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História 50 tons de Draco Malfoy - DRARRY - Capítulo 101


Escrita por:


Notas do Autor


Em tempos de corona vírus, quero ajudar um pouco a vocês que estão em casa, com uma pequena atualização de 50 Tons.

Esse capítulo é um alívio desde os capítulos anteriores, mas a partir de agora as coisas vão voltar ao ritmo normal nessa escola que adoramos.

Atualizei a capa da fanfic com os novos personagens e seus sobremomes, mas quando a terceira temporada estrear, vou atualizar novamente com os apelidos de cada um.

Fique em casa e boa leitura :)

Capítulo 101 - Tom Riddle


Fanfic / Fanfiction 50 tons de Draco Malfoy - DRARRY - Capítulo 101 - Tom Riddle

CAPÍTULO 101

TOM RIDDLE


— Você estuda aqui? — Tom perguntou.

Ele era um garoto curioso, pensou Hermione. Seu olhar era enigmático, quase hipnotizante, e tudo em seu corpo parecia ter sido milimetricamente calculado, desde a largura dos ombros, a extensão das mãos e os braços, definidos e bem ajeitados naquela camiseta branca. Não existia conversa com ele, mas sim uma total e estranha devoção a observá-lo.

— Sim — disse, quase gaguejando.

O garoto percebeu a falha em sua voz.

— Você não precisa se preocupar, não sou nenhum tipo de maníaco sexual ou sequestrador — ele não tirava os olhos do trânsito, sempre atento, os dedos segurando o volante com firmeza. Assim como os dedos de Draco, eles eram finos e longos, tão perfeitos que Hermione precisava olhar para os próprios pés, enquanto sentia um calor irradiando de seu peito. — Você parecia estar em maus bocados lá atrás.

Ela tinha que responder? Apesar de ser incrivelmente gostoso, ele ainda era um desconhecido, que coincidentemente estava fazendo passeio no estacionamento e agora a levava para o outro lado da cidade. Não sentia se era seguro, seus dedos apertavam com força o tecido de sua roupa. Talvez fosse melhor manter discrição.

— Eu estava fugindo — disse, por fim, soltando as palavras de uma só vez.

— Isso eu percebi — ele parou em uma sinaleira, os olhos cinzentos caindo por sobre a garota. — Mas o que você fez para ter que fugir daquela escola?

Engoliu em seco.

— Eu incomodei as pessoas erradas — no fundo, ela não estava mentindo, mas também não era a verdade.

— Você tem algum conselho?

— Conselho?

— É, você ainda não se perguntou o que eu estava fazendo naquele estacionamento? — o carro voltou a se locomover. — Eu estava indo fazer minha matrícula para o próximo ano letivo.

— Quantos anos você tem? — ela perguntou, incrédula, segurando um sorrisinho e uma risada na garganta. Ele era um deus grego, mas de cabelos negros, sentado bem ao lado dela, e estava dizendo que ia estuda em Hogwarts?

— Menos do que você espera — ele respondeu. — Eu estava quase desistindo de bater lá na frente, até que você apareceu. A escola está de recesso ou algo assim?

Como iria dizer que simplesmente os alunos estavam em guerra no pátio principal, se degladiando como bestas infernais? Ela ainda sentia o cheiro metálico do sangue, de como Córmaco, Draco e Simas estavam machucados mais do que o normal. Lembrou dos amigos, que agora deveriam estar sendo pegos por aquele bando de gente estranha ou ainda deveriam estar tentando se defender. Será que haviam encontrado um lugar seguro? Uma hora, aquilo teria que acabar, os professores e o diretor voltariam para a escola, e Harry e os outros poderiam pedir ajuda, certo?

— Você é bastante calada — ele comentou.

— É uma festa — disse, ignorando o que ele havia comentado segundos antes. — Estamos comemorando o fim do ano letivo.

— Então eu não posso participar?

— Infelizmente, não. 

