História 50 Tons de Jungkook - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Jungkook
Visualizações 26
Palavras 1.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá genteee
Eu sei, demorei demais. Me perdoem 🙁 mas é que estava com muito trabalho bimestrais para fazer. E ainda tenho que fazer alguns então, estou morta. O capítulo de hoje está meio curto, eu sei, me perdoem, tentarei fazer outro o mais rápido possível.

Por isso, pelo a vcs um pouquinho de paciência comigo 🙁

Bem, vou deixar vcs lerem esse capítulo tão esperado. Bjos, e até o próximo. Espero que estejam gostando da história, escrever é quase como uma terapia para mim. Me dá prazer fazê-los gostarem de ler e se alegrarem. Bem, cá estou eu falando demais, Sorry kkkk.

Bem, fiquem com a história, e até o próximo 😍❤️💛💚💙💜

Capítulo 7 - Capítulo 07


Fanfic / Fanfiction 50 Tons de Jungkook - Capítulo 7 - Capítulo 07

(Antes....)

Suas palavras são a minha perdição, empurrando-me no abismo. Meu corpo estremece em volta dele, e eu gozo, ruidosamente, gritando com a boca no colchão uma versão engrolada do nome dele. Jungkook segue com duas estocadas secas, e para, se derramando dentro de mim ao gozar. Desaba em cima de mim, o rosto no meu cabelo.

- Porra. Kate — sussura ele, e se retira de mim imediatamente, rolando para o lado da cama.

Puxo os joelhos até o peito, totalmente esgotada, e imediatamente apago ou desmaio, caindo num sono exausto.

(Agora...)


Quando acordo, ainda está escuro. Não tenho ideia de quanto tempo dormi. Espreguiço-me embaixo do edredom, e me sinto dolorida, deliciosamente dolorida. Jungkook não está por perto. Sento-me na cama, observando a silhueta da cidade diante de mim. Há menos luzes acesas no arranha-céus, e a aurora começa a se anunciar no leste. Ouço música. As notas cadenciadas do piano, um lamento triste e doce. Bach, acho eu, mas não tenho certeza.

Enrolo-me no edredom e vou de mansinho para o salão. Jungkook está ao piano, completamente absorto na melodia. Tem uma expressão triste e desolada, como a música. Sua interpretação é espantosa. Encosto na parede da entrada, e fico ouvindo, embevecida. Ele é um músico muito talentoso. Está nu, o corpo banhado pela luz quente de uma luminária ao lado do piano. 

Vou de mansinho em sua direção, incitada pela música sublime e melancólica. Sinto-me mesmerizada, observando deus dedos esguios e habilidosos encontrarem e precionarem as teclas com delicadeza, pensando em como esses mesmo dedos lidaram com o meu corpo e o acariciaram com destreza. Enrubeço e suspiro com a lembrança, e aperto as coxas. Ele ergue os olhos, aqueles insondáveis olhos cinzentos brilhando, a expressão misteriosa.

- Desculpe — murmuro. — Não queria atrapalhar.

Ele franze o cenho.

- Com certeza, eu devia estar dizendo isso para você — murmura ele.

Ele acaba de tocar e põe as mãos sobre as pernas.

Vejo agora que está vestindo calça de pijama. Corre os dedos pelo cabelo e se levanta. Usa as calças caídas nos quadris, daquele jeito... minha nossa. Fico com a boca seca quando ele displicentemente dá a volta no piano e vem na minha direção. Tem ombros largos, quadris estreitos, e seus músculos abdominais ondulam quando anda. Ele é mesmo um espanto.

- Você devia estar na cama — adverte.

- Essa foi uma peça linda. Bach?

- Transcrição de Bach, mas originalmente um concerto para oboé de Alessandro Marcello.

- É deslumbrante, mas bastante triste, uma melodia muito melancólica.

Ele dá um sorrisinho.

- Para a cama — ordena.— Você vai estar exausta amanhã.

- Acordei e você não estava no quarto.

- Tenho dificuldade de dormir, e não estou acostumado a dormir com alguém — murmura ele.

Não consigo entender seu estado de espírito. Ele parece meio abatido, mas é difícil dizer no escuro. Talvez fosse o tom da peça que estava tocando. Passa o braço em volta de mim e me acompanha gentilmente de volta ao quarto.

- Há quanto tempo você pratica? Toca lindamente.

- Desde os seis anos.

- Ah.

Jungkook com seis anos... visualizo a imagem de um lindo garotinho de cabelo cor de cobre e olhos cinzentos, e meu coração se derrete — um garotinho cabeludo que gosta de música triste.

