si mesmo. Pondo de lado a bandeja, ele se senta do meu lado oposto e cruza suas longas pernas. Ele parece tão confortável, tão à vontade com seu corpo, eu o invejo. E aqui estou eu, toda desengonçada e descoordenada, incapaz de conseguir ir de A até B sem cair de cara no chão.

— Seus pensamentos? — Ele solicita.

— Este é meu chá favorito. — Minha voz é calma, ofegante. Eu simplesmente não posso acreditar que eu estou sentada em frente a Kim Taehyung, em uma cafeteria em Portland. Ele franze a testa. Ele sabe que eu estou escondendo algo. Eu coloco o saquinho de chá no bule e quase que imediatamente o pesco novamente com minha colher de chá. Quando eu coloco o saquinho usado de volta no pratinho, ele dobra sua cabeça olhando pra mim interrogativamente.

— Eu gosto de meu chá preto e fraco, — eu murmuro como uma explicação.

— Entendo. Ele é seu namorado?

Uou… O que?

— Quem?

— O fotógrafo.Park Jimin.

Eu rio nervosa, mas curiosa. O que deu a ele aquela impressão?

— Não. Jimin-ssi é um bom amigo, apenas isto. Por que você pensou que ele fosse meu namorado?

— O modo como você sorriu para ele, e ele para você. — Seu olhar azul mantém o meu. Ele é tão enervante. Eu quero desviar o olhar, mas eu estou presa, encantada.

— Ele é mais como da família, — eu sussurro.

Kim acena ligeiramente com a cabeça, aparentemente satisfeito com a minha resposta, e eu olho para baixo para seu bolinho de mirtilo. Seus longos dedos habilmente descascam o papel, e eu assisto fascinada.

— Você quer um? — Ele pergunta, e aquele secreto sorriso divertido, está de volta.

— Não obrigada. — Eu franzo a testa e olho para baixo, para minhas mãos novamente.

— E o garoto que eu conheci ontem na loja. Ele não é seu namorado?

— Não. Hobi é apenas um amigo. Eu disse a você ontem. — Oh, isto está ficando ridículo. — Por que você pergunta?

— Você parece ficar nervosa ao redor dos homens.

Puta merda, isto é pessoal. Eu fico nervosa apenas ao seu redor,Kim.

— Eu acho você intimidante. — Eu fico escarlate, mas mentalmente eu dou tapinhas em minhas costas pela minha franqueza, e olho para minhas mãos novamente. Eu ouço seu profundo suspiro.

— Você deve me achar intimidante, — ele acena concordando. — Você é muito honesta. Por favor, não olhe para baixo. Eu gosto de ver seu rosto.

Oh. Eu olho para ele, e ele me dá um sorriso encorajador, mas irônico.

— Isto me dá algum tipo de pista do que você pode estar pensando, — ele inspira. — Você é um mistério, Senhorita Jeon.

Misteriosa? Eu?

— Não existe nada misterioso em mim.

— Eu penso que você é muito auto-suficiente, — ele murmura.

Eu sou? Uau… como vou administrar isto? Isto é desconcertante. Eu, auto-suficiente? De jeito nenhum.

— Exceto quando você ruboriza, claro, o que acontece frequentemente. Eu só gostaria de saber por que você estava corada. — Ele joga um pequeno pedaço de bolinho em sua boca, e começa a mastigá-lo lentamente, sem tirar seus olhos de mim. Como se fosse uma sugestão, e eu ruborizo. Merda!

— Você sempre faz este tipo de observações pessoais?


Notas Finais


Mais um??Siim
To com auto-estimaaaa
Foi isso
Beijos!


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