Ela percebeu tarde demais o quanto de emoção havia colocado naquele "infelizmente". Ele olhou sorridente para ela, um sorriso cafajeste, antes de estacionar em frente a um prédio abandonado, longe da avenida. Não tinha mais nenhum carro naquela parte da cidade, apenas eles.

— Eu não quero te assustar — ele disse.

— Você já está fazendo isso.

Tom soltou o seu cinto de segurança, curvando-se lentamente na direção da garota. Ele estava tão próximo que Hermione conseguia sentir o calor do garoto, uma tensão sexual acumulada. O seu próprio corpo estava respondendo aquela sensação, suas pernas tremiam, seu estômago se revirava, e os peitos pareciam prestes a derreter de tanto calor. 

— Mas eu também não posso deixar de comentar o quanto você é bonita — ele apoiou a mão direita no banco de Hermione, que se arrepiou por inteira. — Como você disse que era seu nome mesmo?

— Hermione — respondeu, em um suspiro. O garoto estava tentando subir por cima dela, se aproximando calmamente. Hermione segurou a gola de sua camiseta, com força, o rosto fechado, e por alguns segundos Tom achou que havia interpretado tudo errado. — Você não prefere nos bancos de trás?

Tom sorriu, puxando Hermione para perto de seu corpo em um solavanco. Suas mãos eram pesadas e grandes, fazendo com que Hermione sentisse toda sua força de uma só vez, segurando sua cintura e o seu rosto. Seus lábios se uniram em um beijo selvagem, molhado, enquanto Hermione fazia questão de levantar a blusa verde do garoto, encontrando o tanquinho mais gostoso que já havia visto em toda sua vida de cadela desesperada. Debaixo do umbigo, uma fileira de pelos escuros desciam para dentro da calça, deixando-a tão molhada que soltou um suspiro quando Tom tocou seu peito.

Ele se curvou sobre o corpo dela, roçando seu volume entre as pernas da garota, enquanto arrancava sua blusa e segurava os peitos de Hermione, massageando-os em seus dedos. Ele estava maravilhado pela garota, por seu corpo delineado e liso, por seus peitos grandes e durinhos. Sua mão entrou com força entre sua saia, alcançando a calcinha da garota, os dedos prontos para sentir sua bucetinha quente e apertada.

— Você já está molhada — disse, roubando mais um beijo dela.

— Desde que você disse seu nome pela primeira vez — Hermione respondeu, descendo os lábios pelo pescoço do garoto, sentindo o calor de seu corpo contra o seu. Suas mãos desciam por seu peito, por seus mamilos, e por seu abdômen definido. Ela chupou cada pedaço daquela barriga, sentindo o gosto salgado do garoto em sua língua, antes de segurar com força seu volume por cima da calça jeans, tão duro que parecia doer. — Merda.

Ele olhou confuso pra ela, abrindo os olhos de seu torpor momentâneo de prazer. — O que foi?

— Todos os garotos que eu transo são gigantes — ela disse, puxando a calça do garoto para os joelhos e revelando seu pau, tão grande quanto o de Lee, branco e coberto por uma fina camada de pelos pubianos. Era grosso, repleto de veias, e a cabecinha rosada estava pulsando, soltando pré-gozo por toda a mão de Hermione. 

— Vai colocar na boca ou ficar encarando?

Ele segurou seus cabelos com força e empurrou seu quadril contra Hermione, colocando todo seu pau de uma só vez na boca quentinha da garota. Ela sentiu a rola tocar sua garganta, seu estômago contar um refluxo, enquanto segurava a respiração antes que Tom tirasse e enfiasse mais uma vez. Ele estava fodendo sua boca com vontade, fazendo Hermione perder o ar e a sanidade, os olhos fechando a cada estocada, enquanto ele tirava saliva e cuspe da boca dela, seu queixo lambuzado, caindo por seus peitos empinados e durinhos. — Eu prometo que vou mais devagar dentro de você.

— Nem pense nisso — ela disse, em um dos poucos intervalos onde aquele pauzão não estava em sua goela. — Bate em mim?