- Como está se sentindo? — pergunta ele quando chegamos ao quarto. Ele acende a lâmpada de cabeceira.

- Estou bem.

Ambos olhamos ao mesmo tempo para a cama. Há sangue nos lençóis — prova da perda da minha vingindade. Enrubesço, sem jeito, me enrolando mais no edredom.

- Bem, isso vai dar à Srta. Jones o que pensar — murmura Jungkook parado à minha frente.

Ele segura meu queixo, inclinando minha cabeça para trás, e fica me olhando. Examina meu rosto com um olhar intenso. Percebo que ainda não tinha visto seu peito nu. Instintivamente, estico a mão para passar os dedos nos pelos de seu tórax. Na mesma hora, ele recua, evitando o contato.

- Deite na cama — diz bruscamente. Sua voz fica mais doce. — Vou deitar com você.

Abaixo a mão e franzo o cenho. Acho que ainda não troquei em seu torso. Ele pega uma camisa na gaveta e a veste depressa.

- Para a cama — torna a ordenar.

 Volto para a cama, tentando não pensar no sangue. Ele deita ao meu lado e me aconchega, abraçando-me por trás. Beija meu cabelo com delicadeza e funga.

- Durma, doce Katherine — murmura, e fecho os olhos, mas não posso deixar de sentir uma ponta de melancolia, seja por causa da música, seja pelo comportamento dele. Jeon Jungkook tem um lado triste.

(...)

A luz inunda o quarto, tirando-me de um sino profundo até eu despertar. Espreguiço-me e abro os olhos. É uma linda manhã de maio, Seattle aos meus pés. Uau, que vista. A meu lado, Jeon Jungkook dorme profundamente. Uau, que vista. Estou surpresa que ele ainda esteja na cama. Está de frente para mim, e tenho a oportunidade inédita de estudá-lo. Seu belo rosto parece mais jovem, relaxado pelo sono. Seus lábios carnudos e esculturais estão ligeiramente entreabertos, e seus cabelo limpo e brilhoso está gloriosamente bagunçado. Deveria ser proibido por lei alguém ser tão bonito assim. De repente às lembranças da noite anterior vem em minha mente, sinto minhas bochechas ruborizarem lentamente.

Me viro para Jungkook. Poderia passar o dia inteiro olhando para ele, mas tenho necessidades — necessidades fisiológicas. Deslizando da cama, encontro a camisa branca dele no chão e visto-a. Saio do quarto e vou para o banheiro. De repente lembro-me de Bia. Bia! Ah, não. Não pensei nela a noite inteira. Era para eu ter mandado uma mensagem. Merda. Vou arranjar problema. Pergunto-me  como devem estar as coisas entre ela e Elliot.

Olho para o banheiro que é maior que meu quarto. Por que um homem que mora sozinho precisa de tanto espaço? Duas pias, reparo com ironia. Já que ele não dorme com ninguém, uma delas nunca deve ter sido usada.

Olho-me no espelho gigantesco em cima das pias. Será que estou diferente? Sinto-me diferente. Um pouco dolorida, para dizer a verdade, e meus músculos — nossa, é como se eu nunca tivesse feito exercício na vida. Você nunca fez exercício na vida. Meu inconsciente acordou. Está me olhando com os lábios contraídos, batendo o pé. Então, você acabou de dormir com ele, de entregar sua virgindade a ele, um homem que não a ama. Aliás, ele tem ideias muito estranhas a seu respeito, quer fazer você uma espécie de submissa.

ESTÁ MALUCA?, Grita comigo.

Falo uma careta ao me olhar no espelho. Vou ter que processar isso tudo. Honestamente, não tem cabimento me apaixonar por um homem deslumbrante, mais rico que Creso, o último rei da Lídia, que tem um Quarto Vermelho Da Dor à minha espera. Estremeço. Estou perturbada e confusa. Meu cabelo está rebelde como sempre. Esse cabelo pós-foda não me cai bem. Tento pôr ordem no caos com os dedos, mas falho completamente e desisto — Talvez eu encontre uma presilha na bolsa.

Estou faminta. Volto para o quarto. O belo adormecido continua dormindo, então, deixo-o e vou para a cozinha.

Ah, não... Bia. Deixei a bolsa no escritório de Jungkook. Vou até lá pegá-la e trago o celular. Três mensagens de texto.

*Você está bem Kate?*

*Kd você Kate?*

*Draga Kate*

Ligo para Bia. Quando ela não atende, deixo uma mensagem lhe dizer que estou viva e não sucumbi ao Barba Azul, bem, não dinheiro que a deixaria preocupada — ou quem sabe eu tenha sucumbido. Ah, isso é muito confuso. Tenho que tentar avaliar e analisar meus sentimentos por Jeon Jungkook. Trata-se de uma tarefa impossível. Balanço a cabeça, derrotada. Preciso de um tempo sozinha, longe daqui, para pensar.