— É sério? — ele disse, sentindo uma onda de arrepio tomar conta de seu corpo. Como ele queria comer aquela garota até sentir seu corpo desmaiar de cansaço. — Eu só vou perguntar uma vez…

Ela segurou seu pulso da mão esquerda, o forçando a colocar todo seu pau novamente em sua boca, e concordou com a cabeça, antes de sentir um tapa forte atingir sua bochecha esquerda. Como imaginava, sua mão era pesada e forte, com certeza deixando marcas em seu rosto. Hermione segurava agora seu pau, tirando e colocando em sua boca, os lábios fechados em um vácuo contra aquele corpo duro e grosso, o som de seus lábios e sua língua estalando pela cabecinha, saliva escorrendo cada vez que sugava mais daquela rola. Se desfez de sua calcinha, colocando a mão de Tom em cima dela, e pediu que enfiasse com força, precisava ser estimulada na vagina e na boca ao mesmo tempo.

Os dedos longos e finos do garoto entravam com agilidade, fazendo movimentos circulares em seu grelo, lhe causando pequenos arrepios que subiam da espinha até a nuca, queimando o estômago e os peitos. Os lábios carnudos do garoto lhe beijavam o queixo, os lábios inferiores e chupavam sua língua, em um beijo molhado e grudento. 

— Agora — ela disse, em um suspiro.

Tom segurou os ombros de Hermione com força, curvando-se sobre seu corpo e segurando seu membro pela base. Ele olhou rapidamente para ela, em busca de um olhar que não deixassem dúvidas do que eles estavam prestes a fazer. Ela apenas fechou os olhos, apertando as mãos do garoto, sentindo os dedos dele debaixo dos seus, enquanto a única coisa em que conseguia pensar era “pobre buceta”. Tom entrou com força, primeiro colocando metade de seu membro, segurando a cintura de Hermione com seus dedos, sentindo cada pedaço da garota se apertando em volta de seu pau, a cabecinha entrando naquela cavidade apertada e molhada, pulsando todo seu prazer, as veias saltadas, tão grande quanto o seu tesão. Hermione soltou um gemido esganiçado, em uma mistura de consequências, dor e desejo.

— Posso? — ele perguntou, abrindo seus próprios olhos, aquela visão de Hermione com a cabeça pendida, os peitos molhados e mordidos, subindo e descendo a cada suspiro, lhe deixou mais duro. — Vai terminar de te rasgar todinha…

Ela se curvou sobre ele, agarrando-lhe em um abraço de urso, puxando seu corpo com força contra si mesmo, fazendo com que Tom entrasse por completo dentro dela, sua cintura chocando-se contra a dela, suas bolas batendo em sua bunda, a base do pau atingindo as coxas de Hermione.

— Agora é você quem manda — ela disse, sorrindo.

Tom sorriu em resposta, apoiando-se no banco debaixo de Hermione e começando a estocar em sua vagina, entrando e saindo com velocidade e precisão, seu corpo inteiro em uma fúria descontrolada de prazer. A cada estocada, Hermione sentia uma pontada crescente em seu corpo, suas pernas ficavam bambas e um gemido soava direto de seu peito, profundo e carregado de luxúria. De repente, Tom começou a desacelerar, entrar e sair aos poucos, em movimentos lentos e pesados, sua grossura deixando Hermione cada vez mais aberta, enquanto ela arranhava o estofado do banco com suas unhas; aquilo era uma tortura, sentia os biquinhos de seu peito endurecem, como se prestes a explodir, seu abdômen começava a ficar dolorido, por causa das estocadas, assim como sua cintura. Ele subiu sua mão direita por sua barriga, agarrando um dos peitos, enchendo sua mão, antes de beliscar levemente o biquinho. Ele saiu por completo de dentro dela, passou seus braços por baixo de sua cintura e a ergueu o suficiente para que ele conseguisse se encaixar entre suas pernas. Hermione já sabia o que estava prestes a acontecer, mas mesmo assim ela prendeu a respiração, encarando Tom com firmeza, antes de abrir um sorriso.

— E agora?

— Agora nós vamos para a parte dois — ele respondeu, tirando o seu indicador dos lábios, lubrificado, e colocando na entrada detrás de Hermione, onde as coisas seriam muito mais dolorosas e apertadas. — Posso?

Hermione soltou a respiração. — Por favor.


Draco estava deitado na cama de Córmaco, esticado de um lado a outro, sentindo todo seu corpo se contorcer de dor, enquanto Harry, curvado sobre seu peito, tentava fazer com que o namorado se acalmasse, mesmo sem sucesso. Cho, Teddy e Rose estavam em volta, assistindo a tudo enquanto tentavam descobrir se Harry era realmente era a pessoa mais apropriada para cuidar do loiro.

— Os outros estão piores do que ele — disse Teddy, jogando-se em uma cadeira. — Córmaco literalmente arrebentou a cabeça — continuou, mostrando a foto do amigo para as duas garotas. — Ele teve que ir para o hospital, não sei se vai voltar para o resto do ano escolar.

Harry soltou um suspiro.

— Eu ainda não acredito em tudo que aconteceu — disse, sentando-se ao lado do namorado. — É surreal como, de uma hora pra outra, eles passaram a odiar a Hermione.

Rose riu.

— Já estava na cara que eles iam dar um jeito nela.

— E você não nos avisou? — Rony perguntou, saindo do banheiro ao lado de Shawn, ambos com alguns curativos no canto dos lábios e sobrancelhas. — Você poderia ter evitado tudo isso.

— E vocês iriam acreditar em mim? — Rose perguntou, olhando séria para elas, que se manterem todos calados. — É claro que não, afinal a Hermione me odeia.

Os amigos se entreolharam, sem saber quem iria responder a Rose. Rony levantou a voz, levemente inseguro. — Não é que ela não goste de ti, ela simplesmente… tem medo que você tome o lugar dela.

— E quem tomou, no final das contas, foram os asiáticos — Teddy respondeu.

Coreanos, bobão — Cho respondeu. — Não me mistura com aqueles lá que eu não tenho nada a ver com isso.

— E o que vamos fazer agora? — Harry perguntou, preocupado. — Os professores estão voltando amanhã, então eu tenho certeza que eles vão fazer de tudo pra aparecer que passou um trator na escola.

— Eles já conseguiram o que eles queriam — Shawn disse, fazendo carinho em Rony. — Agora, vão se preparar pra fingir que nada havia sido combinado.

— E a Hermione? — Cho perguntou, preocupada. — Alguém sabe onde ela está e se vai ter como voltar?

Harry engoliu em seco, voltando a olhar para o seu namorado. — Só quem sabe a localização dela é o Cedrico e o Draco. E, agora, os dois estão basicamente desacordados. 

— De qualquer forma — Rose disse, enquanto não tirava os olhos de seu celular, enviando uma mensagem para James —, é melhor assim. Eles vão vir atrás de informações e, quanto menos soubermos, melhor.

— Eu não sei você, Rose, mas eu vou querer saber onde está a minha melhor amiga — Rony disse, levantando-se pela primeira vez desde que haviam chegado. — Eu vou dar uma olhadinha no Cedrico, ele deve está precisando de ajuda. Harry, se o Draco acordar, não esquece de pedir a localização da Mione.

— Pode deixar.

Rony esticou a mão, puxando Shawn, que o acompanhou para fora do dormitório. Agora, eram apenas Teddy, Rose, Harry e Draco, uma vez que Cho havia aproveitado a deixa para checar como as coisas estavam indo pelos corredores. Harry se apoiou contra a guarda da cama, olhando para os mais novos sentados nos sofás.

— Vocês não deveriam estar aqui — disse.

— Quem vai cuidar de você, Harry? — a voz de Teddy estava calma, perfeitamente balanceada apesar de tudo que haviam vivido nas últimas horas. A mecha azul de seu cabelo, que havia crescido extraordinariamente nos últimos dias, alcançando os ombros, balançava com a brisa que entrava pela janela. — Esqueceu que você também apanhou daqueles caras? Eu ainda consigo ver a carne aberta no seu rosto.