Encontro duas presilhas na bolsa e rapidamente faço marias-chiquinhas. Sim! Quando mais eu me parecer com uma garotinha, mais protegida talvez eu fique do Barba Azul. Pego meu iPod e ponho os fones de ouvido. Não há nada como cozinhar com música. Enfio o aparelho no bolso da camisa de Jungkook, aumento o volume e começo a dançar.

Casamba, estou com fome.

A cozinha dele é intimidadora. É muito elegante e moderna, e os armários não tem puxadores. Levo alguns segundos para deduzir que tenho que pressionar as portas para abri-las. Talvez eu deva preparar um café da manhã para Jungkook. Ele estava comendo uma omelete outro dia... hã, ontem, no Heathman. Nossa, tanta coisa aconteceu desde então. Olho a geladeira, onde há vários ovos, e decido fazer panquecas com bacon. Começo a fazer a massa, dançando pela cozinha.

É muito bom estar ocupada. Eu amo cozinhar e talvez seja um dos meus preferidos hobbies. A música ajuda a pensar e a relaxar. Vim aqui para passar a noite na cama de Jeon Jungkook e consegui, embora ele não admira ninguém na cama dele. Sorrio, missão cumprida. Mandei bem. Dou uma risadinha. Fecho os olhos enquanto meu corpo cantarola ao se lembrar, e meus músculos se contraem deliciosamente no fundo do meu ventre. Meu inconsciente me repreende... Ele fode — não faz amor, grita para mim como um gavião. Finjo que não ouço, mas, no fundo, seu que ele tem razão. Balanço a cabeça para me concentrar na comida.

Há um fogão de primeiríssima linha. Acho que já peguei a manhã dele. Preciso de algum lugar para manter as panquecas aquecidas, e então começo com o bacon. Ponho o bacon no grill e, enquanto ele frita, bato uns ovos. Viro-me e vejo Jungkook sentado num dos bancos do balcão da cozinha, desbruçado ali, o rosto apoiado nas mãos. Ainda está vestindo a camiseta com que dormiu. O cabelo pós-foda fica muito bem nele, assim como a barba por fazer. Ele olha para mim, divertido e perplexo. Fico paralisada, enrubesço, então me recupero e tiro os fones de ouvido, as pernas bombas ao vê-lo.

- Bom dia, Srta. Boyer. Você está cheia de energia hoje — diz ele secamente.

- V-você me assustou. — Murmuro.— Eu dormi bem, só isso — explico.

Seus lábios tentam disfarçar um sorriso.

- Não consigo imaginar por quê — Ele se cala e franze a testa.— Eu também dormi bem depois que voltei para a cama.

Coro.

- Está com fome?

- Muita — Diz ele com um olhar intenso, e desconfio que não esteja se referindo a comida.

- Panquecas, ovos e bacon?

- Está ótimo.

- Não sei onde você guarda seus descansos de prato.

Dou de ombros, tentando desesperadamente não parecer nervosa.

- Eu faço isso. Você cozinha. Quer que eu ponha uma música para continuar a sua... hã... dança?

Olho para ele e seus olhos brilham divertidos. Em seguida olho para meus dedos, sabendo muito bem que estou corando.

- Por favor, não pare por minha causa. É muito divertido. — O tom dele é bde deboche.

Contraio os lábios. Divertido, é? Meu inconsciente morreu de rir de mim. Dou meia volta e contínuo batendo os ovos, provavelmente um pouco mais forte que o necessário. Num instante, ele está ao meu lado. Puxa com delicadeza a minha marias-chiquinha.

- Adoro esse penteado — murmura.— Ele não vai proteger você.

Hum, Barba Azul...

- Como você gosta dos ovos? — pergunto asperamente.

Ele sorri.

- Bem batidos e mexidos — diz com cara de bobo.

Volto ao que eu estava fazendo, tentando disfarçar o sorriso. É difícil ficar com raiva dele. Especialmente quando ele está sendo tão atipicamente brincalhão.  Ele fica ainda mais encantador do que já é.


Notas Finais


Ahhh eu laia me esquecendo...

Gente eu sei que vcs podem achar uma bobeira minha, mas estou muitooo feliz com os 22 favoritos. Sim, isso me alegra, e muito. Vocês não tem ideia disso. Pode ser pouco, mas ainda sim, esse pouco me faz um bem muito grande. Então, muito obrigada ❤️


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