Harry fechou os olhos, aceitando o carinho do mais novo. Ele sabia que agora, mais do que nunca, eles precisariam estar juntos. Já haviam vivido tanta coisa juntos, se metido em tantas enrascadas, que uma ameaça vindo de seus próprios colegas não deveria sugar tanto suas vitalidades. Eles iriam encontrar uma forma de trazer Hermione de volta e colocar aqueles impostores para fora, assim como anos antes Lúcio havia sido expulso.

— James vai vir me buscar até os dormitórios — Rose disse, se levantando. — Você quer uma carona na nossa caminhada solidária, Teddy? 

— Não, eu tenho minha boca — o garoto sorriu. — Um boquete paga qualquer coisa hoje em dia.

Rose riu, beijando o amigo na testa, antes de acenar para Harry e também deixar o quarto. Agora, eram apenas eles três. Teddy se levantou do sofá, sentando-se ao lado de Harry, pegando em sua mão, fria e levemente calejada, depois de ter passado horas ao lado de Draco. — Parece que ele vai demorar um pouco pra acordar.

Harry concordou, ajeitando o travesseiro debaixo da cabeça do namorado. Ele não fazia ideia do que deveria dar para avaliar a dor de Draco, então estava apenas usando os remédios que Córmaco mantinha em seu banheiro.

A mão de Teddy desceu para a coxa de Harry, seus dedos apertando a carne do moreno. Seus lábios estavam contraídos, levemente apertados debaixo de seus próprios dentes, enquanto sentia o calor do corpo do mais velho sobre seus dedos. — Você quer uma massagem, Harry?

Harry levantou o olhar, surpreso.

— Ele não vai ligar — Teddy disse, apontando para Draco, subindo sua mão direto para a mala de Harry, apertando mesmo por cima do tecido das roupas. — Você está tento, preciso te deixar relaxado para cuidar bem do seu namorado.

Harry concordou, pendendo a cabeça para trás e se ajeitando de uma forma que Teddy conseguisse ficar sentado de frente para ele e conseguir movimentar seu braço. Ele próprio se apoiou em seus cotovelos, olhando para o menor que apertava com força seu pau, que começava a ficar duro debaixo da bermuda.

Teddy puxou o tecido a partir da cintura de Harry, revelando seu membro duro e reto, a cabecinha rosada e brilhante, babada de sua própria lubrificação. Ele segurou o pau pela base, firme, e  com a outra começou a masturbar o moreno, os dedos subindo e descendo pela extensão do pau, sua pequena comparada ao corpo do mais velho. Conseguia ver que Harry estava gostando, pela forma que fechava os olhos e segurava seu cabelo, forçando seu corpo contra o rosto de Teddy, desejando de forma descontrolada foder uma boquinha. O menor acatou o desejo do mais velho, ajoelhando-se de frente a ele e colocando seu pau na boca, matando a saudade que vinha sentindo de Harry, tanto macho, quanto rola. O moreno forçava seu pau a entrar na boca do loirinho, vendo ele fechar a boca em volta de seu pau, pequena e quentinha; em um impulso, ele segurou o rosto de Teddy e começou a estocar dentro de sua boca, vendo a saliva escorrer pela boca de Teddy, antes da porra explodir em seus lábios. 

Mais tarde naquele dia, Draco acordou, ainda grogue, apenas com Harry ao seu lado, o dia começando a terminar. Era agora de se comunicar com Hermione, mas eles logo foram interrompidos. Respirando pesado, completamente suado de ter subido todos os degraus correndo, Rony estava prestes a deixar suas vidas mais tumultuadas: Gina estava em trabalho de o


Notas Finais


P.S.: Na capa do capítulo, temos o Hero Fiennes-Tiffin um dos alter ego do Tom Riddle nessa fase da fanfic. Você também pode imaginar ele como o ator do Tom em Câmara Secreta.

Espero que tenham gostado, não esqueçam de deixar comentários e até a próxima :)

xoxo


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